DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

UM MENINO DE TRÊS ANOS


Fragmentos de parte da minha história
Emanuel Nunes Silva
Nasci em 1949 na Cidade de Juiz de Fora, antiga Colônia D. Pedro II – MG, no Bairro de Mariano Procópio.
UM MENINO DE TRÊS ANOS 
- Apresentação -
Já fui um menino de três anos. Sim... Não nasci velhinho em 1949 – que viajou de trem em 1952 de Mariano Procópio, Juiz de Fora – MG (outrora, Colônia D. Pedro II para imigrantes germânicos, fundada por Mariano Procópio em 1858), até Santiago no interior do Rio Grande do Sul (Época que se viajava de trem pelo Brasil). Maravilhei-me com a exuberância da interminável Mata Atlântica, e com as Gigantescas Araucárias do Sul, hoje já praticamente dizimadas. Tempos em que se andava muito a cavalo, e os Gaúchos se vestiam literalmente de Gaúcho, e era comum andarem armados. Me sentia atraído a tocar em seus colossais Percherons — Tomando um relativo cuidado, para que as enormes criaturas acidentalmente não me pisassem, evitava passar por trás muito perto (Recomendações do meu pai)...  
Emanuel Nunes Silva em Juiz de Fora - MG

- Introdução -
FRAGMENTO DA HISTÓRIA DE JUIZ DE FORA
"(...)
O governo do Império, a partir de 1850, passou a incentivar a vinda de imigrantes para o Brasil. Seus principais objetivos eram o povoamento de regiões vazias, a valorização das terras que seriam ocupadas pelos imigrantes e a produção de alimentos que pudessem abastecer as lavouras de café. Em Juiz de Fora, esta política teve reflexos através das iniciativas de Mariano Procópio Ferreira Lage. Este conseguiu empréstimos para a introdução de colonos alemães na cidade. Seu objetivo inicial era conseguir mão-de-obra especializada para a construção da estrada União e Indústria. Contratou, em 1853, vários técnicos, engenheiros, arquitetos e, após 3 anos, 20 artífices como ferreiros, pintores, latoeiros. O objetivo era criar um núcleo colonial de alemães na cidade, conseguindo apoio para contratar 2.000 colonos. Assim, em 1857, chegaram 1.162 imigrantes alemães, correspondendo a 20% da população total da cidade. Foram instalados em uma vasta área, correspondendo hoje aos bairros de São Pedro, Borboleta e parte do Fábrica. Foram distribuídos em lotes de terras, carregados de produzir gêneros alimentícios. A colônia não conseguiu se manter por muito tempo. A ausência de mercado para os produtos plantados se associava à falta de incentivos. Muitas eram as dificuldades com relação à língua, costumes, religião e início das primeiras roças. Assim, muitos colonos foram abandonando suas terras e se fixando na cidade, somando-se àqueles trabalhadores braçais, operários, ligados à Companhia União e Indústria. 

Os alemães foram aos poucos se integrando às atividades urbanas, se tornaram carroceiros, sapateiros, marceneiros, operários, pedreiros etc. Deram origem a várias fábricas de cerveja, num total de oito. Os alemães, junto a outras pessoas da cidade, criaram costumes, fundições e malharias contribuido, assim, para o crescimento industrial da cidade. Breve histórico da cultura em Juiz de Fora Mais européia que colonial, Juiz de Fora, cidade do século XIX, em estreita vinculação com o dinamismo do Rio de Janeiro, não participou da cultura colonial mineira. Seu desenvolvimento industrial, pautado pela modernização capitalista, trouxe para a cidade, além de apitos das fábricas e da luz elétrica, o desejo de civilizar-se nos moldes dos centros europeus. Seus teatros, cinemas e intensa atividade literária refletiam a vontade de criar uma nova imagem para a cidade, fugindo à tradição escravista. Os estudos até agora realizados sobre a vida cultural de Juiz de Fora revelam a existência de várias fases ao longo dos dois últimos séculos. Inicialmente, percebe-se uma cidade mais aberta. A distância dos centros barrocos, somada à prosperidade econômica, atraiu interesses mais variados. Aqui residiam católicos, protestantes, espíritas, maçons, liberais, republicanos, monarquistas... Embora houvesse conflitos entre eles, a cidade se mostrava receptiva ao debate de idéias. (...)" 
- I -

Pampas 
Enquanto o trem avançava pelos Pampas Gaúcho rumando para Santiago/RS – eu ainda com três anos, emocionei-me com os Cervos e Emas quase sempre acompanhados dos seus filhotes, vagando livres pela imensidão da planície, que me fascinava com seus vastos horizontes. Surpreendi-me com o tamanho dos ovos das Emas, que para mim pequenino, pareciam gigantescos. Sem noção do perigo, quantos Quero-Queros tentei surpreendê-los por trás quando pousados nas cercas, numa tentativa insana de pegá-los pelo rabo. Sempre quando eu estava quase à tocá-los... Simplesmente voavam (Sim, eles sabiam da minha intenção...). Quantas vezes os Gansos da laguna me botaram para correr. Quantos Besouros-Rinoceronte usei para puxar carrocinhas, confeccionadas de caixas de fósforo de folha de madeira (Naquela época todas as caixas de fósforo eram integralmente feitas de madeira). Quantos gafanhotos peguei para admirar seus coloridos... 
Quero-Quero 
Ficava fascinado com os dias de geada ou de intenso nevoeiro, com a beleza do brilho das estrelas e da Lua cheia. Com os fortes Ventos, Trovões, Raios... Com a escuridão que antecediam as Tempestades... Com os clarões terrivelmente belos que a tudo iluminavam... Quantas vezes fui bombardeado por saraivadas de granizo, ao sair alucinado a catar pedrinhas de gelo... 

Pegava passarinho com uma bacia de alumínio, levantando uma das bordas com um pauzinho amarrado a um barbante... Colocava um punhadinho de arroz bem no centro, para que não se machucassem com a queda da bacia. Com um pano cobria a bacia, e levantava um pouco a borda, até que visse àqueles montinhos de vida se movendo sob o tecido. Emocionado e com cuidado para não machucá-los. Sempre mantinha brevemente (Breve porque percebia sua agonia) um em minhas mãos, o suficiente para descobrir que por mais disparado estivesse meu coração, o do bichinho me surpreendia. Depois de levar algumas bicadinhas o libertava. Por um momento, a decisão cabia apenas a uma criancinha. São muitas as historinhas... 

Partindo de Porto Alegre... Após uma emocionante Viagem no Navio Itaquera com direito a tempestade, admirei durante o percurso, vez ou outra cheirando cavacos de cedro, a habilidade de um Tripulante (Marinheiro) que nas suas horas vagas no convés, esculpia em um bloco de cedro o Itaquera. Cheguei ao Rio de Janeiro com sete anos (Sim, naquela época os Navios eram um meio de transporte muito utilizado, que transportavam também passageiros pelas Cidades da Costa Brasileira). 
Emanuel Nunes Silva em Juiz de Fora - MG , e um pouco mais tarde em Santiago - RS  
- II -
• 
Fragmentos da Carta de uma prima a minha irmã Cleusa: 

(...) Vó Anna nasceu em 1884 na Polônia, chegou no Brasil em 1902 com 18 anos e morreu em 1978 com 94 anos. (...) Vó Anna era Polonesa, sei que aquele casarão foi construído pelo nosso bisavô Constantino, era um chalé modelo tradicional das casas européias, você não chegou a ver, mas na sala de jantar tinha até lareira. Vovó chegou aqui no Rio com 18 anos, segundo ela, não tinha ainda água encanada e tinham que juntar água num barril. No frio a água era muito gelada e ela ficou muito resfriada, sem tratamento adequado, pois a dificuldade de se fazer entender era grande. O resfriado evoluiu para um problema grave pulmonar e ela acabou perdendo um pulmão, até que conseguiu uma consulta com o Dr. Raimundo que a tratou e graças a Deus ficou curada, e esse Dr. passou a ser o médico da família, inclusive meu e de meus irmãos. Obs: quando eu era pequenina o pessoal antigo que conheceram uma prima de meu pai que era Polaca, achavam que eu era parecida com ela e me chamavam de Polaquinha, o nome desse parente era Zuleika, lembro que o pai dela era conhecido como Pavão. 

(...) O que sei de vó Anna: Foi uma vó maravilhosa, só convivi com ela porque quando nasci, a minha avó por parte de mãe já havia falecido. Mulher guerreira criou 5 filhos sem marido, quando o vô foi embora o tio Mário tinha 5 anos; (...) Vó Anna teve que trabalhar numa fábrica de tecidos entre Vila Izabel e Andaraí, se aposentou depois do acidente em que perdeu o dedo. (...) O nome do nosso avô era Antônio da Silva, filho de português, e o nome da nossa Avó antes de casar era Anna Keggler. Depois de casada Anna da Silva. Eu queria muito que ela não tivesse tirado este nome lindo; morreu em 08 outubro de 1978, há 34 anos com 94 anos. Os nomes dos bisavôs: Constantino e Emília Keggler (o nome de solteira da bisa eu não sei). Os filhos (nossos tios), João, José, Adão, Anna e Maximiliano Keggller. 
(...) Vó Anna foi um exemplo de mulher, tinha uma personalidade marcante, sempre procurou ajudar os filhos, me ensinou a costurar e fazer crochê, e me deu muitos bons conselhos. Eu confiava plenamente nela. Até hoje ela está presente em minha vida. Adorei as fotografias, vocês eram lindos, agora você é uma japonesinha sem sombra de dúvidas. Prima procure fazer uma limpeza no seu interior e se libertar dessas mazelas, esqueça tudo que não te faz bem para viver melhor, pelo menos em harmonia com você mesma. Espero ainda te ver alegre como você era antes. (...) 

URL

Maquete Navio ITAQUERA 
Renomeado NV. "ITAQUATIÁ" 
Companhia Nacional de Navegação Costeira 
Patrimônio Nacional 
Restaurado por Critianne Rathier (2008/2009)

Maquete do Navio Itaquera esculpido em bloco de cedro, confeccionada por um Tripulante (Marinheiro) na viagem do Itaquera que trouxe minha família de volta ao Rio de Janeiro. 
(http://www.fnttaa.org.br/Gallery/novaSede/gallery.html)
Navio ITAQUERA - 1913-1965 Cttor.: Mackie & Thomson, Ltd., Glasgow, Escócia, 02.1913 Arqueação : Tab 2.209,00 tons - Tal 1.254,00 tons Dimensões : Pp 87,87 mts - Boca 13,17 mts - Pontal 5,31 mts Máq.: M. & Houston, Glasgow, 1912 - 2:Te - 6:Ci - 298 Nhp - 12 m/h - Vendido para demolir no Rio de Janeiro a 30 de Agosto de 1965. 
Vi com tristeza o final da sua demolição enquanto eu trabalhava na construção da Ponte Rio-Niterói. 
URL
Pai e Mãe

Emanuel Nunes Silva
- IV -
• 
Santiago do Boqueirão 
Estação Ferroviária de Santiago do Boqueirão 
URL

O ramal de São Borja, partindo da estação de Dilermando de Aguiar, na linha Porto Alegre-Uruguaiana, foi aberto em 1919 até a estação de Jaguari, e somente 17 anos depois chegou a Santiago, para finalmente alcançar São Borja em 1938, onde se encontraria com a linha Itaqui-Uruguaiana-São Borja. Os trens de passageiros, sempre partindo de Santa Maria, trafegaram pela linha até 1982. A estação de Jaguari foi inaugurada em 13 de maio de 1919 e hoje encontra-se abandonada. A Estação de Santiago teve sua inauguração em 24 de junho de 1936 e o primeiro trem chegaria 6 dias após. Atualmente encontra-se revitalizada e abriga um centro de eventos culturais. 

• V. F. Rio Grande do Sul 
Município de Santiago, RS 
http://www.estacoesferroviarias.com.br/rs_sborja/santiago.htm

O antigo prédio da Estação de Jaguari em fotografia de 1930.
A Estação de Santiago do Boqueirão em fotografia da época da inauguração. 

• Ronaldo Fotografia 
http://ronaldofotografia.blogspot.com.br/2012_01_01_archive.html 



Cidade de Santiago - RS
 
A Cidade de Santiago localiza-se no Centro Oriental Rio-Grandense, distante 363 km da capital Porto Alegre. Sua população, de aproximadamente 51 mil habitantes, distribui-se em uma extensão de 2 mil km² e em uma altitude de 409 m. A região tem um clima subtropical, constituído por quatro estações razoavelmente bem definidas, com invernos moderadamente frios e verões quentes. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000), é de 0.816.

A história de Santiago iniciou-se pelas reduções jesuíticas que, a fim de auxiliar o aldeamento indígena, estabeleceram estruturas agropecuárias de subsistência nas missões. Nessa época, além de participar dessa ideologia missioneira, Santiago era alvo de disputas e tratados diplomáticos entre Portugal e Espanha. O português Marquês de Alegrete, em 1815, ao conceder uma sesmaria a Francisco José de Carvalho, acabou por estimular um desenvolvimento mais diversificado do povoado. Em 1856, havia apenas três casas, sendo uma do comerciante português Antonio José da Rocha. Na Guerra do Paraguai, a povoação já alcançava mais de 40 casas batidas, sendo seis de negócio. Em 1938, como consequência de sua evolução, Santiago foi elevada à categoria de cidade.

Atualmente, a cidade baseia-se principalmente nas culturas de laranja, soja e trigo, na extração vegetal de madeira de lenha, e na pecuária de bovinos. Seu turismo também auxilia na arrecadação de renda, oferecendo aos visitantes o conhecimento de seus aspectos culturais, históricos e naturais. O Santuário à Padroeira Nossa Senhora da Conceição é um exemplo de seu roteiro histórico e foi edificado no centenário da Vila de Santiago do Boqueirão, a partir de um desenho de Oracy Dorneleles. Nesse respectivo centenário também foi construída uma pirâmide, representando o número um (1) e, com dois elos de corrente, simbolizando dois zeros (00), formando assim o número 100.

A cidade de Santiago possui outros dois atrativos que também celebram o reconhecimento de sua memória, o Museu Municipal Pedro Palmeiro e a Rota Caminho das Origens. O museu, com um acervo de aproximadamente 2.000 peças, abriga Estátuas Missioneiras e um Florete de 1500, assim como minerais, fósseis, espadas, documentos históricos, moedas etc. Já a rota, que percorre também outras cidades, pretende demonstrar não apenas a história e os costumes dos colonizadores, como a beleza dos rios, cachoeiras, grutas, trilhas ecológicas e sítios paleontológicos da região.

Em seu cenário natural, Santiago oferece ainda a visitação a Gruta Nossa Senhora de Fátima, ao Balneário de Ernesto Alves e ao Mini Zoológico de Aves. A gruta possui aproximadamente 60 metros de extensão por 40 metros de altura e abriga um santuário com a imagem de Nossa Senhora de Fátima. O balneário, por sua vez, possui uma grande diversidade natural, além dainfluência italiana, recebendo todos os anos turistas nos meses de verão. Já o seu mini zoológico compreende uma área de 450 metros quadrados, onde as aves são separadas por espécies nativas, silvestres, ornamentais ou exóticas.

• Cidade de Santiago -RS
Fonte: Portal da Prefeitura de Santiago 
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
http://www.thecities.com.br/Artigos/Brasil/Rio_Grande_do_Sul/Santiago/Cidade_de_Santiago/



- V -
• 
Jaguarão 
Jaguarão RS - 1966
 (Emanuel Nunes Silva - 17/18 anos - Primeiro retorno ao Rio Grande do Sul)

 
Já há mais de 47 anos - 01

 Fotos que eu batia na escola
https://www.facebook.com/emanuel.nunessilva.7/media_set?set=a.107097522773385.17596.100004194127227&type=3
- VI -
• 
Teutônia 
(Clique no URL ou Nº das Imagens, para vê-las ampliadas)
URL

Teutônia, Rio Grande do Sul 
(2012 - 2015...) 
Amo a Cidade que me adotou e sua gente.
 
Vista Parcial do Bairro Languiru - Teutônia - RS - 06 de setembro de 2015 - Crédito: Emanuel Nunes Silva.
A história de Teutônia está relacionada com a da imigração alemã, iniciada em 1824 com a criação da Colônia Alemã de São Leopoldo e a chegada dos primeiros colonos ao Império do Brasil, logo após a outorga da primeira constituição brasileira em 25 de março de 1824; Constituição Política do Império do Brasil (Carta Magna) encomendada pelo Imperador D. Pedro I (até então Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves), proclamador da independência do Brasil (1822) do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves e fundador do Império Brasileiro. 
Crédito da Foto: Leonardo Heisler

Imagens de Teutônia 
Crédito: Emanuel Nunes Silva 

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Vistas Parciais do Bairro Languiru - Teutônia - RS

Início de Noite Teutônia/RS – 30 de dezembro de 2015 – 08:35 PM. Fenômeno Dourado no Céu de Teutônia - Vista para LESTE, Entretanto esta reflexão luminosa deu uma súbita clareada dourada após o o por do sol a OESTE, perdurando por uns 7 minutos... 


URL
Neste ponto de observação olhando para Leste, o Sol Poente após deitar sobre a linha do horizonte à Oeste, já não mais visível, projeta sua luz para Leste quase tangenciando a curvatura da terra, numa ligeira trajetória ascendente em relação a quem observa. Neste percurso a luz é filtrada modificando a sua cor por percorrer imensa distância dentro da atmosfera, até encontrar nas camadas mais altas uma situação refletiva tal qual um espelho, que projeta a luz de um sol não mais visível para o observador da superfície numa tela translúcida – a nuvem da foto; como se houvesse neste caso, um Sol Dourado atrás dela; mesmo o sol não sendo mais visível por já ter se posto no lado oposto dessa interessante cena.

Teutônia

Teutônia (30.000 habitantes) é uma cidade com população composta por mais de 90% de descendentes alemães, e IDH muito elevado, é formada por três bairros distintos que fisicamente parecem três cidades separadas: Teutônia, Languiru e Canabarro. O Bairro de Languiru é o do meio. É comum ver por aqui pessoas conversando em alemão. Não houve problema nenhum de adaptabilidade, receptividade ou reciprocidade. Teve até gente que me reconheceu (primeiramente visitei Teutônia em 2012). Comparativamente ao meu ambiente (entorno) do local onde eu estava instalado no Jardim botânico – RJ; a qualidade de vida aqui é bem superior. O Clima é melhor. Menos barulho (os vizinhos se respeitam e você não houve nada quanto a falatório alto, som, etc.). No início de 2015 visitei várias cidades da região, inclusive as da Serra Gaúcha, sempre vindo de avião da Azul até Caxias do Sul. Só uma vez que desembarquei em Porto Alegre por não haver “teto” para pouso em Caxias do Sul. Como nesse dia eu estava vindo para Teutônia que fica equidistante entre Porto Alegre e Caxias do Sul, a Azul me levou até a Rodoviária de Porto Alegre. Elegi Teutônia por não ser uma cidade turística, pela receptividade e confiança do seu povo em relação a minha pessoa, e por ter as características mais relevantes sobre o que eu procurava. 


 VÍDEO INSTITUCIONAL 2015 - TEUTÔNIA/RS
https://www.youtube.com/watch?v=9RIq9heFGik

Ver também:
II • Quem sou!...
Projetos de Arquitetura, Engenharia, Desenho Industrial & Atividades Diversas... 
Créditos das Imagens: Emanuel Nunes Silva.
(Matéria em Construção)
URL 
Construção da Ponte Rio-Niterói
Introdução 

Durante minha vida profissional, me orgulho de ter enfrentado situações singulares de difícil solução. Venci estes desafios com técnica e criatividade, desenvolvendo com êxito, sistemas específicos e equipamentos originais, tais como: 

• SISTEMA de VEDAÇÃO AUTOMÁTICA, e metodologia construtiva de paredes AUTO-OBTURANTES, em ambientes pressurizados. 
• GUIAS e GABARITOS ESPECIAIS para CRAVAÇÃO de ESTACAS, que possibilitam a cravação de várias estacas por posicionamento, e outras UNIVERSAIS, que proporcionam qualquer variação angular na cravação, particularmente projetadas para atuarem em BARRAGENS, CANAIS, RIOS, LAGOS ou no MAR. 
• MARTELO­-TALHADEIRA GIGANTE acionado por um bate estaca, projeto único no MUNDO. 
• As maiores caçambas CLAM-SHELL e PINÇAS existentes no PAÍS, cuja geometria e peso proporcionam uma excelente eficiência. 
• PROJETO e METODOLOGIA de OBTURAÇÃO para os pontos de vazamento, nos septos das vedações provisórias, nas TOMADAS D’ÁGUA de algumas das turbinas da HIDRELÉTRICA de ITAIPU, cuja concepção, viabilizou os trabalhos subaquáticos com segurança, em um ambiente submetido às grandes pressões hidrostáticas, e com visibilidade nula. 
• NOVO CONCEITO e PROJETO, do SISTEMA de TOMADA D’ÁGUA para as usinas termelétricas da EL PASO ENERGY INTERNATIONAL. 
• SITEMAS MECÂNICOS para as PLATAFORMAS da PETROBRAS. 
II - Empregos comprovados em Carteira de Trabalho 

1966 – CARVALHO HOSKEN ENGENHARIA 1969 – STÉTICA – Engenharia, Arquitetura e Comércio S. A. 1971 – CCGL - Consórcio Construtor Guanabara Ltda. (Ponte Rio- Niterói). 1974 – TENENGE – Técnica Nacional de Engenharia S. A. (Plano de Expansão CSN). 1975 – ENGESUB – Engenharia e Serviços Submarinos Ltda. 1976 – EBOS – Empresa Brasileira de Operações Submarinas Ltda. 
III - Considerações Gerais 

A partir de 1975 até abril de 2000, fui o único projetista das empresas: ENGESUB, EBOS e LANA DRILLING, todas de Engenharia, e Operações Submarinas, criando e desenvolvendo os equipamentos que viabilizaram muitas de suas obras; tais como: PINÇAS, CLAM-SHELLS, BATELÃO MODULAR “Split-Hull”, REBOCADOR MODULAR, TORRES de DERROCAMENTO, MÓDULOS FLUTUANTES, SISTEMAS MECÂNICOS, SINO de SONDAGEM GEOLÓGICA SUBMARINA, GABARITOS e GUIAS ESPECIAIS para CRAVAÇÃO de ESTACAS... Paralelamente, exerci a ARQUITETURA, o URBANISMO e o DESENHO INDUSTRIAL. Dediquei-me às ARTES PLÁSTICAS e a FOTOGRAFIA P&B convencional, ministrando aulas, participando de exposições e concursos, fui agraciado com alguns PRÊMIOS. E como INVENTOR, desenvolvi NOVOS SISTEMAS através dos seguintes processos de patentes: 
PI 8305397 (1983) PI 8403096 (1984) PI 8700856 (1987) PI 8707113 (1987) PI 8806913 (1988) PCT BR 88/00003 (1988).

Em 1999 e 2001, planejei e participei de expedições de escaladas aos MONTES, ACONCÁGUA e PLATA, na CORDILHEIRA dos ANDES. Ainda em 2001, atendendo à BC PROJETOS, idealizei um NOVO CONCEITO para o SISTEMA de TOMADA D’ÁGUA, que abastece uma das USINAS TERMELÉTRICAS da EL PASO ENERGY INTERNATIONAL.

De 2001 até a presente data (2005), do universo das minhas ATIVIDADES, venho principalmente, junto à RIDOW TECNOLOGIA, concebendo, aperfeiçoando, projetando, acompanhando a fabricação e/ou orientando as montagens “In Loco”, dos NOVOS DISPOSITIVOS MECÂNICOS e ESTRUTURAIS, inerentes à eficiência da operacionalidade dos SISTEMAS que ACIONAM os DAMPERS, nos WHRUS dos TURBOS COMPRESSORES e TURBOS GERADORES, específicos e distintos, para as PLATAFORMAS da PETROBRAS, 20, 26, 27 e 37. 
IV - Conclusão 

Ao longo deste período, quer dando assistência de consultoria, quer projetando, ou ainda coordenando ou supervisionando a execução dos projetos, venho recebendo com grande satisfação, sem distinção, manifestações de apreço no que concerne, à eficiência e dedicação de meus serviços prestados. 

Emanuel Nunes Silva (2005) 

Soluções, Equipamentos Especiais & Projetos

01
Engenharia








Vídeos - 2004 
Plataforma Petrobrás 37

https://www.facebook.com/emanuelnunessilva/videos/vb.100002225326437/371925022891672/?type=3&theater 

https://www.facebook.com/emanuelnunessilva/videos/vb.100002225326437/371925022891672/?type=3&theater 




Outras

02 
Arquitetura

URL 01

03 
Montanhismo







04 
Desenhos 
(Em Construção)
URL 01 - 02
URL 01 - 02
URL 01 - 02
URL 01
- VIII -
• 
Imagens 
Imagens Diversas de Emanuel Nunes Silva
(Em Construção)
- IX -
• 
Algumas Matérias deste Blog

URL
01 • A MUDANÇA
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