DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A República do Brasil realmente é uma exceção entre o Universo das Nações

- Apresentação -

R$ 1.400.000.000.000,00 (Um Trilhão e Quatrocentos Bilhões) da Farra dessa Promíscua República: É quantia suficiente para construir 15.000.000 de boas Casas Populares, atendendo a 75.000.000 de pessoas (5 pessos por família), ou 5.600.000 ótimas Residências com 3 quartos, 2 banheiros e um carro zero na garagem – deixando muita gente feliz por esse Brasil afora.


Na tragédia da defunta 6ª versão republicana brasileira, a abominável farra da Classe Politiqueira Partidarista, promove o desastre de fazer desaparecer anualmente no Ralo da Demência R$ 600.000.000.000,00 (600 Bilhões), equivalente a 1/3 da arrecadação de impostos, mais US$ 350 Bilhões do Crime de Traição da questão mineral, totalizando R$ 1.400.000.000.000,00 (Um Trilhão e Quatrocentos Bilhões) em detrimento da nação.

R$ 1.400.000.000.000,00 (Um Trilhão e Quatrocentos Bilhões) da Farra dessa Promíscua República:
É quantia suficiente para construir 20.000 Hospitais de porte médio pelo Brasil afora, a um custo médio de R$ 70.000.000,00 (70 Milhões) cada, com capacidade para atender 730.000.000 (730 Milhões) de pessoas ao ano, correspondente a 100 atendimentos/dia por Hospital.
URL

Os oportunistas políticos dessa degradada imunda República abortada defunta em 1889, são insaciáveis predadoras varejeiras travestidas de cores deslumbrantes que ilude e camufla seus obscuros interesses. No deleite das suas macabras lambanças, devoram sem piedade o suculento erário produzido pela colossal máquina arrecadadora de impostos nunca suficientes... Que extorque e escraviza a população, sem que haja o justo retorno proporcional em serviços básicos de qualidade garantidos pela Constituição, que evitaria desde 1985 o genocídio de 3.000.000 de brasileiros.

- Introdução -
"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA é cerca de 13 vezes maior que o nosso e essa nação possui o maior poderio científico, tecnológico, econômico e militar do planeta; a Coréia do Sul, há 40 anos, era um dos países mais atrasados do mundo e hoje é mais desenvolvido que o nosso. No Brasil, após 118 anos, o regime republicano mantém uma legião de analfabetos, oferece educação da pior qualidade e exames feitos por instituições internacionais comprovam que seus alunos se classificam entre os mais despreparados do mundo. Os sucessivos governos republicanos não foram capazes de resolver as questões mais elementares de educação, saúde, transporte, saneamento e segurança. (...)" 
Dr. José Carlos de Almeida Azevedo - Doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), foi Reitor da Universidade de Brasília (UnB) 

■ País Medíocre 
http://emanuelnunessilva.blogspot.com.br/2014/03/pais-mediocre.html

Apesar de todo o aparato tecnológico à disposição na atualidade, essa tua fracassada malfadada República de mentira, ainda não consegue fazer o que os russos com suas repúblicas satélites escravizadas pela Cortina de Ferro (URSS) já faziam com sucesso em 1957 – há mais de 60 anos:

O Regime Comunista (Socialista) Republicano, até hoje têm se mostrado um desastre, por ter se mantido, e ainda se mantém em alguns países, à custa de milhões de assassinatos e fuzilamentos mundo afora... Mesmo assim, essencialmente na Extinta União Soviética, conseguiram em determinadas circunstâncias expressivos progressos sobretudo nas áreas tecnológicas e científicas, aplicadas sobremaneira na estratégia da sua Soberania como Potência Global disputada junto aos Estados Unidos. Este extraordinário desenvolvimento não se deveu apenas graças ao Comunismo Soviético em si, e sim mais pela genialidade do povo Russo que foi uma exceção, e também em parte pelo significativo Espólio Tecnológico de Guerra, herdado na derrota da Alemanha Nazista. Até à extinção da União Soviética, os demais países comunistas fora da "Cortina de Ferro", eram países medíocres em termos de independência tecnológica, se comparados com a atropelada união de várias Repúblicas Soviéticas Subnacionais, governada por um Regime Unipartidário Socialista Comunista altamente centralizado, comandada pela Sede do Soviete Supremo no Kremlin em Moscou.
[Segue na Matéria: COMUNISMO]


■ O Programa Espacial Brasileiro
https://www.youtube.com/watch?v=aP855LlCzMY

"(...) Posteriormente à Segunda Guerra, Von Braun fora transferido pelo serviço de inteligência militar americano para os EUA. Tanto o governo norte-americano quanto a URSS utilizaram a tecnologia desenvolvida para o foguete V2 como base para a corrida espacial e armamentista, culminando no desenvolvimento dos foguetes utilizados na primeira missão do programa espacial soviético, Vostok I, e dos foguetes Saturno, que impulsionaram as naves da Missão Apollo até a Lua. (...)" [Wikipédia]
Houve tempo em que o Programa Espacial da URSS (CCCP) esteve 15 anos à frente do Programa equivalente dos EUA, além de paralelamente terem construído as maiores e mais letais armas de destruição do planeta. O Tupolev Tu-144 foi a primeira aeronave comercial supersônica do mundo. O projeto foi apresentado publicamente em janeiro de 1962, seu vôo inaugural ocorreu em 5 de junho de 1969; em 26 de maio de 1970 se tornou o primeiro transporte comercial a ultrapassar Mach 2 (mais de 2448 Km/h). Esta aeronave também foi utilizada para vôos de treinamento dos Pilotos do Ônibus Espacial Soviético - "Buran".

E ainda tem gente defendendo essa Forma de Governo Republicana por aqui, que vem vandalizando desde o Golpe de Traição da Seita Positivista de 15 de novembro de 1889. A República numa sucessão de ditaduras civis e militares predatórias que se estenderam pelo futuro... Arruinou com o Brasil, e, sem distinção, conduziu todas suas 6 levianas experiências republicanas ao fracasso – isso paradoxalmente num país continental de tradições monárquicas, que tornou-se independente como um Império, cuja sua Forma de Governo Monárquica foi a que melhor naturalmente se adequou e funcionou.
25% do PIB brasileiro vão para o Ralo todos os anos pela corrupção, somados com os prejuízos provocados pela incompetência da ignorância. É uma ciranda maldita a qual nunca houve interesse por parte da degradada Classe Política Republicana Brasileira alterá-la... Estes Políticos não passam de insaciáveis varejeiras que se nutrem das legiões de analfabetos funcionais mantidos providencialmente, prioritariamente, em função dos seus interesses pessoais e ideologias partidárias predatórias, em detrimento de toda a nação. A República Brasileira fracassou pela 6ª vez consecutiva... Enquanto que ao Império foi dada apenas uma chance – Só foi derrubado com um Golpe de Traição.
Caça Gripen NG, produzido pelo Reino da Suécia - Montagem com cores da FAB (Imagem: K. Tokunaga - Saab)
- I -

A República do Brasil realmente é uma exceção entre o Universo das Nações

■ 5 Future Concept Cars 2016
https://www.youtube.com/watch?v=4Sefh0_MYAo 

6ª Economia Global (em 2015 rebaixada para 10ª, em consequência da tragédia política corrupta populista socialista&comunista) que não possui uma única fábrica de automóvel nacional (para quem não entendeu, não possui sequer uma marca de automóvel nacional) ― Toda "sua" indústria automobilística (nem vou dizer “brasileira”) é multinacional – pertence aos EUA, Alemanha, Japão, Itália, França, Coréia... Não consegue decolar um avião sem ter que importar o essencial: Hélices, Motores (turboélice da Pratt & Whitney), Turbinas, Aviônica... Etc. Bem diferente de outras nações, mesmo que sejam a 10ª ou 12ª Economia Global, que conseguem isso tudo e muito mais... A Suécia (35ª posição) com seus próprios méritos, empenho e determinação, valorizando e investindo pesado em Educação, Ciência & tecnologia, é uma nação independente e soberana, diferentemente do Brasil de hoje. Esse Fracassado Modelo Republicano Brasileiro, definitivamente acabou com o Brasil. 
Na tragédia da já defunta 6ª versão (Nova República) de fracassadas tentativas republicanas brasileiras, o desastre da inútil politicagem partidarista consegue a incrível façanha de fazer desaparecer anualmente num imenso vazio R$ 600.000.000.000,00 (600 Bilhões), equivalente a 1/3 da arrecadação de impostos, mais US$ 350 Bilhões do Crime de Traição à Pátria da questão mineral, totalizando em Reais 1.400.000.000.000,00 (Um Trilhão e Quatrocentos Bilhões de Reais), em detrimento de toda a nação. Isso é muito dinheiro até para os Estados Unidos. Com estas cifras atualizadas, o Mensalinho, Mensalão, e o RomBobrás do PeTrolão, viram meras gorjetinhas de criança pobre. Esse desperdício equivale a 5.000 Mensalões ou 15 Petrolões todos os anos. Estas cifras faraônicas alimenta as descaradas leviandades, delinquências e orgias dessa decadente prostituída classe política, da ilegítima experiência republicana brasileira que arruinou com o Brasil; há 126 anos punindo a população que produz com um Colossal Grande Nada que conduz a Lugar Algum. E você que paga até sem saber as mais altas taxas tributárias do planeta, sem ter o devido justo retorno proporcional em serviços de qualidade, até dos mais elementares direitos previstos na Constituição, ainda acredita que desta vez votando no seu candidato bonzinho, vai finalmente ao menos começar a reverter a Catástrofe Republicana Brasileira já na sua 6ª Versão.

URL
■ HMS Queen Elizabeth Aircraft Carrier
- II -

A Abominável Farra da Inútil Classe Política Republicana Brasileira

Um terço da arrecadação anual de impostos no Brasil (600 Bilhões de Reais), mais os US$ 350 Bilhões do Crime de Traição à Pátria da questão mineral alimenta as providenciais incompetências e orgias dessa decadente ilegítima experiência republicana brasileira que arruinou com o Brasil; mantida com primor pela farra das Predadoras Coligações coesas às Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas que só subtraem, a serviço da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central, alinhada à Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo, que descaradamente vandaliza a nação: extorquindo, corrompendo e escravizando a população com as mais altas taxas tributárias do planeta, sem que haja o justo retorno proporcional... Impostos nunca suficientes para alimentar as imundícies do alto meretrício da contínua promiscuidade da prostituição parlamentar – além de colocar em risco a soberania nacional com a destruição do seu mais precioso tesouro: a sua reserva humana. O que é tragado para o Ralo da Demência por ano, daria para construir 50 Porta-Aviões (Queen Elizabeth Class Aicraft Carrier), ou resolver e manter permanentemente a nível dos países mais desenvolvidos do mundo, a Saúde, Educação, Habitação, Segurança e Trasporte do povo brasileiro. 

Enquanto que a fracassada república brasileira pasta com seus ridículos desgovernos caricatos populistas, que só subtraem e nada acrescentam... Os outros países sérios se desenvolvem. 

Um para o Reino de Espanha, e dois para a Monarquia da Austrália (Royal Australian Navy). 

Por que mais dois para a Austrália?... "O território da Austrália tem 7 692 024 quilômetros quadrados (quase o tamanho do Brasil), Rodeado pelos oceanos Pacífico e Índico, o continente é separado da Ásia pelos mares de Arafura e Timor. Apesar de ser considerado o menor continente do mundo, a Austrália é o sexto maior país em área total (ficando atrás somente de Rússia, Canadá, China, Estados Unidos e Brasil), e devido ao seu tamanho e isolamento, é muitas vezes apelidada de Ilha Continente – é por vezes também considerada a mais extensa ilha do mundo. Tem 34 218 km de costa (excluindo todas as ilhas em alto-mar), e mesmo assim é cinco vezes mais extensa que a costa do Brasil, e reivindica uma extensa Zona Econômica Exclusiva Marítima de 8 148 250 km² (praticamente do tamanho do Brasil). Esta zona econômica exclusiva não inclui o Território Antártico Australiano". 

As Armadas das Monarquias Espanhola e Australiana mais bem equipadas que a Marinha da República Brasileira. Interessante que enquanto o Brasil compra Porta-Aviões usados para ter apenas unzinho precariamente em operação, a Espanha constrói os seus... Essa República de mentira abortada defunta pelo Golpe da Seita Positivista tem sido o atraso do Brasil nesses 125 anos de retrocessos. Não funciona. Não cumpriu à que veio. Fracassou. Não existe Identidade Nacional Republicana Brasileira. Não têm como sentir orgulho de ser brasileiro inserido nessa decadente moralmente ilegítima Forma de Governo Republicana, que não tem passado por aqui de uma sucessão de Regimes, onde se governa prioritariamente, ora para as Ditaduras, ora para os Partidos Políticos. 

Aos 0:33 do vídeo abaixo - "O Brasil em 1889 quando foi proclamada a República, era a Segunda Potência Militar&Econômica do mundo. (...) A República foi um ato de traição. (...) Quando estes canalhas forem para a cadeia, o Brasil em três anos ultrapassa a Alemanha, é a 4ª potência mundial (...) Eu sou pelo Império da Lei. O que a lei determina tem que ser cumprido. Pouca gente sabe que o Código Penal Militar tem 9 Artigos, que preveem a morte por fuzilamento dos traidores da Pátria. E não se aplica apenas aos militares não, o Código Penal Militar incluí os crimes que se aplicam a todos... Por exemplo: TRAIÇÃO À PÁTRIA. E todos eles estão incursos nesse Artigo, todos os Presidentes dessa Nova República (6ª República) traíram ao Brasil, acabaram com o futuro da nação. Nós temos que repescar isso. Agora se eles forem condenados à execução serão fuzilados, não tenham a menor dúvida. (...)" - [Advogado Antônio José Ribas Paiva]   


■ Tribunal Militar aos traidores da Pátria.
https://www.youtube.com/watch?v=iVYngIONWFk&feature=share

No Flagelo da Incompetente Política Criminosa Republicana Brasileira, os Bilhões desperdiçados e roubados todos os anos, equivale ao PIB da Suécia (US$ 552 Bilhões), que possui um dos maiores IDH do planeta, e que inclusive fornece tecnologias e Caças para as Forças Armadas BrasileirasMarinha do Brasil (Poder Naval Brasileiro), FAB (Força Aérea Brasileira) e Exército Brasileiro (Mão Amiga e Braço Forte), e outros setores da Indústria Brasileira. A República Brasileira joga no lixo a cada ano o PIB do Reino da Suécia, e o de um Brasil inteirinho a cada Mandato e meio Presidencial. Dos Um Trilhão e 800 bilhões de Reais que se arrecada em impostos por ano no Brasil, 1/3 = 600 bilhões, somados aos US$ 350 Bilhões do Crime de Traição à Pátria da questão mineral, o que equivale a 1/7 do PIB Nominal do Brasil (US$ 330.000.000.000,00 (Trezentos e Trinta Bilhões de Dólares), vai para o ralo da Fossa Moral Republicana anualmente. Esta quantia seria suficiente para construir 8.000.000 de ótimas casas de padrão médio, com 3 quartos e dois banheiros X 5 = habitação para 40.000.000 pessoas a cada ano. 


■ Sukhois Venezolanos HD - Aviamil
https://www.youtube.com/watch?v=iY-HIfWI2Yc

Os caças da FAB estão defasados perante ao poderio, raio de ação e teto de serviço dos Sukhois Su-30 (Су-30) da Venezuela, assim como em relação ao alcance dos mísseis das suas Forças Terrestres... Seria isso proposital?... 

A VANDALIZAÇÃO do Brasil pela Fossa Abissal Moral da sua Política Ditatorial Republicana Presidencialista, com seus DESSERVIÇOS, além de criminosamente estar colocando em risco a SOBERANIA NACIONAL, também vem há décadas irresponsavelmente em nome de uma IDEOLOGIA ULTRAPASSADA destruindo sua RESERVA HUMANA. 

As ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS do PODER que administram a nação, escraviza a população com as mais altas taxas tributárias do planeta sem o justo retorno proporcional, nem dos mais básicos serviços essenciais previstos na Constituição. Priorizam as orgias dos desvios de verbas, a farra do crime de traição e lesa-pátria mineral. A promiscuidade generalizada da Classe Política Republicana Brasileira na tragédia da Defunta República de Mentira, no desastre da sua inútil politicagem, consegue a incrível mágica de fazer desaparecer anualmente o que equivale a 1/7 do PIB Nominal do Brasil (US$ 330.000.000.000,00 (Trezentos e Trinta Bilhões de Dólares). Só como parâmetro, esta quantia faraônica tragada pelo ralo da demência da criminosa classe política republicana brasileira, que a todo instante traí a pátria, daria para comprar 2.500 Caças Sukhoi Su-30 armados até os dentes, todos os anos...


■ Fuerza Aerea de Venezuela Sukhoi 30Mk. Vuelo Supersónico.
https://www.youtube.com/watch?v=bgjyQ2I4cXM

"Sukhois Venezuelanos" voando na Estratosfera a 18.000 metros de altitude, onde nenhum avião da FAB consegue chegar... 
Enquanto o povo venezuelano passa fome, suas Forças Armadas estão sendo armadas pelos russos (devendo cada vez mais aos russos). Desconheço seus acordos bilaterais... 

➤ TECNOLOGIA DO REINO DA SUÉCIA – ABASTECENDO A FORÇA AÉREA, DA DEPENDENTE DECADENTE DEFUNTA REPÚBLICA DO MUNDO DAS ILUSÕES, DO PROMÍSCUO PAÍS DAS MENTIRAS, FANTASIAS, MARAVILHAS, DO FAZ DE CONTA:


https://www.youtube.com/watch?v=1YDtpEiQL4Q


https://www.youtube.com/watch?v=lX9pr7eoJMg


- III -

A eterna corrida da Defunta República Brasileira atrás do prejuízo

Parece que o Reino da Suécia venceu a concorrência. "O Gripen NG, da empresa sueca Saab, foi anunciado no dia 18 de dezembro de 2013 como o novo caça supersônico brasileiro". Agora precisamos de outro modelo que tenha um raio de ação maior, compatível com nossas dimensões territoriais. Nenhuma nação que seja uma 5ª, 6ª... 15ª economia global, conta com as características de apenas um modelo de Caça Competitivo. O Gripen NG é até o melhor para muitos tipos de missões, entretanto nenhum caça atende satisfatoriamente todas as tarefas que exige um país continental como o nosso. Cada modelo com suas vantagens e aplicações específicas. 

● A Defunta República Brasileira se curva perante a tecnologia da Monarquia do Reino da Suécia.

GRIPEN NG – SAAB - URL 01 - URL 02 - URL 03
Precisamos também de algo parecido com os Caças furtivos russos de quinta geração, como o T-50, que possuí um teto de serviço de 20.000 metros, voando portanto também na estratosfera; além de superarem seus análogos dos USA de muitas outras maneiras. Até o momento, apenas três países: Rússia, Estados Unidos e China possuem Caças deste nível. Entretanto muitos países se associaram ao Sukhoi T-50 PAK FA, e brevemente estarão voando nestas aeronaves, incluindo a Coréia do Sul e a Índia. A Rússia ofereceu ao Brasil participação no desenvolvimento desta aeronave, mas não sei qual foi a postura do governo brasileiro nesta questão. 


A Flagelada República Brasileira nunca tomou vergonha na cara para investir pesado em Educação Pesquisa & Tecnologia, como muitos países que pensam no futuro têm feito, e que até pouco tempo eram mais atrasados do que o Brasil; para passarmos a desenvolver nossos próprios Caças. Se a China e a Índia que outrora já foram mais atrasadas tecnologicamente que o Brasil, enviam hoje satélites para levantar os recursos naturais da superfície da lua, e, inclusive a China com seus próprios méritos ou correndo atrás, já está voando no seu Caça de 5ª geração... Porque o Brasil não pode?... O que tem faltado nestes 124 anos de retrocessos republicanos ao Brasil que até o desastre de 1889, foi considerado o que hoje classificam de país de primeiro mundo?

■ F-35B Ship Suitability Testing (2011)
► https://www.youtube.com/watch?v=Ki86x1WKPmE

O lamentável retrocesso desta república nestes seus 124 de fracassos; transformou o outrora respeitado Império do Brasil, nação que denominam hoje de 1º mundo (respeitando as devidas épocas na escala do tempo), num ridículo país de 3ª categoria. Rico... Porém Burro, Politicamente Promíscuo e dependente das tecnologias dos outros... Que mesmo que sejam benevolentemente doadas, a péssima qualidade do ensino até dificulta absorvê-las.


■ Blindados do Exército - LEOPARD 1A5, M113BR, M108 - Desfile 7 de Setembro
https://www.youtube.com/watch?v=Y61ZyZf1b48&feature=share

Blindados Alemães e outros, comandados através de Brasília por um militar que acredita na legitimidade da Presidente da República, bradando sempre que tem oportunidade: afirma que as instituições continuam democráticamente funcionando... Subtende-se que respeitam a constituição assim como atendem a população, e não há motivo algum relevante para as Forças Armadas se preocuparem. Estes blindados são em maior número no Sul do País, onde o IDH é mais alto, para proteger as providenciais incompetências e orgias dessa decadente ilegítima experiência republicana brasileira que arruinou com o Brasil; mantida com primor pela farra das Coligações coesas às Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas que só subtraem, a serviço da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central, alinhada à Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo, que, descaradamente: vandaliza a nação, extorque, corrompe e escraviza população com as mais altas taxas tributárias do planeta, sem que haja o justo retorno proporcional... Impostos nunca suficientes para alimentar as imundícies do alto meretrício da contínua promiscuidade da prostituição parlamentar... Além de colocar em risco a soberania nacional com a destruição do seu mais precioso tesouro: a sua reserva humana.
■ Veículos Maverick, da Sul-Africana Paramount Logistics (Tamanho Original)
Não consegue fabricar seus próprios Blindados para a Polícia do Rio. Comprou os veículos africanos Maverick, da sul-africana Paramount Logistics... Que vergonha. 
“Inúmeros outros modelos foram analisados antes do processo licitatório propriamente dito. O Bope recebeu o russo Tigre, da Rosboron Exports, para teste. Também foram avaliados a carros da francesa Panhard, o sul-africano Gila, os britânicos da BAE RG 31M e RG32M e o israelense Sand Cat, além do Vespa (Viatura Especial de Patrulhamento) 02, modelo desenvolvido pelo Centro Tecnológico do Exército (CTEx), em cooperação com a Autolife, em São Paulo.”
PARAMOUNT – Na IDEX Blindado com Estilo

- IV -


República no Brasil sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional
A) A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana Brasileira. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua desastrada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
 
APENAS UMA INTERVENÇÃO MILITAR SEM DERRUBAR A DEGRADADA FORMA REPUBLICANA DE GOVERNO PRESIDENCIALISTA, NÃO RESOLVE.
 Seria o mesmo que continuar insistindo ingenuamente nos mesmos erros, na ilusão de se obter finalmente desta vez resultados diferentes... Em 1889, meia dúzia de Traidores da Pátria membros da Seita Positivista, desencadearam uma sucessão de fracassos que se estenderam pelo futuro... Culminando com as imundícies desse Oceano de Esgoto Moral sem precedentes na Terra de Santa Cruz.
Já passou da hora de se recuperar e devolver o que nos foi tomado.
B) A Tragédia Republicana Brasileira é coisa dos Militares... Subproduto de um crime de usurpação praticado pelo Exército, quando executou um trabalho sujo, inventando essa Ilegítima República de Mentira nunca proclamada de fato, inaugurada como a primeira Ditadura Militar da História Brasil. Então cabe ao Exército dito de Caxias honrar o seu Patrono com uma ação enérgica efetiva para desinfetar a nação. Basta reconhecer seu erro de 15 de novembro de 1889, desfazer o malfeito que acabou com o Brasil, e se livrar definitivamente dessa nódoa negra que mancha a instituição. Doa a quem doer... Manter o Desastre Republicano Brasileiro, é o mesmo que apoiar GOLPES e DITADURAS impostas arbitrariamente. Qualquer coisa diferente disso é Politicagem Inútil que jamais conduzirá a Nação Brasileira a lugar algum.
C) As Crises Institucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente República, de fracasso em fracasso já somam: 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários... Ao longo destes últimos 124 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos... Ilusões. Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado. Quando vão descobrir que o problema está nessa moralmente ilegal República de Mentira?

D) Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 125 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

● 12 Estados de Sítios,
● 17 Atos Institucionais,
● 6 Dissoluções do Congresso,
● 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
● 2 Renuncias Presidenciais,
● 3 Presidentes Impedidos,
● 4 Presidentes Depostos,
● 6 Constituições Diferentes,
● 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários...

E) Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

● - República Velha - 1ª República (1890
1930): Ditadura
● - República da Espada (1894): Ditadura
● - República do Café-com-Leite
● - Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● - Era Vargas - (19301945): Ditadura - Regime Totalitário & Autoritário
● - Quarta República (19461964)
● - Governo Provisório (Brasil)
● - Governo Constitucionalista
● - Estado Novo
● - Último Regime Militar - 5ª República (1964–1985): Ditadura - Castelo BrancoCosta e SilvaMédiciGeisel e Figueiredo.

● Constituição de 1824 - Funcionou durante todo o período Imperial (18241889).

● Constituição de 1891 - 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 - 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 - 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 - 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 - 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 - 6ª Constituição da República
➤ Ficar perdendo tempo com estes inúteis políticos republicanos brasileiros que há muito já deveriam ter sido descartados... É de uma ingenuidade sem parâmetro, estupidez congênita, dedicação aos interesses obscuros... Associação ao crime, ou falta de vergonha na cara mesmo.

Alguma dúvida! de que esta tua República de Mentira Fracassou? 

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... Interrompendo nosso destino de grandeza; é de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina Republicana de Prostituição Parlamentar do Poder Central, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.
 
Defender a Forma de Governo Republicana Presidencialista Brasileira da Seita Positivista, alienígena às nossas raízes históricas e a legítima identidade nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira), esta República abortada defunta 15 de novembro de 1889 com a tragédia da inauguração da primeira Ditadura Militar da História do Brasil, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro... Usurpando o Brasil dos brasileiros nesses 125 de retrocessos e fracassos, que conduziu pela 6ª vez a nação a este grande nada absoluto, obviamente não é defender o Brasil.

CRIME ORGANIZADO POLÍTICO PARTIDÁRIO (todos pecam nas suas cumplicidades por coparticipação, conivência, omissão ou por se submeterem a nada honrosa ridícula função de inúteis marionetes de Partidos dos Partidos): (10: PRB) - (11: PP) - (12: PDT) - (13: PT) - (14: PTB) - (15: PMDB) - (16: PSTU) - (17: PSL) - (18: REDE) - (19: PTN) - (20: PSC) - (21: PCB) - (22: PR) - (23: PPS) - (25: DEM) - (27: PSDC) - (28: PRTB) - (29: PCO) - (30: NOVO) - (31: PHS) - (33: PMN) - (35: PMB) - (36: PTC) - (40: PSB) - (43: PV) - (44: PRP) - (45: PSDB) - (50: PSOL) - (51: PEN) - (54: PPL) - (55: PSD) - (65: PCdoB) - (70: PTdoB) - (77: SD) - (90: PROS) ● Comissão Nacional da Verdade, Pátria Educadora, Programa Mais Médicos, UNESCO, MEC, UNE, MME, OEA, UNASUL, URSAL, BRICS, MERCOSUL, SINDICATOS, CUT, MST, LGBT, MARGARIDAS, NARCOTRÁFICO, FORO de São Paulo, Sistema de Privatização das Estatais, Indicação Política Partidária no Poder Judiciário... E por aí vai ► A República não cumpriu à que veio: FRACASSOU 

"7 de setembro de 1822.
Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação Brasileira ganhou identidade, independência, soberania e liberdade. Hoje, corremos grande risco de perdê-las." 


Enfrenta a Nação Brasileira, neste instante, uma fase de perigoso retrocesso político, moral e intelectual, gerada por acidentes históricos, de caráter eleitoral, que submeteram o País ao poder de interesses políticos, conduzidos por lideranças contrárias aos valores tradicionais da sociedade brasileira. Há mais de duas décadas, o que, a princípio, vinha sendo anunciado como “consolidação da democracia” pelas “predestinadas” figuras de líderes populistas foi-se tornando visível, pela concretização das intenções que moviam tal “consolidação democrática”, frustrando a expectativa da sociedade, por natureza, complacente. 

Pequenos deslizes de natureza política deram lugar a comprovados e, portanto, deploráveis casos de corrupção aos olhos perplexos da Nação que esperava, inversamente, uma mudança drástica de comportamento político, ou seja, a valorização da competência, da responsabilidade, da justiça e da honestidade no trato da coisa pública. A quantidade e a dimensão dos desvios administrativos foram-se agigantando de tal modo, que poucas palavras já não são suficientes para defini-los.
Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos... Tampouco algo em suas atitudes que os engrandeçam.

- V -

Império do Brasil, a Herança Portuguesa desprezada


A Frota de Cabral

Agradeça aos portugueses pelo invejável Território Continental Brasileiro. A expansão do território do Brasil Colônia além do Tratado de Tordesilhas foi financiada e mantida por Portugal até a Independência do Brasil, talvez até com o próprio ouro extraído das Minas Gerais (e qual nação da época não explorava economicamente suas colônias?). "Naquela época se pagava 20% referente ao quinto, apenas sobre o ouro das minas, que em grande parte foram investidos na própria expansão e preservação territorial brasileira; sendo os demais impostos, em taxas bem inferiores, que foram investidos em Estaleiros, Engenhos (a primeira revolução industrial ocorreu no Brasil, com tecnologia açucareira vinda da Ilha da Madeira). Ajudou a construir vilas, cidades, hospitais, praças, estradas, igrejas, fortes e fortalezas... Belíssimas sólidas construções que são utilizadas até o presente". Hoje se paga 35, 40 e até 60% em impostos e ninguém reclama. Foram os portugueses com muito sacrifício de vidas, que impediram a fragmentação do território brasileiro em várias Republiquetas, como ocorreu com a América Espanhola. Posteriormente quem herdou e assumiu a responsabilidade por esta tarefa foi o Império do Brasil, também à custa de muitas guerras e perda de vidas... 

D. João VI, estrategicamente transferindo a Corte em 1808 para o Brasil “invadindo” a Colônia mais importante do Império Português, provoca uma "inversão metropolitana" e um choque cultural; assim, o Brasil deixa de ser colônia, e a Cidade do Rio de janeiro passa ao status de Capital do Império Ultramarino Português. Com isso, além de manter Portugal como nação, pouco depois à sua chegada, declara guerra à França e como represália à Napoleão invade e ocupa a Guiana Francesa. Se a Corte optasse em permanecer na Europa, Portugal seria posse de Napoleão (França), além de serem presos, humilhados ou até assassinados (como aconteceu em quase toda a Europa), conseguintemente, provavelmente o Brasil se fragmentaria em republiquetas, e jamais existiria o soberano Império que conduziu o Brasil a prestigiada posição de 3ª potência global, cuja sua Armada Imperial (Marinha de Guerra) somada à Marinha Mercante, foi a 2ª Marinha do planeta. Época em que o Brasil Imperial era mais democrático e poderoso até do que a República dos Estados Unidos da América do Norte. Portanto se naquele momento D. João VI sabiamente não saísse provisoriamente de Portugal, e hoje ainda existisse um país na América do Sul chamado Brasil, este jamais possuiria esse invejável território continental.
Frase de Napoleão se referindo a astúcia de D. João VI, quando da sua retirada estratégica com a Família Real Portuguesa e a Corte para o Brasil.
O Inventor de Sonhos retrata o período em que a Família Real chegou no Brasil. Dom João transferiu a Corte Portuguesa para o Rio em 1808 para evitar o confronto com a França e levou fama de fujão. Napoleão Bonaparte, no fim da vida, reconheceu que o monarca português foi o único líder europeu que conseguiu enganá-lo em seus tempos de triunfo.
Embarque da Família Real Portuguesa para o Brasil:

"(...) Vejo que pelo interior do meu Reino marcham tropas do Imperador dos franceses e Rei da Itália, a quem eu me havia unido no continente, na persuasão de não ser mais inquietado (...) e querendo evitar as funestas conseqüências que se podem seguir de uma defesa, que seria mais nociva que proveitosa, servindo só de derramar sangue em prejuízo da humanidade, (...) tenho resolvido, em benefício dos mesmos meus vassalos, passar com a Rainha minha Senhora e mãe, e com toda a Real Família, para os Estados da América, e estabelecer-me na Cidade do Rio de Janeiro até à paz geral.” 
“O plano de Napoleão era o de aprisionar a Família Real Portuguesa, sucedendo ao Príncipe-Regente Dom João de Bragança (futuro Rei Dom João VI), o que veio a suceder a Fernando VII de Espanha e a Carlos IV de Espanha cem Baiona - forçar uma abdicação. Teria Portugal um Bonaparte no trono e, paralelamente, a Inglaterra apossar-se-ia das colônias do Império Ultramarino Português, sobretudo a Colônia do Brasil." 


Com a chegada da corte a cidade experimentou um progresso sem igual com obras grandiosas por toda a parte. Foram construídos a Biblioteca Nacional, o Jardim Botânico entre outras interferências. O Palácio de São Cristóvão, presente de um rico fazendeiro e reformado para a residência de D. João emprestou um prestígio singular à região. O impacto na arquitetura foi enorme. A cidade começava uma era de enormes transformações.

 Chegada da Corte Portuguesa ao Rio de Janeiro 
Entre as mudanças que ocorreram com a vinda da Família Real para o Brasil destacam-se as 8 principais:

 A fundação do primeiro Banco do Brasil, em 1808.
 A criação da Imprensa Régia e a autorização para o funcionamento de tipografias e a publicação de jornais também em 1808.
 A criação da Academia Real Militar (1810).
 A abertura de algumas escolas, entre as quais duas de Medicina – uma na Bahia e outra no Rio de Janeiro.
 A instalação de uma fábrica de pólvora e de indústrias de ferro em Minas Gerais e em São Paulo.
 A vinda da Missão Artística Francesa em 1816, após a derrota de Napoleão, e a fundação da Academia de Belas-Artes.
 A mudança de denominação das unidades territoriais, que deixaram de se chamar "Capitanias" e passaram a denominar-se de "Províncias" (1821).
 A criação da Biblioteca Real (1810), do Jardim Botânico (1811) e do Museu Real (1818), mais tarde Museu Nacional.
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“(...) A primeira Constituição Política do país, outorgada em 1824 foi influenciada pelas Constituições francesa de 1791 e espanhola de 1812. Era um belo documento de liberalismo do tipo francês, com um sistema representativo baseado na teoria da soberania nacional. A forma de governo era a monárquica, hereditária, constitucional e representativa, (...) A Constituição era uma das mais liberais que existiam em sua época, (...) Apesar da Constituição prever a possibilidade de liberdade religiosa somente em âmbito doméstico, na prática, ela era total. Tanto os protestantes, como judeus e seguidores de outras religiões mantiveram seus templos religiosos e a mais completa liberdade de culto. Continha uma inovação, que era o Poder Moderador, (...) Este Poder serviria para "resolver impasses e assegurar o funcionamento do governo". A separação entre o Poder Executivo e Moderador surgiu a partir da prática no sistema monárquico-parlamentarista britânico. (...)
A Batalha do Avaí foi travada junto ao arroio de mesmo nome, em território paraguaio, em Dezembro de 1868, durante a Guerra da Tríplice Aliança, entre as forças da Tríplice Aliança e as do Paraguai.

A Guerra do Paraguai foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai. A guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É também chamada Guerra da Tríplice Aliança (Guerra de la Triple Alianza), na Argentina e Uruguai, e de Guerra Grande, no Paraguai.
O conflito iniciou-se com a invasão da província brasileira de Mato Grosso pelo Exército do Paraguai, sob ordens do presidente Francisco Solano López.
Forças da Tríplice Aliança:
200.000 brasileiros,
30.000 argentinos,
5.583 uruguaios,
Total: 
235.583 soldados
Saldo de mortos da Tríplice Aliança na Guerra do Paraguai (11 de novembro de 1864 a 1870) = 7 anos

50.000 brasileiros,
18.000 argentinos,
3.120 uruguaios,
Total:
Cerca de 71.000 mortos
Saldo de mortos para implantar o Regime Republicano brasileiro que ninguém pediu (15 de novembro de 1889 a 1897) = 7 anos

150.000 brasileiros mortos, a maioria executados sumariamente; 3 vezes mais que os 50.000 brasileiros que morreram na Guerra do Paraguai.
Fonte da ImagemJosé Carlos Azevedo - O Estado de São Paulo, 10/09/2007
O Império do Brasil continuando a contribuição dos portugueses desde os primórdios da nossa história, vencendo batalhas com o sacrifício de muitas vidas, manteve íntegro o território continental herdado da Coroa Portuguesa. Conduziu-nos a um status de 3ª (alguns autores falam em 4ª) potência mundial, ombreávamos com as outras três mais poderosas nações da Terra, durou 67 anos até o fatídico Golpe de Estado de 15 de novembro de 1889. A República foi imposta criminosamente, arbitrariamente e ilegalmente com o propósito de melhorar o país em todos os sentidos, já são 124 anos de Regime Republicano... Quase o dobro do Período Imperial; ironicamente foi um lamentável retrocesso; transformou o outrora respeitado Império do Brasil, nação que denominam hoje de 1º mundo (respeitando as devidas épocas na escala do tempo), num ridículo país de 3ª categoria. Rico... Porém Burro e dependente das tecnologias dos outros.
Visconde de Ouro Preto:
“O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século, manteve íntegro, tranquilo e unido território colossal. O império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. Aos esforços do Império, principalmente, devem três povos vizinhos deveram o desaparecimento do despotismo mais cruel e aviltante. O Império aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum. Quais as faltas ou crimes de dom Pedro II, que em quase cinquenta anos de reinado nunca perseguiu ninguém, nunca se lembrou de uma ingratidão, nunca vingou uma injúria, pronto sempre a perdoar, esquecer e beneficiar? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio quando, velho e enfermo, mais devia contar com o respeito e a veneração de seus concidadãos? A República brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniquidade. A república se levantou sobre os broquéis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na história e terá uma existência efêmera!”

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“(...) Ao tornar-se independente de Portugal em 1822, a nação brasileira como um todo era na sua quase totalidade a favor da forma de governo monárquico. As razões para esta escolha política são diversas. Havia um verdadeiro temor por parte dos diversos grupos sociais da possibilidade de o Brasil sofrer o mesmo destino das colônias hispano-americanas, ou seja: caos político, social e econômico, desmembramento territorial, golpes de Estado, ditaduras e caudilhos. Era necessária uma organização política que permitisse ao povo brasileiro não apenas desfrutar de liberdade, mas também que garantisse estabilidade ao país, conforme o liberalismo em voga. Somente com uma entidade neutra, completamente independente de partidos, grupos ou ideologias opostas, seria possível alcançar tal fim. E nisso, houve "sempre um poderoso elemento ideológico remanescente da independência como fruto de uma grande união nacional acima dos diversos interesses particulares". A monarquia brasileira foi a "forma de governo que assegurou ao Brasil a integridade territorial do antigo domínio lusitano, num clima de ordem, de paz e de liberdade. (...)”
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Príncipe Pedro (direita) ordena o oficial português Jorge Avilez (esquerda) retornar a Portugal após sua rebelião malsucedida. José Bonifácio (em roupas civis) pode ser visto ao lado do Príncipe.

- VI -

O Brasil não foi inventado pela República
O Brasil não foi inventado pela República em 1889. E sim fundado como nação soberana independente em 1822, respeitando as Raízes da nossa História e a Legítima Identidade Nacional. Originalmente, Naturalmente surgiu o então Império do Brasil, cujo seu Sistema de Governo foi uma Monarquia Parlamentar (Constitucional) a mais democrática do seu tempo. Como parâmetro, os Estados Unidos da América do Norte, diferentemente do Brasil, para serem uma nação independente e soberana declarando a sua independência, desvinculando-se do Jugo da Coroa Inglesa, tiveram que vencer os britânicos na Revolução Americana, com bastante ajuda dos franceses e à custa de muito derramamento de sangue, não tiveram alternativa melhor senão se tornarem uma República Presidencialista. Posteriormente para libertar seus escravos, foi preciso uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país, que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas, 3% da população entre civis e militares, que representaria hoje proporcionalmente a população atual, 9.000.000 de vidas (Guerra de Secessão). 

A trajetória histórica dos USA em nada corrobora para que surja como Nação Monárquica Independente, por nunca terem tido tradições monárquicas como o Brasil, pois são histórias distintas. Portanto lá diferentemente da imposição arbitrária da implantação do Sistema Republicano no Brasil, o Sistema de Governo Republicano é LEGÍTIMO. Em 1889 o Império do Brasil há muito já era uma nação independente, consolidada e soberana, A forma ilegal arbitrária sem uma consulta popular, a partir do Golpe de Traição ao Estado Brasileiro sem honra ou grandeza que a República foi implantada, a torna MORALMENTE ILEGÍTIMA e ILEGAL. 
“(...) Segundo a Constituição de 1824, considerada uma das mais liberais de seu tempo, o voto era obrigatório e as eleições eram feitas em dois graus: em primeiro lugar, os votantes escolhiam os eleitores e em seguida, estes últimos elegiam os senadores e deputados. Podiam ser votantes os homens de 25 anos ou mais, com algumas exceções, e que tivessem ao menos 100 mil réis de renda ao ano. Enquanto para ser eleitor, era necessária uma renda de pelo menos 200 mil réis ao ano. A exigência de renda no Reino Unido era muito maior, mesmo após a reforma de 1832. Dessa forma, é provável que nenhum país europeu da época possuísse uma legislação tão liberal quanto a brasileira. Os únicos países do mundo que não exigiam renda para votar eram a França e Suíça, onde o sufrágio universal masculino foi introduzido em 1848. No entanto, a exigência de renda para votar no Brasil era muito baixa, pois qualquer assalariado ou pequeno proprietário podia votar. Para efeitos comparativos, o empregado civil de menor salário da época, o servente de serviço público, ganhava 600 mil réis por ano. (...)” 
Dentre todas as Repúblicas do planeta da atualidade, apenas a dos Estados Unidos da América do Norte foi adotada de maneira correta, não se utilizando de Ditaduras, Golpes de Estado, assassinando ou exilando Monarcas, como ocorreu com as outras Repúblicas, inclusive como foi o caso do ilegal Golpe Militar (Golpe de Estado) Republicano Brasileiro, que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil. Isso explica a grande diferença hoje entre os Estados Unidos da América do Norte e o Brasil; não está simplesmente nos países que os colonizaram. Por isso que os USA são o que são, tal qual representávamos outrora, e esta moralmente ilegal e ilegítima República, fez com que deixássemos de ser. 

“A mesma gente, o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado,
o mesmo funcionário até 15 de novembro honesto, bem
intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo, na
ausência do imperial freio, ordem de soltura, desaçamaram a
alcatéia dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí, o
contraste dia a dia mais frisante entre a vida nacional sob Pedro II e
a vida nacional sob qualquer das boas intenções quadrienais, que
se revezam na curul republicana.”
“(...) As cenas do ano 1900, desenroladas na capital da República,
durante a última epidemia, são “os noves fora nada” da obra do 15
de novembro. A máquina governamental, caríssima, não funciona
nos momentos de crise. Não é feita para funcionar, senão para
sugar com fúria acarina o corpo doente do animal empolgado.
De norte a sul o povo lamuria a sua desgraça e chora envergonhado
o que perdeu.

Tinha um Rei. Tem sátrapas.
Tinha dinheiro. Tem dívidas.
Tinha justiça. Tem cambalachos de toga.
Tinha parlamento. Tem antessalas de fâmulos.
Tinha o respeito do estrangeiro. Tem irrisão e desprezo.
Tinha moralidade. Tem o impudor deslavado.
Tinha soberania. Tem cônsules estrangeiros assessorando
ministros.
Tinha estadistas. Tem pegas.
Tinha vontade. Tem medo.
Tinha leis. Tem estado de sítio.Tinha liberdade de impressa. Tem censura.
Tinha brio. Tem fome.
Tinha Pedro II. Tem… Não tem!
Era. Não é. (...)”
Quando um povo perde a sua identidade, ele perde a noção de patriotismo, é isso que ocorre nesta ilegítima degradada imoral República Brasileira, que nos foi imposta à força, à custa de mentiras, sem honra e sem grandeza. A identidade histórica do povo brasileiro é Monárquica... Só que depois de um longo processo criminoso republicano de encapsulamento, hoje ela se encontra num estado letárgico latente... Pronta para ser despertada. Já passou da hora para que os Militares nos devolvam democraticamente, nossa Legítima Monarquia a partir de um Plebiscito. 

Emanuel Nunes Silva
01 de abril de 2013

- VII -
Algumas Matérias deste Blog

01 • A MUDANÇA

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 INÍCIO 

- VIII -
ARMADA IMPERIAL BRASILEIRA
(A Armada Nacional)

"A origem da Armada Nacional remonta à Marinha Portuguesa, existente já desde o século XII. A transferência da Sede do Reino de Portugal, para o Brasil, em 1808, trouxe uma parte importante da estrutura, pessoal e navios da Marinha Portuguesa. Estes seriam o núcleo da futura Marinha do Brasil". Muitos Navios da Real Marinha de Guerra Portuguesa foram construídos no Brasil. Na época em que o Brasil construía os Navios mais poderosos do Planeta."

- 1 -
O Destino de Grandeza do Brasil foi interrompido por uma Traição
O Destino de Grandeza do Brasil foi interrompido sem honra e grandeza pela traição do Golpe Militar Republicano em 1889, rompendo com a liberdade alcançada pela Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa de um Governo próspero, consolidado, respeitado mundialmente, harmônico com nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional Brasileira, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Democracias monárquicas ou republicanas do seu tempo. Entre 1880 a 1889, a Armada Imperial Brasileira, com os navios mais poderosos dos hemisférios Ocidental e Sul, foi a 3ª Marinha de Guerra da terra, que somada à Marinha Mercante Imperial, representou a 2ª Potência Naval perante as nações mais desenvolvidas da época. 
Como farol havia a Soberania do Imperador D. Pedro II; homem que foi eleito a segunda autoridade do mundo, ficando abaixo apenas da do Papa. Desprezado, humilhado e destituindo arbitrariamente alheio a opinião pública, por meia dúzia de conspiradores golpistas positivistas traidores da pátria. O Imperador foi preso com toda a sua família, inclusive as crianças, como se fossem criminosos perigosos. Banida do solo pátrio na calada da noite para que o povo desinformado não assistisse o que ocorria, a Família Imperial Brasileira foi expulsa do Brasil em menos de 24 horas após o Crime de Alta Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889. No mesmo dia 15 foi instituído o Governo Provisório Republicano, instaurador da Primeira e mais sanguinária Ditadura Militar da História do Brasil.
Encouraçado de Esquadra Riachuelo  
A Armada Imperial Brasileira foi a Força que tentou reverter o Golpe Republicano de 1889, entretanto a maioria dos seus Oficiais e Subalternos fiéis a Monarquia, Heróis da Pátria, foram executados sumariamente. "O golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade (talvez tenha sido o Grande erro de D. Pedro II). O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista."
Esse Estado de Exceção Republicano para se manter nos seus 7 primeiros anos de arbitrariedades e fracassos, com o novo Exército Brasileiro republicano, massacrou impiedosamente cerca de 150.000 brasileiros, inclusive mulheres e crianças, que de certa forma se opuseram ao novo Regime, configurado àquele momento como totalitarista; numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor; o que corresponderia na atualidade a 1.700.000 mortes, sendo a maioria executados sumariamente. Nestes termos a Farsa da Proclamação da república dos Estados Unidos do Brasil não foi pacífica. 
Esses elementos “proclamadores” além de espoliarem os bens da Família Imperial, para garantirem seus pescoços, criaram a Lei do Banimento que impedia até mesmo o retorno dos seus restos mortais para o Brasil. Faziam parte desse Governo de Mentira Fora da Lei, organizado na mesma noite de 15 de novembro, o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e Chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Ruy Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria Brasileira.
URL da Imagem
Todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: "Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos "da mesma origem", que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante". Em uma viagem a Paris, Ruy Barbosa se encontra com D. Pedro II e fala: "Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso" tamanha era a decepção com o estado do país após a tal “proclamação da república”. Em 1892 abandona a bancada do Senado. Conseguintemente sofrendo ameaças por suas declarações pró-monarquia de arrependido, exila-se na Monarquia da Inglaterra.
Navio Escola Benjamim Constant • Pintado por: CARLOS KIROVSKY
Idealizado pelo Império (não para ter este nome de batismo), mas fabricado na França em 1891, por encomenda da já então República dos Estados Unidos do Brasil. (Repare na ainda Decoração Imperial de Proa)
"Com o golpe militar que conduziu à Proclamação da República Brasileira (1889), acentuou-se o declínio da construção naval no país. Por quatro décadas, entre 1890 e 1930 não ocorreram lançamentos de novos meios flutuantes pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. O foco dos governos republicanos passou a ser equipar o Exército para o combate aos levantes internos, o que não foi alcançado de maneira satisfatória devido às dificuldades que o novo regime enfrentou em seus primeiros anos. Complementarmente, a Marinha era percebida como uma ameaça ao novo regime republicano, pois havia se constituído em uma das instituições mais fiéis ao Império e ao Imperador D. Pedro II."
Considerando-se que a Armada Imperial chegou a ser superior a dos EUA, nestes termos, hoje é uma piada. Na progressão da História do Brasil, essa Ilegítima Forma Republicana de Governo Brasileira imposto à revelia falhou... Fracassou. Isso é fato incontestável. Só não vê quem não quer, ou por quem possui algum interesse obscuro neste atual vergonhoso estado de coisas desconjunturais & inconstitucionais.
Emanuel Nunes Silva - 2012
Naus & Armada Imperial Brasileira 
https://www.facebook.com/emanuelnunessilva/media_set?set=a.592986147452224.1073741847.100002225326437&type=3

Óleo de Oscar Pereira da Silva 
Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500
- 2 -
Antecedentes Históricos

Antecedentes Históricos (Vídeo)


01 ● No início do século XV, Portugal era um reino pobre. A riqueza estava em Itália, na Alemanha e na Flandres (hoje parte da Bélgica e da Holanda). Nesse caso, porque foram os portugueses a encabeçar a expansão européia? A rica Ordem de Cristo foi o seu trunfo decisivo. Fundada por franceses em Jerusalém em 1119, com o nome de Ordem dos Templários, acabou por se transferir para Portugal em 1307, época em que o rei de França desencadeou contra ela uma das mais sanguinárias perseguições da História. Quando o Infante D. Henrique, terceiro filho de D. João I, se tornou grão mestre da Ordem, em 1416, a organização encontrou o apoio para colocar em prática um antigo e ousado projeto: circum-navegar a África e chegar à Índia, ligando o Ocidente ao Oriente sem a intermediação dos muçulmanos, que então controlavam os caminhos por terra entre esses dois cantos do mundo.
Vasco da Gama - URL da Imagem
02 ● No momento em que o Infante, à frente da Ordem de Cristo, resolveu dar a volta ao Continente Africano, a idéia parecia uma loucura. Havia pouca tecnologia para navegar em oceano aberto (o Mediterrâneo, o mar até então mais navegado, é fechado) e nenhum conhecimento sobre como se orientar no Hemisfério Sul, porque só o céu do Norte estava mapeado. Mais ainda: acreditava-se que, ao sul, os mares estavam cheios de monstros terríveis. De onde teria vindo então a informação de que era possível encontrar um novo caminho para o Oriente?... Possivelmente, dos Templários, que durante as cruzadas, além de se especializarem no transporte marítimo de peregrinos para a Terra Santa, mantiveram intensos contatos com viajantes oriundos de toda a Ásia.
03 ● A proposta visionária recebeu o aval do papa Martinho V, em 1418, na bula Sane Charissimus, que deu carácter de cruzada ao empreendimento. As terras tomadas aos infiéis passariam para a Ordem de Cristo, que teria sobre elas tanto o poder temporal, de administração civil, como espiritual, isto é, o controlo religioso e a cobrança de impostos eclesiásticos. Entre o lançamento oficial da empreitada e a conquista do objetivo final decorreria muito tempo, precisamente oitenta anos. Só em 1498 o cavaleiro Vasco da Gama conseguiria chegar à Índia. Morto em 1460, o Infante D. Henrique não assistiu ao triunfo da sua cruzada. Mas chegou a ver como, no seu rasto, Portugal se iria tornar a maior potência marítima da Terra.

04 ● Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários, foi fundado e povoado em 1160 pelo Grão-Mestre dos Templários D. Gualdim Pais, um dos bravos das tropas de D. Afonso Henriques que a seu lado combateu contra os mouros, vindo a ser ordenado cavaleiro pelo soberano em 1139 na batalha gloriosa e épica de Ourique, com apenas 21 anos de idade. A fortaleza foi escolhida como sede dos Cavaleiros Templários, desempenhando um papel importante não só na Reconquista como na vanguarda dos descobrimentos, e também no seu consequente reagrupamento como Cavaleiros da Ordem de Cristo, que graças a um golpe de gênio de D. Dinis conservou a obra e os bens da Ordem dos Templários mudando-lhe o nome. Como a Ordem substituta continuava com os mesmos propósitos Religiosos, o Papa Clemente V, deve ter compreendido e aceite. 
Continue lendo aquiaqui, ou no Capítulo - XI - desta Matéria.

As Primeiras expedições no Atlântico


"A origem da Armada Nacional remonta à Marinha Portuguesa, existente já desde o século XII. A transferência da Sede do Reino de Portugal, para o Brasil, em 1808, trouxe uma parte importante da estrutura, pessoal e navios da Marinha Portuguesa. Estes seriam o núcleo da futura Marinha do Brasil". Muitos Navios da Real Marinha de Guerra Portuguesa foram construídos no Brasil. Na época em que o Brasil construía os Navios mais poderosos do Planeta."

Nau Portuguesa Flor do Mar
Flor do Mar (Flor de la Mar, Frol de la Mar, Flower of Sea)
Construída em Lisboa em 1502, com capacidade para 400 toneladas, era considerada uma das mais avançadas em sua época. Lançada ao mar nesse mesmo ano, zarpou para a Índia na Armada sob o comando de Estêvão da Gama, irmão de Vasco da Gama. Participou em vários episódios bélicos importantes, mas ficou famosa pelas circunstâncias em que naufragou. Em 1511, Afonso de Albuquerque, dada a grande capacidade da nau, usou-a para transportar o valioso espólio tomado na conquista de Malaca, mais os presentes do Reino do Sião (Tailândia) para o Rei de Portugal. Mas, na noite de 20 de Novembro de 1511, no Estreito de Malaca, foi afundada por violenta tempestade. Afonso de Albuquerque escapou por pouco numa jangada improvisada. A “Flor de la Mar” levou consigo para o fundo todos os tesouros que transportava: 200 cofres repletos de pedras preciosas, diamantes “como punhos”, e muitas outras preciosidades. O caçador de tesouros estadunidense Robert Marx chegou investir 20 milhões de dólares para localizar os destroços da nau. Diz ele tratar-se do navio mais rico do mundo desaparecido no mar. A Indonésia tem disputado judicialmente com a Malásia o direito aos tesouros da Nau. 
A Armada - 1580

Galeão Português São Martinho "San Martin" em espanhol.
O São Martinho foi um Galeão da Marinha Portuguesa, construído em 1580. Em 1588 foi escolhido pelo Duque de Medina Sidónia - Comandante da Armada Invencível - para sua Nau Capitânia.

48 canhões distribuídos em 3 pavimentos. Era o navio Capitânia da Invencível Armada Espanhola, liderada pelo espanhol Medina Sedonia, comandante da frota. Hoje é conhecido como um dos maiores galeões da história espanhola, mesmo sendo Português. Foi o segundo maior navio da frota que continha mais de 16 navios portugueses. Como o Galeão Português de Florença com seus 52 canhões e o famoso San Mateo Galleon com 34 canhões, o San Juan com 50, San Marcos com 33, San Felipe com 40, San Luis com 38 armas, mais 4 com 50 canhões cada um e outros grandes navios portugueses. Esta Armada Espanhola foi a maior do planeta, e continha os maiores navios. O principal alvo para a British, entretanto um alvo difícil, que algumas vezes eram necessários 20 navios britânicos para 1 galeão Português.
Na imagem provavelmente um Galeão com aproximadamente 120 canhões, bem posterior ao Galeão Padre Eterno, nos dá uma noção de escala. 
Nau Portuguesa Madre de Deus
Construída na Ribeira das Naus em Lisboa em 1589, era maior que qualquer navio em que os ingleses já estivessem posto os olhos: 165 pés de comprimento, 57 pés de boca, 1600 toneladas, três vezes o tamanho da maior embarcação existente na Inglaterra; sete cobertas, superestrutura em talha dourada e porões repletos de tesouros. 
Ribeira das Naus - Roque Gameiro

A nau Madre de Deus foi o maior navio do mundo no seu tempo, deslocando 1 600 toneladas (900 das quais em carga). Construída na Ribeira das Naus em Lisboa em 1589, para a Carreira da Índia, tinha 50 metros de comprimento e 14,5 metros de largura. Dispunha de 7 conveses e 32 canhões, entre outras armas, empregando uma tripulação de 600 a 700 homens. Em agosto de 1592, carregada de valiosíssimas mercadorias, de regresso a Lisboa na sua segunda viagem à Índia, foi atacada e capturada por uma frota inglesa de seis navios ao largo dos Açores. A Madre de Deus constituiu um dos maiores saques da História.

(...) Entre as riquezas transportadas pela nau Madre de Deus estavam baús cheios de pérolas e jóias preciosas, moedas de ouro e prata, âmbar, rolos de tecido da mais alta qualidade, tapeçaria, 425 toneladas de pimenta, 45 toneladas de cravo da Índia, 35 toneladas de canela, 25 toneladas de cochonilha, 15 toneladas de ébano, 3 toneladas de noz-moscada e 2,5 toneladas de benjamim (uma resina aromática usada em perfumes e medicamentos). Havia ainda incenso, sedas, damasco, tecido de ouro, porcelana chinesa, presas de elefante entre outros artigos. Finalmente e talvez o maior tesouro que os ingleses adquiriram: um documento impresso em Macau em 1590, que continha informação preciosa sobre o comércio português na China e no Japão. (...) 
Modelo

(...) Em 1592, em violação da Aliança Luso-Britânica de 1373, considerada sem efeito durante a Dinastia Filipina e em plena guerra entre Espanha e Inglaterra, uma frota naval inglesa composta por 6 navios esperava ao largo dos Açores para interceptar navios mercantes de Espanha que vinham das Américas com mercadorias várias, quando uma frota portuguesa vinda do sul se aproximou. Os ingleses forçaram o navio Santa Cruz a terra roubando todas as mercadorias que os portugueses não haviam conseguido salvar. Sob ameaça de tortura conseguiram também obter informação de que havia mais naus a caminho, vindas da Índia. Uma destas naus era a Madre de Deus, que voltava da sua segunda viagem à Índia e se dirigia para Lisboa carregada de mercadorias. Sensivelmente a meio do mês de Agosto desse ano, os corsários ingleses liderados pelo Comandante Sir John Burrough, tomaram a nau após um longo dia de batalha perto da ilha das Flores, na qual vários marinheiros portugueses perderam a vida.
Modelo

Quando os ingleses embarcaram, os conveses estavam cheios de sangue e os corpos dos marinheiros estavam espalhados um pouco por todo o navio, mas mais concentrados perto do leme. Burrough poupou a vida do Capitão Fernão de Mendonça Furtado e dos restantes feridos, enviando-os para a costa. Segundo o uso na época, quando um navio fosse capturado, procedia-se ao transbordo da carga e o navio apresado era incendiado e afundado. Contudo, os corsários ingleses ficaram tão impressionados com as dimensões da nau portuguesa que a rebocaram para Inglaterra. As enormes naus portuguesas da carreira da Índia eram construídas de forma a terem boa navegabilidade e um grande espaço de carga, de forma a rentabilizar as viagens, tornaram-se presas cobiçadas pela pirataria emergente na época. (...)

(...) A nau atracou no porto de Dartmouth no dia 7 de Setembro, mais alta que todos os outros navios e todas as casas na vizinhança do porto. A nau portuguesa tinha o triplo do tamanho do maior navio inglês, com uma estrutura maciça embelezada e um porão enorme repleto de tesouros da Índia. Nunca se havia visto tal coisa em Inglaterra e gerou-se o pandemônio. A Madre de Deus atraiu para o porto toda a espécie de comerciantes, ladrões e curiosos de quilômetros de distância. As pessoas visitavam o castelo flutuante e procuravam marinheiros bêbedos nas lojas e tabernas circundantes, de quem pudessem tirar os tesouros roubados. A lei inglesa na altura ditava que uma percentagem do quinhão ia sempre para a coroa e quando a rainha Isabel I de Inglaterra foi informada do sucedido enviou Sir Walter Raleigh para reclamar o seu quinhão e punir os saqueadores. O valor estimado da carga equivalia a metade do tesouro inglês na altura. Quando Raleigh restaurou a ordem já só sobrava na nau cerca de um quarto das mercadorias inicialmente trazidas por Burrough.


Este sopro de riquezas das Índias galvanizou o interesse inglês na região. Os ingleses a partir daqui passaram a vestir os funcionários que faziam as descargas das mercadorias dos navios com uniformes sem bolsos. (...)
Naus e Galeões construídos no Brasil

PADRE ETERNO
"O Padre Eterno, construído no Brasil, o maior galeão do mundo no século XVII, de onde se deriva a denominação da Ponta do Galeão, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Mandado construir em 1659, por Salvador Correia de Sá e Benevides, Governador e Capitão-geral da Capitania do Rio de Janeiro, sob a direção de Sebastião Lambert, sua construção prolongou-se durante quatro anos, e foi lançado ao mar no Natal de 1663. Incorporado à Marinha Portuguesa, fez sua primeira travessia do Atlântico rumo a Lisboa em 1665. A chegada àquele porto do maior galeão até então construído no mundo chamou a atenção das potências estrangeiras." 

"Com 53 metros de comprimento, tinha capacidade para o transporte de duas mil toneladas de carga, e era dotado de duas cobertas, com capacidade para cento e quarenta e quatro peças de artilharia, armamento que superava o de muitas fortalezas coloniais à época. As madeiras e o seu projeto tornavam-no leve e resistente, além de fácil de ser manobrado. O seu mastro principal era feito de um único tronco, com quase três metros de circunferência na base."
Esta gravura ao lado, mostrando o navio em Lisboa, é a única imagem conhecida do galeão Padre Eterno e consta na obra Du Globe Terrestre (Tomo I, ilustração XCII, página 257), de autoria do cartógrafo Alain Manesson-Mallet (1630-1706), publicada em Paris, em 1683, que aquele autor destacava como sendo “o maior navio construído no século, com um comprimento de 180 passos na quilha, dotado de seis conveses, 160 portinholas e igual número de canhões, capacidade para quatro mil caixas de açúcar de 1.500 libras cada e 2.500 rolos grossos de tabaco, podendo transportar de três a quatro mil homens”, no que parece ser uma descrição um pouco exagerada, visto que, segundo outras fontes, o Padre Eterno teria aproximados 53 metros de comprimento, capacidade para o transporte de duas mil toneladas de carga e era dotado com 144 peças de artilharia (armamento que superava o de muitas fortalezas na época).

"Afirma-se, também, que seu mastro principal era feito de um único tronco, com quase três metros de circunferência na base. Segundo Mallet, em 1683, o Padre Eterno achava-se abandonado num pequeno porto do Rio Tejo, perto de Aldeia Galega, a três léguas de Lisboa. Posteriormente, aquele imenso galeão, que representa uma época e é um dos superlativos da construção naval brasileira, teria naufragado no Oceano Índico. Gravura do acervo de Carlos Cornejo." 

Esta descrição acima não corresponde com a gravura ao lado, pois o navio possuía 144 portinholas para canhões. O Padre Eterno foi um galeão português, construído no Brasil no século XVII. Foi considerado, à época, o maior navio do mundo.
Navios da Real Marinha de Guerra Portuguesa
Martim de Freitas
Nau de Linha
Possível aparência da Nau Martim de Freitas (posterior Nau Pedro I)

Navio português de linha de 3ª classe, construído por António da Silva no estaleiro da marinha na Bahia no Brasil, com dois deckes de artilharia com 64/66 peças de artilharia e com 500 a 650 homens a bordo, começou a ser construído em 1 de Outubro de 1760 e lançado ao mar em 29 de Janeiro de 1763 com o nome de ‘Santo Antonio e S. José’ também conhecida como ‘Santo António a Pérola da América’ e pronto para o serviço em 28 de Fevereiro de 1763, como principais dimensões tinha 53,33 metros de comprimento de quilha, 13,38 de boca, 11,25 de pontal e 6,37 de calado, o seu custo, incluindo a artilharia, foi de 134.904.283$000 reis. Fez parte da esquadra do Sul e entrou na expedição contra Argel em 1784. Reconstruído e modernizado em 1794 com o nome de ‘Infante Dom Pedro Carlos’ passou a ter o nome de ‘Martins de Freitas’ em 1806, fora de serviço em 1822, vendido ao Brasil, passa a ter o nome de ‘Dom Pedro I’ em 1828.
Nau Pedro I, ex-Martim de Freitas, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem a Dom Pedro de Bragança, primeiro Imperador do Brasil. Em 7 de março de 1808, a então Nau portuguesa Martim de Freitas, integrava a Esquadra portuguesa composta também pelas Naus Príncipe Real, Medusa, Afonso de Albuquerque, Conde D. Henrique, D. João de Castro, Príncipe do Brasil, Rainha de Portugal, as Fragatas Minerva, Urânia e Golfinho, os Bergantins Condessa de Resende, Lebre, Batão e Furão e a Charrua Tétis, que trouxe a Família Real e a Corte Portuguesa para o Brasil, em virtude da iminente invasão da metrópole pelas tropas de Napoleão. Aderiu à Independência do Brasil quando estava no porto do Rio de Janeiro, sofrendo reparos e reaparelhamento no Arsenal de Marinha, junto com as Naus Afonso de Albuquerque, Príncipe Real, Medusa, João de Castro e Vasco da Gama. Foi incorporada a Marinha em 10 de novembro de 1822, quando tornou-se o primeiro navio a hastear a nova bandeira do Império do Brasil. Naquela ocasião, assumiu o comando o Capitão-de-Fragata João Batista Lourenço.
São Sebastião
Nau de Linha
Navio português de linha de 3ª classe, construído por Antonio da Silva no estaleiro da marinha no Rio de Janeiro no Brasil, com dois deckes de artilharia com 64 peças de artilharia e com 500 a 650 homens a bordo, começou a ser construído em 1764 e lançado ao mar em 8 de Fevereiro de 1767 com o nome de ‘São Sebastião’ e pronto para o serviço em 19 de Agosto de 1767, as suas principais dimensões eram 59,60 metros de comprimento de quilha, 15,50 de boca, 13,00 de pontal, este navio tinha a particularidade de as suas cobertas terem uma altura de 2,55 metros que não era habitual em navios de guerra. Segundo Celestino Soares «podia, pelas suas dimensões e gálimos, reputar-se de 80, e tão grande que as suas cobertas tinham a altura de 8 pés, que a até então, nunca se deram às de nenhum outro vaso de guerra até 1861», também conhecido como ‘Serpente’, em Março de 1793 fazia parte da Esquadra de Reserva. O governo tinha ordenado que tivesse pronta para qualquer comissão de serviço, fez parte da esquadra na expedição ao Roussillon, de 1798 a 1800 era navio de linha da esquadra que operou no Mediterrâneo em cooperação com a Frota do Mediterrâneo do Almirante Nelson, capturado pelos franceses em 1807, ficou em Lisboa por necessitar grandes reparações no costado. Recuperada durante a ocupação francesa foi crismada como ‘Brasil’, mas ficou conhecida como ‘Le Grand Dragon’ devido à forma da sua figura de proa, passou para a posse da coroa em 1808, ultimo serviço em 13 de Janeiro de 1823, desmantelado em 1832.

“Nau setecentista da armada real portuguesa. Não foi o primeiro navio de concepção européia construído na cidade do Rio de Janeiro (onde a industria naval se iniciou em 1531 com a realização de dois bergantins), mas foi o primeiro a ser arquitectado no núcleo industrial que, em 1948, se transferiu para a vizinha ilha das Cobras e que é o atual Arsenal da Armada Brasileira. O «São Sebastião», construído sob a responsabilidade de António Silva, era um navio de 1 400 toneladas, com as seguintes proporções : 59,60 metros de longitude; 15,50 metros de boca; e 13 metros de pontal."

Foi construído em madeira de pinho Paraguaná, uma essência autóctone que se revelou excelente para a construção de navios. A madeira foi oferecida pelo mosteiro de São Bento e pelo convento do Carmo, proprietários das densas florestas que, ainda então, cobriam os arrabaldes da cidade. O «São Sebastião» recebeu o seu nome em honra do padroeiro da cidade do Rio, mas foi popularmente designado pelo apodo de ‘nau serpente’, pelo fato da sua proa estar ornamentada com um dragão.

Apresentava a particularidade das suas cobertas terem uma altura de 2,55 metros, o que não era habitual nos vasos de guerra do seu tempo. Estava armado com 64 canhões (de vários calibres) e a sua guarnição completa compreendia 574 homens. A viagem inaugural da nau «São Sebastião», que se revelou ser um navio com excelentes qualidades náuticas, principiou a 19 de Agosto de 1767, dia em que zarpou da baía do Rio de Janeiro com destino à capital do Reino. O navio esteve implicado nos combates navais da guerra do Rossilhão e -quando pertenceu à Esquadra do Oceano, comandada pelo marquês de Nisa- em várias outras campanhas que tiveram lugar no mar Mediterrâneo.

Foi a nau «São Sebastião» que levou para Espanha (em Julho de 1816) as infantas Dona Maria Isabel e Dona Maria Francisca de Assis, para ali contraírem casamento, respectivamente, com o rei Fernando VII e com o príncipe D. Carlos Maria Isidoro, irmão do soberano. Este navio também fez parte da esquadra que trouxe para Lisboa (em 1817) a princesa Dona Maria Leopoldina -filha de Francisco II de Áustria- que desposou o príncipe D. Pedro de Alcântara, futuro rei de Portugal e imperador do Brasil. Do navio «São Sebastião» sabe-se, ainda, que sofreu um grande restauro em 1807, que foi desativada em 1818 e que foi desmantelada, no arsenal de Lisboa, no ano de 1832.”
Nossa Senhora de Belém
Nau de Linha
Navio português de linha de 4ª classe, construído por Jerónimo e Luis Isidro no estaleiro da marinha no Pará no Brasil, com dois deckes de artilharia com 64 peças de artilharia e com 380 a 450 homens a bordo, começou a ser construído em 7 de Junho de 1761 e lançado ao mar em 26 de Março de 1766 com o nome de ‘Nossa Senhora de Belém’ e pronto para o serviço em 19 de Abril de 1766, nau da carreira da Índia desde 1778 e para onde fez várias viagens, passou a ter o nome de ‘São José’ em 1804, vendido em 25 de Agosto de 1804, desmantelado em 1808.
Príncipe do Brasil
Nau de Linha
Navio português de linha de 4ª classe, construído por Manuel da Costa no estaleiro da marinha na Bahia no Brasil, com dois deckes de artilharia com 54/64 peças de artilharia e com 380 a 450 homens a bordo, lançado ao mar em 12 de Setembro de 1802 com o nome de ‘Príncipe do Brasil’ e pronto para o serviço em 28 de Dezembro de 1802, as suas dimensões eram de 58,23 metros de quilha, 14,74 de boca e 11,92 de pontal, o seu custo foi de 233.620.977$000 reis, era navio da esquadra que levou a família real em 1807, nas ordens de batalha, vinha em vários documentos classificada como Fragata. Fora de serviço em 1822, passa para o Brasil em 1823.
Mais navios da Real marinha de Guerra Portuguesa construídos no Brasil são encontrados nos Links abaixo:
Chegada da Família Real Portuguesa com a Corte ao Rio de Janeiro
Chegadada Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro em 7 de Março de 1808
Óleo sobre tela, 1999, 609 X 914 milímetros. Quadro de Geoffrey Hunt 
Nau Príncipe Real
Em primeiro plano a Nau Príncipe Real, onde tinham viajado a Rainha D. Maria I, o Príncipe Regente e os seus dois filhos, os infantes D. Pedro e D. Miguel, e o infante espanhol D. Pedro Carlos de Bourbon, no momento em que acaba de fundear, usando a sua caranguejola, vendo-se o Estandarte Real a flutuar no mastro principal. Os pequenos botes ao redor da nau transportam personagens que não quiseram deixar de cumprimentar imediatamente a Família Real, já que o desembarque só se realizou no dia seguinte. Do lado esquerdo está a Nau britânica Marlborough, que se encontrava na baía, a disparar uma salva, com a guarnição colocada nas vergas. Do lado direito pode ver-se a Nau Afonso de Albuquerque, que tinha transportado a Princesa Carlota Joaquina e quatro das suas seis filhas, a começar a ferrar as velas preparando-se para entrar no vento e fundear. Atrás está a Medusa, que tinha transportado o ainda Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, António de Araújo de Azevedo, futuro Conde da Barca, e a Fragata Urânia, que escoltou o Príncipe Regente durante toda a viagem. Ao lado destas, a Nau britânica Bedford, que tinha acompanhado a frota portuguesa desde as Canárias. Mais à direita, na linha de costa o fumo branco representa a salva do Forte de Villegaignon, que já não existe, vendo-se também - da esquerda para a direita - a costa de Niterói, a entrada da Baía do Rio de Janeiro e o Pão de Açúcar.
Nau Príncipe Real
RESUMO
 Após o embarque da Família Real Portuguesa no Cais de Belém em 29 de novembro de 1807, para transmigrar para o Brasil, os navios da esquadra portuguesa, escoltados pelos ingleses, dispersaram-se devida a uma forte tempestade. Em 5 de dezembro conseguiram se reagrupar e logo depois, em 11 de dezembro, a frota avistou a ilha da Madeira. As embarcações chegaram à costa da Bahia a 18 de janeiro de 1808 e, no dia 22, os habitantes de Salvador já puderam avistar os navios da esquadra. Em Salvador foi assinado o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas. A esquadra partiu de Salvador rumo ao Rio de Janeiro, onde chegou no dia 8 de março, desembarcando no Cais do Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro).
 Em 1789, a eclosão da Revolução Francesa espalhou o terror entre as cabeças coroadas da Europa que perturbou profundamente a Rainha D. Maria I, contribuindo com a doença.
 Em 21 de Novembro de 1806, Napoleão ordena que todos os países europeus fechassem os seus portos aos navios ingleses. A essa ordem chamou-se Bloqueio Continental. Portugal não aderiu a esse Bloqueio porque era um velho aliado da Inglaterra e com ela mantinha relações comerciais. 


Embarque da Família Real Portuguesa no Cais de Belém 
em 29 de novembro de 1807, para transmigrar para o 
Brasil. (imagem 01)

Chegada da frota portuguesa ao Rio de Janeiro, com a 
Família Real e a Corte. (URL da Imagem)
Óleo de Carlos Kirovsky 
Traslado de João VI e sua família na Galeota Real, para 
embarcar na Nau D. João VI, quando de sua partida do 
Rio de Janeiro para Portugal, em 25 de abril de 1821.
 Por isso, em Novembro de 1807, as tropas napoleônicas comandadas pelo general Junot, entram em Portugal. Começa a primeira Invasão Francesa. 
 Em 29 de Novembro de 1807 a Corte Portuguesa embarca no Cais de Belém rumo ao Brasil.
 Em 18 de janeiro de 1808 as embarcações chegaram à costa da Bahia, após violenta tempestade seguida de calmaria. 
 No dia 8 de março de 1808, A Corte Portuguesa desembarcando no cais do então Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro) na Cidade do Rio de Janeiro.
 Em 2 de maio de 1808, do Reino do Brasil, foi divulgado às potências da Europa, e ao mundo inteiro, o Manifesto do Príncipe Regente D. João declarando Guerra à França. Em represália pela Primeira Invasão Francesa de Portugal (1807), ordena a invasão e ocupação da Guiana Francesa. 
 Em Agosto de 1808, Portugal vence a França nas batalhas de Roliça e Vimeiro. Com estas derrotas o general Junot é obrigado a assinar um tratado de paz, no qual se comprometeu a sair de Portugal.
 Em 12 de janeiro de 1809 A expedição à Guiana Francesa teve como consequência a capitulação das tropas francesas alocadas na região, assinada na Capital Caiena, sede da administração francesa na Guiana, garantindo para o Brasil além dos considerados Tesouros Botânicos com a posse de La Gabriele, a expansão do território do Estado do Amapá. 
 Em Março de 1809 deu-se a segunda Invasão Francesa.
 Em Junho de 1810 dá-se a terceira Invasão Francesa.
 No mesmo ano de 1810 os franceses são expulsos da Capital Lisboa. Como a Corte estava no Brasil, o Governo de Portugal foi confiado a um Conselho de Regência. 
 Em Abril de 1811 as forças francesas são expulsas de Portugal. O exército invasor era o maior dos que já tinham invadido Portugal, em 1807 sob o comando de Junot e 1809 sob o comando de Soult. O comandante deste exército, o marechal Massena, era um dos mais conceituados marechais de França. Para a sua derrota contribuiu não só a qualidade do exército anglo-luso, sob comando de Wellington, mas também a estratégia utilizada por este general e desenvolvida com base nas Linhas de Torres Vedras.
 
Conclusão
 O Brasil lucrou duplamente com Napoleão. Além da vinda da Família Real, o ainda Príncipe Regente D. João, como represália invade e toma a Guiana Francesa, dentre muitas outras coisas deve-se ao episódio napoleônico, parte do Estado do Amapá e o envio da Missão Artística francesa ao Brasil em 1816 depois da derrota de Napoleão. Em 1814, com a derrota de Napoleão, a posse da Colônia da Guiana voltou a ser reivindicada pelo governo francês, agora sob o domínio de Luís XVIII. Porém os termos da proposta francesa não foram aceitos por D. João VI e a questão passou a ser discutida pelo Congresso de Viena no ano seguinte. Nessas negociações, a França concordou em recuar os limites de sua colônia até a divisa proposta pelo Governo Português, fixando a fronteira entre os dois territórios. Entretanto, somente em 21 de novembro de 1817, como resultado do Tratado de Viena, os portugueses deixaram Caiena com a assinatura de um convênio entre a França e o novo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, tendo como Capital a Cidade do Rio de Janeiro. (Jamais Portugal deveria ter devolvido a Guiana a França). 

D. João VI - URL da Imagem
 D. João VI, estrategicamente transferindo a Corte em 1808 para o Brasil “invadindo” a Colônia mais importante do Império Português, provoca uma "inversão metropolitana" e um choque cultural; assim, o Brasil deixa de ser colônia, e a Cidade do Rio de Janeiro passa ao status de Capital do Império Ultramarino Português. Com isso, além de manter Portugal como nação, pouco depois à sua chegada, declara guerra à França e como represália à Napoleão invade e ocupa a Guiana Francesa. 

 Se a Corte optasse em permanecer na Europa, Portugal seria posse de Napoleão (França), além de serem presos, humilhados ou mortos (como aconteceu em quase toda a Europa), conseguintemente, provavelmente o Brasil se fragmentaria em republiquetas, e jamais existiria o Soberano Império que conduziu o Brasil a prestigiada posição de 4ª (para outros 3ª) potência global, cuja sua Armada Imperial (Marinha de Guerra) somada à Marinha Mercante, foi a 2ª Marinha do planeta. Época em que o Brasil Imperial era mais democrático e poderoso até do que a República dos Estados Unidos da América do Norte. Portanto se naquele momento D. João VI sabiamente não saísse provisoriamente de Portugal, e hoje ainda existisse um país na América do Sul chamado Brasil, este jamais possuiria esse invejável território continental com sua Amazônia Azul (Mar Territorial).

Emanuel Nunes Silva 
Fragmentos de fontes diversas reorganizados.
O Regresso, óleo de Carlos Kirovsky, que retrata o traslado de João VI e sua família na Galeota Real, para embarcar na nau D. João VI, quando de sua partida do Rio de Janeiro para Portugal, em 25 de abril de 1821, deixando no Governo do Brasil o Príncipe Dom Pedro. Acervo da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha. Reprodução de Marcelo Lerner. © Carlos Cornejo
Dom João VI
Rei de Portugal - Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - Imperador do Brasil (de jure)
Guerra Peninsular

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Surge a Armada Imperial
A Armada Nacional (como foi chamada a Marinha de Guerra brasileira durante o regime monárquico) surgiu com a Independência do país. Era formada quase que em sua totalidade por embarcações, pessoal, organizações e doutrinas provenientes da transmigração da Família Real de Portugal em 1808. Os seus membros eram alguns poucos brasileiros natos (até então quase todos proibidos de servir), portugueses que optaram por aderir à causa da separação (e que consequentemente foram naturalizados brasileiros) e estrangeiros de vários países contratados como mercenários. Também foram aproveitados vários órgãos criados por João VI de Portugal, tais como: a Secretaria da Marinha, o Quartel-General, a Intendência e Contadoria, o Arsenal de Marinha, a Academia Real dos Guarda-Marinhas, o Hospital, a Auditoria, o Conselho Supremo Militar, a Fábrica de Pólvora, os Cortes de Madeira e outros. Como primeiro Ministro da Marinha foi nomeado o brasileiro nato Capitão de Mar-e-Guerra Luís da Cunha Moreira (futuro visconde de Cabo Frio) em 28 de outubro de 1822. 
Na falta de militares experientes que tivessem nascido no Brasil, a comissão composta por Luís Cunha Moreira e vários oficiais buscou contatar os militares portugueses servindo no Brasil para que se unissem ao recém-criado Império brasileiro. Centenas aceitaram, e os que recusaram receberam, em conjunto com as suas famílias, transporte para retornarem a Portugal. Contudo, temerosos das possíveis consequências de enviar para combate navios tripulados em sua maior parte por portugueses contra as forças lusitanas, a comissão recrutou diversos mercenários, indígenas e escravos. Para comandar a Armada brasileira foi escolhido o experiente Lorde Thomas Alexander Cochrane, britânico de nascimento, que recebeu o cargo de "Primeiro Almirante". A frota era composta por apenas uma nau, quatro fragatas, duas corvetas, cinco brigues, seis escunas e vinte pequenas embarcações, num total de trinta e oito navios de guerra. 
O Ministro da Fazenda Martim Francisco Ribeiro de Andrada criou uma subscrição nacional para reunir fundos e assim reequipar a frota, e de todo o Brasil foram enviadas contribuições. Até mesmo o Imperador Pedro I do Brasil adquiriu às próprias expensas um brigue mercante que foi renomeado Caboclo e doado ao Estado. A Armada Nacional rumou em seguida para a Bahia, onde atacou um comboio da esquadra portuguesa formada por mais de setenta navios que se dirigia ao Maranhão. Apenas treze conseguiram alcançar Lisboa após se verem impossibilitados de atingirem o litoral norte brasileiro. Os demais navios ou foram afundados ou aprisionados e incorporados à Armada brasileira. O britânico John Pascoe Grenfell, que comandava o Brigue Dom Miguel, obteve a rendição da cidade de Belém do Pará. Tendo vencido a oposição lusitana nas províncias da Bahia, Maranhão e Pará, a frota brasileira partiu para a Cisplatina, onde alcançou mais sucessos em sua empreitada. O Almirante Cochrane, após ter libertado um terço do território brasileiro, recebeu do Imperador Dom Pedro I em pessoa a condecoração da Ordem do Cruzeiro do Sul e o título nobiliárquico de marquês do Maranhão. A participação no conflito contra Portugal foi vital:
"Com a Independência, a Marinha tornou-se ainda mais importante, pois apesar de termos tido a sorte de possuir um Pedro I como monarca, o Brasil se teria esfacelado numa série de republicas – como aconteceu na América espanhola – se não fosse a sua ação integradora. É certo que existem outros fatores, mas foi ela que bloqueou, venceu e perseguiu a Esquadra portuguesa, possibilitando a união com o Rio de Janeiro".
Cruzador da Armada Imperial Brasileira. Fotografado por Marc Ferrez
Cruzador Almirante Barroso 
Navio de guerra de propulsão mista da Armada Imperial Brasileira. 
Construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, na Ilha das Cobras.
FRAGATA AMAZONAS (1851 – 1897) Navio da Armada Imperial Brasileira
Outras Imagens:
 
 
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ARMADA DO BRASIL IMPÉRIO
A terceira Marinha de Guerra do planeta, que somada à Marinha Mercante, foi a segunda Potência Naval da terra. 
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Encouraçado de Esquadra Aquidabã 
Um dos 90 Navios da Armada Imperial Brasileira, a 3ª mais poderosa Marinha de Guerra do planeta (mais que a dos EUA em 1889), que junto com a Marinha Mercante do Império, representava a 2ª Marinha do mundo. 
Encouraçado de Esquadra Riachuelo  
Armada Imperial Brasileira foi a Força que tentou reverter o Golpe Republicano de 1889, entretanto a maioria dos seus Oficiais e Subalternos fiéis a Monarquia, Heróis da Pátria, foram executados sumariamente. Hoje a República de Mentira continua condecorando, homenageando e protegendo seus Heróis de Barro... Os Terroristas Assassinos internos e externos, com as mais altas Ordens Honoríficas do Brasil, inclusive com àquelas criadas pelo Império.
Cruzador de Esquadra Tamandaré, da Armada Imperial Brasileira
Na época um dos maiores do planeta.
Navio de propulsão mista, construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, sob plano do Engenheiro Naval João Cândido Brasil. Foi incorporado à Armada em 1891, tendo tido baixa do serviço em 1915. Foi o maior navio de guerra até hoje construído no Brasil, com deslocamento de (4.500 t).
Foi o maior Navio de Guerra construído até hoje no Brasil.
Foi o maior Navio construído no Brasil até 1960.
O Tamandaré foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, segundo os planos do CT (EN) João Cândido Brasil, tendo sua quilha batida em 1884 e foi lançado ao mar em 20 de março de 1890.
 Considerando-se que a nossa Armada Imperial chegou a ser superior a dos EUA, nestes termos, hoje é uma piada. Na progressão da História do Brasil, este Moralmente Ilegítimo Regime Republicano Brasileiro falhou... Fracassou. Isso é fato incontestável. Só não vê quem não quer, ou por quem possui algum interesse obscuro neste atual vergonhoso estado de coisas desconjunturais & inconstitucionais. 
O Brasil não foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889. A Nação Brasileira como país independente e soberano foi fundada em 1822 nomeada Império do Brasil, já tendo como Sistema de Governo uma Monarquia Parlamentar Constitucional, na época a mais democrática e avançada do mundo. 
O Império do Brasil foi uma nação respeitada e desenvolvida que ombreava com as outras três mais poderosas da terra. A Armada Nacional (Marinha de Guerra) somada com a Marinha Mercante Imperial foi a 2ª Marinha do planeta. Portanto queira ou não, goste ou não, respeitando a escala do tempo, o Império do Brasil com sua Monarquia foi sim um país desenvolvido, o que chamam hoje de 1º mundo. Perdemos este status, em um curto espaço de tempo a partir da tragédia do Golpe de Estado de 15 de novembro de 1889, quando foi inaugurada a 1ª Ditadura Militar da História do Brasil, que para se manter, nos seus 7 primeiros anos de existência assassinou 150.000 brasileiros (inclusive anciões, mulheres e crianças), quando a população do Brasil não passava de 18.000.000 de habitantes. 
Construção do Cruzador Tamandaré no Rio de Janeiro
Em 1840, quando o Imperador Dom Pedro II foi declarado maior de idade e assumiu suas prerrogativas constitucionais, a Armada detinha noventa navios de guerra (...) Nova modernização ocorreu, desta vez, reorganizando a Secretaria de Estado, a Contadoria da Marinha, o Quartel-General e a Academia de Marinha. Novos navios foram comprados e as capitanias dos portos foram reaparelhadas. O Corpo dos Imperiais Marinheiros foi definitivamente regularizado e surgiu o Corpo de Fuzileiros Navais (no lugar do Corpo de Artilharia de Marinha que fora dissolvido), assim como serviços de assistência aos inválidos e também escolas para formação de marinheiros e artífices.
(...) A Armada Nacional foi mais uma vez modernizada, e seus antigos navios à vela deram lugar quarenta navios a vapor com mais de 250 canhões. Seus oficiais não continham mais estrangeiros, e sim, somente brasileiros natos (que eram recrutas na época da guerra da Independência). De seu quadro de militares, saíram homens como Joaquim Marques Lisboa, marquês de Tamandaré, Francisco Manuel Barroso da Silva, barão do Amazonas, Joaquim José Inácio de Barros, visconde de Inhaúma, Luís Filipe de Saldanha da Gama, dentre outros, que foram todos leais ao regime monárquico.
Em 1864 colaborou com a intervenção no Uruguai e logo em seguida na Guerra do Paraguai. Neste conflito, foram acrescidos a força naval vinte navios encouraçados e seis monitores fluviais, além de que seus comandantes, assim como suas tripulações (e as das embarcações que já se encontravam no teatro de guerra) foram melhores treinadas. Estas ações permitiram a Armada obter uma grande vitória na Batalha de Riachuelo contra as forças paraguaias. Construtores navais brasileiros como Napoleão Level, Trajano de Carvalho e João Cândido Brasil planejaram novos desenhos para os navios de guerra da Armada Nacional que possibilitaram aos Arsenais do país manterem competitividade com outras nações. Com o final do conflito contra o Paraguai, o governo brasileiro buscou reparar os danos sofridos pelas embarcações e reequipá-las, possibilitando ao Brasil ter a quarta mais poderosa marinha de guerra do mundo àquele momento.
Durante a década de 1870, o Império brasileiro teve por objetivo fortalecer ainda mais a sua Armada frente a uma possibilidade de um conflito armado com a Argentina. Assim, adquiriu uma canhoneira e uma corveta em 1873, um encouraçado e um monitor em 1874 e logo em seguida dois cruzadores e mais um monitor. O início da década de 1880 revelou que o crescimento da Armada continuaria, pois os Arsenais da Marinha do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Pará e Mato Grosso continuaram a construir dezenas de navios de guerra. Quatro torpedeiros foram comprados, foi criada a Escola Prática de Torpedos para praças e instalou-se uma oficina de fabricação e reparo de torpedos e aparelhos elétricos no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro em 30 de novembro de 1883. Este mesmo Arsenal construiu as canhoneiras a vapor: Iniciadora, Carioca, Camocim, Cabedelo e Marajó, além do Patachi Aprendiz, todos com cascos de ferro e aço, e não mais de madeira (os primeiros do tipo construídos no país). Contudo, o ápice da Armada Imperial ocorreu com a incorporação dos encouraçados de alto mar Riachuelo e Aquidabã (ambos dotados de tubos lança-torpedos) em 1884 e 1885, respectivamente. A obtenção destes navios possibilitou o Brasil permanecer "entre as potências navais do universo".
URL 
Treino da Armada Imperial do Brasil, meados da década de 1870.
"Fizemos a Europa curvar-se ante o Brasil"
No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado para a reorganização do pessoal e instituições da Armada.
Cisne Branco 
Óleo de Carlos Kirovsky 
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O Fim da Armada Imperial
A Armada Imperial Brasileira foi a Força que tentou reverter o Golpe Republicano de 1889, entretanto a maioria dos seus Oficiais e Subalternos fiéis a Monarquia, Heróis da Pátria, foram executados sumariamente. Hoje a República condecora seus Heróis de Barro... Os Terroristas Assassinos internos e externos, com as mais altas Ordens Honoríficas do Brasil, inclusive com àquelas criadas pelo Império.
Oficiais da Armada Imperial.
Sentados,  Príncipe Dom Augusto (a esq.) e o Almirante Eduardo Wandenkolk (centro) - 1889.
"No último gabinete do regime monárquico o Ministro da Marinha, o Almirante José da Costa Azevedo, Barão do Ladário, deixou um amplo projeto que estava preste a ser realizado para a reorganização do pessoal e instituições da Armada. Em 1889, o Batalhão Naval detinha 454 praças e os Imperiais Marinheiros, 3.218 praças.
Navio Escola Almirante Saldanha chegando ao Rio de Janeiro
O golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. O Marquês de Tamandaré implorou ao seu amigo Dom Pedro II que o permitisse debelar o golpe, mas, este o negou tal possibilidade. O idoso almirante, com quase noventa anos de idade, seria preso mais tarde por ordem do ditador Floriano Peixoto sob a acusação de financiar militares monarquistas na Revolução Federalista.
Navio Escola Benjamin Constant 
Iniciado pelo Império - Terminado pela República
O Barão de Ladário manteve-se em contato com a Família Imperial no exílio buscando maneiras de restaurar o regime deposto, mas acabou relegado ao ostracismo pelo governo republicano. O Almirante Saldanha da Gama liderou a Revolta Armada com o objetivo de ressuscitar o Império e uniu forças com outros militares monarquistas que estavam no Rio Grande do Sul. Todas as tentativas restauradoras foram esmagadas pelo governo republicano. Os oficiais monarquistas de alta patente foram presos, banidos ou fuzilados sem o devido processo legal, e seus subordinados sofreram "penas cruéis". Este expurgo completo nos quadros da Armada explica como foi possível uma instituição tradicionalmente leal a Monarquia ter se tornada subitamente republicana.”
É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA é cerca de 13 vezes maior que o nosso e essa nação possui o maior poderio científico, tecnológico, econômico e militar do planeta; a Coréia do Sul, há 40 anos, era um dos países mais atrasados do mundo e hoje é mais desenvolvido que o nosso. No Brasil, após 118 anos, o regime republicano mantém uma legião de analfabetos, oferece educação da pior qualidade e exames feitos por instituições internacionais comprovam que seus alunos se classificam entre os mais despreparados do mundo. Os sucessivos governos republicanos não foram capazes de resolver as questões mais elementares de educação, saúde, transporte, saneamento e segurança.
José Carlos Azevedo, doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), foi reitor da Universidade de Brasília (UnB)
País Medíocre
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Origem do Corpo de Fuzileiros Navais
(Antecedentes Históricos)
Toda instituição, ao ser criada, parte de necessidades reais, desenvolve-se e reorganiza-se constantemente para atingir objetivos, na busca de maior eficácia e adaptabilidade a novas funções. Assim, a organização da Armada Real de Portugal, em 1317, assinalou o início da Marinha Portuguesa, pois a partir daí a esquadra lusitana se expandiu e empreendeu as grandes navegações. As funções marinheiras foram definidas em 1618, quando foi criado o Terço da Armada Real de Portugal com a finalidade de proteger a navegação contra os ataques dos corsários, operar os canhões das naus lusas e fazer abordagens nos combates navais aproximados. A primeira ação do Terço da Armada no Brasil aconteceu na chamada “Jornada dos Vassalos”, após a ocupação holandesa na Bahia. Foram realizados desembarques e outras ações em 1625 para reconquistar a cidade de Salvador. Por quase meio século, os soldados do Terço, como tropa especializada em abordagens e desembarques, continuaram a garantir a navegação para o Brasil.

Em 28 de julho de 1736, por meio de alvará, o Rei de Portugal, D. João V, criou a Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos. Posteriormente, D. Maria I, Rainha de Portugal, pelo alvará de 28 de agosto de 1797, criou a Brigada Real da Marinha de Portugal. Esse alvará, cujo original encontra-se arquivado na Torre do Tombo, em Lisboa, é considerado também o cerne do Corpo de Fuzileiros Navais, pela diferenciação e caracterização das atividades:
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“Eu, a Rainha, faço saber aos que este Alvará com força de lei virem, que tendo-me sido presentes os graves inconvenientes, que se seguem, ao meu Real Serviço e à disciplina da Minha Armada Real, e o aumento de despesa que se experimenta por haver três corpos distintos a bordo das naus e outras embarcações de guerra da Minha Armada Real, quais são os Soldados Artilheiros, os Soldados de Infantaria e os Marinheiros (...) Sou servida mandar criar um Corpo de Artilheiros Marinheiros, de Fuzileiros Marinheiros e de Artífices e Lastradores, debaixo da Denominação de Brigada Real da Marinha (...) Sendo inútil que tropas de embarque sejam exercitadas a grandes Manobras e Evoluções próprias dos Regimentos do meu Exército de Terra, e devendo ser próprias particularmente para defenderem as Embarcações de Guerra, e para fazerem algum Desembarque, e tentar algum Ataque: e sobre objetos análogos a este fim proposto que devem principalmente exercitar-se”.

Alvará de Criação da Brigada Real da Marinha, assinado por D. Maria I em 28 de agosto de 1797. 
O Museu do CFN possui uma cópia fotográfica dos originais, produzida na Torre do Tombo, em Lisboa, onde o documento encontra-se arquivado. 
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125 anos da ‘Esquadra de Evoluções’
Fonte primitiva: Marinha do Brasil
 Há cento e vinte e cinco anos, a alta Administração Naval da Marinha Imperial preocupava-se com o surgimento de novas táticas, especialmente aquelas presenciadas na Batalha de Lissa, que indicavam a dominação dos mares pelas Armadas encouraçadas, agrupadas em Esquadras compostas por unidades com alto grau de eficiência em comunicações e manobra. 

 Nesse contexto, em 19 de agosto de 1884, criou-se a “Esquadra de Evoluções”, integrada pelos Encouraçados RIACHUELO, SETE DE SETEMBRO, SOLIMÕES e JAVARI; Cruzadores GUANABARA, ALMIRANTE BARROSO, TRAJANO e PRIMEIRO DE MARÇO; Torpedeiras de 1ª Classe 1, 2, 3, 4 e 5; e Torpedeiras de 4ª Classe ALFA, BETA e GAMA. Eram ao todo dezesseis navios a vapor, os quais concretizavam todo o avanço que a mecânica, a termodinâmica, a ótica e a eletricidade emprestavam à estrutura dos navios, a sua artilharia e a sua mais nova arma: o torpedo.
Navio Escola Benjamin Constant 
Iniciado pelo Império - Terminado pela República
 O Comando da ESQUADRA DE EVOLUÇÕES foi atribuído ao Chefe-de-Esquadra ARTUR SILVEIRA DA MOTA, Barão de Jaceguai, a quem coube cumprir, dentre outras, as seguintes tarefas, constantes do Aviso n° 1541A de 1884, do então Ministro dos Negócios da Marinha, Almirante JOAQUIM RAYMUNDO DE LAMARE:

1 - Habilitar os oficiais da Armada na aplicação dos princípios da moderna tática naval;

2 - Exercitar oficiais e praças no uso das armas ofensivas e defensivas da guerra marítima, e bem assim nas operações de desembarque e ataque de fortificações;

3 - Estudar a melhor tática a ser adaptada nas Flotilhas de Torpedeiras, quer operem estas isoladamente, quer de combinação com os navios de combate;

4 - Organizar um novo regimento de sinais adaptados à tática naval moderna; e

5 - Finalmente, manter, em toda a Esquadra, o mais vivo espírito militar e a mais severa disciplina.”
NE Guanabara
 Naquela época, abnegados marinheiros guarneciam os ninhos de pega e cestos de gávea de nossos navios onde os mais acurados sensores de bordo eram os olhos e ouvidos daqueles homens, que enfrentavam as intempéries da natureza e exploravam os limites da acuidade visual e auditiva para manter a vigilância e dar o alarme da presença do inimigo. Após essa rudimentar detecção, oficiais utilizavam-se de escassos recursos náuticos para calcular, prever e executar as manobras navais que, unidas à iniciativa e à criatividade inerentes ao bom marinheiro, visavam surpreender o oponente. Muito embora as tripulações migrassem da vela ao vapor, as concepções estratégicas de emprego permaneciam as mesmas: batalha decisiva ou esquadra em potência. A independência em relação aos regimes de vento e de correntes facilitava a implantação dessas concepções: buscar o adversário ou evadir-se dele.
Encouraçado Floriano
Óleo de Carlos Kirovsky
 Nos dias de hoje, dentro dos nossos passadiços, estações-rádio, oficinas de eletrônica, centros de combate e nos tijupás, verificam-se que a precisão e a rapidez das ações individuais e coletivas durante as operações definem os contornos finais do combate no mar. A despeito do automatismo conferido pelos complexos sistemas navais, permanece o homem, qual no passado, como elemento fundamental para o sucesso das Operações Navais.

Fonte: Marinha do Brasil

URL
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Marinha do Brasil
Remanescente da Armada Imperial Brasileira, foi a Força que tentou reverter o Golpe Republicano de 1889, entretanto a maioria dos seus Oficiais e Subalternos fiéis a Monarquia, Heróis da Pátria, foram executados sumariamente. "O golpe de Estado que instaurou a República no Brasil não foi bem aceito pelos militares da Armada Imperial. Marinheiros foram rechaçados a tiros ao darem vivas ao Imperador quando este estava aprisionado no Paço Imperial. Hoje a República condecora seus Heróis de Barro... Os Terroristas Assassinos internos e externos, com as mais altas Ordens Honoríficas do Brasil, inclusive com àquelas criadas pelo Império. 
A origem da Armada Nacional remonta à Marinha Portuguesa, existente já desde o século XII. A transferência da Sede do Reino de Portugal, para o Brasil, em 1808, trouxe uma parte importante da estrutura, pessoal e navios da Marinha Portuguesa. Estes seriam o núcleo da futura Marinha do Brasil. Muitos Navios da Real Marinha de Guerra Portuguesa foram construídos no Brasil. Na época em que o Brasil construía os Navios mais poderosos do Planeta.
Navio Escola Almirante Saldanha chegando ao Rio de Janeiro

O Destino de Grandeza do Brasil foi interrompido sem honra e grandeza pela traição do Golpe Militar Republicano em 1889, rompendo com a liberdade alcançada pela Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa de um Governo próspero, consolidado, respeitado mundialmente, harmônico com nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional Brasileira, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Democracias monárquicas ou republicanas do seu tempo. Entre 1880 a 1889, a Armada Imperial Brasileira, com os navios mais poderosos dos hemisférios Ocidental e Sul, foi a 3ª Marinha de Guerra da terra, que somada à Marinha Mercante Imperial, representou a 2ª Potência Naval perante as nações mais desenvolvidas da época. 
Considerando-se que a Armada Imperial chegou a ser superior a dos EUA, nestes termos, hoje é uma piada. Na progressão da História do Brasil, essa Ilegítima Forma Republicana de Governo Brasileira imposto à revelia falhou... Fracassou. Isso é fato incontestável. Só não vê quem não quer, ou por quem possui algum interesse obscuro neste atual vergonhoso estado de coisas desconjunturais & inconstitucionais.
Cisne Branco 1
Marinha do Brasil
- IX -
Origens do Estado Brasileiro

CONSULTE
01 ● Knights Templar - Ordem dos Templários
02 ● House of Hasbsburg - Casa de Habsburgo
03 ● House of Bourbon - Casa of Bourbon
04 ● House of Orleans - Casa de de Orléans

06 ● Order of Christ Cross - Cruz da Ordem de Cristo
07 ● History of the Order of Christ - Ordem de Cristo
08 ● Order of Christ (Portugal) - Ordem de Cristo
09 ● Name of Brazil -Terra de Santa Cruz
10 ● Ilha de Vera Cruz - Ilha de Vera Cruz
11 ● História pré-cabralina do Brasil
12 ● Período pré-colonial do Brasil
13 ● Colonial Brazil - Brasil Colônia ou Brasil Colonial (1530 – 1815)
14 ● Captaincies of Brazil - Capitanias do Brasil (1534–1549)
15 ● Governorate General of Brazil - Governo-Geral do Brasil
16 ● State of Brazil - Estado do Brasil (1621-1815)
17 ● Kingdom of Brazil - Reino do Brasil (1815-1825)
18 ● Empire of Brazil - Império do Brasil (1822-1889)

19 ● Brazilian Imperial Family - Família Imperial Brasileira

Pedro Álvares Cabral

- X -

Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil?...

"Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil, sua história mostra uma forma de governo que não consegue fugir de suas origens escabrosas. Nasceu de uma sedição militar (1889). Implantou um regime onde a regra era, como ainda é, a corrupção, a degradação dos costumes e o terror."

"Aliás, não lhe escasseiam na crônica fastos lastimosos e pudendos. Atravessamos, em 1894, a ditadura plena: o governo da espionagem, do cárcere e do fuzil, com o lar doméstico entregue às buscas policiais, o erário ao saque dos cortesões, o crédito público às emissões clandestinas, a vida humana ao espingardeamento, a educação de nossos filhos ao espetáculo de todos os crimes, ao comércio de todas as corrupções. No começo, foi para vencer. Em seguida, para exterminar os vencidos. De 13 de março a 30 de julho as ilhas da nossa baía presenciaram a execução de centenas e centenas de homens, marinheiros da nossa esquadra, que os chora, confiados pelos seus capitães, na hora da rendição, à santidade das leis da guerra e imolados pela vitória truculenta ao apetite dos seus instintos. 

Durante esse período lutuoso o país inteiro, assombrado, assistira a tragédias como as do Paraná, onde o caminho de ferro conduzia aos espigões das serranias as vítimas do rancor homicida, para as sepultar nos despenhadeiros, fuzilando-as na queda. Tivemos, em março de 1897, a demagogia acompadrada com a autoridade, no Rio de Janeiro, destruindo prelos, armando queimadoiros nas praças, organizando a morte, executando as suas sentenças capitais à cara do governo, na sua capital. Viu-se, pouco mais tarde, nos sertões da Bahia, sobre os restos do fanatismo aniquilado, a liquidação pela degola, pelo petróleo, pela trucidação de mulheres e crianças. Nos sertões de S. Paulo a lei de Lynch, alistada ao serviço dos partidos, consumou impunemente, com a notória proteção dos interesses dominantes, uma das mais horrendas cenas de sangue registradas nos anais da nossa ferocidade."
(Rui Barbosa: em A Imprensa: março de 1900)

"A historiografia oficial não relata a presença, em nossas águas, de navios da Marinha dos Estados Unidos da América que, com tiro de peça, atingiram um dos navios do dissidente Almirante Saldanha (1893). Atingiram também a nossa soberania. E tudo a pedido do traidor Floriano Peixoto, então Presidente da República. (Nos bons tempos do Império do Brasil, eram os nossos navios que iam impor a ordem onde se fizesse necessário)." (...) 
A Tragédia da Experiência Republicana Brasileira
A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Defender este moralmente ilegítimo Regime Republicano Brasileiro é o mesmo que defender o Bandido que enganou, traiu, roubou e assassinou. A República principiou na ilegalidade inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, que para se manter assassinou 150.000 brasileiros, apenas nos seus sete primeiros anos de fracassos.


"Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil."

Existem muitas obras de Autores sérios. Procure, pesquise... Não fique limitado e alienado a um Guru. Ou melhor, seja mais inteligente nunca elegendo Gurus ou Ídolos... Não se deixe aliciar. Faça tuas reflexões e tire suas próprias conclusões com teus discernimentos.
Sugiro estas leituras: "A Luz do Baile""1808 –1822 – 1889", ''D. Pedro II: ser ou não ser'' e ''A Monarquia brasileira'', ambos de José Murilo de Carvalho. O livro "Barão de Santo Angelo, O Espírita da Corte" (Editora Lorenz)Existem muitas outras obras...

Príncipe Pedro (direita) ordena o oficial português Jorge Avilez (esquerda) retornar a Portugal após sua rebelião malsucedida. José Bonifácio (em roupas civis) pode ser visto ao lado do Príncipe.
Construção de réplica da Nau Portugal, 1.300 toneladas, 48 armas. 
Este navio foi utilizada à partir da primeira metade do século XVII.