DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

domingo, 26 de janeiro de 2014

O Príncipe Português e o Primeiro Imperador Francês

Dom João VI - URL
Rei de Portugal - Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - Imperador do Brasil (de jure) 
O Príncipe Português e o Primeiro Imperador Francês
Enérgico, ambicioso e inescrupuloso, o General "Republicano" Napoleão Bonaparte em 1799, contrariando todos os princípios e valores da Revolução Francesa, com um golpe militar se apossa do poder na França; logo em seguida como Ditador instituiu um Consulado e se torna primeiro-cônsul. Em 1802 se proclama cônsul vitalício, e dois anos após se auto-proclama Imperador da República Francesa, coroando a si próprio no Travestido Império que inventou. Participou da destruição sumária de toda uma tradição aristocrática... Depois ressuscita das trevas outra Nobreza de Barro, para ele mesmo sair disseminando a destruição e a matança por todo o Continente Europeu; fazendo do tão enaltecido banho de sangue da Revolução Francesa um mero insignificante Movimento Marginal. "República” copiada pela maioria dos países do mundo, mais por suas mazelas que pelas virtudes; inclusive por alguns traidores da pátria do outrora Império do Brasil. Exceção foi os Estados Unidos da América do Norte: único país do mundo que adotou a Forma Republica de Governo da maneira legítima e menos traumática, não recorrendo aos métodos genocidas da República Francesa. 
(Três de Maio de 1808) ou Los fusilamientos de Príncipe Pío
O slogan que é citado na Constituição francesa de 1946 e 1958. Originalmente, Liberté, Égalité, Fraternité, ou la mort! (Liberdade, Igualdade, Fraternidade ou morte!), durante a II Guerra Mundial, com ocupação alemã na França, para evitar possíveis interpretações subversivas e desordenadas... Este “maravilhoso” lema foi substituído pelo: Travail, Famille, Patrie (Trabalho, Família e Pátria). Mantido até a derrota Nazista. 
Na primeira década do século XIX, os exércitos de Napoleão Bonaparte varreram a Europa em nome dos “Ideais Democráticos da Revolução Francesa”: Liberté, Égalité, Fraternité (Liberdade, igualdade, fraternidade). Em 1804, ironicamente e com o aval do povo francês, Napoleão proclamou-se Imperador da França e a ele próprio se coroa. O slogan que sobreviveu à tragédia que foi a Revolução Francesa, torna-se o grito de ativistas em prol da democracia e da derrubada de governos opressores e tiranos de todo tipo. Para Napoleão tudo que diferisse dos ideais da “Perfeita” Caricatura Republicana Imperialista Francesa devia ser eliminado e substituído.
Considerado por muitos um dos maiores generais da história, Napoleão assumiu o poder na França depois de liderar uma brilhante campanha militar no Egito (brilhante para ele mesmo e para a França). Seu regime Autocrático foi bem aceito após o caos provocado pela Revolução Francesa. Para um General que em 1804, se auto-proclama Imperador da República Francesa, e a si próprio coroa... Foi a "Glória". 

"Realizou-se uma festa em 2 de dezembro de 1804 para se formalizar a coroação do agora Napoleão I na catedral de Notre-Dame. Um dos momentos mais notórios da História ocorreu nesta noite, onde, com um ato surpreendente, Napoleão I retirou a coroa das mãos do Papa Pio VII, que viajara especialmente para a cerimônia, e ele mesmo se coroou, numa postura para deixar claro que não toleraria autoridade alguma superior à dele. Logo após também coroou sua esposa, a imperatriz Josefina". Ele mesmo concedeu títulos nobiliárquicos aos seus familiares, colocando-os em altos cargos públicos. Formou-se uma nova corte com membros da elite militar, da alta burguesia e da antiga nobreza. Napoleão conquistou e governou a maior parte da Europa continental, fora a Inglaterra e Escandinávia, além de colocar membros de sua grande família nos tronos de vários reinos.


Napoleon coronation ceremony
https://www.youtube.com/watch?v=-bBJIR6TYF8

➤ A cena do Vídeo não é fidedigna com a História, omite o fato mais relevante desta noite da coroação, quando num ato surpreendente, Napoleão I retira a coroa das mãos do Papa Pio VII que viajara especialmente para a cerimônia, coroa a si mesmo, em seguida sua esposa.

Entre 1805 e 1810, o General que se reinventou como Imperador do próprio Império que criou, contrariando todos os valores primordiais da Revolução Francesa, ironicamente utiliza-se do Lema dos Ideais desta República que havia sido uma tragédia até então, para colocar em prática suas ambições... Sem honra ou grandeza Napoleão desrespeitou Acordos e Tratados, disseminou o terror e conquistou praticamente toda a Europa Continental, além de colocar membros de sua grande família nos tronos de vários reinos. Não venceu a Inglaterra, a Escandinávia ficou de fora, e a estratégia de terra arrasada combinada com o inverno o derrotou na Rússia. O Gênio Militar parece que acreditava mesmo que o fim (o "bem superior" que proporcionaria) justificava qualquer método (estratégia) do seu imaginário: de que "certos" fins podem e devem ser alcançados através de métodos não convencionais, antiéticos, violentos... Genocidas. Esta Doutrina do Silogismo deste Suposto Bem Superior imposto por alguns que se julgam acima do bem e do mal, é diretamente contrária aos Princípios Religiosos que pregam a justiça e o respeito mútuo, que dizem exatamente o contrário: O fim não justifica os meios. 
Em 1807, enviou um ultimato ao Príncipe Regente (futuro D. João VI), forçando-o a declarar guerra à Inglaterra. Decidido a dominar a Europa a qualquer custo, Bonaparte dividiu o continente entre aliados e inimigos da França. Essa divisão foi elevada ao extremo em 1806 com a decretação do Bloqueio Continental contra a Inglaterra, seu principal adversário (Decreto de Napoleão Bonaparte assinado em 1806, proibindo os países europeus de receberem navios ingleses em seus portos e de venderem produtos à Inglaterra). O objetivo era asfixiar o comércio britânico. 
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Rei de Portugal - Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - Imperador do Brasil (de jure)
Aliado fiel do Império Britânico, Portugal viu-se no meio de um grave conflito internacional. Não podia virar as costas à Inglaterra, nem afrontar o Bloqueio Napoleônico. Dentro do governo, dirigido pelo regente Dom João (futuro D. João VI) em lugar de sua mãe doente, Dona Maria I, o grupo mais influente de políticos e burocratas, partidários da Inglaterra, defendia desde 1801 a mudança da Corte para o Brasil em caráter provisório. Essa idéia agradava muita a Inglaterra, cada vez mais interessada no mercado brasileiro. Assim, depois de algumas vacilações, as pressões das circunstancias e do embaixador britânico, Lorde Strangford, levaram o Governo Português a decidir-se pela transferência para o Brasil. A 27 de novembro de 1807, com tropas francesas batendo as portas de Lisboa, cerca de 12 mil pessoas – entre nobres, magistrados, altos funcionários, oficiais, padres e comerciantes, além da Família Real com seus serviçais, arquivos, etc. – embarcavam com destino ao Rio de Janeiro.

"ELE FOI O ÚNICO QUE ME ENGANOU" 

Frase de Napoleão se referindo a astúcia de D. João VI, quando da sua retirada estratégica com a Família Real Portuguesa e a Corte para o Brasil. 
Em 26 de novembro de 1807 Dom João publica um decreto declarando: 

"Tenho procurado por todos os meios possíveis conservar a neutralidade de que até agora tem gozado os meus fiéis e amados vassalos e apesar de ter exaurido o meu Real Erário, e de todos os sacrifícios a que me tenho sujeitado, chegando ao excesso de fechar os portos dos meus reinos aos vassalos do meu antigo e leal aliado, o Rei da Grã-Bretanha, expondo o comércio dos meus vassalos a total ruína, e a sofrer por este motivo grave prejuízo nos rendimentos de minha coroa. Vejo que pelo interior do meu reino marcham tropas do imperador dos franceses e Rei da Itália, a quem eu me havia unido no continente, na persuasão de não ser mais inquietado (...) e querendo evitar as funestas conseqüências que se podem seguir de uma defesa, que seria mais nociva que proveitosa, servindo só de derramar sangue em prejuízo da humanidade, (...) tenho resolvido, em benefício dos mesmos meus vassalos, passar com a Rainha minha senhora e mãe, e com toda a Real Família, para os Estados da América, e estabelecer-me na Cidade do Rio de Janeiro até a paz geral." 
Em 26 de novembro de 1807 Dom João publica um decreto declarando: 

"Tenho procurado por todos os meios possíveis conservar a neutralidade de que até agora tem gozado os meus fiéis e amados vassalos e apesar de ter exaurido o meu Real Erário, e de todos os sacrifícios a que me tenho sujeitado, chegando ao excesso de fechar os portos dos meus reinos aos vassalos do meu antigo e leal aliado, o Rei da Grã-Bretanha, expondo o comércio dos meus vassalos a total ruína, e a sofrer por este motivo grave prejuízo nos rendimentos de minha coroa. Vejo que pelo interior do meu reino marcham tropas do imperador dos franceses e Rei da Itália, a quem eu me havia unido no continente, na persuasão de não ser mais inquietado (...) e querendo evitar as funestas conseqüências que se podem seguir de uma defesa, que seria mais nociva que proveitosa, servindo só de derramar sangue em prejuízo da humanidade, (...) tenho resolvido, em benefício dos mesmos meus vassalos, passar com a Rainha minha senhora e mãe, e com toda a Real Família, para os Estados da América, e estabelecer-me na Cidade do Rio de Janeiro até a paz geral." 
Dom João transferiu a Corte Portuguesa para o Rio em 1808 para evitar o confronto com a França e levou fama de fujão. Napoleão Bonaparte, no fim da vida, reconheceu que o monarca português foi o único líder europeu que conseguiu enganá-lo em seus tempos de triunfo.
Junot no seu "Diário" manuscrito, guardado na Biblioteca Nacional da Ajuda, revela o quanto os franceses receavam aquele embarque. Ao ser informado que este estava já em execução, e não podendo voar sobre o Ribatejo até Lisboa com as suas tropas, ainda enviou Hermann a Lisboa com a missão de o atrasar ou impedir. "Mr. Hermann ne put voir ni le Prince ni Mr. D. Araujo; celui-ci seulement lui dit que tout était perdu" ("O Sr. Hermann não pôde ver nem o Príncipe nem o Sr. D. Araújo; ele apenas lhe disse que tudo estava perdido"), escreveria depois Junot a Bonaparte. Para Araújo, o mais importante, o "partido francês", estava na verdade perdido - não era mais possível aos franceses aprisionarem o Príncipe-Regente de Portugal.

URL
Príncipe Regente de Portugal e toda a Família Real embarcando para o Brasil

A idéia também de que a Família Real saiu de Portugal fugindo as pressas cheia de medo, é bom ser reconsiderada; é certo que eles tinham que sair de Portugal, Napoleão não perdoaria a negativa de Dom João VI de interromper com os negócios com a Inglaterra e certamente o deporia e/ou mataria, mas daí a sair as pressas de Lisboa já é outra coisa. Imagine alguém saindo as pressas com 12.000 a 15.000 pessoas numa esquadra composta de 58 navios entre naus, fragatas, briques, uma escuna, uma charrua de mantimentos, 21 navios comerciais, e levando consigo uma gigantesca biblioteca, como a que Dom João trouxe para o Rio de Janeiro, e que hoje é a Biblioteca Nacional. Portanto não foi às pressas, foi planejada ainda que necessária. Neste contexto e nas condições dos recursos da época, era de se esperar que algumas coisas na viajem acontecessem... Como tempestades, naufrágios e calmaria, que fizeram as naus perderem o rumo e atrasar a travessia do Atlântico, chegando à Bahia em 23 de janeiro de 1808. 

1808 - A Família Real no Brasil 
Ao evitar-se que a Família Real Portuguesa fosse aprisionada em Lisboa pelas tropas francesas, inviabilizou-se o projeto de Napoleão para a península Ibérica, que consistia em estabelecer nela famílias reais da sua própria família, como ainda se tentou em Espanha com a deposição de Fernando VII e Carlos IV, colocando no trono José Bonaparte. A revelação da correspondência secreta de Junot e de Napoleão, bem como os textos dos Tratados secretos de Tilsit, não deixam margem para quaisquer dúvidas a este respeito. O "partido francês" em Portugal, não se dando por derrotado, começou imediatamente a difundir a idéia de que a retirada estratégica da Corte para o Brasil não era mais do que uma "fuga", que teria deixado Portugal sem Rei e sem Lei. Por esse motivo foi enviada uma delegação sua ao encontro de Junot para que Napoleão Bonaparte lhes desse uma Constituição e um Rei.

"Na madrugada do dia 27 de novembro de 1807 os membros da Família Real saíram de Lisboa. chovia muito em todos os dias que antecederam o embarque da família real, porém no dia 27 não choveu como alguns autores afirmam, o dia amanheceu claro e com céu azul". Por dificuldades surgidas na travessia do Atlântico, parte da frota onde estava o regente separou-se e aportou na Bahia em janeiro de 1808. Depois de uma breve estadia na antiga capital da colônia, todos se reuniram no Rio de Janeiro. 
Quadro de Geoff HuntChegadada Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro em 7 de Março de 1808 ― Óleo sobre tela, 1999, 609 X 914 milímetros. Quadro de Geoff Hunt.  

Em primeiro plano a Nau Príncipe Real, armada com 84 canhões. 

"(...) O quadro representa, no centro, a nau Príncipe Real, onde tinham viajado a Rainha D. Maria I, o Príncipe Regente e os seus dois filhos, os Infantes D. Pedro e D. Miguel, e o Infante espanhol D. Pedro Carlos de Bourbon, no momento em que acaba de fundear, usando a sua caranguejola, vendo-se o estandarte real a flutuar no mastro principal. Os pequenos botes ao redor da nau transportam personagens que não quiseram deixar de cumprimentar imediatamente a Família Real, já que o desembarque só se realizou no dia seguinte. Do lado esquerdo está a nau britânica Marlborough, que se encontrava na baía, a disparar uma salva, com a guarnição colocada nas vergas. Do lado direito pode ver-se a nau Afonso de Albuquerque, que tinha transportado a Princesa Carlota Joaquina e quatro das suas seis filhas, a começar a ferrar as velas preparando-se para entrar no vento e fundear. Atrás está a Medusa, que tinha transportado o ainda secretário de estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, António de Araújo de Azevedo, futuro Conde da Barca, e a fragata Urânia, que escoltou o Príncipe Regente durante toda a viagem. Ao lado destas, a nau britânica Bedford, que tinha acompanhado a frota portuguesa desde as Canárias. Mais à direita, na linha de costa o fumo branco representa a salva do forte de Villegaignon, que já não existe, vendo-se também – da esquerda para a direita – a costa de Niterói, a entrada da Baía do Rio de Janeiro e o Pão de Açúcar. (...)" 

➤ CRONOLOGIA DA CHEGADA DA CORTE PORTUGUESA AO BRASIL: 
 18 de Janeiro de 1808 – A Esquadra chega à costa da Bahia. 
 22 de Janeiro de 1808 – Os habitantes de Salvador já podiam avistar a Esquadra. Às quatro horas da tarde do mesmo dia os navios fundeiam. 
 24 de Janeiro de 1808 – A Família Real Portuguesa desembarca em Salvador. 
 7 de Março de 1808 – Dia da Chegada da Esquadra conduzindo a Família Real Portuguesa ao Rio de Janeiro. 
 8 de Março de 1808 – Dia do desembarque da Família Real Portuguesa no Cais do Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro), da Cidade do Rio de Janeiro.  

A Família Real embarcara desde o dia 27 de novembro, tomando-se a bordo as últimas decisões. No dia 28 de novembro não foi possível levantar ferros porque o vento soprava do Sul. Entretanto, as tropas francesas tinham já passado os campos de Santarém, pernoitando no Cartaxo. No dia 29 de novembro, o vento começou a soprar de nordeste, e bem cedo o Príncipe Regente ordenou a partida. Quatro naus da Marinha Real Britânica, sob o comando do capitão Graham Moore, reforçaram a esquadra portuguesa até o Brasil. ● A esquadra portuguesa, que saiu do porto de Lisboa em 29 de novembro de 1807, ia comandada pelo vice-almirante Manuel da Cunha Souto Maior. 

Após a partida, os navios da esquadra portuguesa, escoltados pelos ingleses, dispersaram-se devida a uma forte tempestade. Em 5 de dezembro conseguiram se reagrupar e logo depois, em 11 de dezembro, a frota avistou a ilha da Madeira. As embarcações chegaram à costa da Bahia a 18 de janeiro de 1808 e, no dia 22, os habitantes de Salvador já puderam avistar os navios da esquadra. Às quatro horas da tarde do dia 22, após os navios estarem fundeados, o conde da Ponte (governador da capitania da Bahia à época) foi a bordo do navio Príncipe Real. No dia seguinte, fizeram o mesmo os membros da Câmara. A comitiva real só desembarcou às cinco horas da tarde do dia 24, em uma grande solenidade.  

Em Salvador foi assinado o Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas. 
A esquadra partiu de Salvador rumo ao Rio de Janeiro, onde chegou no dia 7 de março de 1808, desembarcando a Família Real no cais do Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro), em 8 de março. Os membros da Família Real foram alojados em três prédios no centro da cidade, entre eles o paço do Vice-Rei Marcos de Noronha e Brito, Conde dos Arcos, e o Convento das Carmelitas. 
 
A Capital do Reino de Portugal foi estabelecida na Capital do Estado do Brasil, a Colônia Portuguesa é elevada a Reino do Brasil, oficialmente Reino do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Com essa "inversão metropolitana", da Cidade do Rio de Janeiro, é exercida a soberania e a governação do Império Ultramarino Português. Pela primeira e única vez na história uma colônia passava a sediar uma corte européia. Assim a Cidade do Rio de Janeiro adquire o status de Capital de um dos mais vastos territórios espalhados pelo globo: Europa, América do Sul, África, Ásia e Oceania.
Rei de Portugal - Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - Imperador do Brasil (de jure)
Ainda em 1808, pouco depois da chegada ao Brasil, os Fuzileiros-Marinheiros, como eram chamados à época, se integraram à expedição que rumava para a Guiana Francesa.

Devido à invasão de Portugal pelas tropas napoleônicas, D. João determinou a invasão de Caiena, sede da administração francesa na Guiana. Em 2 de maio de 1808, foi divulgado às potências da Europa, e ao mundo inteiro, o Manifesto do Príncipe Regente declarando guerra à França:

“Sua Alteza Real o Príncipe Regente Nosso Senhor, no seio do novo Império, que veio criar na América Meridional, levanta a sua voz, e expõe com energia e dignidade os sacrifícios, que, por muitos anos, houvera feito para conservar a tranqüilidade do seu povo comprando por muitos milhões de cruzados uma neutralidade pacífica, que o pérfido Napoleão, Imperador dos franceses, por vezes vendeu, e que logo ele mesmo quebrava, para ter o pretexto de nova negociação: patenteia as traições, as intrigas, e infames manobras, que o mesmo Imperador maquinou por meio dos seus enviados, e agentes, a fim de perturbar a nação portuguesa, e abalar a estabilidade do trono: enfim depois de lembrar a toda a Europa a execranda perfídia, com que o dito Imperador invadiu o Reino de Portugal e o ocupou, declara Sua Alteza Real guerra a Napoleão e aos franceses, permite aos seus vassalos da Europa, do Brasil, e Domínios Ultramarinos o repelir, por mar, e por terra, os seus inimigos e fazer-lhes guerra. Declara Sua Alteza nulos, e de nenhum efeito todos os tratados, que o Imperador dos franceses o obrigou a assinar, e que jamais deporá as armas, senão de acordo com o seu antigo e fiel aliado, Sua Majestade Britânica, e que não consente, nem consentirá em caso algum da cessão do Reino de Portugal, que forma a mais antiga parte da herança, e dos direitos da sua real família. Este manifesto no qual tanto reluz a verdade, e a justiça da causa do Príncipe Regente Nosso Senhor, foi bem recebido na Europa, e com especialidade pelos ingleses, e abriu os olhos a muita gente, a quem Napoleão havia fascinado com as suas imposturas e deslealdade.” 

Assim, a primeira missão de combate dos Fuzileiros-Marinheiros no Brasil foi a invasão da Guiana Francesa, ordenada em represália à invasão de Portugal. Em outro decreto, de 10 de junho, ordenou D. João que “por mar, e por terra se lhes façam todas as hostilidades”, autorizando o corso e os armamentos que seus vassalos quisessem no intuito de propor-se contra a França. 
Cronologia Sucinta
01• Em 1789, a eclosão da Revolução Francesa espalhou o terror entre as cabeças coroadas da Europa que perturbou profundamente a Rainha D. Maria I, contribuindo com a doença. 
02• Em 21 de Novembro de 1806, Napoleão ordena que todos os países europeus fechassem os seus portos aos navios ingleses. A essa ordem chamou-se Bloqueio Continental. Portugal não aderiu a esse Bloqueio porque era um velho aliado da Inglaterra e com ela mantinha relações comerciais. 

Embarque da Família Real Portuguesa no Cais de Belém 
em 29 de novembro de 1807, para transmigrar para o Brasil. 

em 7 de Março de 1808. 
Óleo de Carlos Kirovsky, que retrata o 
para embarcar na nau D. João VI, quando de sua partida 
do Rio de Janeiro para Portugal, em 25 de abril de 1821.
03• Por isso, em Novembro de 1807, as tropas napoleônicas comandadas pelo general Junot, entram em Portugal. Começa a primeira Invasão Francesa. 
04• Em 29 de Novembro de 1807 a Corte Portuguesa embarca no Cais de Belém rumo ao Brasil.
05• Em 18 de janeiro de 1808 as embarcações chegaram à costa da Bahia, após violenta tempestade seguida de calmaria. 
06• No dia 7 de março de 1808, a esquadra conduzindo a Corte Portuguesa chega ao Rio de Janeiro, desembarcando em 8 de março a Família Real no cais do então Largo do Paço (atual Praça XV de Novembro). O Brasil deixa de ser colônia, e a Cidade do Rio de Janeiro passa ao status de Capital do Império Ultramarino Português.
07• Em 2 de maio de 1808, do Reino do Brasil, foi divulgado às potências da Europa, e ao mundo inteiro, o Manifesto do Príncipe Regente D. João declarando Guerra à França. Em represália pela Primeira Invasão Francesa de Portugal (1807), ordena a invasão e ocupação da Guiana Francesa
08• Em Agosto de 1808, Portugal vence a França nas batalhas de Roliça e Vimeiro. Com estas derrotas o general Junot é obrigado a assinar um tratado de paz, no qual se comprometeu a sair de Portugal.
09• Em 12 de janeiro de 1809 A expedição à Guiana Francesa teve como consequência a capitulação das tropas francesas alocadas na região, assinada na Capital Caiena, sede da administração francesa na Guiana, garantindo para o Brasil além dos considerados Tesouros Botânicos com a posse de La Gabriele, a expansão do território do Estado do Amapá. 
10• Em Março de 1809 deu-se a segunda Invasão Francesa. "(...) Em fevereiro de 1809 o marechal Soult, duque da Dalmácia, deu início à segunda invasão francesa. A entrada das tropas francesas deu-se por Trás-os-Montes, o que permitiu a conquista da Região Norte do país até à fronteira do Douro e satisfazer o sonho de Soult de governar a Lusitânia setentrional, uma das regiões negociadas no acordo de Fontainebleau, antes de Portugal ser invadido pelas tropas napoleônicas e espanholas. Este sonho do general Soult, a par do megalómano sonho de Napoleão de reconstruir um império, durou pouco tempo. Rapidamente as forças anglo-portuguesas combinaram esforços e conseguiram empurrar, de novo, o Exército francês para Espanha, em maio de 1809. Nesta invasão, ficou tristemente célebre o episódio da "ponte das barcas", um desastre que provocou um grande número de mortos entre as populações, que, aterrorizadas pela chegada do invasor, procuraram refúgio na cidade do Porto, atravessando a velha ponte das barcas, que não suportou o peso de tanta gente. (...)"
11• Em Junho de 1810 dá-se a terceira Invasão Francesa. "A Terceira Invasão Francesa teve início em Julho de 1810 e terminou em Abril de 1811, com a retirada das forças francesas para Ciudad Rodrigo. O exército invasor era o maior dos que já tinham invadido Portugal, em 1807 sob o comando de Junot e 1809 sob o comando de Soult. O comandante deste exército, o marechal Massena, era um dos mais conceituados marechais de França. Para a sua derrota contribuiu não só a qualidade do exército anglo-luso, sob comando de Wellington, mas também a estratégia utilizada por este general e desenvolvida com base nas Linhas de Torres Vedras".
12• No mesmo ano de 1810 os franceses são expulsos da Capital Lisboa. Como a Corte estava no Brasil, o Governo de Portugal foi confiado a um Conselho de Regência. 
Conclusão

O Brasil lucrou duplamente com Napoleão. Além da vinda da Família Real, o ainda Príncipe Regente D. João, como represália invade e toma a Guiana Francesa, dentre muitas outras coisas deve-se ao episódio napoleônico, parte do Estado do Amapá e o envio da Missão Artística francesa ao Brasil em 1816 depois da derrota de Napoleão. Em 1814, com a derrota de Napoleão, a posse da Colônia da Guiana voltou a ser reivindicada pelo governo francês, agora sob o domínio de Luís XVIII. Porém os termos da proposta francesa não foram aceitos por D. João VI e a questão passou a ser discutida pelo Congresso de Viena no ano seguinte. Nessas negociações, a França concordou em recuar os limites de sua colônia até a divisa proposta pelo Governo Português, fixando a fronteira entre os dois territórios. Entretanto, somente em 21 de novembro de 1817, como resultado do Tratado de Viena, os portugueses deixaram Caiena com a assinatura de um convênio entre a França e o novo Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, tendo como Capital a Cidade do Rio de Janeiro. (Jamais Portugal deveria ter devolvido a Guiana a França). 

D. João VI - URL da Imagem
D. João VI, estrategicamente transferindo a Corte em 1808 para o Brasil “invadindo” a Colônia mais importante do Império Português, provoca uma "inversão metropolitana" e um choque cultural; assim, o Brasil deixa de ser colônia, e a Cidade do Rio de Janeiro passa ao status de Capital do Império Ultramarino Português. Com isso, além de manter Portugal como nação, pouco depois à sua chegada, declara guerra à França e como represália à Napoleão invade e ocupa a Guiana Francesa. Se a Corte optasse em permanecer na Europa, Portugal seria posse de Napoleão (França), além de serem presos, humilhados ou mortos (como aconteceu com os monarcas em quase toda a Europa), conseguintemente, provavelmente o Brasil se fragmentaria em republiquetas, e jamais existiria o Soberano Império que conduziu o Brasil a prestigiada posição de 4ª (para outros 3ª) potência global, cuja sua Armada Imperial (Marinha de Guerra) somada à Marinha Mercante, foi a 2ª potência naval do planeta. Época em que o Brasil Imperial era mais democrático e poderoso até do que a República dos Estados Unidos da América do Norte. Portanto se naquele momento D. João VI sabiamente não saísse provisoriamente de Portugal, e hoje ainda existisse um país na América do Sul chamado Brasil, este jamais possuiria esse invejável território continental com sua Amazônia Azul (Mar Territorial).
Rei de Portugal - Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - Imperador do Brasil (de jure)
Já fomos o País do Futuro 

A ● Já fomos o País do Futuro. Perdemos este status em nome de uma irresponsável experiência republicana que inaugurou o primeiro genocídio de fato do povo brasileiro e estagnou a nação. Ao passo que a República de 1889 a 2016 (127 anos), reduziu um Brasil que hoje chamam primeiro mundo, num país fracassado de terceira categoria pertencente a um Terceiro Mundismo que inventaram, cada vez mais dependente das tecnologias dos outros. Ironicamente os golpistas de 1889 pregavam que a República havia chegado para melhorar o Brasil em todos os sentidos (uma espécie de Libertação das Trevas)... Hoje muitos idiotas republicanos culpam a Colonização Portuguesa e o período Imperial por todas as mazelas do Brasil. A República não cumpriu a que veio, e agora quer responsabilizar a História do Brasil até 1889, por suas incompetências e fracassos. 
B ● A Restauração do Parlamentarismo Monárquico Imperial Brasileiro... “(...) É a única saída que temos, o resto é pura ilusão e sofrimento para o Povo e a Nação. Como nosso povo não possui uma posição política, e não apelo para que tenham, pois esta atitude não contempla seus ideais e tampouco uma causa nacional, como um dever para com a Nação, mesmo com os exemplos de corrupção que ocorre presentemente e a necessidade da troca do sistema de governo que vivemos, ora PATRIOTISMO requer cultura Histórica o que as escolas foram direcionadas para não ensinarem à décadas, se adaptaram e estão enganados. É uma pena, reagir é preciso, COMO???? Respondo, MUDAR/TROCANDO pelo IMPÉRIO DO BRASIL que foi testado e deu certo, comprovadamente. (...)" (Fernando Tredicci). 
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C ● Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro foi a Capital do Reino do Brasil, do Império Ultramarino Português e do Império do Brasil, usurpada dos brasileiros pelo Crime de Traição e Lesa-Pátria da tragédia do Golpe Republicano de 1889; retrocesso ditatorial totalitário violento, que interrompeu sua evolução natural na Democrática Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa Imperial Brasileira, cujas suas predadoras conseqüências se estenderam pelo futuro... Metrópole da Corte, Violentada pela ilegítima imposição republicana, criminosamente descaracterizada, favelizada & Poluída. Sede da Petrobras, corrompida pelas Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo. 
D ● TRANSIÇÃO DO ESTADO DO BRASIL (há época ainda Brasil Colônia) Para REINO DO BRASIL E IMPÉRIO DO BRASIL: "(...) Reino do Brasil, oficialmente Reino do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves foi a designação oficial assumida em 16 de dezembro de 1815, a elevação do então Estado do Brasil (1621-1815), uma colônia portuguesa, a reino. Este ato decretou oficialmente o fim do Estatuto Colonial do Brasil, motivado, sobretudo, por governar uma nação européia a partir de uma colônia, desde a transferência da Família Real e da nobreza portuguesa em 1808. Tal aconteceu por ordem do então Príncipe-Regente Dom João Maria de Bragança (futuro Rei Dom João VI), após as invasões napoleônicas a Portugal. (...)" 

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E ● "(...) O Reino do Brasil teve apenas dois Reis, Dona Maria I (que era a Rainha de Portugal antes da elevação do Brasil a Reino Unido com Portugal) e Dom João VI (que antes da morte de sua mãe, a Rainha Dona Maria I, já governava como Príncipe-RegenteA Capital do Reino era a Cidade do Rio de Janeiro, à época chamada apenas de Corte. Da mesma forma, durante a vigência do Reino Unido do Brasil, foi da sua Capital - a Cidade do Rio de Janeiro - que passou a ser exercida a soberania de Sua Majestade Fidelíssima sob todas as colônias do Ultramar Português. (...)" 
F ● "(...) O Brasil desmembrou-se com a Independência, a 7 de setembro de 1822, proclamada pelo filho do Rei Dom João VI, D. Pedro de Alcântara de Bragança (futuro Imperador D. Pedro I do Brasil e Rei D. Pedro IV de Portugal), que antes da independência era o herdeiro do trono como Príncipe Real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Tal episódio resultou na fundação do Império do Brasil, no mesmo ano - 1822, e, por conseguinte, no desmembramento do então território brasileiro do Império Ultramarino Português. (...)" 
REFERÊNCIAS: 
II ■ Estado do Brasil 
III ■ Reino do Brasil 
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A tragédia da experiência republicana brasileira
A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Defender este moralmente ilegítimo Regime Republicano Brasileiro é o mesmo que defender o Bandido que enganou, traiu, roubou e assassinou. A República principiou na ilegalidade inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, que para se manter assassinou 150.000 brasileiros, apenas nos seus sete primeiros anos de fracassos.
O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (...)
Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (...) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (...). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (...) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil...   

Ohanes Kabderian
Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres... Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª parte
Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos... O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (...). A falta de conhecimento do povo infelizmente... Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país... Isso é uma subtração de conhecimento. (...)
Queremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (...) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (...) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu... O que nos foi tomado.

Ohanes Kabderian – Monarquia II – última parte

Ohanes Kabderian conversa sobre o Império 1º Parte 

Ohanes Kabderian conversa sobre o Império 2º Parte

Ohanes Kabderian conversa sobre o Império 3º Parte 
ARMADA DO BRASIL IMPÉRIO
A terceira Marinha de Guerra do planeta, que somada à Marinha Mercante, foi a segunda Potência Naval da terra. 
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Um dos 90 Navios da Armada Imperial Brasileira até o Golpe de Traição de 1889 - em determinado momento na cronologia do tempo, foi mais poderosa do que a Marinha de Guerra dos EUA, que somada a Marinha Mercante do Império, representava a 2ª Potência Naval da Terra.
Encouraçado de Esquadra Riachuelo  
Armada Imperial Brasileira foi a Força que tentou reverter o Golpe Republicano de 1889, entretanto a maioria dos seus Oficiais e Subalternos fiéis a Monarquia, Heróis da Pátria, foram executados sumariamente. Hoje a República de Mentira continua condecorando, homenageando e protegendo seus Heróis de Barro... Os Terroristas Assassinos internos e externos, com as mais altas Ordens Honoríficas do Brasil, inclusive com àquelas criadas pelo Império.
(...) 
SEGUE NA MATÉRIA: ARMADA IMPERIAL BRASILEIRA (A Armada Nacional)

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