DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

domingo, 30 de dezembro de 2012

A Grande Farsa da Moralmente Ilegítima República Federativa do Brasil

A Grande Farsa da Ilegítima República Federativa do Brasil nunca proclamada de fato
- Apresentação -

A partir de 1923, 25 de agosto, o dia do nascimento do Marechal-de-Exército do Império do Brasil em 1803, Luiz Alves de Lima e Silva e Duque de Caxias, passou a ser considerado o Dia do Soldado ― E por Dec. 51929 de 13 mar 1962, como o Patrono do Exército Republicano Brasileiro. O Soldado Caxias se forjou no Exército Imperial Brasileiro, de cujo seio emergiu no cenário nacional, como um dos maiores brasileiros de todos os tempos. Caxias prestou à Pátria mais de 60 anos de excepcionais e relevantes serviços, tanto como político e administrador de contingência inigualáveis, como soldado de vocação e tradição a serviço da Unidade, da Paz Social, da Integridade e da Soberania Brasileira. 

Caxias se vivo estivesse, jamais permitiria o Crime de traição à pátria de 15 de novembro de 1889, articulado pelos traidores da pátria: Marechal Deodoro da Fonseca (utilizado como marionete executora do trabalho sujo), Marechal Floriano PeixotoBenjamin Constant Botelho de MagalhãesQuintino BocaiuvaRuy BarbosaCampos SalesAristides LoboDemétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk – todos membros regulares da Maçonaria Brasileira; todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo Professor Julius Frank (1808 - 1841). 

A Tragédia Republicana do Crime Politiqueiro Partidarista Governista Presidencialista é responsabilidade exclusiva desse Exército que se julga o do Soldado Caxias do Exército Imperial – Essa Desgraça Nacional é unicamente coisa desse Exército Republicano, que além de ter aniquilado a Armada Nacional Imperial (Marinha de Guerra) para impor a lambança Ideológica Republicana da Seita Positivista, assassinou durante os primeiros 10 anos, cerca de 200.000 brasileiros (incluindo crianças, mulheres, anciãos e ex escravos) que de alguma forma se opuseram a imposição arbitrária do regime republicano, numa época em que a população era 11 vezes menor – o que corresponde na atualidade a um genocídio de 2.000.000 pessoas. 

Se esse Exército fosse realmente o do Monarquista Caxias, não estaria subserviente às Ideologias do Crime Politiqueiro Partidarista Governista Presidencialista  há muito já teria desfeito sua lambança de 1889, desproclamado essa inútil predadora malfadada REPÚBLICA de mentira que é um GOLPE na sua origem – além de ter pedido desculpas ao Brasil.

- Introdução -
15 de Novembro – Dia Nacional da Infâmia.
Feriado Nacional do Golpe de Estado Republicano da Seita Positivista que acabou com o Brasil.
01 ● O Primeiro Estado Totalitário Positivista da História do Brasil na forma de Ditadura Militar, surgiu em 15 de novembro de 1889 com a inauguração da República dos Estados Unidos do Brasil nunca proclamada de fato, por meia dúzia de traidores da pátria membros da Seita Positivista alheios as nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira).
02 ● 15 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA INFÂMIA. Feriado Nacional do Golpe de Estado Republicano da Seita Positivista que acabou com o Brasil. Os Regimes de Exceção dessa Malfadada República: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 15 de novembro de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como o primeiro Regime Ditatorial Militar da História do Brasil Independente. Tragédia, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de Ditaduras Civis e Militares que arruinaram com o Brasil; interrompendo seu legítimo Destino de Grandeza.
URL
03 ● Esta nunca foi a Bandeira do Brasil, e sim originalmente a então Bandeira da República dos Estados Unidos do Brasil atualizada, a tal inventada por meia dúzia de discípulos da Seita Atéia Positivista (Religião da Humanidade), todos sem exceção, maçons – Religião abortada pelo Francês ateu Auguste Comte e sua musa inspiradora Clotilde de Vaux (considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade). 
04 ● Não confunda a Bandeira da Forma de Governo Vigente com o Brasil. A Bandeira da Seita Positivista é apenas um dos símbolos do Regime Político do Estado Brasileiro, que na ilegalidade se "reorganizou" para a desgraça do país como república, a partir da tragédia do Golpe de Traição de 15 de novembro de 1889, de maneira a impor o seu poder sobre a sociedade... E, desde criancinha, fizeram você acreditar e se acostumar a ela sem que te contassem a verdade. Ame o Brasil e seu Exército de Caxias sem venerar esse "Regime" da Seita Positivista que tem sido a Desgraça Nacional. Não se preocupe, as cores Nacionais Verde e Amarela, serão as mesmas usadas desde a Fundação do Estado Brasileiro Livre, Independente e Soberano, em consequência do 7 de setembro de 1822. Entendeu?... 
05 ● República no Brasil é uma Aberração do Positivismo materializada como GOLPE DE ESTADO POLÍTICO-MILITAR, imposta arbitrariamente por meia dúzia de traidores da pátria devotos da Seita Positivista (Religião da Humanidade), todos sem exceção, maçons. Religião parida pelo Francês ateu Auguste Comte junto com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux (considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade), que devorou a Identidade, Independência, Liberdade e Soberania do Estado Brasileiro, alcançadas após o Grito do Ipiranga de 7 de setembro de 1822. Chega de novas aventuras salvadoras da pátria nesse cadáver republicano abortado como o primeiro Estado Totalitário. Chega de novas experiências nessa República que sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional.
06 ● A República da Seita Positivista Brasileira principiou pelos piores caminhos possíveis, nas sombras conspiratórias, por meio de intrigas, mentiras, sem honra ou grandeza, arbitrariamente sem uma consulta popular, na ilegalidade de um Golpe Republicano de Traição e Lesa-Pátria; marco fundamental da imposição da primeira Ditadura Militar da História do Brasil. Nódoa negra do EXÉRCITO BRASILEIRO; dívida vergonhosa que jamais legitimará as ações dos Traidores responsáveis pela Farsa Republicana que acabou com o Brasil; até o dia que o Exército Brasileiro reconheça sua participação na maior Desgraça do Brasil, DESPROCLAMANDO esta já 6ª tentativa de ressuscitar essa Fracassada Malfadada República Brasileira nascida defunta em 1889, permitindo finalmente ao Brasil se reencontrar com sua história, seus valores e o natural destino de grandeza que se perde na bruma da memória... Interrompido por uma traição. 
 
A Desgraça Nacional da Inútil Fracassada República de Mentira da Seita Positivista que Acabou com o Brasil 

07 ● "(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA é cerca de 13 vezes maior que o nosso e essa nação possui o maior poderio científico, tecnológico, econômico e militar do planeta; a Coréia do Sul, há 40 anos, era um dos países mais atrasados do mundo e hoje é mais desenvolvido que o nosso. No Brasil, após 118 anos, o regime republicano mantém uma legião de analfabetos, oferece educação da pior qualidade e exames feitos por instituições internacionais comprovam que seus alunos se classificam entre os mais despreparados do mundo. Os sucessivos governos republicanos não foram capazes de resolver as questões mais elementares de educação, saúde, transporte, saneamento e segurança. (...)" 
Fraguimento de: PAÍS MEDÍOCRE [Dr. José Carlos de Almeida Azevedo - Doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), foi Reitor da Universidade de Brasília (UnB)]

A farra da tua venerada República só vai acabar quando os cofres estiverem vazios, nossas reservas estratégicas vendidas e a Soberania Nacional fragilizada... 
08 ● Defesa da Pátria é Dever Supra-Ideológico, Supra-Partidário – na imundície da deterioração dos Três Poderes que perderam a legitimidade, torna-se Supra-Constitucional; é atribuição, dever, obrigação... Não se pede. Ou o Exército trai a nação como fez em 15 de novembro de 1889, quando vergonhosamente participaram da criação dessa lambança caricata republicana, ou cumprem com seus juramentos para salvaguardar a pátria — Simples assim! 
09 ● O Exército Brasileiro já tinha motivos mais do que suficientes para ter intervindo na época do MENSALÃO − não o fez, optando por continuar subserviente a uma ideologia politiqueira partidarista governista presidencialista criminosa... Continuou com suas propagandas enganosos, enquanto assistia a farra predatória da politicagem saqueando a nação — Agora por uma razão obscura que desconheço, descaradamente vem com um estranho mimimi porque as verbas foram cortadas pela metade. Trai a nação e ainda reclama. 
10 ● PARE DE ACREDITAR NESSA FRACASSADA REPÚBLICA. É inútil reivindicar qualquer coisa para os Bandidos das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicana, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo; que há muito deveriam ter sido descartados. Bandidos não aprovam leis contra si mesmos, tampouco na atual desconjuntura existe saída pelo voto.
URL
- I -
A Tragédia do Golpe de Alta Traição e Lesa-Pátria Republicano que acabou com o Brasil
A A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. 

B O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a queda da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II, para fundarem arbitrariamente a República dos Estados Unidos do Brasil, como um Estado Totalitário (a primeira Ditadura Militar da História do Brasil). 

C Apelando pelo Golpe de Estado (Militar), foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil sob forte crise, com fechamento do Congresso, banimentos, censura à imprensa, perseguição de jornalistas, autoritarismos, punição com a morte de qualquer opositor que se levantasse contra o Novo Regime Totalitário. A inflação disparou e a economia entrou em crise. E assim foi praticamente durante toda a primeira década de República. Apenas 30 anos após o Golpe Republicano que foi revogado o Decreto de Banimento propriamente dito, a notícia foi veiculada inicialmente pelo jornal "O Imparcial", do Rio de Janeiro, no dia 4 de setembro de 1920. O decreto 4.120, assinado em 3 de setembro de 1920, procurava corrigir uma distorção jurídica, onde uma família brasileira (Família Imperial), que não cometera crime algum, fora expulsa do país de maneira arbitrária. Neste sentido a República Brasileira além de criminosa, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado dessa lambança republicana no Brasil, aí está para que todos vejam e reflitam...

D Ironicamente a tal "Liberdade, Igualdade, Fraternidade (Liberté, Égalité, Fraternité)"... Lema da Revolução Francesa, slogan da própria República Francesa, pregada aos quatro ventos pelos conspiradores republicanos brasileiros, inspirados na Revolução Francesa e espelhados no exemplo da República dos Estados Unidos da América do Norte, que nunca teve uma tradição monárquica como o Brasil, na época menos liberal e democrático do que a Monarquia Parlamentar Brasileira, desencadeou uma sequência de retrocessos sem precedentes na História do Brasil. Os golpistas republicanos com a sua república de mentira nunca proclamada de fato, suprimiram todas as liberdades alcançadas pela democracia da Monarquia Parlamentarista Representativa Imperial, punindo com a morte qualquer manifestação pró-monárquica. Essa proibição prevaleceu por décadas, e resultou nos 10 primeiros anos de imposição arbitrária republicana, a morte de 200.000 brasileiros, numa época em que a população brasileira era 10 vezes menor que a atual.

E O Golpe de Traição e Lesa Pátria ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II, assumindo o poder no país. Foi instituído naquele mesmo dia 15 um governo provisório republicano. Faziam parte desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e Chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de MagalhãesQuintino BocaiuvaRuy BarbosaCampos SalesAristides LoboDemétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria Brasileira; todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo Professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe.

F A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana do Estado Brasileiro. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua fracassada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas desastrosas consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.

G Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: 
"Majestade, me perdoe, eu não sabia que República era isso" tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892 abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: "Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República". Em 23 de abril do mesmo ano sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal, sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos desterrados de Cucui.
- II -
O Golpe de Estado
A Farsa da Proclamação da República Brasileira foi um Golpe de Estado, Traição e Lesa Pátria, articulado por alguns Maçons alheios as nossas Raízes e a Legítima Identidade Nacional, que admiravam mais os regimes políticos dos outros países, consumado arbitrariamente e a força em 15 de novembro de 1889. Se utilizaram dos piores caminhos possíveis para imporem a Forma Republicana Federativa Presidencialista de Governo no Brasil, derrubando a Monarquia Parlamentarista (Constitucional) do Império do Brasil considerada a mais liberal e democrática do seu tempo, conseguintemente pondo fim a Soberania do Imperador Dom Pedro II. Então foi proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil, cuja sua bandeira inicialmente foi uma caricatura da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte. Assim sem honra ou grandeza surgiu a República Brasileira, inaugurando a primeira e mais sangrenta Ditadura Militar da História do Brasil. 

E para completar a Grande Lambança a República Brasileira adotou Marianne, a figura alegórica que simboliza a liberdade da República Francesa, inspirada na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delacroix. Portanto sua Efígie é uma Personificação Nacional Francesa. Usando um Barrete Frígio (Carapuça Vermelha), Marianne encarna a República Francesa e representa a permanência dos Valores da República e dos cidadãos franceses. 

Com o tempo os prostíbulos da França adotaram a imagem de Marianne e estamparam seu busto nas portas dessas casas de prazer. Hoje os pais franceses evitam colocar o nome de suas filhas de Marianne. Esta Efígie que passou a ser usada como ícone da República Francesa se tornou também um dos símbolos do Brasil. A Efígie e/ou seu Barrete Frígio estão estampados em vários Brasões e Bandeiras de Cidades, Municípios e Estados. Este símbolo alienígena às coisas do Brasil também continua sendo impresso em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhado na moeda de R$1,00. 
“A Proclamação da República não passou de uma quartelada militar, portanto sem apoio popular, nem dentro do Exército havia apoio total, estimava-se em apenas 15% de adesão à causa. Com receio de movimentos de apoio ao tradicional governante, expulsam instantaneamente o monarca e a família para o exílio. Proibindo até que mantivessem bens imóveis no país. Ofertaram-lhe vultuosa pensão para viver em conforto na distância da Europa – o monarca ancião, muito digno, recusou peremptoriamente!” 
(...) A República não foi proclamada em praça pública. Veio a lume por um decreto cuja história nada tem de gloriosa. Nela aparece uma personagem quase desconhecida pelos brasileiros, escondida a sete chaves pela historiografia oficial, mas que foi a verdadeira causa da pseudo proclamação, a Viúva Adelaide.
Depois da parada que terminou com um "Viva o Imperador", já em casa, de volta à cama, o Marechal recebeu a visita de um grupo de traidores republicanos que tentou fazer com que Deodoro assinasse o documento que viria a ser o decreto Nº 1 da República. O velho militar, que ainda não era um traidor, se recusou. Havia jurado fidelidade ao Imperador. (...)

(...) Deodoro não era republicano. Havia mesmo escrito, poucos dias antes, a um de seus sobrinhos, o General Clodoaldo que "República no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa". De má-fé, os traidores disseram ao Marechal que o Visconde de Ouro Preto seria substituído por Silveira Martins, conhecido político gaúcho. Sabiam da inimizade entre os dois. Anos antes, Deodoro havia se apaixonado pela viúva Adelaide. Durou pouco tal paixão. A viúva logo trocou os seus favores pelos do citado Silveira Martins. Tresloucado, como sempre ficava quando se lembrava de sua antiga amada, Deodoro disse: “Deixe-me assinar esta porcaria”. (...)
A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na Cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do Exército Brasileiro, liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o Imperador e assumiu o poder no país. Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e Chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Ruy Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria Brasileira. 
Traidores da Pátria: 
Deodoro da Fonseca 
Floriano Peixoto 
Benjamin Constant
Quintino Bocaiúva
Ruy Barbosa
Campos Sales 
Aristides Lobo 
Demétrio Ribeiro 
Eduardo Wandenkolk 

É possível considerar a legitimidade ou não da República no Brasil por diferentes ângulos. Do ponto de vista do Código Criminal do Império do Brasil, sancionado em 16 de dezembro de 1830, os crimes cometidos pelos Membros Maçons republicanos contra o Império do Brasil foram: "Artigo 87: Tentar diretamente, e por fatos, destronizar o imperador; privá-lo em todo, ou em parte da sua autoridade constitucional; ou alterar a ordem legítima da sucessão. Penas de prisão com trabalho por cinco a quinze anos. Se o crime se consumar: Penas de prisão perpétua com trabalho no grau máximo; prisão com trabalho por vinte anos no médio; e por dez anos no mínimo." 

 
Discípulos da Seita Positivista arrependidos por terem participado da lambança do golpe republicano político militar que arruinou com o Brasil:

"Majestade, me perdoe. Eu não sabia que a república era isto"
- Ruy Barbosa, político republicano.

"Não era esta a república com que eu sonhava"
- Benjamin Constant, militar republicano.

"Só volto ao senado para pedir perdão a Deus pelo que fiz para que viesse esta república"
- Quintino Bocaiuva, político republicano.

"[...] E o sangue que não correu a 15 de novembro, ainda há de correr"
- Deodoro da Fonseca, presidente da república. 
 
Ruy Barbosa 
Escritor, Jurista e Político
RUY BARBOSA 

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto... Essa foi a obra da República nos últimos anos. 

No outro regime (Monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre - as carreiras políticas lhes estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. 

Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. 

E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem..." 
(Ruy Barbosa - Discursos Parlamentares - Obras Completas - Vol. XLI - 1914 - TOMO III - pág. 86/87) 
Palavras de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de Estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que ingenuamente ajudou consumar... Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que havia substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, à um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias em relação ao Regime Militar que de certa forma participou da sua construção... Se exilou na Inglaterra (País Monárquico até hoje).

Oportunista de plantão se tornou Republicano de última hora. Junto aos Traidores da Pátria com um Golpe derrubam a Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa Imperial Brasileira. Arrependido voltou a ser Monarquista, fazendo questão de ir a Paris pedir desculpas ao Imperador exilado D. Pedro II, um ano antes da sua morte lhe fala: "Majestade, me perdoe, eu não sabia que República era isso" - tamanha sua decepção com o estado do país após a proclamação da República. 

Esta é a tua República de mentira da Bandeira da Seita Positivista que o brasileiro além de achá-la bonitinha, ainda defende o seu Regime que principiou imerso no crime. 

A moralmente ilegítima República Positivista Brasileira, principiou sem honra, grandeza, à custa da intriga, mentira, traição... Assassinando nos 10 primeiros anos da sua violenta imposição 150.000 brasileiros, quando a população brasileira era 11 vezes menor que a atual (incluindo militares monarquistas, anciões, ex-escravos, mulheres e crianças - o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 1.500.000 pessoas), que se opuseram ao novo regime imposto arbitrariamente e fora da lei, fazendo com que a 1ª República se perdesse num trágico vazio de retrocessos; cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro... Numa sucessão de ditaduras civis e militares que arruinaram com o Brasil. 

"(...) Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil, sua história mostra uma forma de governo que não consegue fugir de suas origens escabrosas. Nasceu de uma sedição militar (1889). Implantou um regime onde a regra era, como ainda é, a corrupção, a degradação dos costumes e o terror. 

Aliás, não lhe escasseiam na crônica fastos lastimosos e pudendos. Atravessamos, em 1894, a ditadura plena: o governo da espionagem, do cárcere e do fuzil, com o lar doméstico entregue às buscas policiais, o erário ao saque dos cortesãos, o crédito público às emissões clandestinas, a vida humana ao espingardeamento, a educação de nossos filhos ao espetáculo de todos os crimes, ao comércio de todas as corrupções. No começo, foi para vencer. Em seguida, para exterminar os vencidos. De 13 de março a 30 de julho as ilhas da nossa baía presenciaram a execução de centenas e centenas de homens, marinheiros da nossa esquadra, que os chora, confiados pelos seus capitães, na hora da rendição, à santidade das leis da guerra e imolados pela vitória truculenta ao apetite dos seus instintos. 

Durante esse período lutuoso o país inteiro, assombrado, assistira a tragédias como as do Paraná, onde o caminho de ferro conduzia aos espigões das serranias as vítimas do rancor homicida, para as sepultar nos despenhadeiros, fuzilando-as na queda. Tivemos, em março de 1897, a demagogia acompadrada com a autoridade, no Rio de Janeiro, destruindo prelos, armando queimadoiros nas praças, organizando a morte, executando as suas sentenças capitais à cara do governo, na sua capital. Viu-se, pouco mais tarde, nos sertões da Bahia, sobre os restos do fanatismo aniquilado, a liquidação pela degola, pelo petróleo, pela trucidação de mulheres e crianças. Nos sertões de S. Paulo a lei de Lynch, alistada ao serviço dos partidos, consumou impunemente, com a notória proteção dos interesses dominantes, uma das mais horrendas cenas de sangue registradas nos anais da nossa ferocidade. (...)" 
(Ruy Barbosa: em A Imprensa: março de 1900) 

“A historiografia oficial não relata a presença, em nossas águas, de navios da Marinha dos Estados Unidos da América que, com tiro de peça, atingiram um dos navios do dissidente Almirante Saldanha (1893). Atingiram também a nossa soberania. E tudo a pedido do traidor Floriano Peixoto, então Presidente da República. (Nos bons tempos do Império do Brasil, eram os nossos navios que iam impor a ordem onde se fizesse necessário.)” 
NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
- III -
República Ilegítima
A República Brasileira é uma farsa moralmente ilegal, que deve ser logo que possível desconstruída pelo bem da Nação. Ela vem apresentando sucessivos fracassos que aí estão para que todos vejam. 124 anos de experiências desastrosas já é mais que suficiente para qualquer idiota perceber que por aqui não tem se sustentado, e não demonstra nenhuma possibilidade de dar certo. Nesta sua trajetória de retrocessos, burrice é ficar mais 100 anos insistindo nos mesmos erros na ilusão de obter resultados diferentes. Criminosamente nas escolas é omitido o fato, que esta decadente República foi um lamentável episódio imposto arbitrariamente sem honra e grandeza à custa de mentiras... Um Crime de Traição e Lesa-Pátria, pelo primeiro Golpe Militar da História do Brasil, que mergulhou o país num ambiente de grande instabilidade política e econômica. 
A Ilegítima República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Este Regime Totalitarista Presidencialista Republicano inaugurou a primeira DITADURA BRASILEIRA. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em detrimento do seu desastroso Governo Marionete na sua experiência como Presidente desse Estado de Exceção Genocida que inventou; o primeiro e mais sanguinário de uma sucessão que se juntaram as diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país durante os tortuosos meandros da trajetória dessa República de Mentira, que nunca se consolidou como uma Forma de Governo sensata para a nação. Desiludido (talvez arrependido) o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
Em 14 de novembro de 1889, os republicanos fizeram correr o boato, absolutamente sem fundamento, de que o governo do primeiro-ministro liberal visconde de Ouro Preto havia expedido ordem de prisão contra o Marechal Deodoro e o líder dos oficiais republicanos, o tenente-coronel Benjamim ConstantTratava-se de proclamar a República antes que se instalasse o novo parlamento, recém-eleito, cuja abertura estava marcada para o dia 20 de novembro. A falsa notícia de que sua prisão havia sido decretada foi o argumento decisivo que convenceu Deodoro finalmente a levantar-se contra o governo imperial. Pela manhã do dia 15 de novembro de 1889, o marechal reuniu algumas tropas e as pôs em marcha para o centro da cidade, dirigindo-se ao Campo da Aclamação, hoje chamado Praça da República. Penetrando no Quartel-General do Exército, Deodoro decretou a demissão do Ministério Ouro Preto – providência de pouca valia, visto que os próprios ministros, cientes dos últimos acontecimentos, já haviam telegrafado ao Imperador, que estava em Petrópolis - pedindo demissão. Ninguém falava em proclamar a República, tratava-se apenas de trocar o Ministério, e o próprio Deodoro, para a tropa formada diante do Quartel-General, ainda gritou um "Viva Sua Majestade, o Imperador!"
Enquanto isso, Dom Pedro II, tendo descido para o Rio de Janeiro, em vista da situação, reuniu o Conselho de Estado no Paço Imperial e, depois de ouvi-lo, decidiu aceitar a demissão pedida pelo visconde de Ouro Preto e organizar novo Ministério.
- IV -
Os Republicanos Conspiradores Traidores da Pátria
Os republicanos precisavam agir rápido, para aproveitar os acontecimentos e convencer Deodoro a romper de vez os laços com a monarquia. Valeram-se de outra notícia, essa verdadeira, pois chegou-se a enviar telegrama oficial nesse sentido. Quintino Bocaiuva e o barão de Jaceguai mandaram um mensageiro a Deodoro, para informar-lhe que o novo primeiro-ministro, escolhido pelo Imperador, seria Gaspar Silveira Martins, correligionário liberal do visconde deposto e político gaúcho com quem o Marechal não se dava por conta de terem disputado o amor da mesma mulher na juventude. Assim, foi Deodoro convencido a derrubar o regime.

Marianne a personificação alegórica da República Francesa
aliciando a sua cúmplice Marianninha que colaborou para a derrubada do Império do Brasil 
Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou junto aos EUA, chegando ao status de 3ª potência global. A fundação da República Brasileira foi uma aberração. Estranha lucubração de alguns brasileiros cegos para as virtudes da legítima Monarquia Brasileira, que admiravam o Regime Republicano da França, e pretendiam copiar o modelo republicano estadunidense que invejavam. Contrariando a Democracia da Monarquia Parlamentarista (Constitucional) do Império do Brasil; sem honra ou grandeza articularam um Golpe de Estado consumado em 15 de novembro de 1889, pondo fim a soberania do Imperador D. Pedro II; inaugurando pela imposição arbitrária a primeira Ditadura Republicana da História do Brasil. 
O Brasil não foi inventado pela República em 1889. E sim fundado como nação soberana independente em 1822, respeitando as Raízes da nossa História e a Legítima Identidade Nacional, originalmente, naturalmente surgiu o então Império do Brasil, cujo seu Sistema de Governo já naquela época foi Parlamentar Monárquico. Como parâmetro, os Estados Unidos da América do Norte, diferentemente do Brasil, para serem uma nação independente e soberana, desvinculando-se do Jugo da Coroa Inglesa, tiveram que vencer os britânicos na Revolução Americana, com bastante ajuda dos franceses e à custa de muito derramamento de sangue. Não tiveram alternativa melhor senão se tornarem uma República Presidencialista. 
A trajetória histórica dos USA em nada corrobora para que surja como Nação Monárquica Independente, por nunca terem tido tradições monárquicas como o Brasil, pois são histórias distintas. Portanto lá diferentemente da imposição arbitrária da implantação do Sistema Republicano no Brasil, o Sistema de Governo Republicano é LEGÍTIMO. Em 1889 o Império do Brasil há muito já era uma NAÇÃO CONSOLIDADA MONÁRQUICA PARLAMENTAR INDEPENDENTE E SOBERANA; a forma arbitrária e ilegal sem uma consulta popular, a partir de um Golpe de Estado, Traição e Lesa-Pátria, sem honra ou grandeza que a República foi implantada, a torna MORALMENTE ILEGÍTIMA e ILEGAL.
Os Estados Unidos da América do Norte é o único país do mundo que se tornou República da maneira menos traumática para a época, não se utilizando de Golpes de Estado, Ditaduras, assassinando ou exilando Monarcas, como ocorreu com as outras Repúblicas, inclusive como foi o caso do ilegal Golpe Militar Republicano Brasileiro, que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil. Isso explica a grande diferença hoje entre os USA e o Brasil: não está simplesmente nos países que os colonizaram. Por isso que a República dos USA são o que são, em parte por ter absorvido o que a monarquia britânica tinha de bom, e representa hoje o que representávamos outrora, e esta moralmente ilegal e ilegítima República, fez com que deixássemos de ser.
Os EUA levaram 89 anos (1776 – 1865) após a sua independência, 23 anos a mais que no Império do Brasil 66 anos (1822 – 1888), para libertarem seus escravos. No Censo de 1860 nos EUA, a população escrava era de 3.953.761, enquanto que no Brasil esta população era de 1.584.600. Em 1887, no Brasil havia 600.000 escravos, e este número continuou caindo até 1888, ano em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea. Os EUA para libertarem seus escravos desencadearam uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país. Foi um período de guerra civil triste e difícil que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas... Entre civis e militares, onde 60% da população branca masculina na faixa etária adequada para o serviço militar morreu, o equivalente a 3% da população, o que representaria hoje a 9.000.000 de vidas. “O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados e um número indeterminado de vítimas civis (incluindo escravos). O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos”. Cerca de um milhão de mortos apenas para antecipar em alguns anos a libertação de seus escravos que sobreviveram à guerra.
"D. Pedro II conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país. Promoveu a diversidade da etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. Ele estava interessado em expandir as principais commodities agrícolas do nosso país, e para fazer do Brasil um grande produtor de algodão, após a derrota dos Estados Confederados durante a Guerra Civil dos EUA, o Imperador convidou com sucesso plantadores de algodão confederados para se instalarem no Brasil. Entre 1867 e 1871, pelo menos três mil famílias confederadas passaram pelo porto do Rio de Janeiro. A maioria deles se instalaram numa vila no Estado de São Paulo, fundando a Cidade de Americana". 
- V -
O Resgate da História
Muitos Autores sérios preocupados com a precisão, veracidade, abrangência e a qualidade global, estão se encarregando naturalmente, sem nenhum propósito específico além ao de informar, de desconstruir a farsa da República Brasileira com seus Mitos e Símbolos, indiferentes aos maus Filósofos, Cientistas Políticos, Professores, ou os menos preparados. Chegará o dia em que qualquer criança terá acesso a interessantes episódios da História do Brasil, e enriquecerão seus conhecimentos com o surgimento de novas informações sobre os meios argilosos que Organizações (Entidades, Ordens) alienígenas indiferentes as nossas raízes e a legítima identidade Nacional, se utilizaram para alcançarem seus fins... Vilipendiando e aliciando sem escrúpulos nossas instituições, nosso povo, para ilicitamente imporem seus propósitos sobre um gigante que engessaram, para dele facilmente usufruir eternamente, para porem em prática seus propósitos egoístas. Logo qualquer um terá a consciência do que éramos ou representávamos naquele momento histórico perante o cenário mundial, e o que poderíamos ter sido sem as perniciosas influências, que mesmo controlando tão poucos, foi o suficiente para causar estragos tão devastadores, atormentando e degradando este Rico País, que tem precariamente se mantido, literalmente sustentado por abusivos injustificáveis impostos, incoerentes com o péssimo retorno que puni o seu povo, nunca suficiente para saciar a voracidade da Corrupção, que alicerça um certo Plano Perpétuo de Governo.
Já se somam 124 anos de retrocessos republicanos no Brasil. Respeitando a escala do tempo nas suas devidas proporções, fomos uma nação respeitada que ombreava com os três países mais poderosos da terra. A Armada Imperial Brasileira somada com a Marinha Mercante foi a segunda Marinha do planeta. Já fomos o País do Futuro o que chamam hoje de País de Primeiro Mundo. Perdemos este status em nome de uma irresponsável experiência republicana que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil, que para se manter nos seus 10 primeiros anos assassinou 150.000 brasileiros  numa época em que a população brasileira era de apenas 17.400.000 habitantes (195.000.000 : 17.400.000 = 11 vezes menor) o que corresponderia quantitativamente proporcionalmente nos dias atuais a 1.650.000 de mortos. Hoje por diversas razões, muitas delas obscuras, indivíduos ingênuos & iludidos por ideologias estranhas às nossas Raízes, zumbizados pela doutrinação comunista positivista nas escolas; lobotomizados desde tenra idade. Outros com seus interesses obscuros ou suas conveniências pessoais; consideram mais extraordinário e relevante os 400 mortos dos 20 anos da última Ditadura Militar, a maioria deles Terroristas e Guerrilheiros mortos em combate, do que o genocídio executado pela violenta repressão do primeiro Governo Ditatorial Republicano, no seu curto período inicial de 10 anos. 
Num curto espaço de tempo perdemos nossa soberania e independência conquistadas com muita determinação e sacrifício perante as nações mais poderosas. Perdemos nossa auto-estima, o respeito mútuo, o orgulho de sermos brasileiros. Foi-nos ensinado a sentirmos inferiores e passamos a admirar e valorizar as coisas dos outros, tolhendo todas as iniciativas de desenvolvimento pleno, natural das nações mais desenvolvidas proprietárias de um leque de independências que garantem suas sobrevivências, mais pelas suas riquezas intelectuais do que pelas naturais, lhes garantindo a segurança do Estado e o bem estar da população. Nos tiraram a capacidade de fazer competitivamente e bem feito, em troca da ilusão das futilidades fáceis que habilmente nos proporcionam, subtraindo nossas capacidades de discernimentos, ação, reação... Vontade. Assim, todos vulneráveis, se permitem mais docilmente serem subjugados, controlados e usados. Fizeram de um jeito para que o país perdesse e deixasse de ser o que já foi... Afinal o Brasil não foi criado, tão pouco inventado em 15 de novembro de 1889 pela República. Transformaram o Brasil numa decadente ridícula nação de terceira categoria. Hoje alguns aproveitadores oportunistas deste lastimável cenário promovido pela desgraça do golpe republicano, apregoam uma alusão sem fundamentos de o Brasil pertencer a um terceiro mundismo que inventaram, para ressuscitar os propósitos das suas obscuras ambições utópicas de um passado recente.

- VI -

Alegoria da República

Alegoria da República
Quadro de Manuel Lopes Rodrigues pertencente ao acervo do Museu de Arte da Bahia.
A Figura Alegórica Feminina da República Francesa, inspirada na imagem da Liberdade na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delacroix, usando um Barrete Frígio (Gorro Frígio da Liberdade), é a Efígie da República, que personificada como Marianne, encarna os Princípios que fundamentam a República Francesa, e representa a permanência dos Valores da República e dos cidadãos franceses. Marianne é um símbolo da França, a Guardiã das raízes e dos valores nascidos na Revolução Francesa, portanto da Identidade da República Francesa implantada a partir de 1789. 
A Efígie da República ou simplesmente o Barrete Frígio isolado, foram utilizados pelos republicanos brasileiros, que contrariando a Democracia da Legítima Monarquia Parlamentarista (Constitucional) do Império do Brasil, articularam um Golpe Militar (de Estado) pondo fim a Soberania do Imperador D. Pedro II, quando pela imposição arbitrária foi inaugurada a primeira Ditadura Republicana da História do Brasil em 15 de novembro de 1889. Esta simbologia da República Francesa foi adotada pela recém criada República dos Estados Unidos do Brasil, e ainda perdura estampada em vários Brasões e Bandeiras de Cidades, Municípios e Estados brasileiros. Este Ícone Fictício francês não pertence às Origens Históricas do Estado Brasileiro, fundado como Nação Independente e Soberana em 1822. A Efígie da República com aspecto de escultura, a partir de 1994, passou a ser impressa em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhada na moeda de R$1,00. 
A República dos Estados Unidos do Brasil (nome este que só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar) não passa de uma utópica ilusão moralmente ilegítima imposta a força, alheia às nossas Raízes Históricas e Identidade NacionalNuma iniciativa canhestra até tentaram esta nova versão da Marianne mais civilizada travestida de bela Deusa Grega para o Regime Republicano Brasileiro. Entretanto esta sua Carapuça a condena. 
Marianne é uma personificação alegórica da República Francesa, conhecida por uma pintura da Revolução Francesa de Delacroix "A Liberdade Guiando o Povo". Com o tempo os prostíbulos da França adotaram a imagem de Marianne e estamparam seu busto nas portas das casas de prazer. Hoje os pais franceses evitam colocar o nome de suas filhas de Marianne. 
A Putaria generalizada na Política Brasileira teve início em 15 de novembro de 1889, quando alguns Maçons republicanos traíram a Pátria inaugurando a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil, cenário em que foram massacrados covardemente 150.000 brasileiros, inclusive militares monarquistas, anciões, mulheres, crianças e ex-escravos, pela violenta imposição repressiva republicana, em seu período inicial de sete anos de fracassos, numa época em que a população brasileira era de apenas 17.400.000 habitantes. O que corresponderia proporcionalmente na atualidade a 1.700.000 de mortos. 
Hoje por diversas razões, muitas delas obscuras, indivíduos ingênuos & iludidos por ideologias estranhas às nossas Raízes, zumbizados pela doutrinação comunista positivista nas escolas; lobotomizados desde tenra idade. Outros com seus interesses obscuros ou suas conveniências pessoais; consideram mais extraordinário e relevante os 400 mortos dos 20 anos da última Ditadura Militar, a maioria deles Terroristas e Guerrilheiros mortos em combate, do que o genocídio de 150.000 pessoas pela violenta repressão do primeiro Governo Ditatorial Republicano, no seu curto período inicial de 7 anos a partir de 1889, quando a população brasileira era 11 vezes menor que a de 2012.   
- VII -
O mau-caratismo dos exemplos deste suposto Estado Democrático de Direito
Todos sem noção das suas particulares mazelas, são aliciados pelo mau-caratismo dos exemplos deste suposto Estado Democrático de Direito que cada vez mais coniventemente se lambuza nas lambanças do fracassado modelo de Sistema de Governo Republicano Brasileiro, que na atualidade se resume numa colossal Organização Criminosa, onde Quadrilhas (Partidos) nas suas cumplicidades Partidárias e Interpartidárias (Alianças, Coligações), agem com o mesmo alvoroço das vorazes Moscas Varejeiras, imitando suas típicas características instintivas... Todos imbuídos da mais sórdida inversão de valores, respaldados e legitimados pela certeza da impunidade, ambicionam o rápido enriquecimento ilícito. Saciam suas sinistras fomes se deleitando descaradamente no erário, que providencialmente ininterruptamente é abastecido pela parcela produtora, que apesar de não respeitada, ainda é punida com as mais altas taxas tributárias do planeta, além de não terem seus direitos fundamentais que apenas na teoria são garantidos pela Constituição, concernentes ao retorno proporcional e merecido em serviços essenciais de qualidade. 

124 anos de experiência Republicana, já é quase o Dobro do período Imperial. A grande diferença é que desde a fundação da Nação Brasileira Independente e Soberana em 1822... Até 1889 (76 anos), o Império transformou um país atrasado num Brasil respeitado entre o universo das nações do seu tempo, que representou a 3ª potência Global. Ao passo que a República de 1889... Até 2012 (124 anos), reduziu este Brasil de primeiro mundo num país fracassado cada vez mais dependente das tecnologias dos outros. Ironicamente os golpistas de 1889 pregavam que a República havia chegado para melhorar o Brasil em todos os sentidos (uma espécie de Libertação das Trevas)... Hoje muitos republicanos por desconhecerem a História do Brasil culpam a Colonização Portuguesa e o período Imperial por todas as mazelas do Brasil. A República não cumpriu a que veio, e agora quer responsabilizar a História do Brasil até 1889, por suas incompetências e seus fracassos. 

A República se encarregou por reduzir o respeitado estável soberano Império do Brasil, a uma nação sem identidade ocupando uma lastimável posição entre as nações de baixo índice de desenvolvimento humano, com suas democracias imperfeitas, desarmônica com nossas Raízes, Vocação Histórica de Potência Mundial, e dos Valores da nossa Legítima Identidade Nacional, onde a Classe Política Brasileira se deleita num colossal esgoto moral, Paraíso das Quadrilhas de Bandidos (Partidos) do Crime Organizado do Poder Constituído. Perdidos nas alucinações das suas ilimitadas medíocres ambições... Intelectualmente masturbam-se continuamente se dispondo com mau-caratismo do Erário. Requintado alimento dos seus insaciáveis sórdidos prazeres, onde todos se lambuzam nas suas lambanças... Estas prolongadas inconsequentes descaradas delinquências inconstitucionais engessa o progresso, assassina milhões de brasileiros e coloca em risco a Soberania Nacional. 

Tem muita gente acreditando que o Brasil está melhorando, na ilusão de estarem vivendo num país que por enquanto permite que falem o que quiser, só para que tenham uma falsa noção de liberdade. E ainda nas suas ingenuidades denominam esta atual Desconjuntura de Democracia, que na realidade escraviza todos com as mais altas taxas tributárias do planeta, que é devolvida em forma de esmola. Tiram-lhes todo o poder de decidir quanto aos rumo da nação, quando as Quadrilhas do Crime Organizado (Partidos segundo o próprio STF) lhes oferecem a opção de escolher entre 2 ou três Candidatos preferido pela Máfia das Coligações & Alianças Partidárias... No final a maioria ainda se sente agradecida pelo pouco retorno, como se não fosse nenhuma obrigação dos Governos representarem e trabalharem em benefício do povo que os elegem, e pelo desenvolvimento da nação como um todo. 
A incompetente comprometida corrompida, delinquente e prostituída Máquina Estatal escraviza a nação, priorizando a manutenção e o perpetuamento deste Inimaginável Abominável Oceano de Esgoto já há muito explicitamente a céu aberto, impedindo que o país prospere em todos os níveis, principalmente em prol do desenvolvimento humano e da felicidade do seu povo. São praticamente todos Traidores da Pátria. Com a imundice dos seus mau-caratismos, essa gente destrói o maior tesouro da nação na sua essência com seus maus exemplos por estarem aliciando crianças e jovens que amanhã estarão fazendo pior do que estes em quem se espelham no presente. Isso é crime de Traição à Pátria. Lesa Pátria; que degrada qualquer nação a partir da destruição moral da sua reserva humana. 

Emanuel Nunes Silva 
30 de dezembro de 2012 


Imperador Pedro II do Brasil

- VIII -

Resistência

Houve resistência monarquista significante após a queda do Império, o qual foi sempre reprimida. Distúrbios contra o golpe ocorreram, assim como batalhas renhidas entre tropas monarquistas do Exército contra milícias republicanas. O "novo regime suprimiu com rápida brutalidade e total desdenho por todas as liberdades civis quaisquer tentativas de criar um partido monarquista ou de publicar jornais monarquistas. A Imperatriz Teresa Cristina faleceu poucos dias após a sua chegada à Europa e Isabel e sua família se mudaram para outro lugar enquanto seu pai se estabeleceu em Paris. Seus últimos dois anos de vida foram solitários e melancólicos, vivendo em hotéis modestos com quase nenhum recurso e escrevendo em seu diário sobre sonhos em que lhe era permitido retornar ao Brasil. 

Certo dia realizou um longo passeio pelo rio Sena em carruagem aberta, apesar da temperatura extremamente baixa. Ao retornar para o hotel Bedford à noite, sentiu-se resfriado. A doença evoluiu nos dias seguintes até tornar-se uma pneumonia. O estado de saúde de Pedro II rapidamente piorou até a sua morte às 00:35 da manhã do dia 5 de dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram: "Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil." Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: "É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria". O pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras foi colocada dentro do caixão.



A Princesa Isabel desejava realizar uma cerimônia discreta e íntima, mas acabou por aceitar o pedido do governo francês de realizar um funeral de Chefe de Estado. No dia seguinte, milhares de personalidades compareceram a cerimônia realizada em Madeleine. Além da família de Pedro II, estavam: Francisco II, ex-rei das Duas Sicílias, Isabel II, ex-rainha da Espanha, Luís Filipe, Conde de Paris, e diversos outros membros da realeza européia. Também estavam presentes o General Joseph Brugère, representando o Presidente Sadi Carnot, os presidentes do Senado e da Câmara, assim como senadores, deputados, diplomatas e outros representantes do governo francês. Quase todos os membros da Academia Francesa, do Instituto de França, da Academia de Ciências Morais e da Academia de Inscrições e Belas-Artes também participaram. Representantes de outros governos, tanto do continente americano, quanto europeu se fizeram presentes, além de países longínquos como TurquiaChinaJapão e Pérsia. Em seguida o caixão foi levado em cortejo até a estação de trem, de onde partiria para Portugal. Apesar da chuva incessante e da temperatura extremamente baixa, cerca de 300.000 pessoas assistiram ao evento. A viagem prosseguiu até a Igreja de São Vicente de Fora, próximo a Lisboa, onde o corpo de Pedro II foi depositado no Panteão dos Braganças em 12 de dezembro.

URL 01 - 02
Funeral do Imperador D. Pedro II em Paris 
Promovido pelo Governo Francês

Os membros do governo republicano brasileiro, "temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador", negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a "repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos". Foram realizadas "missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o regime monárquico".
- IX -
A Viúva Adelaide
A Gaúcha que Derrubou a Monarquia:

(...) Há uma versão um tanto idealizada da chamada “proclamação” da República (que nunca ocorreu). Esta versão, embora fantasiosa, tem sido incentivada pela propaganda oficial. Abaixo, a descrição correta de uma das mais negras páginas de nossa História.

A verdadeira causa da pseudo proclamação da república chama-se Adelaide… Deodoro estava no Comando Militar do Rio Grande do Sul. O influente político Silveira Martins ocupava a Presidência da Província. Ambos disputavam os encantos e favores de uma viúva, cujo nome era Adelaide. Parece que ela preferia o Silveira Martins, deixando Deodoro em segundo plano. Por conseqüência, tornaram-se inimigos ferrenhos… Daí, anos mais tarde, a conduta tresloucada do Marechal que não proclamou a República… De fato, as chamadas “causas” da proclamação (que nunca ocorreu) desta República (que não é, e nunca foi) não passam de eventos maquiados pela propaganda golpista (que não menciona a Viúva Adelaide). São poucos, muito poucos, os que já ouviram falar na Viúva Adelaide. É natural. A historiografia oficial, por motivos óbvios, faz o possível para que seja esquecida.

Portanto, a chamada Proclamação da República no Brasil é uma fábula. Nunca aconteceu. Contudo, resta a pergunta: Se não houve uma proclamação, como foi implantada a República no País? Após ter gritado “Viva o Imperador”, (que a propaganda oficial mudou para “Viva a República), Deodoro voltou para casa. Volta ao leito e, na cama, recebeu a visita de alguns militares republicanos. Tentaram fazer com que Deodoro assinasse o documento que viria a ser o decreto Nº 1 da república. O velho militar se recusou: havia jurado fidelidade ao Imperador.

Deodoro não era republicano. Havia mesmo escrito, poucos dias antes, a um de seus sobrinhos, o General Clodoaldo que: “República no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa”. De má fé, os militares golpistas disseram ao Marechal que o Visconde de Ouro Preto seria substituído por Silveira Martins. Sabiam da inimizade entre os dois. Deodoro não havia perdoado seu antigo rival na disputa pelos favores da Viúva Adelaide.
Tresloucado, como sempre ficava quando se lembrava de sua antiga paixão, Deodoro disse textualmente: “Deixe-me assinar esta porcaria”. A “porcaria” era o primeiro decreto do “governo provisório” documento este que efetivamente implantou o regime republicano no Brasil. (...)
O Escritor e Pesquisador Laurentino Gomes tenta explicar em:
- X -
República de Mentira
01 • Cinismo absoluto é ver o Presidente da República ironicamente comemorando o 7 de Setembro junto com o seu Exército, na data que representa a Fundação do Independente e Soberano Império do Brasil, que meia dúzia de conspiradores republicanos sem honra ou grandeza, se utilizando de métodos obscuros e do próprio Exército como ferramenta de execução do trabalho sujo, derrubaram com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria em 1889. 
02 • “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar; e hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.”
03 • Se os Senhores republicanos essencialmente os da Classe Política são pessoas íntegras e consideram o 7 de Setembro tão importante!... Admitam logo a Lambança de 15 de novembro de 1889, data brasileira da infâmia, e desproclamem para o bem da nação, esta farsa de República fracassada inventada antidemocraticamente, na ilegalidade, sem uma consulta ou participação popular, principiada às avessas dos próprios “ideais republicanos”, esbravejados aos quatro ventos pelos traidores da pátria, e que só tem servido para desgraçar a nação.
04 • Qualquer pessoa de bom senso que conheça um pouco de História do Brasil percebe o disparate que foi a imposição arbitrária do Sistema de Governo Presidencialista Totalitarista Republicano no Brasil (Regime Ditatorial onde foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil). Se o feriado de 15 de Novembro deixar realmente de existir, será finalmente o reconhecimento pela República (de mentira) da sua própria ilegitimidade. 
05 • Difícil é acreditar que reconhecerão este fato abolindo esta data fatídica da lista dos feriados nacionais. Cesar Nero disse: "Totalmente coerente o projeto que acaba com o feriado de 15 de novembro, já que é a data de um Golpe Militar, o de 1889. Manter essa data como feriado abre um precedente para que qualquer pessoa proponha que 31 de março também seja feriado, já que é a data do Golpe Militar de 1964"*. * Existe controvérsias quanto à caracterização de Golpe ou Intervenção Militar Institucional, no processo que desencadeou a tomada do poder pelos militares em 1964. 
06 • Ao contrário do 15 de novembro de 1889, antes de 31 de março de 1964, milhões foram às ruas para exigir uma atitude das FFAA contra a comunização do Brasil. Ao menos na sua fase inicial a intervenção legitimada pelo povo tinha caráter provisório, e por isso ainda não se configurava como um Regime Ditatorial Militar. Considerada posteriormente por muitos uma "Ditadura Necessária", para combater os Ataques Terroristas, Luta Armada (Guerrilha), que se intensificaram, contribuindo para que o Regime Militar se prolongasse por 20 anos. 
07 • Independentemente do que acreditam sobre este período, o que ocorreu em 1964, foi apenas um Contra-Golpe executado especialmente pelo Exército, em mais um dos lamentáveis episódios da República Golpista, inventada por ele mesmo em 1889. Existe um abismo quanto ao mesuramento em termos de importância dos desastres (prejuízos) para a nação, entre estes dois golpes, e os demais que sucederam a inauguração do primeiro Estado de Exceção Republicano Brasileiro; todos em função da lambança feita pelos traidores da pátria republicanos em 1889. Cenário fértil, propício para as facções republicanas, cada qual com suas ideologias, digladiarem-se entre si, em detrimento do desenvolvimento da nação... A República não cumpriu à que veio... Fracassou.
08 • Ohanes Kabderian aos 6:28 do Vídeo - 2ª Parte: O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (...)
09 • Aos 7:40 do Vídeo - 2ª Parte: Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (...) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (...). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (...) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil...   
10 • Aos 8:40 do Vídeo - 2ª Parte: Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres... Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª parte
Economista Ohanes Kabderian
11 • Aos 4:48 do Vídeo - Última Parte: Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos... O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (...). A falta de conhecimento do povo infelizmente... Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país... Isso é uma subtração de conhecimento. (...) 
12 • Aos 7:05 do Vídeo - Última ParteQueremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (...) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (...) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu... O que nos foi tomado. 

Ohanes Kabderian – Monarquia II – Última Parte

"Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil." 
General de Brigada Paulo Chagas

18/04/2014– Carta Aberta aos Brasileiros 

Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos políticos republicanos nessa lambança... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam. 

“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente nas próximas eleições” 

Paulo Martins - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA: O BRASIL COMEÇOU A MORRER
- XI -
21 - A REPÚBLICA NASCEU COM DISPNÉIA
(...)
A República logo mostrou as suas garras
Rui Barbosa foi um dos articuladores da proclamação da República, mas dela logo se desiludiu. Em um discurso no Senado, em 17.12.1914, ele critica a República e exalta o Imperador D. Pedro II. O texto é bastante conhecido, mas poucos sabem o contexto em que se insere, porque a citação é sempre apresentada isolada:

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime, o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre – as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade”.

Já nos primeiros anos da República, o marechal Deodoro estava tão cansado diante da impossibilidade de vencer a desordem, que disse:
— Vou mandar chamar o dono da casa.
E mandou um emissário ao Imperador exilado, que respondeu:
— Se me chamarem voltarei. Conspirar, nunca!

O sociólogo Gustave Le Bon traçou de nossa terra este quadro vergonhoso: “Um só país, o Brasil, tinha escapado a essa profunda decadência dos povos sul-americanos, em virtude de um regime monárquico que colocava o governo ao abrigo das competições. Depois o país ficou entregue a uma completa anarquia, e em poucos anos a gente incumbida do poder dilapidou de tal maneira o Tesouro, que os impostos foram aumentados em proporção desmedida”.

Com a proclamação da República, foram rapidamente implantados em nossa terra a carestia de vida, a dívida pública interna e externa multiplicadas, o déficit assoberbado em todos os orçamentos, o desequilíbrio econômico e financeiro, os compromissos aterradores do erário, o descrédito da Nação, juntando-se a todos esses males o domínio nefando das paixões políticas, a ambição das altas posições, a mania das dissipações, o culto à politicagem, à burla eleitoral, e o modo elétrico de enriquecer uns tantos nababos, ontem sem eira nem beira, apenas com o recurso da esperteza!

Não se precisa mais do que folhear as páginas de nossa História para ver como, no tempo do Império, era bem mais adiantada que nos dias de hoje a mentalidade dos nossos políticos e dos nossos dirigentes. Essa República, como ela aí está, é uma traição que se fez ao País. Proclamaram a República em nome da liberdade, e em nome da República suprime-se a liberdade. Substitui-se uma dinastia honesta por vinte e duas oligarquias ferozes e vorazes que, na União e nos Estados, sorvem-nos, gota a gota, todas as nossas energias.

A República custou caro ao Brasil. As flutuações do câmbio, que da taxa de 28, que vigorava em 1889, baixou até a de 6; o aumento enorme da dívida pública, ocasionado pela megalomania implantada em todos os departamentos da administração; a multiplicação dos cargos públicos e das sinecuras – tudo isto trouxe como conseqüência o agravamento incessante dos impostos.
A "Proclamação da República" implantou na realidade uma Ditadura
Quando falaram a D. Pedro II sobre a possibilidade da proclamação da República, ele comentou:
— Então vocês verão o que é “poder pessoal”...
De fato, vinte e quatro anos após a proclamação da República, o senador Muniz Freire analisava o novo regime:
“O País anda entregue às tenazes de um sistema que não é mais do que o poder pessoal universalmente organizado. Poder pessoal praticamente irresponsável do Presidente da República. Poder pessoal dos indivíduos, famílias ou facções que se assenhorearam dos Estados. Pior, muito mais direto, muito mais ofensivo, muito mais em contato com a carne do que o outro. Poder pessoal dos chefes políticos. O Império desmoronou-se, o poder pessoal do Monarca foi destruído, e no seu lugar surgiu essa vegetação daninha de poderes pessoais muito mais intoleráveis.

O objetivo do poder pessoal que hoje domina em toda a parte é de garantir aos seus detentores, suas famílias, seus parentes e sequazes o emprego que fornece o ganha-pão, ou a posição que dá o prestígio à sombra do qual aumentam os bens e se fazem as fortunas. Honradamente, quando se é honrado, e por todos os meios, mesmo os mais cínicos e criminosos, quando não se possui escrúpulo, nem probidade, nem decoro. O Brasil político pode ser considerado um agregado de ventres”.

O Visconde de Pelotas, escrevendo em 1890 ao Visconde de Ouro Preto sobre a proclamação da República, declara: “O pronunciamento da guarnição do Rio, que deu como resultado a proclamação da República, surpreendeu-me mais do que a V. Exa., que dele teve aviso horas antes. Não julgava possível a República enquanto vivesse o Imperador, e daí a minha surpresa. Se de mim tivesse dependido a sua permanência como Chefe da Nação, afirmo-lhe que não teria sido deposto. A República teve contra si haver sido feita por um pronunciamento militar, representado pela quinta parte do Exército”.

Os revolucionários foram uns 300 militares do Exército e da Armada. Com 14 milhões de habitantes, o Brasil tinha um Exército composto de 13 mil homens, entre oficiais e praças. O golpe que derrubou a Monarquia foi tramado e executado por militares, que só na última hora convidaram os civis a entrar na conjura. As tropas com as quais contavam os rebelados não passavam de 500 homens. A superioridade numérica da ordem era esmagadora.

Um republicano e conspirador, Aristides Lobo, deixou registrado sobre o 15 de novembro, em artigo para a imprensa paulista: “Por ora, a cor do governo é puramente militar, e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só, porque a colaboração do elemento civil foi quase nula”.
No fim da tarde, o desencantado redator ocupou o Ministério do Interior do Governo Provisório, caminho que o levaria a perceber, pouco depois, que aquela não era a República dos seus sonhos.

Benjamim Constant era um dos “bacharéis de farda”, militar “dublê” de filósofo positivista. Não cuidava e possivelmente pouco entendia das coisas de sua profissão. Chegara ao posto de tenente-coronel comandando uma escola de cegos, o que há de menos militar neste mundo. Fora daí, não desenvolvia outra atividade que não fosse ensinar matemática na Escola Militar e propagar doutrinas positivistas pelos cafés da Rua do Ouvidor. Republicano por sectarismo filosófico, ele era a alma do pequeno grupo de conspiradores que fazia pressão sobre a vontade amolecida de Deodoro.
(...)
- XII -

Imagens
Clique nas imagens para ampliá-las
Príncipe D. Pedro, o primeiro Imperador do Brasil 
D. Pedro I
D. Pedro I
ORDEM E FELICIDADE
Medalha comemorativa da Coroação de D. Pedro II
D. Pedro II
Por Chaves Pinheiro – 1871
Museu Nacional de Belas Artes - Rio de Janeiro - RJ

Bem diferente de uma tal Marianne, personagem fictícia do imaginário de alguns franceses, que os republicanos daqui importaram e impuseram como um símbolo alienígena deste decadente Modelo Republicano Brasileiro, cuja sua efígie ridícula de touquinha vermelha, figura hoje em todas a cédulas e moedas de 1 Real. 
Muito conhecida por esta pintura de Delacroix sobre a Revolução Francesa. 
Com o tempo os prostíbulos da França adotaram a imagem de Marianne e 
estamparam seu busto nas portas das casas de prazer. 
Hoje os pais franceses evitam colocar o nome de Marianne em suas filhas.
A Marianne argentina, Clone da Marianne francesa,
dando as boas vindas a nova Clone Marianne brasileira.
É o milagre da multiplicação do Barrete Frígio.
A tal francesa Marianne de novo com seu ridículo Barrete Frígio
(que não passa de uma touca ou carapuça vermelha)
Depois de acabar com o Brasil... Acabou com Portugal.

Isso é que dá imitar e importar por alguns idiotizados que nunca respeitaram nossas raízes históricas, um Modelo Político Alienígena desarmônico com nossas origens e legítimas Identidades Nacionais.  Que Deus nos ajude a libertar nossos países desta desgraça, que só tem servido às sombrias ambições das Quadrilhas de Políticos, que conduzem perigosamente nossos países em direção ao pegajoso lodo dos abismos das trevas.

Na gravura, aos pés dos republicanos orgulhosos da lambança dos seus maus feitos, jazem os Símbolos da Monarquia Portuguesa literalmente abatidos. Pois lá, esta tal de Marianne antes de constitucionalizar a desgraça em Portugal, cruelmente assassinou o Rei D. Carlos e o Príncipe herdeiro Luís Filipe
Brasão provisório da República dos Estados Unidos do Brasil

Este não é o Brasão de Armas do Império do Brasil, e sim uma vergonhosa adulteração feita pelos republicanos. O nosso Brasão não possui esta ridícula carapuça (barrete frígio) vermelha da tal francesa Marianne. Trata-se do Brasão provisório da República dos Estados Unidos do Brasil. Esta foi a trágica "criativa" solução que os republicanos encontraram na época. Como se fosse possível tal combinação. Na Convenção de Itu em 1870 e foi adotado como símbolo do Clube Republicano. Eles simplesmente desrespeitosamente subtraíram a Coroa Imperial, e a substituíram pelo Barrete Frígio de Marianne (símbolo da revolução francesa), resultando neste mutilado Brasão encimado por Barrete Frígio (a ridícula touquinha ou carapuça vermelha), originariamente utilizada pelos moradores da Frígia (antiga região da Ásia Menor, onde hoje está situada a Turquia). Foi adotado, na cor vermelha, pelos republicanos franceses que lutaram pela tomada da Bastilha em 1789, que culminou com a instalação da primeira República Francesa em 1793. Por essa razão, tornou-se um forte símbolo do Regime Republicano. Portanto é um símbolo alienígena as nossas raízes históricas, e a autêntica Identidade Nacional.

Brasão de Armas do Império do Brasil 
URL
- XIII -

Brasil República & Desgraça Nacional
A Tragédia Nacional da Inútil Fracassada República de Mentira da Seita Positivista que Acabou com o Brasil

Os Regimes de Exceção: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como a Primeira Ditadura da História do Brasil Independente. Estado de Exceção Republicano. Tragédia cujas consequências se estenderam pelo futuro. 

Em 7 de setembro de 1822 o Brasil se emancipa, culminando em seguida na Fundação do Império do Brasil Independente e Soberano. Constitui um Governo pela Forma Monárquica Parlamentar Constitucional Representativa, considerada a mais liberal e democrática entre o universo das nações em seu tempo. No Segundo Reinado, a Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do Planeta. Com status de 3ª Economia e Potência Global, ladeava com Inglaterra, França e Estados Unidos, como uma das nações mais respeitadas. O Destino de grandeza do Brasil foi interrompido em 15 de novembro de 1889, por um Crime de Alta Traição cometido por alguns membros da Seita Positivista.
 URL
Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, que depôs Dom Pedro II, o Brasil deixa de ser um Império seis dias após o baile da Ilha Fiscal na Capital do Império, ocorrido no sábado de 9 novembro de 1889, em homenagem aos oficiais do navio chileno "Almirante Cochrane". À partir do ato simbólico da Proclamação da República do Brasil pelo Marechal Deodoro da Fonseca, formalizado em 15 de novembro de 1889, um novo regime é estabelecido e, assim, surge o período da história brasileira denominado Brasil República que perdura até os dias de hoje. Após a formação da república, o Brasil teve vários nomes posteriores, conforme as alterações no governo, incluindo "Estados Unidos do Brasil".

Com relação a fundamentação filosófica dos grupos militares e latifundiários (ruralistas), a filosofia de Augusto Comte, o Positivismo teve papel marcante e relevante, inclusive com a participação da Igreja Positivista do Brasil, fundada no dia 11 de maio de 1881 por Miguel de Lemos. De acordo com Valentim: "A Constituição Republicana, orquestrada no contexto da Proclamação da República, sinaliza à compreensão de como o ideário do Positivismo criado na França por Augusto Conte, enquanto corrente de pensamento norteadora, juntamente com a Constituição dos Estados Unidos, influenciaram no texto constitucional brasileiro promulgado em 1891."

"República Federativa do Brasil" é o nome oficial atual do Brasil, uma democracia (ainda considerada Imperfeita pelo Índice de Democracia avaliados pelos órgãos especializados internacionais) presidencialista, reestruturada em 1986 com o fim do último Regime Militar Ditatorial inserido e formalizado em 1 de abril de 1964 pelo Exército Brasileiro.
A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando pelo Golpe de Estado (Militar), fundando o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil.

O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a queda da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II, para fundarem arbitrariamente a República dos Estados Unidos do Brasil.

O Golpe ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II, assumindo o poder no país. Foi instituído naquele mesmo dia 15 um governo provisório republicano. 

Faziam parte desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o 
Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e Chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de MagalhãesQuintino BocaiuvaRuy BarbosaCampos SalesAristides LoboDemétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria Brasileira; todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo Professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe.
A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana do Estado Brasileiro. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua fracassada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas desastrosas consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
● Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 125 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

● 12 Estados de Sítios,
● 17 Atos Institucionais,
● 6 Dissoluções do Congresso,
● 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
● 2 Renuncias Presidenciais,
● 3 Presidentes Impedidos,
● 4 Presidentes Depostos,
● 6 Constituições Diferentes,
● 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários...

● Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

● - República Velha - 1ª República (1890–1930): Ditadura
● - República da Espada (1894): Ditadura
● - República do Café-com-Leite
● - Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● - Era Vargas - (1930–1945): Ditadura - Regime Totalitário & Autoritário
● - Quarta República (1946–1964)
● - Governo Provisório (Brasil)
● - Governo Constitucionalista
● - Estado Novo
● - Último Regime Militar - 5ª República (1964–1985): Ditadura - Castelo BrancoCosta e SilvaMédiciGeisel e Figueiredo.
● - Nova República - 6ª República (1985-atual): José SarneyFernando CollorItamar FrancoFernando Henrique CardosoLulaDilma Rousseff.

● Constituições do Brasil Independente:
● Constituição de 1824 - 1ª Constituição do Estado Brasileiro Independente e Soberano. Funcionou durante todo o período Monárquico Parlamentar Constitucional Representativo no Império do Brasil (1824–1889).
● Constituição de 1891 - 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 - 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 - 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 - 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 - 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 - 6ª Constituição da República
Máxima Monárquica:
"O Monarca pensa nas próximas Gerações... O Presidente pensa nas próximas Eleições."
URL
- IX -
Algumas Matérias deste Blog

01 • A MUDANÇA