DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

terça-feira, 15 de maio de 2012

O Maior Avião do Mundo. Antonov An 225 Mriya e o Programa Buran-Energia (Ракета-носитель тяжелого класса "Энергия")

O Maior Avião do Mundo. Antonov An 225 Mriya (Sonho em ucraniano - "Dream")
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O Antonov An-225 Mriya é um exclusivo avião de transporte projetado e fabricado em Kiev na Ucrânia, pela empresa Antonov Design Bureau, entre 1984-1988 na antiga União Soviética, para transportar a Nave Buran (versão soviética do Space Shuttle "Ônibus Espacial" estadunidense), assim como as grandes cargas do Programa Espacial Soviético inerentes a este Projeto, que jamais poderiam ser transportadas por outros aviões de carga convencionais. Portanto este avião só existe graças ao Programa Buran-Energia. Projetado para pousar em chão de terra com ou sem chuva, e até na neve (inclusive nas regiões remotas e desérticas da gelada Sibéria). O primeiro vôo ocorreu 21 de dezembro de 1988, o piloto designado para efetuar seu vôo inaugural olhou para o gigante, coçou a cabeça e disse: "isto não pode voar! uma coisa dessa não tem como sair do chão...".
Inicialmente seriam incorporados duas aeronaves, entretanto, atualmente apenas um exemplar está na condição de vôo, operando pela empresa ucraniana Antonov Airlines. O 2º avião ficou apenas 70% concluído por causa do colapso da União Soviética.

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No vídeo abaixo o protótipo Nº 01 do Antonov An-225 Mriya com sua nova pintura e sem a primitiva "agulha" no "nariz" da fuselagem, quando entrou em serviço após a sua construção e testes a partir de 21 de dezembro de 1988.
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O Antonov An-225 "Mriya" é uma evolução genérica do An-124 "Ruslan", seu desenvolvimento começou em 1985. A aeronave tem um compartimento de carga pressurizado outro de passageiros acima dela, calculado para 80 pessoas, sendo a maioria destes lugares destinados as equipes envolvidas nos procedimentos inerentes ao transporte das cargas.
Esta aeronave estabeleceu muitos recordes mundiais, incluindo registro do peso na decolagem e de carga. Em 22 de março de 1989 voou com uma carga de 156,3 toneladas, o qual foi batido ao mesmo tempo 110 recordes mundiais de aviação. Essa conquista foi um recorde em si. No total já são cerca de 250 recordes mundiais. Em agosto de 2009 o Antonov An-225 nesta série, foi registrado no Guinness Book of Records. 

Imagens originais do avião Antonov - An 225, transportando a Nave Orbital Buran: 
01 - 02 - 03 - 04 - 05 - Vídeo
"Foi utilizado no filme "2012", um modelo Antonov An-225 durante as filmagens, e também recriado com efeitos especiais algumas características. A cabine e portas de entrada foram modificadas para as cenas. Dessa forma, o protótipo fictício foi chamado de Antonov-500, o que seria uma versão atualizada e mais moderna do seu antecessor."

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Comparação entre os maiores aviões do mundo: An-225 (verde). Hughes H-4 Hercules (amarelo) Boeing 747 (azul) e Airbus A380 (vermelho)
Especificações do gigante dos ares:

·         Fabricante: Antonov Design Bureau, Ucrânia
·         Grafias (sinônimos): An225 Mriya, An225
·         Tipo de aeronave: Cargueiro de transportes internacionais
·         Propulsão: 6 turbinas ZMKB Progress Lotarev D-18T (229.50 kN cada)
·         Decolagem (take-off): 600 toneladas
·         Peso máximo de carga útil (interna ou externa): 250 ou 275 Toneladas

·         Envergadura: 88.4 metros
·         Comprimento: 84 metros
·         Altura: 18.1 metros (excluindo o trem de pouso)
·         Área total das asas: 905 m²
·         Velocidade: 800-850 km/h

·         Dimensões de carga: 35.97m de comprimento; 6.4m de largura; 4.39m de altura
·         Autonomia de vôo com ampla carga de 200 toneladas: 4.500 km
·         Autonomia de vôo com "tanque" de combustível cheio: 15.500 km
·         Autonomia de vôo com carga de 150 toneladas: 7.000 km

·         Tripulação: 7 pessoas
·         Passageiros acomodados acima do compartimento de carga: 80
·         Pessoas em seu compartimento de carga: mais de 1.500
·         Comprimento da pista necessária: 3.000-3.500 metros 

Vídeo 
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Programa Buran-Energia

Buran, em russo Буран (nevasca), é o nome de uma série de onze Ônibus Espaciais (em Portugal, vaivém espacial) previstos pelo Programa Espacial Soviético, é parte do denominado programa Buran-Energia. 
Há 24 anos, em 15 de novembro de 1988 voou o transporte Buran (Ônibus Espacial Soviético), o Booster "Energia" (veículo lançador ou foguete cargueiro que transportou a Nave Buran) rompeu com a plataforma de lançamento às 6:00, horário de Moscou. A missão se desenvolveu surpreendentemente totalmente no automático. Até agora o feito é único na história da humanidade. Para além deste fato, este sistema automático, assim como o de segurança, ainda é considerado o mais confiável do mundo.
O Booster "Energia" é o único cargueiro para uso regular capaz de transportar cargas úteis de mais de 100 toneladas. Ele permite colocar em órbita qualquer objeto, incluindo Satélites Artificiais, pesando até 110 toneladas, e sua modificação o "Vulcão", até 200 toneladas.
Só como parâmetro, a Agência Espacial Brasileira (AEB), tem pretensões à partir de 2014, se capacitar a colocar em órbita terrestre baixa com a ajuda tecnológica da Ucrânia, Satélites com até 3,3 toneladas. Isso representa que a Rússia possui uma capacidade de transportar para o espaço, 57 vezes mais carga por viagem, do que o Brasil terá a partir de 2014.  
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No início da década de 1970, os EUA fizeram o Space Shuttle um projeto principal do seu programa espacial tripulado. Segundo as previsões da NASA, o Space Shuttle iria substituir toda a frota de foguetes existentes e reduzir o custo de lançamento de satélites.
No entanto, na URSS, o Space Shuttle foi visto antes de tudo como um portador de armas nucleares. Em 1976, apesar do ceticismo evidente na indústria espacial, o governo soviético decidiu responder à "ameaça Shuttle", com uma nave espacial similar. A NPO Energia em Kaliningrado, região de Moscou, subordinado ao Ministério da General MOM Máquina de Construção, assumiu a responsabilidade global para o desenvolvimento do sistema chamado Energia-Buran.


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Mais detalhes aqui:  
Imagem original aqui:
Конструктивно-компоновочная схема (технографика) орбитального корабля "Буран" (11Ф35) 
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A construção do veículo só começou em 1980. Em julho de 1983 foi feito o primeiro teste, num voo suborbital. Nos anos seguintes foram feitos cinco voos com o modelo em escala do Buran. Em 29 de dezembro de 1984 foram feitos os primeiros testes aerodinâmicos taxiando a pista. O primeiro vôo ocorreu em 10 de novembro de 1985 (Igor Volk e Rimas Stankevicius). O primeiro pouso totalmente automático em fevereiro de 1987. O último teste aerodinâmico foi feito em abril de 1988. Durante a curta duração do programa foram completados 24 vôos de testes. 
Ao contrário da versão de testes do Space Shuttle estadunidense, que era lançada de um Boeing 747 na estratosfera, Já a Nave Buran russa era dotada de motores extras que a permitia decolar com seus próprios recursos nestes testes dentro da atmosfera terrestre. 

http://www.youtube.com/watch?v=g_MjTjEXi7I 

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Programa Buran-Energia. O primeiro e último vôo orbital.

Em 15 de novembro de 1988 o mais complexo e perfeito conjunto tecnológico na história da humanidade, o Energia-Buran, numa inédita missão não tripulada integralmente automática controlada pelo computador de bordo, rumou ao espaço do Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão às 6:00 horário de Moscou. A nave Buran foi colocado em órbita pelo Foguete Energia. Após orbitar a Terra por duas vezes retornou, concluindo 206 minutos de vôo, fazendo com que lágrimas de alegria e admiração fluíssem dos seus criadores. O pouso automatizado da Nave Orbital Buran soviética 01, se realizou na pista do Aeródromo de Yubileyny (UAON) Cosmódromo de Baikonur. Este feito na época, entrou para o Livro Guinness dos Recordes, pois até então os procedimentos de uma missão com estas características e complexidades, nunca havia sido completada sem a interferência humana. Foi o primeiro e único vôo orbital do programa Energia-Buran. O projeto foi suspenso devido à falta de fundos e da situação política na União Soviética de então.
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http://www.youtube.com/watch?v=lhZEXNONGoE&feature=related 
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Em 1990 os trabalhos do programa "Energia-Buran" foram suspensos, e finalmente em 1993, foi fechado o programa, pois não havia dinheiro para continuar voando. O Cosmódromo de Baikonur no Cazaquistão foi fechado junto com o encerramento do Projeto Buran. Em 2002 a nave Buran foi destruída pelo desmoronamento da cobertura das instalações de ensaios em Baikonur, onde ela estava armazenada, juntamente com ready-made (cópias do foguete portador Energia). As maiores criações do pensamento humano foram esmagadas pelos escombros. A Nave Buran não foi morta em vôo como um herói, mas como uma pessoa sem-teto, sob as ruínas.
O trágico final do ProgramaEnergia-Buran, mostrado aos 5:00 minutos
 no vídeo abaixo: 
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Desde o início, a incerteza rodeou a questão dos possíveis papéis para o orbitador Buran. Tarefas potenciais concentrada em torno de hipotéticos papéis militares e de apoio para o programa espacial tripulado da Estação Espacial soviética. Um dos objetivos era o transporte, entrega e montagem da Estação Espacial Mir-2. Depois do seu único vôo orbital em 1988, o programa rapidamente ficou sem fundos. 

Com o colapso da União Soviética o Ministério da Defesa percebeu na ocasião total falta de propósito para o sistema pelo seu altíssimo custo. O programa foi essencialmente suspenso em 1993, o chefe da NPO Energia, Yuri Semenov admitiu publicamente que o projeto estava morto. NPO Molniya, o desenvolvedor do corpo do Buran, tentou avançar com uma versão reduzida da nave reutilizável, lançado por um avião de transporte Antonov-225 Mriya. No entanto, a empresa nunca encontrou investidores para o projeto. 

Emanuel Nunes Silva 

15 de maio de 2012 
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