DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

domingo, 9 de março de 2014

50 Motivos para não se apoiar a Forma Republicana de Governo no Brasil

50 Motivos para não se apoiar a Forma Republicana de Governo no Brasil
07 ■ MARIANNE.

08 ■ Permanentemente estas Matérias estão se subdividindo com novos conteúdos... São simples arquivos utilizados para guardar algumas das minhas palavras, imagens, ou algo do meu interesse. A maioria das publicações são materiais inter-relacionados, tendo como função primordial, a criação de textos, símbolos ou manifestos elucidativos, com o propósito de contribuir para a conscientização da população brasileira, no que concerne às origens do Estado Brasileiro, suas Raízes e Identidade Histórica Nacional; familiarizando-a com o genuíno processo de Restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa Imperial Brasileira. A intenção é resgatar o destino de Grandeza do Brasil, interrompido criminosamente por uma traição. Arbitrariamente o Brasil foi usurpado dos brasileiros, com o Golpe Militar Republicano de 15 de novembro de 1889, quando foi inaugurado o primeiro Estado Totalitário da História do Brasil Independente, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro, numa sucessão de Regimes Ditatoriais civis e militares, que arruinaram com o Brasil.
- Introdução -
15 DE NOVEMBRO - DIA NACIONAL DA INFÂMIA. Feriado Nacional do Golpe de Estado Republicano da Seita Positivista que acabou com o Brasil. Os Regimes de Exceção dessa Malfadada República: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 15 de novembro de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como o primeiro Regime Ditatorial Militar da História do Brasil Independente. Tragédia, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro... Interrompendo o nosso Destino de Grandeza.
I ● A República Brasileira é uma farsa moralmente ilegal além de ilegítima, que deve ser logo que possível desconstruída pelo bem da Nação. Ela vem apresentando sucessivos fracassos que aí estão para que todos vejam. 125 anos de experiências desastrosas já é mais que suficiente para qualquer idiota perceber que por aqui não tem se sustentado, e não demonstra nenhuma possibilidade de dar certo. Nesta sua trajetória de retrocessos, burrice é ficar mais 100 anos insistindo nos mesmos erros na ilusão de obter resultados diferentes. Criminosamente nas escolas é omitido o fato, que esta decadente República foi um lamentável episódio imposto arbitrariamente sem honra e grandeza à custa de mentiras... Um Crime de Traição e Lesa-Pátria, executado pelo primeiro Golpe Militar da História do Brasil, que mergulhou o país num ambiente de grande instabilidade política e econômica.
II ● A Ilegítima República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Este Regime Totalitarista Presidencialista Republicano inaugurou a primeira DITADURA BRASILEIRA de uma sequência que se estenderam pelo futuro. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em detrimento do seu desastroso Governo Marionete na sua experiência como Presidente desse Estado de Exceção Genocida que inventou; o primeiro e mais sanguinário de uma sucessão que se juntaram as diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país durante os tortuosos meandros da trajetória dessa República de Mentira, nunca consolidada como uma Forma de Governo sensata para a nação. Desiludido (talvez arrependido) o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
III ● Muitos Autores sérios preocupados com a precisão, veracidade, abrangência e a qualidade global, estão se encarregando naturalmente, sem nenhum propósito específico além ao de informar, de desconstruir a farsa da República Brasileira com seus Mitos e Símbolos, indiferentes aos maus Filósofos, Cientistas Políticos, Professores, ou os menos preparados. Chegará o dia que qualquer criança terá acesso a interessantes episódios da História do Brasil, e enriquecerão seus conhecimentos com o surgimento de novas informações sobre os meios argilosos que Organizações (Entidades, Ordens) alienígenas indiferentes as nossas raízes e a legítima identidade Nacional, se utilizaram para alcançarem seus fins... Vilipendiando e aliciando sem escrúpulos nossas instituições, nosso povo, para ilicitamente imporem seus propósitos sobre um gigante que engessaram, e dele facilmente usufruir eternamente, para porem em prática seus propósitos egoístas. Logo qualquer um terá a consciência do que éramos ou representávamos naquele momento histórico perante o cenário mundial, e o que poderíamos ter sido sem as perniciosas influências, que mesmo controlando tão poucos, foi o suficiente para causar estragos tão devastadores, atormentando e degradando este Rico País, que tem precariamente se mantido, literalmente sustentado por abusivos injustificáveis impostos, incoerentes com o péssimo retorno que puni o seu povo, nunca suficiente para saciar a voracidade da Corrupção, que alicerça um certo Plano Perpétuo de Governo.
IV ● Já se somam 125 anos de retrocessos republicanos no Brasil. Respeitando a escala do tempo nas suas devidas proporções, fomos uma nação respeitada que ombreava com os três países mais poderosos da terra. A Armada Imperial Brasileira (Marinha de Guerra) somada com a Marinha Mercante foi a segunda potência naval do planeta. Já fomos o País do Futuro o que chamam hoje de País de Primeiro Mundo. Perdemos este status em nome de uma irresponsável experiência republicana que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil, que para se manter nos seus 10 primeiros anos assassinou 150.000 brasileiros  numa época em que a população brasileira era de apenas 17.400.000 habitantes (195.000.000 : 17.400.000 = 11 vezes menor) o que corresponderia quantitativamente proporcionalmente nos dias atuais a 1.650.000 de mortos. Hoje por diversas razões, muitas delas obscuras, indivíduos ingênuos & iludidos por ideologias estranhas às nossas Raízes, zumbizados pela doutrinação comunista positivista nas escolas; lobotomizados desde tenra idade. Outros com seus interesses obscuros ou suas conveniências pessoais; consideram mais extraordinário e relevante os 400 mortos dos 21 anos da última Ditadura Militar, a maioria deles Terroristas e Guerrilheiros mortos em combate, do que o genocídio executado pela violenta repressão do primeiro Governo Ditatorial Republicano, no seu curto período inicial de 7 anos.
V ● Num curto espaço de tempo perdemos nossa soberania e independência conquistadas com muita determinação e sacrifício perante as nações mais poderosas. Perdemos nossa auto-estima, o respeito mútuo, o orgulho de sermos brasileiros. Foi-nos ensinado a sentirmos inferiores e passamos a admirar e valorizar as coisas dos outros, tolhendo todas as iniciativas de desenvolvimento pleno, natural das nações mais desenvolvidas proprietárias de um leque de independências que garantem suas sobrevivências, mais pelas suas riquezas intelectuais do que pelas naturais, lhes garantindo a segurança do Estado e o bem estar da população. Nos tiraram a capacidade de fazer competitivamente e bem feito, em troca da ilusão das futilidades fáceis que habilmente nos proporcionam, subtraindo nossas capacidades de discernimentos, ação, reação... Vontade. Assim, todos vulneráveis, se permitem mais docilmente serem subjugados, controlados e usados. Fizeram de um jeito para que o país perdesse e deixasse de ser o que já foi... Afinal o Brasil não foi criado, tão pouco inventado em 15 de novembro de 1889 pela República. Transformaram o Brasil numa decadente ridícula nação de terceira categoria. Hoje alguns aproveitadores oportunistas deste lastimável cenário promovido pela desgraça do golpe republicano, apregoam uma alusão sem fundamentos de o Brasil pertencer a um Terceiro Mundismo que inventaram, para ressuscitar os propósitos das suas obscuras ambições utópicas de um passado recente.
VI ● Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou junto aos EUA, chegando ao status de 4ª potência global. A fundação da República Brasileira foi uma aberração. Estranha lucubração de alguns brasileiros membros da Seita Positivista de Auguste Comte (Isidore Auguste Marie François Xavier Comte) cegos para as virtudes da legítima Monarquia Brasileira, que admiravam o Regime Republicano da França, e pretendiam copiar o modelo republicano estadunidense que invejavam. Muitos fazem comparações levianas, a maioria por falta de conhecimento histórico, sobre os Estados Unidos da América do Norte com o Brasil, ignorando principalmente as formas distintas como ocorreram suas independências, conseguintemente como aboliram seus escravos... Os EUA jamais indenizaram seus proprietários de escravos libertos, enquanto que no Brasil meia dúzia de republicanos Positivista, a maioria contrária a abolição, com o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 1889, tampouco deu tempo ao Império para que os nossos ex-escravos fossem prioritariamente indenizados, em relação aos seus antigos proprietários. 
VII ● Contrariando a Democracia da Monarquia Parlamentarista (Constitucional) do Império do Brasil; sem honra ou grandeza articularam um Golpe de Estado consumado em 15 de novembro de 1889, pondo fim a soberania do Imperador D. Pedro II; inaugurando pela imposição arbitrária a primeira Ditadura Republicana da História do Brasil. O Brasil não foi inventado pela República em 1889. E sim fundado como nação soberana independente em 1822, respeitando as Raízes da nossa História e a Legítima Identidade Nacional, originalmente, naturalmente surgiu o então Império do Brasil, cujo seu Sistema de Governo já naquela época foi Parlamentar Monárquico. Como parâmetro, os Estados Unidos da América do Norte, diferentemente do Brasil, para serem uma nação independente e soberana, desvinculando-se do Jugo da Coroa Inglesa, tiveram que vencer os britânicos na Revolução Americana, com bastante ajuda dos franceses e à custa de muito derramamento de sangue. Não tiveram alternativa melhor senão se tornarem uma República Presidencialista, absorvendo tudo de bom que a Monarquia Britânica tinha para oferecer.
VIII ● A trajetória histórica dos USA em nada corrobora para que surja como Nação Monárquica Independente, por nunca terem tido tradições monárquicas como o Brasil, pois são histórias distintas. Portanto lá diferentemente da imposição arbitrária da implantação do Sistema Republicano no Brasil, o Sistema de Governo Republicano é LEGÍTIMO. Em 1889 o Império do Brasil há muito já era uma NAÇÃO CONSOLIDADA MONÁRQUICA PARLAMENTAR INDEPENDENTE E SOBERANA; a forma arbitrária e ilegal sem uma consulta popular, a partir de um Golpe de Estado, Traição e Lesa-Pátria, sem honra ou grandeza que a República foi implantada, a torna MORALMENTE ILEGÍTIMA e ILEGAL.
IX ● Os Estados Unidos da América do Norte é o único país do mundo que se tornou República da maneira menos traumática para a época, não se utilizando de Golpes de Estado, Ditaduras, assassinando ou exilando Monarcas, como ocorreu com as outras Repúblicas, inclusive como foi o caso do ilegal Golpe Militar Republicano Brasileiro, que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil. Isso explica a grande diferença hoje entre os USA e o Brasil: não está simplesmente nos países que os colonizaram. Por isso que os USA são o que são, tal qual representávamos outrora, e esta moralmente ilegal e ilegítima República, fez com que deixássemos de ser. Teve época que o Império do Brasil foi mais poderoso que a República dos Estados Unidos da América do Norte.
X ● Os EUA levaram 89 anos (1776 – 1865) após a sua independência, 23 anos a mais que no Império do Brasil 66 anos (1822 – 1888), para libertarem seus escravos. No Censo de 1860 nos EUA, a população escrava era de 3.953.761, enquanto que no Brasil esta população era de 1.584.600. Em 1887, no Brasil havia 600.000 escravos, e este número continuou caindo até 1888, ano em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea. Os EUA para libertarem seus escravos desencadearam uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país. 
XI ● Foi um período de guerra civil triste e difícil que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas... Entre civis e militares, onde 60% da população branca masculina na faixa etária adequada para o serviço militar morreu, o equivalente a 3% da população, o que representaria hoje a 9.000.000 de vidas. “O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados e um número indeterminado de vítimas civis (incluindo escravos). O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos”. Cerca de um milhão de mortos apenas para antecipar em alguns anos a libertação de seus escravos que sobreviveram à guerra.
XII  "D. Pedro II conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país. Promoveu a diversidade da etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. Ele estava interessado em expandir as principais commodities agrícolas do nosso país, e para fazer do Brasil um grande produtor de algodão, após a derrota dos Estados Confederados durante a Guerra Civil dos EUA, o Imperador convidou com sucesso plantadores de algodão confederados para se instalarem no Brasil. Entre 1867 e 1871, pelo menos três mil famílias confederadas passaram pelo porto do Rio de Janeiro. A maioria deles se instalaram numa vila no Estado de São Paulo, fundando a Cidade de Americana".

"Majestade, me perdoe, eu não sabia que República era isso."
Ruy Barbosa 
Escritor, Jurista e Político
RUY BARBOSA 

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto... Essa foi a obra da República nos últimos anos. 

No outro regime (Monarquia) o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre - as carreiras políticas lhes estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante, de cuja severidade todos se temiam a que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade gerais. 

Na República os tarados são os tarudos. Na República todos os grupos se alhearam do movimento dos partidos, da ação dos Governos, da prática das instituições. Contentamo-nos, hoje, com as fórmulas e aparência, porque estas mesmo vão se dissipando pouco a pouco, delas quase nada nos restando. Apenas temos os nomes, apenas temos a reminiscência, apenas temos a fantasmagoria de uma coisa que existiu, de uma coisa que se deseja ver reerguida, mas que, na realidade, se foi inteiramente. 

E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas as ruínas, Senhores, é a ruína da justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos, pela influência constante dos nossos Governos. E nesse esboroamento da justiça, a mais grave de todas as ruínas é a falta de penalidade aos criminosos confessos, é a falta de punição quando se aponta um crime que envolve um nome poderoso, apontado, indicado, que todos conhecem..." 

(Ruy Barbosa - Discursos Parlamentares - Obras Completas - Vol. XLI - 1914 - TOMO III - pág. 86/87) 
Palavras de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de Estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que ingenuamente ajudou consumar... Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que havia substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, à um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias em relação ao Regime Militar que de certa forma participou da sua construção... Se exilou na Inglaterra (País Monárquico até hoje).

Oportunista de plantão se tornou Republicano de última hora. Junto aos Traidores da Pátria com um Golpe derrubam a Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa Imperial Brasileira. Arrependido voltou a ser Monarquista, fazendo questão de ir a Paris pedir desculpas ao Imperador exilado D. Pedro II, um ano antes da sua morte lhe fala: "Majestade, me perdoe, eu não sabia que República era isso" - tamanha sua decepção com o estado do país após a proclamação da República. 
NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
As matérias da Wikipédia abaixo foram atualizadas e apresentam agora melhor conteúdo:

- I -

Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889
 A despeito da intensa propaganda republicana no Império do Brasil, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos, entre eles os futuros presidentes da República Prudente de Morais e Campos Sales. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, optaram por concretizar idéias inspiradas nos ideais alienígenas às nossas Raízes Históricas, dos seus ideais adversos à autêntica Identidade Nacional, apelando pelo Golpe de Estado (Militar), quando foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção Genocida de fato no Brasil, configurado como Regime Totalitário Militar, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro... Acabando com o Brasil. Neste sentido a República Brasileira continua sendo um Sistema de Governo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam.
Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889
• Em reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República. Porém esse tal Plebiscito prometido só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988; de uma forma fraudulenta, com o propósito de justificar o injustificável Crime de Lesa-Pátria, legalizando as ilegalidades dos Traidores da Pátria, numa época em que todos que haviam vivenciado a transição da Monarquia parlamentar Imperial para a República, e, portanto possuíam algum parâmetro comparativo entre as duas formas de governo haviam morrido. Tempo mais do que suficiente para a República criminosamente desconstruir a aura democrática da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, perante as subsequentes quatro gerações, a partir dos aliciamentos nos bancos das escolas... Obviamente que a população induzida e mal informada votou naquilo que foi doutrinada a aceitar sem questionar: na República Presidencialista. 
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Transcrevo:
Em seu Art. 1º, o decreto nos informa que a proclamação da república não foi um ato acabado, inicialmente, mas sim uma medida provisória.

No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo.
Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: "aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo suffragio popular."

O Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993. 
"7 de setembro de 1822. Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação Brasileira ganhou identidade, independência, soberania e liberdade. Hoje, corremos grande risco de perdê-las".
“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente pensa nas próximas eleições”
O destino de grandeza do Brasil foi interrompido pela traição do Golpe Militar Republicano sem honra, que rompeu com a liberdade alcançada pela Monarquia Constitucional de um governo próspero e consolidado, harmônico com a Legítima Identidade Nacional, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Monarquias e Democracias do seu tempo. Em 1889, a Armada Imperial Brasileira com os navios mais poderosos do hemisfério Ocidental, somada à Marinha Mercante, foi a 2ª marinha da terra. Como farol havia a Soberania do Imperador D. Pedro II; homem que foi eleito numa ocasião, a segunda autoridade do mundo, ficando abaixo apenas da do Papa.


Dos 16:06 em diante... O Dr. Ives Gandra Martins defende o Sistema Parlamentarista e diz que o Presidencialista é uma Farsa porque a minoria pode decidir os rumos da nação, com exceção ao Presidencialismo Estadunidense que absorveu muito do Parlamentarismo dos países mais avançados, exemplificando o Parlamento da Monarquia Inglesa; além de dizer que o Brasil precisa amadurecer para o Parlamentarismo, e, se a Forma de Governo Republicana fosse parlamentarista, a crise já teria acabado. A Dilma foi eleita por 38% dos eleitores; no caso do parlamentarismo sempre representa 100% dos eleitores.

- II -
Retalhos da nossa História
A • Agradeça aos portugueses pelo invejável Território Continental Brasileiro. A expansão do Brasil Colônia além do Tratado de Tordesilhas foi financiada por Portugal, talvez até com o próprio ouro extraído das Minas Gerais (e qual nação da época não explorava economicamente suas colônias?). Foram os portugueses com muito sacrifício de vidas que venceram os invasores, impedindo que o Brasil perdesse grande parte do seu território. Além disso, a Guerra dos Mascates (1710), a Inconfidência Mineira (1788), e a Revolução Pernambucana (1817), foram levantes republicanos separatistas com o propósito de desencadear a fragmentação do Território Brasileiro em várias Republiquetas, como ocorreu com a América Espanhola; portanto se não fossem combatidas, não teríamos o imenso Brasil de hoje. O Império Português manteve a integridade do território Brasileiro. 

B • posteriormente quem herdou e assumiu a responsabilidade por esta tarefa foi o Império do Brasil. Infelizmente Durante o reinado de D. Pedro I, foi perdida a Província Cisplatina na Guerra da Cisplatina. Também à custa de muitas guerras e perda de vidas o Império combateu os ideais predadores republicanos na Confederação do Equador (1824), na Sabinada (1837) e na Revolução Farroupilha (1835-1845), evitando a criação de outros países em solo brasileiro. No reinado de D. Pedro II, a Província de Mato Grosso foi invadida pelo exército Paraguaio, treinado e equipado pela República Francesa, com o propósito de expandir suas fronteiras até o Oceano Atlântico, anexando o que representa hoje, os Estados do Paraná, de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Guerra do Paraguai - Dezembro de 1864 - Março de 1870). O Império mais uma vez para garantir a integridade territorial brasileira, foi obrigado a dar uma resposta ao Ditador paraguaio republicano Solano Lopes. 

C • As ascendências de D. Pedro IID. Pedro ID. João VI, e todos os seus antepassados... Fazem parte da nossa História. As Américas antes da chegada dos europeus eram habitadas por povos mais ou menos desenvolvidos entre si, e "primitivos" se comparados aos padrões das civilizações européias dos anos de 1400/1500. Os índios que habitavam o território hoje compreendido pelo Brasil, só como parâmetro, tinham menos capacidade de manufaturamento, e teoricamente eram mais atrasados que os Astecas ou Incas. Tanto a Família Imperial Brasileira quanto a Real Portuguesa, têm suas raízes na Nobreza Européia, pois sempre foi comum o casamento entre membros da Nobreza de Coroas distintas. 

D • A história da Monarquia Brasileira é análoga ao surgimento das muitas Monarquias Européias que a antecedeu, onde muitos povos primitivos que habitavam estes territórios foram subjugados por correntes migratórias, que acabavam criando outras culturas, se consolidando como Reinos ou Impérios. Muita gente faz confusão com Brasil Colônia, Reino do Brasil, Império do Brasil... E também, Família Real Portuguesa com a Família Imperial Brasileira. Quanto à descendência da Família Imperial Brasileira, lembro que excluindo os Índios, toda a população brasileira tem descendência estrangeira... Existe a legítima Casa Imperial do Brasil, e segundo a Norma Constitucional de 1824, da Sucessão do Império, o Imperador do Brasil tem que ser Brasileiro: "Nenhum Estrangeiro poderá suceder na Coroa do Império do Brasil".
Em 1889 a lambança irresponsável de meia dúzia de membros da Seita Positivista, transformou a Terra de Santa Cruz nesse Esgoto Moral. 514 anos após nossa chegada, está finalmente na hora de recuperar e devolver o que é legítimo e de direito ao nosso povo.
E • As raízes da nossa Família Imperial remontam às Cruzadas. Inclusive foram os Templários que financiaram as Grandes Navegações Portuguesas. Ela é composta por Portugueses, Franceses, Italianos, Bávaros (Germânicos)... D. Pedro I, o fundador e primeiro monarca do Império do Brasil, foi filho de uma espanhola, seu filho D. Pedro II teve como mãe uma austríaca; não diferente da pluralidade de povos que compõem a nossa Legítima Identidade Nacional. O Brasil é uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas do mundo, resultado da forte imigração vinda de muitos países. 

F • Significativa parcela da população brasileira possuí ascendência portuguesa (com destaque para os colonos açorianos que colonizaram a região em meados do século XVIII), alemã, italiana, polonesa, sueca, austríaca, espanhola. Há também consideráveis descendentes de ucranianos, franceses, dinamarqueses, tchecos, gregos, russos, ameríndios, africanos... Além de outras grandes correntes migratórias, como árabes, japoneses, chineses. D. Pedro II e a sua filha Princesa Isabel nasceram no Rio de Janeiro. Seus descendentes integram nossa atual Família Imperial; portanto ela é legitimamente brasileira. Tão quanto qualquer família brasileira.


G • A trajetória de desenvolvimento do Brasil tal qual conhecemos até sua emancipação, quando foi fundado o Estado Brasileiro em 1822 independente e soberano perante o universo das nações, denominado Império do Brasil, cujo seu sistema de Governo foi uma Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa, considerada a mais democrática e liberal no seu tempo; deveu-se a Colonização Portuguesa. Portanto nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional é Monárquica; e sempre esteve intrinsecamente ligada a História de Portugal, conseguintemente, por consanguinidade ligadas aos países europeus pelos casamentos das respectivas nobrezas... 

H • Quando D.Pedro II se tornou Imperador em 1831, o Brasil estava à beira da fragmentação. Cinqüenta e oito anos depois, no país havia paz há mais de quatro décadas, a escravidão havia sido extinta, o sistema representativo estava consolidado, e a liderança dos militares estava em mãos de civis (algo não visto nos países hispano-americanos). De fato, para "a longevidade do seu Governo e as transformações que ocorreram durante o seu curso, nenhum outro Chefe de Estado marcou mais profundamente a História da Nação". Mesmo o Império do Brasil estando mais rico e mais poderoso que nunca, desfrutando de uma excelente reputação internacional, e o próprio Pedro II sendo extremamente popular entre seus súditos... A Monarquia Parlamentar Constitucional Brasileira foi interrompida por uma traição. O Imperador foi a "Luz do Baile""O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século manteve íntegro, tranqüilo e unido território colossal. (...)" 

I • "O império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O Império aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum (na época). Quais as faltas ou crimes de D. Pedro II, (...)? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio (...)? A República Brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniqüidade. A República se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!". (Visconde de Ouro Preto) 
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D. Pedro II 
J • 125 anos de experiência Republicana, já é quase o Dobro do período Imperial. A grande diferença é que desde a fundação da Nação Brasileira Independente e Soberana como Império em 1822... Até 1889 (76 anos), em menos de 60 anos, este Império já tinha transformado um país atrasado na 3ª potência da terra, respeitada entre o universo das nações do seu tempo. A Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do planeta. Já fomos o País do Futuro. Perdemos este status em nome de uma irresponsável experiência republicana que inaugurou o primeiro genocídio de fato do povo brasileiro e estagnou a nação. A República de 1889 a 2014 (125 anos), reduziu um Brasil que hoje chamam primeiro mundo, num país fracassado de terceira categoria pertencente a um Terceiro Mundismo que inventaram, cada vez mais dependente das tecnologias dos outros. Ironicamente os golpistas de 1889 pregavam que a República havia chegado para melhorar o Brasil em todos os sentidos (uma espécie de Libertação das Trevas)... Hoje muitos idiotas republicanos culpam a Colonização Portuguesa e o período Imperial por todas as mazelas do Brasil. A República não cumpriu a que veio, e agora quer responsabilizar a História do Brasil até 1889, por suas incompetências e fracassos. 

K • A escravidão não foi um privilégio do Brasil Colônia, Reino do Brasil e Império do Brasil; foi prática comum mundo afora. Como parâmetro, os EUA levaram 89 anos (1776 – 1865) após a sua independência, 23 anos a mais que no Império do Brasil 66 anos (1822 – 1888), para libertarem seus escravos. No Censo de 1860 nos EUA, a população escrava era de 3.953.761, enquanto que no Brasil esta população era de 1.584.600. Em 1887, no Brasil havia 600.000 escravos, e este número continuou caindo até 1888, ano em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea

L • Os EUA para libertarem seus escravos desencadearam uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país. Foi um período de guerra civil triste e difícil que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas entre civis e militares, onde 60% da população branca masculina na faixa etária adequada para o serviço militar morreu, o equivalente a 3% da população, que representaria hoje a 9.000.000 de vidas. “O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados e um número indeterminado de vítimas civis (incluindo escravos que lutaram ou não na guerra)". 


M • "O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos”. Cerca de um milhão de mortos apenas para antecipar em alguns anos a libertação de seus escravos que sobreviveram à guerra; enquanto que no Brasil "D. Pedro II conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país; promoveu a diversidade da etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. 
A Inútil Fracassada República de Mentira da Seita Positivista que Acabou com o Brasil
Para Qualquer Criancinha Entender.
N • (...) Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na República Brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos); inclusive aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência. Esta República também continua sustentando até os Ex-Presidentes depostos e/ou suas viúvas. (...) "Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial. A verdade é que esta recebia a metade do ordenado do 1º Presidente (Ditador) republicano." 

O • Com o advento do Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 1889, a República carecendo de identidade (nunca existiu Identidade Nacional Republicana Brasileira), traveste o Traidor da Pátria Tiradentes, e outros que igualmente pretendiam fragmentar o Território Nacional em várias republiquetas como ocorreu em toda a América Espanhola, em Mártires e heróis nacionais; paradoxalmente, enquanto que na Constituição Brasileira reza a Soberania, a Unidade Indivisível Territorial Continental... Motivo de orgulho nacional. Incoerentemente os sucessivos governos republicanos condiciona o povo desde criancinha a partir dos bancos das escolas, a venerar seus heróis de barro como Tiradentes, Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto... E muitos outros. Para completar a Tragédia Nacional, hoje Partidos Políticos importam heróis da outrora União Soviética e pregam a Internacional Socialista & Comunista para um Brasil sem fronteiras de uma tal Pátria Grande... Terra de todos & ninguém.

P • Logo após o desastre do Golpe de Estado de 1889, a liberdade alcançada no Império começou a ser ameaçada, e rapidamente perdemos a posição de nação desenvolvida e respeitada (país que chamam hoje de 1º mundo), arrastando o Brasil para o submundo das nações de 3ª categoria. Os governos subsequentes se sucederam à custa de iludir o povo com promessas nunca cumpridas como ocorre hoje em dia: Lula não fez o que prometeu no seu 1º mandato e disse que faria no 2º, não fez e disse que a sua sucessora faria o que ele não fez. Sua sucessora descaradamente falou que o seu governo seria continuidade do fracassado governo Lula, e mesmo assim foi eleita pela maioria de Zumbis Abduzidos. Não vai fazer o que prometeu no seu Plano de Governo nesse mandato, e mais uma vez, se nada for feito... Iludirá novamente suas Hordas de Zumbis junto com os humildes inocentes menos esclarecidos, que tudo se resolverá milagrosamente no seu 2º mandato. O Desastre Nacional não é só o PT, todos os Partidos Políticos estão inserido na crise moral reincidente endêmica republicana. 

Q • O Brasil não possui melhor opção nesse degradado ambiente de inconstitucionalidades dessa fracassada República. O Momento Político é oportuno para o reencontro dos brasileiros com a sua História, com as suas tradições, com o seu destino de grandeza interrompido por uma traição; redirecionando a Nação Brasileira a sua original Vocação de Grandeza Imperial, onde cargo político é missão. Basta lembrar ao povo que já estivemos bem na História, e aos militares do Exército que seu Patrono é o Duque de Caxias.

R • Os Regimes Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, inspirada numa Alegoria Abstrata da tal "Deusa da Liberdade", Efígie da República, ícone da Revolução Francesa, imposta arbitrariamente como a Primeira Ditadura da História do Brasil; Estado Totalitário Republicano cujas suas trágicas consequências se estenderam pelo futuro.

S • O Primeiro Estado de Totalitarista da História do Brasil surgiu em 1889 com a inauguração da República dos Estados Unidos do Brasil, inventada por meia dúzia de traidores da pátria, todos discípulos da Seita Positivista. Principiou pelos piores caminhos possíveis, nas sombras conspiratórias, por meio de intrigas, mentiras, sem honra ou grandeza, arbitrariamente sem uma consulta popular, na ilegalidade do Golpe Militar Republicano de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, nódoa negra do Exército Brasileiro que nada justifica ser homenageado pelo nome do outrora Duque de Caxias do Exército Imperial; dívida vergonhosa que jamais legitimará as ações dos Traidores inventores da Farsa Republicana que acabou com o Brasil... Que o teu Professor educado desde tenra idade neste degradado Estado que finge ser de Direito, te ensinou a história bonita que nunca existiu, de uma tal "Proclamação" da República dos Estados Unidos do Brasil. 

T • Na Tragédia Republicana Brasileira, não importa o lado que escolhas... Qualquer que seja a Facção Política eleita nessa moralmente ilegítima República, o resultado final sempre será um grande nada. É assim que tem sido e sempre será. Enquanto a alienígena Bandeira da Seita Positivista que representa a criação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil tremular em seu território continental, indiferente às nossas raízes históricas e a legítima Identidade Nacional, não for descartada e substituída pelo Pavilhão Original, que simboliza as origens do Respeitado Estado Brasileiro Independente e Soberano que existiu até 1889; jamais a Nação Brasileira reencontrará o seu destino de grandeza interrompido por uma Traição.
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U • Esperar mais o quê desse predador Poder Constituído pelas Coalizões das Facções Políticas do Crime Organizado Constitucionalizado do Estado Esquerdo Republicano, que deveria ser de Direito?... Paraíso das Alianças Narco-Partidárias Copartícipe dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas Republicanos... Inocência a tua nesse desastrado Regime Marginal, ainda se iludir imaginando que depois de 125 anos de fracassos, finalmente desta vez vai ser diferente. Nesse degradado ambiente político sem ética, o mau-caratismo dos exemplos alicia crianças e jovens, corrompe a reserva humana da nação, coloca em risco a Soberania Nacional, além de nada acrescentar de útil, virtuoso e verdadeiro na Tragédia Nacional. Nessa Democracia de Mentira, onde quem vence eleições são os melhores Marqueteiros, com suas milionárias aliciatórias propagandas enganosas... Não existe saída pelo voto.

V • Quando vão se libertar dessa Escuridão Republicana que conduziu por obscuros meandros de desastres a Nação Brasileira a lugar nenhum nas entranhas das suas trevas, para pararem de discutir inutilmente esses personagens políticos de barro, que alimentam de lambança em lambança o círculo vicioso da Grande Farsa que acabou com o Brasil? Quando racionalmente vão questionar a causa de todas as Mazelas?... Essa ridícula Forma de Governo Republicana Brasileira, inventada arbitrariamente por meia dúzia de Traidores, com o Crime de Alta Traição de 15 de novembro de 1889 – Dia da Infâmia Nacional; inaugurada como o primeiro Estado de Exceção Totalitário Genocida da nossa História, cujas suas predadoras conseqüências se estenderam pelo futuro... Qualquer Brasileiro que tenha discernimento e conheça um pouco da História do seu país, pode até ser republicano em outra parte do mundo, mas tem consciência que essa nunca Proclamada Ilegítima República Brasileira, foi e tem sido a desgraça nacional, e bem sabe que defender esse Regime que ninguém pediu – é burrice.
W • A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana Brasileira. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua fracassada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas desastrosas consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.

X • As Crises Institucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente República, de fracasso em fracasso já somam: 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários... Ao longo destes últimos 124 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos... Ilusões. Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado. Quando vão descobrir que o problema está nessa moralmente ilegal República de Mentira?

● Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 125 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

● 12 Estados de Sítios,
● 17 Atos Institucionais,
● 6 Dissoluções do Congresso,
● 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
● 2 Renuncias Presidenciais,
● 3 Presidentes Impedidos,
● 4 Presidentes Depostos,
● 6 Constituições Diferentes,
● 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários...

Y • Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

● - República Velha - 1ª República (1890
1930): Ditadura
● - República da Espada (1894): Ditadura
● - República do Café-com-Leite
● - Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● - Era Vargas - (19301945): Ditadura - Regime Totalitário & Autoritário
● - Quarta República (19461964)
● - Governo Provisório (Brasil)
● - Governo Constitucionalista
● - Estado Novo
● - Último Regime Militar - 5ª República (1964–1985): Ditadura - Castelo BrancoCosta e SilvaMédiciGeisel e Figueiredo.

● Constituições do Brasil Independente:
● Constituição de 1824 - 1ª Constituição do Estado Brasileiro Independente e Soberano. Funcionou durante todo o período Monárquico Parlamentar Constitucional Representativo no Império do Brasil (18241889).
● Constituição de 1891 - 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 - 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 - 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 - 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 - 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 - 6ª Constituição da República
Z • Um Brasil Imperial da atualidade será o resgate dos nossos valores morais históricos, adaptados a uma Monarquia Parlamentarista Constitucional moderna, harmônica com nossa Legítima Identidade Nacional*, reorganizando e saneando a baderna do Crime Organizado desta Politicagem Republicana inútil. A restauração do Império Grande e Respeitado se processará com a limpeza orgânica do tecido corrompido em franca decomposição do Estado Republicano, punição dos corruptos e irresponsáveis do poder público, substituição por tecido novo não comprometido, com a paralela adoção de comportamento restritivo e vigilante atuante nos pontos críticos desse verdadeiro caos social. Pátria amada e verdadeiramente democrática, onde voltaremos a sentir orgulho de sermos brasileiros. *Identidade Nacional Republicana Brasileira não existe. O que impuseram arbitrariamente em 1889 foi uma Ditadura Militar que dizimou cerca de 150.000 brasileiros nos seus 7 primeiros anos de fracassos... Numa época em que a população era 11 vezes menor; o que corresponderia na atualidade a 1.650.000 de mortos, em nome da Francesa Marianne. Isso não é Identidade Nacional* em lugar nenhum. 
Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República de Mentira, imposta arbitrariamente por meia dúzia de Traidores da Pátria, membros da Seita Positivista do francês Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (August Comte) nada têm de Cruz; portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, lutarem para perpetuar a principal causa da Desgraça Nacional: essa República com sua Bandeira Positivista, indiferente às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira). “A Igreja Positivista do Brasil foi fundada no dia 11 de maio de 1881 por Miguel de Lemos na atual Rua Benjamin Constant, Nº. 74, no Bairro da Glória, na Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro. Sua sede é o Templo da Humanidade, onde ocorre a celebração da Religião da Humanidade, ou Positivismo, doutrina criada pelo filósofo francês Augusto Comte (1798 - 1857).”
50 Motivos para não se apoiar a Forma Republicana de Governo no Brasil

50 Motivos para não se apoiar o Regime Republicano Brasileiro da tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria, executado por alguns devotos da Seita Positivista inventada pelo francês Auguste Comte, juntinho com suas musa inspiradora Clotilde de Vaux, que acabou com o Brasil:
01 • O Brasil foi o único país das Américas que fez sua independência não se tornando uma República. - Mas e o Canadá?... O Canadá, um dos países mais desenvolvidos do mundo, é uma monarquia parlamentar constitucional, que tem como Chefe de Estado na atualidade a Rainha Elizabeth II (Isabel II). "Ao contrário de seus vizinhos (inclusive dos Estados Unidos da América do Norte, e do Canadá), o Brasil tornou-se independente e soberano sob um Imperador. D. Pedro I e seu filho D. Pedro II cumpriram um enorme trabalho histórico de criação e afirmação de um país gigantesco, entregando-o unido, indiviso, falando um mesmo idioma, sem enclaves estrangeiros, com suas fronteiras praticamente definidas, livre da escravidão e aceitando uma transição para a república democrática feita sem derramamento de sangue*. Como imperadores, personificavam um poder do Estado – o Poder Moderador – que dirimia dúvidas e dava a última palavra nos mais graves assuntos nacionais. Seus atos políticos não eram sujeitos a julgamento, pois eram inimputáveis." *A princípio sim... Entretanto, principalmente após a morte de D. Pedro II em 5 de dezembro de 1891, a República massacrou impiedosamente nos seus 10 primeiros anos de consolidação em torno de 200.000 opositores ao novo regime, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual. 
02 • Segundo João Camillo Torres, a razão da existência do Poder Moderador era devido ao fato de que o monarca, pela continuidade dinástica, não fazendo parte de grupos, classes, nem possuindo ligações regionais, não devendo seu poder a partidos, grupos econômicos, não tendo promessas eleitorais a cumprir, não precisando de "pensar no futuro" – o futuro de sua família estará garantido se a paz e a grandeza nacional estiverem preservadas – que não está sujeito à tentação de valer-se de uma rápida passagem pelo seu governo para tirar benefícios e vantagens particulares à custa da nação, deixando o ônus a seus sucessores.
03 • Dentre todas as Ex-Colônias até 1889, o Império do Brasil foi o que mais prosperou ombro a ombro com os EUA, chegando ao status de 4ª potência global. O Brasil do Reinado de Pedro II foi uma nação próspera e internacionalmente respeitada, que detinha a liderança incontestável na América Latina. De 1880 até o Golpe de 1889, a Armada Imperial (Marinha de Guerra) com os navios de guerra mais poderosos do hemisfério ocidental, foi a terceira do planeta, que somada à Marinha Mercante foi a segunda Marinha da terra. O Imperador era amado e venerado pelo povo brasileiro, e respeitado no exterior, tanto pelos seus ideais democráticos liberais e progressistas, quanto por suas ações.
04 • O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a Queda da Democracia da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II. A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) Representativa do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando sem honra ou grandeza pela traição. Com o Golpe Militar de 15 de novembro de 1889, foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam.
05 • O fim do próspero e respeitado Império do Brasil foi decretado em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria, sob a forma de uma quartelada quase sem força política e nenhum apoio popular... É o início do primeiro Estado de Exceção Republicano da História do Brasil, que destituiu o último Imperador Brasileiro. Sem o conhecimento da população, Em 24 horas D. Pedro II com sua família foram expulsos sem o menor respeito do Território Nacional, como se fossem perigosos criminosos, às escondidas na calada da noite em exílio para a Europa, e seus bens foram espoliados. Esta República de Mentira alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, seguiu convertendo nas escolas segundo seus mórbidos interesses sabotando a História... Reduziu o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país... Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Numa tentativa de consertar esta grande lambança, os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram reparar o erro cometido pelo Exército Brasileiro em 1889, devolvendo a Monarquia Parlamentar aos brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
06 • Em 15 de novembro de 1889, Deodoro da Fonseca influenciado por intrigas de alguns republicanos, liderou um punhado de jovens Cadetes junto à tropa local, nada expressiva em relação ao efetivo do Exército e da Armada Imperial (Marinha de Guerra), na Cidade do Rio de Janeiro. À margem da Lei, traiu a Nação Brasileira apunhalando pelas costas o seu Imperador amado pelo povo. Assim! sem honra ou grandeza, Deodoro se promove Presidente da República dos Estados Unidos do Brasil que inventou, inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil. O Golpe de Traição e Lesa-Pátria ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil. Num ato inconstitucional, um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo aliciado Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II amado pelo povo, assumindo o poder no país.
07 • "Na noite de 15 de novembro de 1889, foi constituído o Governo Provisório da República recém-proclamada, tendo como chefe o Marechal Deodoro, com poderes ditatoriais. O Ministério foi composto de republicanos históricos, como Campos Sales, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, e de liberais da Monarquia que aderiram de primeira hora ao novo regime, como Ruy Barbosa, Almirante Eduardo Wandenkolk e o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente do primeiro Estado de Exceção que inventaram. Toda a composição do novo governo republicano, era formada por membros regulares da Maçonaria Brasileira. Deodoro, o primeiro Ditador da História do Brasil, foi o 13º Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, eleito a 19 de dezembro de 1889 e empossado a 24 de março de 1890."
08 • Ainda nesta mesma noite do dia 15, na casa de Deodoro, foi decidido pelo Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889, que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República que inventaram. Porém esse Plebiscito só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a Aura Democrática (considerada a mais liberal do seu tempo) da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas... Obviamente que o povo na ocasião votou naquilo que mais conhecia: na República Presidencialista. 
09 • Em seu Art. 1º, o decreto informa que a proclamação da república inicialmente não foi um ato acabado, mas sim uma medida provisória. No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: "aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo sufrágio popular". Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993
 
10 • Uma das alegações dos republicanos para a derrubada da Monarquia, era o que eles chamavam de custo excessivo da Família Imperial... Mesmo assim! o então recém Ditador Deodoro se remunera com um salário correspondente ao dobro do que esta família recebiaAlém do banimento ocorreu confisco dos bens (particulares) da família imperial. Praticamente todos os bens e pertences dos Orleans e Bragança foram leiloados. (...) Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na República Brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos), inclusive aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência. Esta República também continua sustentando até os Ex-Presidentes depostos e/ou suas viúvas. (...)
11 • Insuflados pelos radicais positivistas, pela maçonaria e apoiados pelos fazendeiros, os militares depuseram o gabinete do Visconde de Ouro Preto e instauraram uma ditadura republicana. O livro analisa as motivações do golpe republicano e traz informações importantes sobre as revoltas e ressentimentos pessoais do líder Benjamin Constant contra o monarca, fator considerado decisivo para a realização da quartelada que ensejou a proclamação a República. Os chamados "ideais republicanos", na verdade, constituiriam um simples pano de fundo para justificar a insurreição que mudou a forma de Governo em 1889. "Na época da Proclamação da República o país passava por grande desenvolvimento. As novidades européias foram rapidamente absorvidas na moda, no transporte, nas comunicações, no turismo. Por exemplo, o navio a vapor fazia grande sucesso e na cosmopolita cidade do Rio de Janeiro falava-se ao lado do português, o francês. Ruas calçadas percorridas por charmosos bondes elétricos faziam parte da paisagem carioca. Indubitavelmente, o país mudava econômica e politicamente, pois novos Estados eram criados, exigindo sofisticada máquina administrativa. Cabo submarino ligava o Brasil à Europa e aos Estados Unidos facilitando as comunicações. A imprensa e o mercado editorial prosperavam. O Brasil, graças às dimensões e ao desenvolvimento, era um Império Tropical".
12 • Imediatamente após o dia 15 de novembro, durante todo o dia 16 de novembro a Família Imperial ficou presa e praticamente incomunicável no Paço da Cidade (o povo neste ínterim, não sabia o que acontecia de fato). Por volta de três horas da tarde, ouviu-se o estrépito de patas de cavalos, era um esquadrão da cavalaria. Liderado pelo Major Frederico Solón, o mesmo que houvera espalhado o boato, na Rua do Ouvidor, de que Dom Pedro II decretara a prisão de Deodoro e Benjamin Constant (o que precipitou o golpe, com a cavalaria na rua). Este subiu as escadas do palácio com uma mensagem para o imperador. Foi introduzido no Salão chamado das Damas, onde se encontrava a Família Imperial. Era o comunicado do Governo Provisório da República, notificando o Imperador de sua destituição, e lhe dando um prazo de 24 horas para deixar o país. Mas os republicanos temiam que o povo, vendo o Imperador e sua família sendo humilhados pelas ruas do Rio se rebelasse. Resolveram então que a Família Imperial deveria embarcar na madrugada de 17 de novembro de 1889, às escondidas, na calada da noite. 
13 • D. Teresa Cristina, a Imperatriz do Brasil, que sempre tivera uma postura digna e reservada diante de assuntos políticos, chorava convulsamente no momento da partida forçada. Afirmaria ao Barão de Jaceguai que a tentava consolar, pedindo-lhe resignação. - “Tenho-a e muito. Mas a resignação não impede as lágrimas. E como deixar de verte-las, ao sair desta minha terra, que nunca mais hei de ver”. A madrugada do embarque para o exílio era chuvosa e o mar estava revolto com graves riscos para as embarcações. Dom Pedro II sofria uma crise aguda do diabetes e embarcou, com dificuldade, amparado por seu médico particular, o Dr. Mota Maia, que com ele seguiu viagem. Foi nesse contexto dramático que a Família Imperial rumou para o exílio. Segundo suas próprias palavras, Isabel deixou a pátria aos soluços, sob as ordens e intimações do tenente-coronel João Nepomuceno Mallet, que mais tarde iria insurgir-se contra o próprio Governo Republicano que ele ajudou a instalar. 
14 • Não faltou quem quisesse reagir, como foi o caso do Almirante Tamandaré, mas Dom Pedro II recusou qualquer reação e pacificamente deixou o território nacional, para entrar na História. O Imperador debilitado por uma crise de diabetes, não teve condições nem tempo de pensar. Preso com a sua família sem que o povo soubesse (detido segundo os republicanos), a Família Imperial brasileira foi banida às escondidas, na calada da noite em menos de 24 horas, e o Brasil inaugurou a República sob forte crise, com fechamento do Congresso, banimentos, censura à imprensa, perseguição de jornalistas, autoritarismos. A inflação disparou e a economia entrou em crise. E assim foi praticamente durante toda a primeira década do primeiro Regime Totalitário Republicano Brasileiro... (...)
15 • A pequena Quadrilha de Conspiradores, logo descartou a Bandeira Imperial, substituindo-a por uma caricatura (Bandeira Provisória) da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte, idealizada por Ruy Barbosa. Simplesmente foram adulteradas as cores das 13 listras horizontais, para correspondentes verdes e amarelas, e a quantidade de estrelas referente aos Estados. Esta réplica republicana da bandeira dos E.U.A. foi hasteada ao Mastro do Navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial banida do solo brasileiro rumo ao exílio. O nome Estados Unidos do Brasil só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar.
16 • "Na manhã do dia 19 de novembro, o Marechal Deodoro recebia em sua casa alguns republicanos, liderados por Lopes Trovão, os quais iam submeter, já como fato consumado, à sua apreciação, o projeto da nova Bandeira do Brasil. Deodoro, porém, desejava manter a antiga Bandeira Imperial, dela retirando apenas a Coroa, e considerou a bandeira que lhe fora apresentada por Lopes Trovão como um arremedo grosseiro da bandeira dos Estados Unidos. Os republicanos insistiram que só restava a Deodoro oficializar a bandeira por eles apresentada, pois a mesma já tremulava em alto mar, no mastro do Alagoas, navio que conduzia o Imperador deportado com sua família ao exílio. Irritado, o Marechal deu um soco na mesa, exclamando: Senhores, mudamos o regime, não a Pátria! Nossa Bandeira é reconhecidamente bela e não vamos mudá-la de maneira nenhuma!". URL da Primeira Bandeira Nacional da República dos Estados Unidos do Brasil (Bandeira Provisória)
17 • Os republicanos ficaram sem resposta e a sua bandeira foi, posteriormente, para o Museu da Marinha, ficando conhecida como a "Bandeira Provisória da República", embora nunca tenha sido oficializada. Diante da decisão inflexível de Deodoro, foram mantidos na bandeira nacional o losango amarelo no retângulo verde, da antiga Bandeira do Império, substituindo-se as Armas da Monarquia, por uma esfera celeste, tendo ao centro o Cruzeiro do Sul, e cortada por uma faixa branca, com o mote Ordem e Progresso. A bandeira foi desenhada por Teixeira Mendes, presidente do Apostolado Positivista do Brasil, com o auxílio de Miguel Lemos e do professor de Astronomia Manuel Pereira Reis. URL da atual Bandeira Nacional da República Brasileira.
18 • As condições humilhantes a que foram submetidos a família imperial brasileira, provam o total despreparo, a incapacidade, e o desrespeito a nação brasileira pelos homens que usurparam o poder e proclamaram a República. A Imperatriz deposta D. Tereza Cristina, foi a primeira vítima do dia 15 de novembro. Durante o processo de expulsão/banimento "O traslado foi difícil. Chovia e o mar esta encrespado. Riscos de escorregões e afogamento não faltaram. O traslado se fez de madrugada. Praticamente pendurados por cabos, oscilando de uma embarcação para a outra, a Imperatriz dava gritos que penalizavam a todos". Durante toda a viagem marítima que conduziu a Família Imperial Brasileira rumo ao exílio, Teresa Cristina esteve em estado de choque, entorpecida pelo tratamento rude que os republicanos dedicaram à dinastia deposta. Ao embaixador da Áustria presente no embarque, perguntou: "Que fizemos para sermos tratados como criminosos?" No desembarque em Portugal retirou-se para um hotel simples na cidade do Porto, onde sentiu-se mal. Um médico chamado às pressas nada pôde fazer.
19 • D. Teresa Cristina, após o banimento (expulsão sumária da Família Imperial em 24 horas do Solo Brasileiro), não resistindo as atribulações das últimas semanas desde o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, logo após a chegada do Vapor Alagoas à Portugal, acabou por falecer no exílio. Nos seus últimos instantes, ainda confidenciou à Baronesa de Japurá: “Maria Isabel, eu não morro de doença. Morro de dor e desgosto". Suas últimas palavras teriam sido: "Brasil, terra abençoada que nunca mais verei". Era 28 de dezembro de 1889. Os jornais europeus comentaram a morte da imperatriz. Le Figaro escreveu em 29 de dezembro de 1889: “A Europa saudará respeitosamente esta Imperatriz morta sem trono, e dir-se-á, falando-se dela: sua morte é o único desgosto que ela causou a seu marido durante quarenta e seis anos de casamento”. No Brasil de 1890 deram-se 13 leilões dos bens da Casa Imperial - objetos, móveis e semoventes. Procederam à avaliação dos móveis, carros, animais e objetos existentes na Quinta da Boa Vista, e os vindos do Paço da Cidade. O Juiz da 2ª vara, Dr. Honório Coimbra nomeou para proceder ao leilão o leiloeiro Joaquim Dias dos Santos. Francisco Marques dos Santos, em seu artigo intitulado O leilão do Paço de São Cristóvão, publicado no Anuário do Museu Imperial, vol. 1, 1940, fala dos absurdos, da desordem, da avaliação arbitrária e venda forçada dos bens da família.
20 • Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: "Majestade, me perdoe, eu não sabia que República era isso", tamanha era a decepção com o estado do país após a proclamação da República. Em 1892 abandona a bancada do Senado, depois de feita a justificativa em discurso. Dias mais tarde lança um manifesto à nação no qual diz a famosa frase: "Com a lei, pela lei e dentro da lei; porque fora da lei não há salvação. Eu ouso dizer que este é o programa da República". Em 23 de abril do mesmo ano sobe as escadarias do Supremo Tribunal Federal, sob ameaça de morte, para defender, como patrono voluntário, o habeas corpus dos desterrados de Cucui.
21 • Em 14 de dezembro do mesmo ano, Ruy Barbosa, então ministro da Fazenda da República dos Estados Unidos do Brasil, mandou queimar os livros de matrícula de escravos existentes nos cartórios das comarcas e registros de posse e movimentação patrimonial envolvendo todos os escravos, o que foi feito ao longo de sua gestão e de seu sucessor. A razão alegada para o gesto teria sido apagar "a mancha" da escravidão do passado nacional. Todavia, especialistas afirmam que Ruy Barbosa quis, com a medida, inviabilizar o cálculo de eventuais indenizações que vinham sendo pleiteadas pelos antigos proprietários de escravos. Apenas onze dias depois da Abolição da Escravatura pelo ainda Regime Monárquico Imperial, um projeto de lei foi encaminhado à Câmara, propondo ressarcir senhores dos prejuízos gerados com a medida.
22 • Certo dia D. Pedro II realizou um longo passeio pelo Rio Sena em carruagem aberta, apesar da temperatura extremamente baixa. Ao retornar para o Hotel Bedford à noite, sentiu-se resfriado. A doença evoluiu nos dias seguintes até tornar-se uma pneumonia. O estado de saúde de Pedro II rapidamente piorou até a sua morte às 00:35 da manhã do dia 5 de dezembro de 1891. Suas últimas palavras foram: "Deus que me conceda esses últimos desejos—paz e prosperidade para o Brasil." Enquanto preparavam seu corpo, um pacote lacrado foi encontrado no quarto com uma mensagem escrita pelo próprio Imperador: "É terra de meu país, desejo que seja posta no meu caixão, se eu morrer fora de minha pátria". O pacote que continha terra de todas as províncias brasileiras foi colocada dentro do caixão.
23 • Os membros do governo republicano brasileiro, "temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador", negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a "repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos". Foram realizadas "missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico".
24 • Os brasileiros se mantiveram apegados a figura do Imperador popular a quem consideravam um herói e continuaram a vê-lo como o Pai do Povo personificado. Esta visão era ainda mais forte entre os brasileiros negros ou de ascendência negra, que acreditavam que a monarquia representava a libertação. O fenômeno de apoio contínuo ao Monarca deposto é largamente devido a uma noção generalizada de que ele foi "um governante sábio, benevolente, austero e honesto" Esta visão positiva de Pedro II, e nostalgia por seu reinado, apenas cresceu a medida que a nação rapidamente caiu sob o efeito de uma série de crises políticas e econômicas que os brasileiros acreditavam terem ocorridas devido a deposição do Imperador. Ele nunca cessou de ser considerado um herói popular, mas gradualmente voltaria a ser um herói oficial.
25 • Surpreendentemente fortes sentimentos de culpa se manifestaram dentre os republicanos, que se tornaram cada vez mais evidentes com a morte do Imperador no exílio. Eles elogiavam Pedro II, que era visto como um modelo de ideais republicanos, e a era imperial, que acreditavam que deveria servir de exemplo a ser seguido pela jovem república. No Brasil, as notícias da morte do Imperador "causaram um sentimento genuíno de remorso entre aqueles que, apesar de não possuirem simpatia pela restauração, reconheciam tanto os méritos quanto as realizações de seu falecido governante."
26 • Exilada, espoliada, com a saúde frágil, extremamente abalada pela morte de dois de seus filhos (Antônio, em 1918, e Luís, em 1920), a Princesa Isabel faleceu em 14 de novembro de 1921. Foi sepultada no cemitério local, de onde seria trasladada em 6 de julho de 1953 para um jazigo no Mausoléu Imperial da Catedral de Petrópolis. Como afirma Nelly Martins Ferreira Candeias: "A Princesa Isabel conviveu com o predomínio agrário do tempo e declínio dos escravagistas marginalizados pelo golpe fatal da Abolição. Enfrentou a ideologia republicana dos adversários, a extinção da monarquia e as tristezas do exílio."
27 • O período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como "Primeira República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito (atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais) e o concluiu em São Paulo. Quase todos eram membros da Maçonaria.
28 • Quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: "Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos "da mesma origem", que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante." — Carlos Lacerda
29 • Os candidatos de oposição à presidência da República também foram maçons: Ruy Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o Ex-Presidente da República (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife.
30 • “(...) De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto... Essa foi a obra da República nos últimos anos. (...)" (Ruy Barbosa). Frase de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que talvez ingenuamente ajudou que se consumasse... Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que haviam substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, a um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias e ameaças recebidas... Exilou-se na Monarquia da Inglaterra. 
31 • Eleito pelo Congresso Nacional (indiretamente), Deodoro iniciou seu mandato sob forte tensão política. Tinha a oposição do Congresso e da população devido à crise econômica que a mudança do regime provocou. Tal ato gerou violenta reação, fazendo com que, entre agosto e novembro de 1891, o Congresso tentasse aprovar a "Lei de Responsabilidades", que reduzia os poderes do presidente. Deodoro contra-atacou a decisão do Congresso e em 3 de novembro de 1891, decretou a dissolução do Congresso, lançando um "Manifesto à Nação" para explicar as razões do seu ato. Enquanto isso, tropas militares cercaram os prédios do legislativo e prenderam líderes oposicionistas e a imprensa do Distrito Federal foi posta sob censura total, decretando, assim, o estado de sítio no país. Este fato entrou para a história como o Golpe de Três de Novembro e foi o último feito de Deodoro em sua carreira política, pois alguns dias depois renunciaria ao mandato de presidente.
32 • A primeira Revolta da Armada (Marinha de Guerra) ocorreu no dia 23 de novembro de 1891, quando o Almirante Custódio de Melo, acionado por Floriano Peixoto, a bordo do Encouraçado Riachuelo, ameaçou bombardear o Rio de Janeiro caso Deodoro não renunciasse. O Marechal Deodoro, então, cedeu às pressões e renunciou ao cargo de Presidente da República, entregando o poder ao Vice-Presidente, Floriano Peixoto.
33 • Os Estados Unidos, nação que os republicanos brasileiros preconizavam como padrão a ser imitado pelo Brasil, retardaram o reconhecimento oficial da República Brasileira até 29 de janeiro de 1890. De acordo com seu então presidente Benjamin Harrison, o reconhecimento foi adiado até que fosse comprovado que o novo governo teria apoio popular (...). O Império Alemão reconheceu o governo republicano brasileiro em 29 de novembro de 1890. A Grã-Bretanha aguardou que se promulgasse a nova Constituição, e só em 4 de maio de 1891 o representante diplomático do Brasil foi recebido pela Rainha Vitória do Reino Unido. Até o fim de 1891, a República Brasileira estava reconhecida por todas as nações civilizadas. Só o Império Russo é que não quis reconhecer o novo regime, senão depois do falecimento de D. Pedro II ocorrido em 5 de dezembro de 1891 (dois anos após ser traído), por ato de 26 de maio de 1892.
34 • Os membros do governo republicano brasileiro, "temerosos da grande repercussão que tivera a morte do Imperador", negaram qualquer manifestação oficial. Contudo, o povo brasileiro não ficou indiferente ao falecimento de Pedro II, pois a "repercussão no Brasil foi também imensa, apesar dos esforços do governo para a abafar. Houve manifestações de pesar em todo o país: comércio fechado, bandeiras a meio pau, toques de finados, tarjas pretas nas roupas, ofícios religiosos". Foram realizadas "missas solenes por todo o país, seguidas de pronunciamentos fúnebres em que se enalteciam D. Pedro II e o Regime Monárquico
35 • "Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.
 
36 • Nos países desenvolvidos de verdade, não existe coisa semelhante. O que se comemora no dia 15 de novembro é o dia da Alta Traição, talvez seja por isso um feriado ao qual o povo brasileiro não dá a mínima importância. Inconscientemente nós sabemos que não há o que comemorar... Quem tem um pingo de dignidade e honra, sabe que é a data da Vergonha Nacional, pois a História do Brasil Republicano fala por si própria, e a realidade republicana que vivemos é a prova viva da tragédia começada naquela infeliz data.
 
37 • Maior prova de que os protagonistas daquele movimento sabiam dos seus atos de traição contra àquele que juraram defender, é a atitude do Marechal Floriano nos movimentos de consolidação do regime, agindo com arbítrio e violência, numa seqüência de prisões e assassinatos de opositores, pois sabia o marechal, que restaurada a Monarquia, seu destino seria a forca, que está destinada aos traidores, então de ferro o marechal não tinha nada, pensava somente em garantir a integridade do seu pescoço.
38 • "Concidadãos, contra a Constituição e contra a integridade da própria Nação, o Chefe do Executivo [Floriano Peixoto] mobilizou o Exército discricionariamente, pô-lo em pé de guerra e despejou-o nos infelizes Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Contra quem? Contra o inimigo do exterior, contra estrangeiros? Não. O Vice-Presidente armou brasileiros contra brasileiros; levantou legiões de supostos patriotas, levando o luto, a desolação e a miséria a todos os ângulos da República (...). Sentinela do Tesouro Nacional como prometera, o chefe do Executivo perjurou, iludiu a Nação, abrindo com mão sacrílega as arcas do erário público a uma política de suborno e corrupção. (...) Viva a Nação Brasileira! Viva a República! Viva a Constituição! - Capital da República, 6 de setembro de 1893. Contra-Almirante Custódio José de Melo" (in: Jornal do Brasil)"
39 • Em 6 de setembro de 1893, um grupo de altos oficiais da Marinha exigiu a imediata convocação dos eleitores para a escolha dos governantes. Entre os revoltosos estavam os almirantes Saldanha da Gama, Eduardo Wandenkolk e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à sucessão de Floriano. Sua adesão refletia o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha em comparação ao do Exército. No movimento encontravam-se também jovens oficiais e muitos monarquistas.
40 • A revolta teve pouco apoio político e popular na Cidade do Rio de Janeiro, onde a partir de 13 de setembro diversas unidades encouraçadas trocaram tiros com a artilharia dos fortes em poder do Exército. Houve sangrenta batalha na Ponta da Armação, em Niterói, área guarnecida por aproximadamente 3.000 governistas, os quais eram compostos entre outros por batalhões da Guarda Nacional. A capital do estado do Rio de Janeiro, então a Cidade de Niterói, foi transferida para a Cidade de Petrópolis em 1894, de onde só retornou em 1903. Sem chance de vitória na Baía da Guanabara, os revoltosos dirigiram-se para sul do país. Alguns efetivos desembarcam na Cidade de Desterro (atual Florianópolis) e tentaram, inutilmente, articular-se com os federalistas gaúchos.
41 • No conflito conhecido como Revolta da Armada, ao final do século XIX, no alvorecer da recém proclamada República Brasileira, o seu segundo Presidente da República, Marechal Floriano Peixoto, apoiado pelo Exército Brasileiro e pelo Partido Republicano Paulista, conteve esse movimento de rebelião surgido na Marinha de Guerra, em março de 1894, e para o qual fez adquirir, às pressas, no exterior, por meio do empresário e banqueiro estadunidense Charles R. Flint, alguns navios de guerra, a chamada "frota de papel".
42 • Essa frota, adquirida nos Estados Unidos, foi também denominada pelos governistas como "Esquadra Flint" e viajou, para o Brasil, do porto de Nova York nos Estados Unidos da América, até a Baía de Guanabara, no Estado do Rio de Janeiro, tripulada por mercenários estadunidenses. De acordo com Joaquim Nabuco, as tropas contratadas para auxiliar o Governo federal eram "a pior escória de filibusteiros americanos". Era uma esquadra improvisada, com embarcações obsoletas e alguns navios de uso comercial transformados em navios de guerra.
43 • A partir daí a República de Mentira dos Estados Unidos do Brasil praticamente desmantelou a imponente Indústria Naval do Império; passando a condição de ridículo país de terceira categoria, mero importador das sucatas dos outros. A dependência tecnológica só se agigantou. As Repúblicas da França e dos Estados Unidos da América do Norte agradeceram. No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado (...) Entretanto jamais levado adiante com o mesmo espírito de Grandeza Imperial. É o início do retrocesso.
44 • O Golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade (talvez tenha sido o Grande erro de D. Pedro II). O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista. 
45 • Não se consegue ver nada de sensato na curiosa sucessão de desastres ocorridos após o Golpe republicano que descaracterizou e mutilou este país, fazendo com que perdesse seu status de nação respeitada, perdesse o seu rumo, a autonomia e a auto-estima, adotando um permanente sentimento de inferioridade perante os outros povos, que numa ridícula postura submissa, suas culturas passou a admirar e imitar... Enquanto suas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, criminosamente foram sabotadas por uma República de Mentira importada, que seguiu convertendo segundo seus mórbidos interesses, reduzindo o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país... Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Esta República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil.
46 • Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.
47 • A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Esse Moralmente Ilegítimo Regime caricaturado das Repúblicas dos outros, principiou na ilegalidade inaugurando o primeiro e mais sanguinário Estado de Exceção da História do Brasil. Ditadura Militar que para se consolidar nos seus 10 primeiros anos de fracassos, massacrou impiedosamente em torno de 200.000 brasileiros, o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.000.000 de pessoas (inclusive mulheres, crianças, anciões e ex-escravos), sendo a maioria monarquistas contrários a arbitrária ilegítima imposição republicana. A França quanto o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas Malfadadas: 1ª República, 2ª República... 6ª República. Nesse Travestido Brasil Republicano, ainda não satisfeitos com a tragédia dos sucessivos fracassos que foram essas Seis Repúblicas que acabaram com o Brasil, Políticos priorizando suas ambições pessoais e coalizões, pretendem continuar insistindo nos mesmos erros, colando os cacos dessa moralmente Ilegítima Fracassada Decadente Republicana, com o lodo das suas lambanças, iludindo os brasileiros que desta vez os resultados finalmente serão diferentes, REFUNDANDO a desgraça que foram estas Seis Repúblicas no Brasil com as suas burrices, uma tal de 7ª República Salvadora da Pátria. 
48 • A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume nesta Forma Republicana Presidencialista de Governo alienígena as nossas raízes históricas. Há uma dívida genocida que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto essa dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenada ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons republicanos sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana aí está para que todos vejam. Não existe saída para o Brasil mantendo-se esta Caricatura de Forma de Governo Republicano. As Crises Constitucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente REPÚBLICA. Fazem menções e comparações entre os Mandos e Desmandos dos Governos... Lembram dos 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários... Ao longo destes últimos 125 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos... Ilusões. Se limitam a discutir apenas os efeitos da desgraça que tem sido esta República, e ninguém, por conveniência ou burrice... Questiona a República em si.
49 • E ainda tem gente que defende a manutenção desse Ilegítimo Modelo Republicano de Governo Brasileiro, iludido com não sei o mais o quê?... Acreditando que simplesmente basta colar os cacos com o lodo do fundo do fosso dessa fossa moral republicana pela 12ª vez, nestes tortuosos angustiantes meandros de retrocessos e fracassos, que já perdura por quase o dobro do nosso Período Imperial... Insistindo em investir nos mesmos erros históricos à partir da lambança desastrosa e criminosa de 15 de novembro de 1889, acreditando que reinventar uma nova República adubada com o esterco da 1ª Ditadura da História do Brasil, germinada com o sangue das execuções sumárias... Sem reconhecer oficialmente seus crimes a partir de 1889; sem discutir a legitimidade do Golpe em si, e do genocídio que se seguiu nos seus primeiros 7 anos de violenta repressão de “consolidação” republicana... E mesmo assim, alheio a todas estas mazelas republicanas, supõe que é o melhor caminho ou a solução. Ou por alguma outra razão estranha, ainda defende alguma tese admitindo uma suposta esperança de se obter desta vez resultados diferentes...
50 • Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado como pretendiam ou pretendem... Nem a abusiva arrecadação de impostos tem sido suficiente para manter a Farra Republicana. Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o IMPÉRIO DO BRASIL que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de NAÇÃO DE TERCEIRA CATEGORIA pertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído da República Federativa do Brasil. Isso à eles não interessa. Até parece, que por alguma razão estranha estes Senhores nas suas fúteis particulares utopias republicanas acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração da primeira DITADURA BRASILEIRA.

NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO.
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.

Emanuel Nunes Silva
Os militares antes do Golpe 31 março de 1964, tentaram devolver a Monarquia Parlamentarista para os brasileiros - Aos 05:30 do vídeo:
Para reverter a farra da Ciranda de Inconstitucionalidades, só restaurando a nossa Monarquia Parlamentar Imperial.
Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas Repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.
(...) "À medida em que o povo foi tomando conhecimento do acontecido, movimentos pela volta da Família Imperial começaram a eclodir por todo o Brasil. O governo republicano os destroçou com punho de ferro. (...)"
- IV -
Divergências entre republicanos:
Não é ensinado nas escolas, mas existiu um plano dos republicanos radicais para assassinar todos os membros da Família Imperial Brasileira. Execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano. 
"Uma dessas correntes republicanas, formada de 'Jacobinos', eram admiradores da Revolução Francesa. Eles defendiam A deposição de D. Pedro II por meio de revolta popular; e a execução da Família Imperial, se necessário. O líder dos 'Jacobinos' era o Advogado Antônio da Silva Jardim, conhecido pelo radicalismo de suas posições. Deposto o Imperador pela força que viria das ruas... À Família Imperial seriam dadas duas opções: a primeira, o exílio, na Europa de preferência; a segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais (da República propriamente dita) – Silva Jardim gostava de lembrar que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XIV e a Rainha Maria Antonieta, atitude que também deveria guiar os brasileiros.". Entre parênteses anotação minha. 
Concluo: 
Para quem achou a fantástica idéia do Advogado Antônio da Silva Jardim um absurdo, estas suas elucubrações macabras tornaram-se realidade em 1918, quando os Golpistas Comunistas Republicanos executaram sumariamente a Família Imperial Russa. Mesmo que a Monarquia do Império Russo nunca tenha sido tão democrática e liberal quanto a Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil... Não se justificou tamanha atrocidade. Inclusive a russa era considerada uma Monarquia Absolutista até o Golpe de Estado Comunista de 1917, quando foi inaugurada a primeira Ditadura da História da Rússia, que além de assassinar a Família Imperial, calcula-se que, de 1917 a 1953, ano da morte de Stalin, os expurgos, a fome, as deportações em massa, o trabalho forçado no Gulag e os fuzilamentos mataram algo em torno de 20 milhões de pessoas na antiga URSS... Já aqui no Brasil, quando os republicanos para consolidar a Ditadura que inventaram em 1889, assassinaram nos 7 primeiros anos de fracasso 150.000 de brasileiros; inclusive mulheres crianças e anciãos (três vezes mais mortes entre militares e civis brasileiros que na Guerra do Paraguai). O que equivaleria em 2013, a 1.700.000 de mortes.
Na noite de 6 de fevereiro de 1888: "(...) — Execução? Sim, execução! – afirmou Silva naquela noite, o olhar fixo na platéia — matar sim, sim, se tanto for preciso; matar! (...)" [Advogado, Positivista e Maçom: Antônio da Silva Jardim] 

(...) O orador acabara de chegar de Santos, onde morava, e trazia uma mensagem radical a platéia ali reunida: a execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano. Na opinião de Silva Jardim, os republicanos deveriam aproveitar o ano seguinte, primeiro centenário da Revolução Francesa, para instalar o novo regime. À Família Imperial seriam dadas duas opções. A primeira, o exílio, na Europa de preferência. A segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais. Lembrava que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XVI e a Rainha Maria Antonieta, entre outros nobres franceses. A atitude segundo ele, deveria guiar os brasileiros nas difíceis decisões a serem tomadas nos meses seguintes.
— Execução? Sim, execução! — afirmou Silva naquela noite, o olhar fixo na platéia — matar sim, sim, se tanto for preciso; matar!
Estes conspiradores republicanos brasileiros podem ser equiparados aos remanescentes da Revolução Francesa, pelos "republicanos" comunistas que assassinaram a Família Imperial Russa em 1918, após o Golpe de 1917; ou poderiam igualitariamente serem comparados aos heróis sanguinários de papel (como Che e Fidel, por ex.) destes últimos DesGovernos desta Decadente República Brasileira que inventaram. Não assassinaram fisicamente a nossa querida Família Imperial, entretanto a Imperatriz chegou à Europa praticamente morta, vindo a falecer poucos dias depois, e o Imperador dois anos após, triste e com saudades do Brasil que tanto amava.
Aos 30 anos de idade este republicano Silva Jardim, visitou Pompéia, na Itália, e, curioso por conhecer o Vulcão Vesúvio, mesmo tendo sido avisado de que ele poderia entrar em erupção a qualquer momento, foi tragado (literalmente para os Abismos das Trevas) por uma fenda que se abriu na cratera da montanha - não se sabendo se foi um acidente ou um ato voluntário.
De acordo com reportagem do jornal "A Pátria Mineira", de 30 de julho de 1891, da Cidade de São João del Rei, acessível por meio do sítio do Arquivo Público Mineiro, a morte de Silva Jardim teria sido um acidente, testemunhado por um guia e seu amigo Joaquim Carneiro de Mendonça. Segundo o relato, o jornalista teria sido engolido por uma fenda junto ao Vesúvio, do que se salvou, ferindo-se, Carneiro de Mendonça, que fora auxiliado pelo guia local. O jornal menciona a fonte das informações como a "Carta Parisiense", de Xavier de Carvalho, dirigida ao "Paiz".
A Viúva Adelaide

(...) Há uma versão um tanto idealizada da chamada “proclamação” da República (que nunca ocorreu). Esta versão, embora fantasiosa, tem sido incentivada pela propaganda oficial. Abaixo, a descrição correta de uma das mais negras páginas de nossa História.

A verdadeira causa da pseudo proclamação da república chama-se Adelaide… Deodoro estava no Comando Militar do Rio Grande do Sul. O influente político Silveira Martins ocupava a Presidência da Província. Ambos disputavam os encantos e favores de uma viúva, cujo nome era Adelaide. Parece que ela preferia o Silveira Martins, deixando Deodoro em segundo plano. Por conseqüência, tornaram-se inimigos ferrenhos… Daí, anos mais tarde, a conduta tresloucada do Marechal que não proclamou a República… De fato, as chamadas “causas” da proclamação (que nunca ocorreu) desta República (que não é, e nunca foi) não passam de eventos maquiados pela propaganda golpista (que não menciona a Viúva Adelaide). São poucos, muito poucos, os que já ouviram falar na Viúva Adelaide. É natural. A historiografia oficial, por motivos óbvios, faz o possível para que seja esquecida.

Portanto, a chamada Proclamação da República no Brasil é uma fábula. Nunca aconteceu. Contudo, resta a pergunta: Se não houve uma proclamação, como foi implantada a República no País? Após ter gritado “Viva o Imperador”, (que a propaganda oficial mudou para “Viva a República), Deodoro voltou para casa. Volta ao leito e, na cama, recebeu a visita de alguns militares republicanos. Tentaram fazer com que Deodoro assinasse o documento que viria a ser o decreto Nº 1 da república. O velho militar se recusou: havia jurado fidelidade ao Imperador.

Deodoro não era republicano. Havia mesmo escrito, poucos dias antes, a um de seus sobrinhos, o General Clodoaldo que: “República no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa”. De má fé, os militares golpistas disseram ao Marechal que o Visconde de Ouro Preto seria substituído por Silveira Martins. Sabiam da inimizade entre os dois. Deodoro não havia perdoado seu antigo rival na disputa pelos favores da Viúva Adelaide.
Tresloucado, como sempre ficava quando se lembrava de sua antiga paixão, Deodoro disse textualmente: “Deixe-me assinar esta porcaria”. A “porcaria” era o primeiro decreto do “governo provisório” documento este que efetivamente implantou o regime republicano no Brasil. (...)
O Escritor e Pesquisador Laurentino Gomes tenta explicar em:
- VI -
Por meio da intriga e da mentira aliciaram um Militar velho e doente, induzindo-o a cometer um ato de traição. 

Em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca sem saber bem o que fazia, brava em alto e bom som perante os figurantes (tropa) do cenário montado pelos Traidores da Pátria:
Viva o Imperador!”. Algum tempo mais tarde, após o Crime de Traição e Lesa-Pátria Deodoro dizia: “Isto foi um mal; a Nação ficou atônita e as opiniões divergentes não se puderam pronunciar. Ainda a de haver revoluções, e o sangue que não correu a quinze de novembro ainda há de correr”. E nunca correu tanto sangue em toda a História do Brasil, com a tentativa insana de se justificar o injustificável Crime de Traição e Lesa Pátria, do Golpe de Estado (Militar). Nos 7 primeiros anos de fracassos republicanos foram assassinados 150.000 brasileiros, só porque incomodavam o novo regime que o povo não havia pedido. Três vezes mais do que os 50.000 brasileiros mortos nos 7 anos da Guerra do Paraguai.
“Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em DIA de GOLPE de ESTADO.”
Foi assim! Sem honra ou grandeza que a grande lambança da 1ª Ditadura Militar dos Estados Unidos do Brasil principiou. Executando nos seus primeiros 2.500 dias o equivalente em 2013 a 1.700.000 brasileiros. Uma média de 680 por dia. Hoje por diversas razões, muitas delas obscuras, indivíduos ingênuos & iludidos por ideologias estranhas às nossas Raízes, zumbizados pela doutrinação comunista positivista nas escolas; lobotomizados desde tenra idade; outros com seus interesses obscuros ou suas conveniências pessoais; consideram mais extraordinário e relevante os 300 ou 400 mortos dos 20 anos da última Ditadura Militar, a maioria deles Terroristas e Guerrilheiros mortos em combate, do que o genocídio dos 150.000 brasileiros causado pela violenta repressão do primeiro Governo Ditatorial Republicano, no seu curto período inicial de 7 anos a partir de 1889, quando a população brasileira era 11 vezes menor que a de 2012.
A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume nesta Forma Republicana de Governo. Há uma dívida genocida histórica que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto esta dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenado ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana está aí para que todos vejam. 
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“Por ora, a cor do governo é puramente militar e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só porque a colaboração do elemento civil foi quase nula. O povo assistiu àquilo tudo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada!”
— Aristides Lobo
Na reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um referendo popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República. Porém esse plebiscito só ocorreu 104 anos depois, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a aura democrática da Monarquia Parlamentar Constitucional do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas... Obviamente que o povo votou naquilo que conhecia: na República Presidencialista. 
Comentários/observações sobre o Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889

Transcrevo:
Em seu Art. 1º, o decreto nos informa que a proclamação da república não foi um ato acabado, inicialmente, mas sim uma medida provisória.

No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo.
Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: "aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo suffragio popular."

Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993
    "O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século manteve íntegro, tranqüilo e unido território colossal. O Império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O Império aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum. Quais as faltas ou crimes de D. Pedro II, (...)? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio (...)? A República Brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniqüidade  A República se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!" 
Visconde de Ouro Preto 
- VII -
Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil!...

(...) “Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil, sua história mostra uma forma de governo que não consegue fugir de suas origens escabrosas. Nasceu de uma sedição militar (1889). Implantou um regime onde a regra era, como ainda é, a corrupção, a degradação dos costumes e o terror.” 
"Aliás, não lhe escasseiam na crônica fastos lastimosos e pudendos. Atravessamos, em 1894, a ditadura plena: o governo da espionagem, do cárcere e do fuzil, com o lar doméstico entregue às buscas policiais, o erário ao saque dos cortesãos, o crédito público às emissões clandestinas, a vida humana ao espingardeamento, a educação de nossos filhos ao espetáculo de todos os crimes, ao comércio de todas as corrupções. No começo, foi para vencer. Em seguida, para exterminar os vencidos. De 13 de março a 30 de julho as ilhas da nossa baía presenciaram a execução de centenas e centenas de homens, marinheiros da nossa esquadra, que os chora, confiados pelos seus capitães, na hora da rendição, à santidade das leis da guerra e imolados pela vitória truculenta ao apetite dos seus instintos. 

Durante esse período lutuoso o país inteiro, assombrado, assistira a tragédias como as do Paraná, onde o caminho de ferro conduzia aos espigões das serranias as vítimas do rancor homicida, para as sepultar nos despenhadeiros, fuzilando-as na queda. Tivemos, em março de 1897, a demagogia acompadrada com a autoridade, no Rio de Janeiro, destruindo prelos, armando queimadoiros nas praças, organizando a morte, executando as suas sentenças capitais à cara do governo, na sua capital. Viu-se, pouco mais tarde, nos sertões da Bahia, sobre os restos do fanatismo aniquilado, a liquidação pela degola, pelo petróleo, pela trucidação de mulheres e crianças. Nos sertões de S. Paulo a lei de Lynch, alistada ao serviço dos partidos, consumou impunemente, com a notória proteção dos interesses dominantes, uma das mais horrendas cenas de sangue registradas nos anais da nossa ferocidade."
(Ruy Barbosa: em A Imprensa: março de 1900)

“A historiografia oficial não relata a presença, em nossas águas, de navios da Marinha dos Estados Unidos da América que, com tiro de peça, atingiram um dos navios do dissidente Almirante Saldanha (1893). Atingiram também a nossa soberania. E tudo a pedido do traidor Floriano Peixoto, então Presidente da República. (Nos bons tempos do Império do Brasil, eram os nossos navios que iam impor a ordem onde se fizesse necessário.) (...)”

- VIII -
“Unânime Aclamação dos Povos”
- Introdução -
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31 de março de 1964
• Pouco antes da Intervenção Militar de 1964, um grupo de militares de alto escalão – supostamente, a mando do Marechal e futuro Presidente Castelo Branco (1897-1967) – foi até a Fazenda Santa Maria, no interior do Paraná, onde vivia, com sua esposa e doze filhos, o Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), na época, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para oferecer ao Príncipe a oportunidade de se tornar Imperador, por meio de um Golpe de Estado.

• O exemplo do Príncipe foi e é seguido por todos os membros da Família Imperial, assim também como por todos chefes da Casa Imperial do Brasil, de D. Isabel (1891-1921) à D. Luiz Gastão (1981-hoje).

• Em manifesto escrito em 1913, o Príncipe D. Luiz Maria (1878-1920), herdeiro da Princesa Isabel (1846-1921), disse: "Nunca, nem meu venerado avô [Dom Pedro II], nem minha mãe [Dona Isabel], pensamos em deter a coroa contra a vontade da Nação, sempre lhes repugnou a ideia sequer da guerra civil, por mais nobre e desinteressantes que fossem os seus motivos."

• D. Luiz Gastão, atual Chefe da Casa Imperial desde 1981, repete o exemplo: "Uma verdadeira Monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente, da aspiração de conjunto da Nação [...] Quando esse anseio se tornar majoritário, a Monarquia, acabada expressão política da Civilização Cristã, poderá ser restabelecida no Brasil, de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista".

2ª Postagem do Artigo:
A GRANDEZA DE UM VERDADEIRO IMPERADOR
• Há exatos cinquenta anos, ocorria a Intervenção Militar, quando a Forças Armadas, temendo a ameaça de uma sanguinária ditadura comunista, causada pelo inapto e mal-intencionado Presidente João Goulart (1919-1976), removeram o Presidente do poder, dando início ao Governo Militar, que duraria até o ano de 1985.

• O que poucos sabem é que, pouco antes da Intervenção, um grupo de militares de alto escalão – supostamente, a mando do Marechal e futuro Presidente Castello Branco (1897-1967) – foi até a Fazenda Santa Maria, no interior do Paraná, onde viva, com sua esposa e doze filhos, o Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), na época, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para oferecer ao Príncipe a oportunidade de se tornar Imperador, por meio de um golpe de estado.
• Sem hesitar, e demonstrando tremenda grandeza moral, o Príncipe Dom Pedro Henrique respondeu: “Não utilizarei de artimanhas republicanas para retornar ao poder. A Monarquia só volta pela vontade popular, pois, só assim, será legítima.”

• Assim, o Príncipe evidenciou o quanto a Monarquia está intrinsecamente ligada à democracia. A Constituição de 1824 já dizia que o Imperador do Brasil reina “Por Graça de Deus e Unânime Aclamação dos Povos”.

• Mesmo sem ter ascendido ao Trono, o Príncipe Dom Pedro Henrique não deixou seu povo – seus filhos – desamparado. Em 1965, Sua Alteza Imperial e Real se mudou, com toda a sua família, para a cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro, com a intenção de permanecer mais próximo dos grandes centros urbanos, onde poderia auxiliar os brasileiros, ao longo dos anos turbulentos do Governo Militar.

• Até o fim de sua vida, o Príncipe Dom Pedro Henrique lutou por um Brasil melhor. Sua Alteza Imperial e Real não viveu o suficiente para ver a redemocratização. O Príncipe faleceu em Vassouras, no dia 5 de julho de 1981, deixando, em seu testamento, nada mais do que um grande exemplo:

• “Meus filhos, as circunstâncias não me permitem que lhes deixe uma fortuna material considerável. Mas três coisas faço questão em lhes deixar: em primeiro lugar, a Fé Católica Apostólica Romana herdada dos nossos maiores; em segundo lugar, uma boa educação; e em terceiro lugar, a consciência da missão histórica da nossa Família.”

• Com suas ações, o Príncipe Dom Pedro Henrique demonstrou toda a grandeza de seu caráter, além de ter evidenciado o quão bem preparado estava para ser Imperador, e o quão superiores a Monarquia e seus Imperadores são à República e seus Presidentes, pois, do estúpido Marechal Deodoro da Fonseca à terrorista Dilma Rousseff, passando pelo genocida Marechal Floriano Peixoto e pelo bandido Lula da Silva, pelo fascista Getúlio Vargas e pelo ladrão Fernando Collor de Mello, nenhum dos Presidentes do Brasil, ao longo destes quase cento e vinte cinco anos de desastrosa República, teria deixado – ou deixou! – passar a oportunidade de dar um golpe.

Os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram devolver a Monarquia aos brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
 
• Para àqueles que acham que o Príncipe Dom Pedro Henrique deveria ter aceitado colaborar com um golpe de estado, deixamos três citações, de três de seus doze filhos:

• “Uma verdadeira Monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente, da aspiração de conjunto da Nação. Aspirações dessas ocorrem na vida dos povos em diferentes circunstâncias, o mais das vezes, pela irremediável falência de uma situação anterior. No Brasil de hoje, há um profundo descontentamento, patenteado aqui nas recentes e surpreendentes manifestações de rua, um grande anseio por algo diferente, algo melhor, algo que já existiu e que perdemos... Quando esse anseio se tornar majoritário, a Monarquia — acabada expressão política da Civilização Cristã — poderá ser restabelecida no Brasil, de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista.”
 (Sua Alteza Imperial e Real Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil.)

• “Será que, se papai aceitasse o golpe, não ficaria com uma dívida com os militares? Algo parecido com os financiadores de campanha na República?”
 (Sua Alteza Imperial e Real Príncipe Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil.)

• “A única maneira de o Imperador assumir o Trono é a Aclamação dos Povos.”
 (Sua Alteza Real Príncipe Dom Antonio do Brasil.)

• Com suas sábias palavras, os três Príncipes, que seguem um ao outro na Linha de Sucessão ao Trono Imperial Brasileiro, mostram o quão bem preparados foram, por seu pai, para servirem ao Brasil e ao povo brasileiro.
 
• Apenas a Restauração da Monarquia poderá garantir a democracia e a prosperidade no Brasil, pois o Imperador permanecerá acima das querelas partidárias e das paixões ideológicas, guiando todos os brasileiros na construção de um País que liderará o Concerto das Nações e brilhará em meio à Cristandade. — com Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Marechal Humberto Castelo Branco, Marechal Artur da Costa e Silva, General Emílio Garrastazu Médici, General Ernesto Beckmann Geisel e General João Baptista de Oliveira Figueiredo em Vassouras.
 
Quando o assunto é o Império do Brasil, existe um certo bloqueio que leva a maioria das pessoas a negligenciarem a cronologia do tempo na história. Não podemos fazer uma análise critica racional de um período em que andávamos de carroça, comparando-o igualitariamente com a atualidade, desrespeitando a escala do tempo, desprezando as devidas características de cada época. É leviandade criticar o Império do Brasil isoladamente sem compará-lo no mesmo contexto do mundo da época, ao universo das demais nações, no mesmo período que é feito a avaliação da sua História.

- IX -
SE UTILIZAR LEGITIMAMENTE HOJE DE UMA INTERVENÇÃO MILITAR PREVISTA NA CONSTITUIÇÃO, SEM DERRUBAR A PRINCIPAL CAUSA DA DESGRAÇA NACIONAL, É SE LIMITAR NOVAMENTE A UM GRANDE NADA. NÃO PASSA DE UMA EMERGÊNCIA DO PRESENTE, PORÉM UM INVESTIMENTO PRECISO NUM NOVO FRACASSO.
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Quanto ao Impeachment de um Presidente nesse Estado Desconjuntoral de Coisas Aparelhadas já Institucionalizadas & Constitucionalizadas, apenas contribui para o prejuízo de todos, em função do prolongamento da agonia dessa Decadente República de Mentira, redirecionando mais uma vez o Brasil a um novo Nada Absoluto. Derrubar a Fracassada Forma Republicana de Governo é a Solução Definitiva contra os Corrosivos Políticos que não passam de Predadoras Hienas, juntamente com seus Partidos. Essa Desgraça Nacional Republicana é Responsabilidade do Exército dito de Caxias, e cabe a esse Exército o dever e a obrigação em desfazer seu malfeito sem que ninguém o autorize para que o faça... Devolvendo o Brasil para os brasileiros. Ninguém o autorizou quando inventou à revelia a Defunta República dos Estados Unidos do Brasil em 15 de novembro de 1889. Então que conserte a sua lambança.
Na época da Independência, as Cortes Revolucionárias de Lisboa, enviaram ao então Príncipe Dom Pedro um ultimato de seu regresso a Portugal, no entanto os Brasileiros lutaram até o último instante pela permanência do Príncipe, que culminou no Dia do Fico. Em sua coroação a 1 de Dezembro de 1822, recebe o título de “Defensor Perpétuo”. Mas em sua aclamação recebeu o título “Unânime Acclamação dos Povos”.
A imagem se refere a Direita e a Esquerda Republicanas do Brasil.
Interessante é que os Inocentes Analfabetos Funcionais, Políticos e afins republicano: Direitistas, Esquerdistas, Centristas de qualquer coisa... Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o Império do Brasil que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de nação de terceira categoria pertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo da imundice do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído Central da República Federativa do Brasil. Até parece que por alguma razão estranha, estes Senhores nas suas fúteis utopias republicanas, acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil. 
Os Regimes de Exceção: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 15 de novembro de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como o primeiro regime ditatorial militar da História do Brasil. Tragédia que interrompeu o nosso destino de grandeza, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro...
Não se prostitua nessa promiscuidade política partidária republicana brasileira. Pare de defender ou idolatrar partidos e políticos. Políticos não passam de Funcionários Públicos muito bem pagos com as mais altas taxas tributárias do planeta, para servirem ao país e os anseios do povo. Quem paga seus altos salários é você, eles são teus empregados... Só que eles não querem que você saiba disso.
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Brasil República & Desgraça Nacional

A Tragédia Nacional da Inútil Fracassada República de Mentira da Seita Positivista que Acabou com o Brasil 

Os Regimes de Exceção: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 15 de novembro de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como o primeiro regime ditatorial militar da História do Brasil. Tragédia que interrompeu nosso destino de grandeza, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro...

Em 7 de setembro de 1822 o Brasil se emancipa, culminando em seguida na Fundação do Império do Brasil Independente e Soberano. Constitui um Governo pela Forma Monárquica Parlamentar Constitucional Representativa, considerada a mais liberal e democrática entre o universo das nações em seu tempo. No Segundo Reinado, a Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do Planeta. Com status de 3ª Economia e Potência Global, ladeava com Inglaterra, França e Estados Unidos, como uma das nações mais respeitadas. O Destino de grandeza do Brasil foi interrompido em 15 de novembro de 1889, por um Crime de Alta Traição cometido por alguns membros da Seita Positivista.
Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, que depôs Dom Pedro II, o Brasil deixa de ser um Império seis dias após o baile da Ilha Fiscal na Capital do Império, ocorrido no sábado de 9 novembro de 1889, em homenagem aos oficiais do navio chileno "Almirante Cochrane". À partir do ato simbólico da Proclamação da República do Brasil pelo Marechal Deodoro da Fonseca, formalizado em 15 de novembro de 1889, um novo regime é estabelecido e, assim, surge o período da história brasileira denominado Brasil República que perdura até os dias de hoje. Após a formação da república, o Brasil teve vários nomes posteriores, conforme as alterações no governo, incluindo "Estados Unidos do Brasil".

Com relação a fundamentação filosófica dos grupos militares e latifundiários (ruralistas), a filosofia de Augusto Comte, o Positivismo teve papel marcante e relevante, inclusive com a participação da Igreja Positivista do Brasil, fundada no dia 11 de maio de 1881 por Miguel de Lemos. De acordo com Valentim: "A Constituição Republicana, orquestrada no contexto da Proclamação da República, sinaliza à compreensão de como o ideário do Positivismo criado na França por Augusto Conte, enquanto corrente de pensamento norteadora, juntamente com a Constituição dos Estados Unidos, influenciaram no texto constitucional brasileiro promulgado em 1891."

"República Federativa do Brasil" é o nome oficial atual do Brasil, uma democracia (ainda considerada Imperfeita pelo Índice de Democracia avaliados pelos órgãos especializados internacionais) presidencialista, reestruturada em 1986 com o fim do último Regime Militar Ditatorial inserido e formalizado em 1 de abril de 1964 pelo Exército Brasileiro.
Em 7 de setembro de 1822 o Brasil se emancipa, culminando em seguida na Fundação do Império do Brasil Independente e Soberano. Constitui um Governo pela Forma Monárquica Parlamentar Constitucional Representativa, considerada a mais liberal e democrática entre o universo das nações em seu tempo. No Segundo Reinado, a Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do Planeta. Com status de 3ª Economia e Potência Global, ladeava com Inglaterra, França e Estados Unidos, como uma das nações mais respeitadas. O Destino de grandeza do Brasil foi interrompido em 15 de novembro de 1889, por um Crime de Alta Traição cometido por alguns membros da Seita Positivista.
A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando pelo Golpe de Estado (Militar), fundando o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil.

O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a queda da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II, para fundarem arbitrariamente a República dos Estados Unidos do Brasil.
O Golpe ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II, assumindo o poder no país. Foi instituído naquele mesmo dia 15 um governo provisório republicano. 

Faziam parte desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e Chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de MagalhãesQuintino BocaiuvaRuy BarbosaCampos SalesAristides LoboDemétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria Brasileira; todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo Professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe.
A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana Brasileira. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua fracassada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas desastrosas consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
As Crises Institucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente República, de fracasso em fracasso já somam: 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários... Ao longo destes últimos 124 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos... Ilusões. Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado. Quando vão descobrir que o problema está nessa moralmente ilegal República de Mentira?

● Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 125 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

● 12 Estados de Sítios,
● 17 Atos Institucionais,
● 6 Dissoluções do Congresso,
● 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
● 2 Renuncias Presidenciais,
● 3 Presidentes Impedidos,
● 4 Presidentes Depostos,
● 6 Constituições Diferentes,
● 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários...

● Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

● - República Velha - 1ª República (1890
1930): Ditadura
● - República da Espada (1894): Ditadura
● - República do Café-com-Leite
● - Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● - Era Vargas - (19301945): Ditadura - Regime Totalitário & Autoritário
● - Quarta República (19461964)
● - Governo Provisório (Brasil)
● - Governo Constitucionalista
● - Estado Novo
● - Último Regime Militar - 5ª República (1964–1985): Ditadura - Castelo BrancoCosta e SilvaMédiciGeisel e Figueiredo.

● Constituições do Brasil Independente:
● Constituição de 1824 - 1ª Constituição do Estado Brasileiro Independente e Soberano. Funcionou durante todo o período Monárquico Parlamentar Constitucional Representativo no Império do Brasil (18241889).
● Constituição de 1891 - 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 - 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 - 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 - 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 - 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 - 6ª Constituição da República
Máxima Monárquica:
"O Monarca pensa nas próximas Gerações... O Presidente pensa nas próximas Eleições."

- XI -
Absurdo Cinismo Republicano
A • Cinismo absoluto é ver o Presidente da República ironicamente comemorando o 7 de Setembro junto com o seu Exército, na data que representa a Fundação do Independente e Soberano Império do Brasil, que meia dúzia de conspiradores republicanos, sem honra ou grandeza, se utilizando de métodos obscuros e do próprio Exército como ferramenta de execução do trabalho sujo, derrubaram com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria em 1889. “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.”
B • Se os Senhores republicanos essencialmente os da Classe Política são pessoas íntegras e consideram o 7 de Setembro tão importante!... Admitam logo a Lambança de 15 de novembro de 1889, data brasileira da infâmia, e desproclamem para o bem da nação, esta farsa de República fracassada inventada antidemocraticamente, na ilegalidade, sem uma consulta ou participação popular, principiada às avessas dos próprios “ideais republicanos”, esbravejados aos quatro ventos pelos traidores da pátria, e que só tem servido para desgraçar a nação.
C • Qualquer pessoa de bom senso que conheça um pouco de História do Brasil percebe o disparate que foi a imposição arbitrária do Sistema de Governo Presidencialista Totalitarista Republicano no Brasil (Regime Ditatorial onde foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil). Se o feriado de 15 de Novembro deixar realmente de existir, será finalmente o reconhecimento pela República (de mentira) da sua própria ilegitimidade. Difícil é acreditar que reconhecerão este fato abolindo esta data fatídica da lista dos feriados nacionais. Cesar Nero disse: "Totalmente coerente o projeto que acaba com o feriado de 15 de novembro, já que é a data de um Golpe Militar, o de 1889. Manter essa data como feriado abre um precedente para que qualquer pessoa proponha que 31 de março também seja feriado, já que é a data do Golpe Militar de 1964"*Existe controvérsias quanto à caracterização de Golpe ou Intervenção Militar Institucional, no processo que desencadeou a tomada do poder pelos militares em 1964. 
D • Ao contrário do 15 de novembro de 1889, antes de 31 de março de 1964, milhões foram às ruas para exigir uma atitude das FFAA contra a comunização do Brasil. Ao menos na sua fase inicial a intervenção legitimada pelo povo tinha caráter provisório, e por isso ainda não se configurava como um Regime Ditatorial Militar. Considerada posteriormente por muitos uma "Ditadura Necessária", para combater os Ataques Terroristas, Luta Armada (Guerrilha), que se intensificaram, contribuindo para que o Regime Militar se prolongasse por 20 anos. Independentemente do que acreditam sobre este período, o que ocorreu em 1964, foi apenas um Contra-Golpe executado especialmente pelo Exército, em mais um dos lamentáveis episódios da República Golpista, inventada por ele mesmo em 1889. Existe um abismo quanto ao mesuramento em termos de importância dos desastres (prejuízos) para a nação, entre estes dois golpes, e os demais que sucederam a inauguração do primeiro Estado de Exceção Republicano Brasileiro; todos em função da lambança feita pelos traidores da pátria republicanos em 1889. Cenário fértil, propício para as facções republicanas, cada qual com suas ideologias, digladiarem-se entre si, em detrimento do desenvolvimento da nação... A República não cumpriu à que veio... Fracassou.
Ohanes Kabderian
E • Ohanes Kabderian aos 6:28 do Vídeo - 2ª Parte: O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (...)
F • Aos 7:40 do Vídeo - 2ª Parte: Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (...) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (...). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (...) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil...   
G • Aos 8:40 do Vídeo - 2ª Parte: Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres... Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª parte
Economista Ohanes Kabderian
H • Aos 4:48 do Vídeo - Última Parte: Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos... O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (...). A falta de conhecimento do povo infelizmente... Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país... Isso é uma subtração de conhecimento. (...) 
I • Aos 7:05 do Vídeo - Última ParteQueremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (...) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (...) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu... O que nos foi tomado. 
Ohanes Kabderian – Monarquia II – última parte 
"Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil."
“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente nas próximas eleições”

- XII -
COMUNISMO & NAZISMO
(...) O comunismo procurou uma fundamentação teórica nas teorias do estado dos sofistas gregos e na obra "República" de Platão. No entanto, o comunismo encontrou bem cedo críticos severos, como Aristóteles. O comunitarismo cristão da Igreja Primitiva (descrita no livro de Atos dos Apóstolos da Bíblia), é por vezes comparada como uma forma de comunismo, por apresentar alguns dos mesmos princípios, como o desinteresse pelos bens materiais e um amor generalizado pelo próximo. (...) Entretanto parece que os Comunistas Contemporâneos procuram, procuram... E ainda não se encontraram em lugar algum.
 "Duma decidiu que é hora de "deleninizatsii" (desleninezar = desinfetar) cidades e vilas russas. A idéia foi apoiada pelo partido Rússia Unida.
O Vice-Presidente de Estado do Comitê do Duma, sob as sugestões de Alexander Kurdiumov (LDPR) tomou a iniciativa de mover os monumentos ao líder da revolução mundial Vladimir Lenin das cidades russas."
"- As autoridades locais serão capazes de realizar um referendo ou uma pesquisa de opinião entre todos os moradores das localidades, para descobrir qual é o melhor destino a ser dado para as estátuas. Se necessário, encontrar um local adequado e movê-las, e se não, então desmontar e enviar para o museu ou vender para colecionadores, e os fundos alocados utilizados para a restauração de áreas "Pridvorova", parques e parques paisagísticos, - disse o parlamentar."
Totalitarismo (ou Regime Totalitário) é um sistema político no qual o Estado, normalmente sob o controle de uma única pessoa, político, facção ou classe social, não reconhece limites à sua autoridade e se esforça para regulamentar todos os aspectos da vida pública e privada, sempre que possível. O totalitarismo é caracterizado pela coincidência do autoritarismo (onde os cidadãos comuns não têm participação significativa na tomada de decisão do Estado) e da ideologia (um esquema generalizado de valores promulgado por meios institucionais para orientar a maioria, senão todos os aspectos da vida pública e privada).

Os regimes ou movimentos totalitários mantêm o poder político através de uma propaganda abrangente divulgada pelos meios de comunicação controlados pelo Estado, um partido único que é muitas vezes marcado por culto de personalidade, o controle sobre a economia, a regulação e restrição da expressão, a vigilância em massa e o disseminado uso do Terrorismo de Estado.
(...) "Aqueles que cometeram esse bárbaro crime são tão culpados quanto os que o aprovaram por décadas. Somos todos culpados. É impossível mentir para nós mesmos, justificando crueldade sem sentido por motivos políticos. A execução sumária da Família Romanov é resultado de uma divisão intransigente na Rússia, entre "nós" e "eles" na sociedade. Os resultados desta divisão podem ser vistos até agora. (...) Qualquer tentativa de mudar a vida pela violência está condenada ao fracasso. Temos que acabar com o século, que tem sido uma época de sangue e violência na Rússia, com arrependimento e paz, independentemente de pontos de vista Políticos, Étnicos ou Religiosos que pertençam. Esta é a nossa oportunidade histórica. Na véspera do terceiro milênio, é preciso fazê-lo para o bem da nossa geração e as que virão." (...) 
Boris Yeltsin

Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem e engrandeçam.

- XIII -
Enquanto isso na República Federativa do Brasil!... 
Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.
(...) "À medida em que o povo foi tomando conhecimento do acontecido, movimentos pela volta da Família Imperial começaram a eclodir por todo o Brasil. O governo republicano os destroçou com punho de ferro. (...)"
Enquanto isso a Presidenta na República do Brasil:
Dilma proibiu os Militares Brasileiros de comemorarem o Dia 31 de março (Contra-Golpe de 64). Entretanto ela prefere comemorar a Revolução Cubana que já assassinou mais de 85.000 cubanos naquela ilha prisão cuja população equivale apenas a da Grande São Paulo.
Vejam o que Dilma fala aos 3:20 minutos deste vídeo com uma gigantesca Bandeira Cubana ao fundo.
Outrora a Terrorista Dilma nunca lutou pela Democracia. 
O Brasil não possui melhor opção neste degradado ambiente de inconstitucionalidades desta fracassada República. O Momento Político é oportuno para o reencontro dos brasileiros com a sua História, com as suas tradições, com o seu destino de grandeza interrompido por uma traição; redirecionando a Nação Brasileira a sua original Vocação de Grandeza Imperial, onde cargo político é missão. Basta lembrar ao povo que já estivemos bem na História, e aos militares do Exército que seu Patrono é o Duque de Caxias..
 CUBA • Fidel Castro • Ernesto "Che" Guevara • Comunismo 

- XIV -
URL
01 • A MUDANÇA