DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

sábado, 31 de maio de 2014

PROPOSTAS BÁSICAS COM VISTAS À RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA NO BRASIL


– Apresentação –
Ocorrendo a Restauração da Monarquia Parlamentarista Representativa Imperial Brasileira, não caberia a Família Imperial como um todo (Reserva Moral Hereditária Imperial Brasileira) a responsabilidade de trabalhar em prol para resolver os problemas da nação; e sim ao herdeiro presuntivo de jure ao Trono Imperial do Brasil (Chefe da Casa Imperial Brasileira), como seus herdeiros preparados desde a infância para assumirem no momento que sejam chamados, para desempenharem com competência suas missões − seja nesse momento um Príncipe ou uma Princesa, quando coroado(a) e sagrado(a) Imperador ou Imperatriz (Chefe de Estado). 

Assim o Monarca com a sua Autoridade Moderadora em consonância com o Chefe de Governo (Primeiro Ministro), será o responsável pelas políticas compatibilizadoras para um crescimento econômico sustentável do Estado Brasileiro, proporcionando um desenvolvimento compatível com o Império Grande e Respeitável projetado, além de valorizar sua população com uma distribuição de renda mais justa. 

"Caso o detentor do título seja uma descendente da Família Imperial Brasileira, como o foi com D. Isabel Leopoldina, o título nunca será transmitido a seu marido, sendo esse Chefe Consorte da Casa Imperial Brasileira. Se a filha primogênita de D. Pedro II, D. Isabel do Brasil, então Princesa Imperial do Brasil à época da proclamação da República, tivesse assumido o trono, ter-se-ia tornado Imperatriz do Brasil, pois este título se refere tanto à Consorte do Imperador quanto à Chefe de Estado do Império" 

NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO. 

A FARSA REPUBLICANA BRASILEIRA DESDE SUA ILEGAL FUNDAÇÃO, TEM TIDO UM DEGRADADO HISTÓRICO CINZENTO INÚTIL. HÁ MUITO PERDEU A CREDIBILIDADE, E NADA ACRESCENTOU DE ÚTIL, VIRTUOSO E VERDADEIRO AO BRASIL. 
Por mais que me esforce nessa Tragédia Republicana Brasileira, não consigo ver nobreza alguma nas atitudes dos seus representantes políticos... Tampouco algo em suas ações que os honrem ou engrandeçam.

 I 
INTRODUÇÃO
 
Essa República de Mentira alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, seguiu convertendo nas escolas segundo seus mórbidos interesses sabotando a História... Reduziu o povo numa legião desorientada, sem identidade, sem referência de pátria, sem vontade própria, sem orgulho ou amor pelo seu país... Sem nada. Isso é destruir uma nação na sua essência. Numa tentativa de consertar esta grande lambança, os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram devolver a Monarquia aos brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
Por isso a Democracia nas Monarquias Parlamentaristas são mais inteligentes:
● "A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade."
(Nelson Rodrigues)
● "O Sufrágio Universal, a mais monstruosa e a mais iníqua das tiranias, pois a força do número é a mais brutal das forças, não tendo ao seu lado nem a audácia, nem o talento."
(P. Bourget)
● No Capítulo – IV – Item – N ● - da Matéria:

N ● A República nestes 124 anos de fracassos, numa estranha engenharia fez do povo brasileiro uma gigantesca massa imbecil de manobras. Neste universo de imbecilidades naturalmente os mais imbecis são eleitos para representar o povo e administrar a nação. Imbecil acaba votando em imbecil. Como na democracia o voto do imbecil vale tanto quanto o do Sábio; são os votos da maioria imbecil que decidem os rumos da nação. As pessoas votam por identificação. Quanto mais imbecil for o candidato, mais chance ele tem de ser eleito. Nesta Caricatura Democrática a maioria imbecil sempre vence. Para esta desconjuntura política republicana, uma colossal massa de Analfabetos Funcionais interessa muito mais. É evidente que um sistema destes não tem como dar certo, pelo menos aqui no Brasil, e sempre fracassará.

URL
Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República de Mentira, imposta arbitrariamente por meia dúzia de Traidores da Pátria, membros da Seita Positivista do francês Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (August Comte) nada têm de Cruz; portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, lutarem para perpetuar a principal causa da Desgraça Nacional: essa República com sua Bandeira Positivista, indiferente às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira).
 II 
PROPOSTAS BÁSICAS COM  VISTAS À RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA NO BRASIL
- A -
[Muitas pessoas têm indagado qual seria o programa de governo da  Monarquia. Num sistema monárquico constitucional e parlamentarista, não cabe ao Imperador - Chefe de Estado - elaborar tal programa; essa é uma tarefa própria do Primeiro-Ministro que é o Chefe de Governo. O Monarca formula propostas, segundo sua interpretação dos interesses e aspirações nacionais; cabendo ao Ministério e ao Parlamento examiná-las, discuti-las e inseri-las no planejamento governamental. As propostas básicas que o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança aprovou, em 3 de maio de 1991, para conhecimento de todos os brasileiros, são as seguintes:]
1► Restauração da Monarquia, nas linhas gerais da Constituição de 25 de março de 1824, feitas naturalmente as necessárias adaptações à atual realidade brasileira.

2► Monarquia hereditária na Casa Imperial do Brasil, com o conseqüente reconhecimento de S. A. I. R. o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da mesma Casa, legítimo detentor dos direitos à Coroa.

3► Poder Moderador como atribuição do Imperador. Poder Executivo exercido através de Primeiro Ministro, integradamente com os demais membros do Gabinete, que goze de confiança do Imperador e do Parlamento, de acordo com o sistema parlamentar que vigorou, com tanto sucesso ao longo do reinado de D. Pedro II.

4► Legislativo bicameral, constituído de Senado e Câmara de Deputados eleito por sufrágio universal direto.

5► Manutenção, no que diz respeito ao Poder Judiciário, das condições de independência dos respectivos membros: vitaliciedade, irremovibilidade e irredutibilidade dos vencimentos.

6► Conselho de Estado, sendo os respectivos membros escolhidos pelo Imperador, dentre as figuras exponenciais dos vários setores da vida nacional.

7► Manutenção do sistema federativo, comportando a possibilidade de o Parlamento do Império desdobrar em novas unidades federadas as já existentes, sempre mediante consulta plebiscitária às populações interessadas.

8► Ampliação da autonomia dos Municípios, dentro da organização política dos Estados. 
- B -
Conclamam-se todos os brasileiros a constituírem uma união sagrada de todas as forças vivas da Nação, em tomo do legítimo sucessor dos Imperadores que asseguraram a unidade, a grandeza e a prosperidade do Brasil, num esforço comum para a superação das graves crises que assolam hoje o País.

1► Sendo por excelência a forma de governo monárquica aquela que mais se aproxima do modelo familiar que deve ser a matriz de todas as sociedades humanas, a restauração do Império deve ser acompanhada de uma ampla confraternização de todos os brasileiros em tomo de um comum objetivo, esquecidos seus ódios, malquerenças e divisões de qualquer espécie. Destarte, a campanha pela restauração da Monarquia - verdadeira cruzada nacional - conduzida em níveis elevados, não visará atingir pessoas, organizações e partidos, ficando a propaganda e o debate primordialmente no plano das idéias.

2► Esse esforço comum deve buscar a convivência harmônica e pacifica das diversas classes sociais, com equilíbrio entre ricos e pobres e entre capital e trabalho, de modo a que a opção preferencial pelos necessitados coexista com o respeito a todos os direitos legitimamente adquiridos, para a ordenação cristã do País e sua caminhada vivaz e realizadora rumo à grandeza que lhe compete no concerto das nações.

3► Na futura organização constitucional do Pais serão garantidos, com especial empenho, os institutos da livre iniciativa e da propriedade privada (entendidos ambos com as respectivas funções sociais), bem como o respeito pelo princípio de subsidiariedade na estruturação política da Nação - Municípios, Estados e União - e na economia nacional. O que importará, evidentemente, em uma efetiva e urgente diminuição da hipertrofiada máquina estatal e na correspondente privatização das empresas estatais.
- C -

Igualmente cumpre que seja protegida eficazmente a família, célula-mãe da sociedade e fundamento da Civilização Cristã. Os pais deverão ser esclarecidos sobre os verdadeiros direitos e fins da família, de sorte que se valorize aos seus olhos a sublime missão de resguardar a vida e a saúde da prole, a qual é condição básica do bem-estar doméstico. E formação, em todos os lares, de uma consciência oposta ao infanticídio e à violência contra as crianças.

1► Em conformidade com o princípio de subsidiariedade, cabe primordialmente à família a missão de educar a prole. O Poder Público porá todo o empenho no desenvolvimento da rede de ensino privado, e ademais completará, mediante a colaboração da rede de ensino público, o que seja necessário para dotar integralmente a população nacional do nível de instrução adequado. Das medidas conducentes a tal fim constará a melhoria da remuneração dos professores de todos os graus. Cessará assim a grave anomalia de que muitos membros do magistério nacional percebam hoje, injustamente, salários com freqüência inferiores aos do trabalhador não-qualificado.

2► Valorização da missão das Forças Armadas como guardiãs da Nação. No seu prestígio e na sua eficiência repousam a paz social e a segurança interna e externa de nossa Pátria, bem como o merecido realce desta no cenário internacional. Aos seus integrantes devem ser proporcionadas todas as condições para que vivam condignamente, isentos de preocupações materiais que afetem seu moral e os afastem da dedicação integral às lides castrenses.

3► As Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares, legítimas reservas das Forças Armadas, como tal serão considerados, reconhecido e realçado o seu papel intransferível na segurança pública e na defesa territorial do País. Às Polícias Federais e Civis, responsáveis pela preservação da ordem pública e pela incolumidade das pessoas e do patrimônio, será assegurado tratamento consentâneo com seu importante e indelegável papel, em especial na defesa do cidadão e no combate à criminalidade em todas as suas formas.

4► Respeito ao sistema de sindicalismo livre, de acordo com o compromisso assumido pelo Brasil ao assinar a carta da OIT

5► A exemplo do ocorrido durante o longo reinado de D. Pedro II os meios de comunicação social deverão gozar das mais amplas faculdades para desempenharem seu importante papel informador e formador da opinião pública. O exercício dessa liberdade deve ser entendido com sua função social, sendo assegurado a qualquer brasileiro, bem como à sociedade civil, o direito de defender a sua honra e a moralidade familiar ou social, nos termos da lei. 
Objeções eventuais à Monarquia 
(Extraídas do livro “O que é Monarquia”, do Prof. Rogério da Silva Tjäder)
A► Se a Monarquia é a melhor forma de governo, por que a maioria das nações prefere o sistema republicano?
 A inovação da liberal-democracia no século XIX despertou o desejo de uma novidade. Aliás, como já citava o Papa São Pio X, “o amor das novidades basta, por si só, para explicar toda sorte de erros”. Mas à medida que se constatam as falhas do regime adaptado, as nações mais perspicazes retornam à sua antiga forma de governo e com grande vantagem.

B► A República não luta pela melhoria de condições sociais?
 Sim, mas as dificuldades são maiores pela politicagem e pela corrupção que gira em torno das verbas destinadas às obras públicas, sem a supervisão do Estado.

C► E se o monarca ligar-se a um partido político que lhe seja mais simpático ou bajulador?
 O monarca não pode ligar-se a partido político nem a grupos sectários, pois eles representam uma parcela da sociedade e o soberano o é de toda a nação.

D► Se a Monarquia for restaurada, voltarão ao cenário político os marqueses, condes, barões?
 Os títulos de nobreza são concedidos aos cidadãos do país que, por seus méritos em prol da pátria, logrem merecê-los. A República também assim o faz, e por isto encontramos Cavaleiros de uma determinada Ordem ou Comendadores de alguma Legião de Honra. Desta forma, é provável que os títulos nobiliárquicos retornem à atividade.

E► Mas estes nobres não irão onerar o erário público?
 Por si só, os títulos de nobreza não mantêm qualquer vínculo com privilégios político-administrativos, muito menos com privilégios financeiros. Em nada onerará o sistema.

F► E se algum súdito receber um título de nobreza por serviços prestados à nação e depois desmandar-se dos deveres básicos para com a dignidade pública?
 Numa Monarquia dos tempos atuais, a nobreza é aberta para tantos quantos façam jus a ela. Entretanto, a porta de entrada é a mesma de saída. Se o caso em questão vier a ocorrer, o que é improvável, a cassação de título será inevitável.

G► E o princípio de igualdade entre os homens, como fica numa Monarquia? O monarca não é superior?
 Todos os homens são essencialmente iguais como membros da sua espécie, mas moral e funcionalmente diferentes em suas atitudes. Apenas é a função de monarca o que torna tal homem diferente. Não como ser humano posto que é igual aos demais, mas como Chefe de Estado, intrínseco da nação. Assim, o cargo, bem como suas atitudes funcionais, são os fatores que diferenciam o monarca dos demais homens e não apenas sua pessoa.

H► Não é preferível uma forma de governo que ofereça igualdade de direito a tantos quantos ambicionam exercer o poder?
 De um modo geral, teoriza-se o exercício do poder nas mãos das pessoas mais capacitadas para exercê-lo. Do momento em que se proclame o mito da igualdade, imagina-se um nivelamento que permita a ascensão ao poder a todos os componentes da sociedade e, portanto, a maioria, composta, predominantemente, por indivíduos de médio e baixo nível. Tais indivíduos (a maioria) idealizam que, exercendo-se a prática da igualdade a eles, seria outorgado o direito de atingirem a minoria e, assim, o exercício do poder, inerência desta classe. Tal desastrada teoria agradou a maioria e numa política de prevalência do número de votantes, a utopia triunfou tornando-se norma. Tal princípio, que torna cada eleitor um Chefe de Estado em potencial, não poderia aceitar a Monarquia, virtual barreira a tão absurdas pretensões. Como numa sociedade igualitária quantidade vale mais que qualidade, tal idéia prevaleceu. Há sempre tempo de se rever um erro reconhecido. Uma sandice proclamada pela maioria nem por isto deixa de ser sandice.

I► Por que, ao morrer um monarca, cabe a seu filho mais velho a herança da coroa? Não poderia ser outro filho que assim o desejasse, ou que para tal oferecesse melhores condições?
 Já ficou demonstrado que a luta pela disputa do poder foi, durante toda a História, a causa fundamental das lutas e dissenções internas e, até mesmo, externamente. A mais longa das guerras que enfrentou a Humanidade em todos os tempos teve como causa uma querela sobre hereditariedade do trono. Foi para que tantas desgraças onerosas em todos os sentidos não se repetissem que, racional e naturalmente, assentou-se o direito de primogenitura masculina na linha sucessória, a fim de que o príncipe, mesmo criança, não visse seus direitos ameaçados. É tácito, axiomático, diríamos até dogmático.

J► E se o príncipe demonstra ser um estróina, ou até mesmo atingir limites da idioticia, terá a nação que suportar um estadista incompetente?
 Sendo a Monarquia a Forma de Governo que vela sobremaneira pelos interesses da nação, lógico se torna que, se alguma deficiência fosse detectada na mente ou no físico do príncipe herdeiro, deficiência esta que poderia torná-lo impedido de realizar sua obra na plenitude da razão pela qual foi preparado, seriam acionados os mecanismos encarregados de solucionar o problema. Os educadores, a família, o Conselho de Estado e, por último, o Parlamento usariam de suas prerrogativas de recorrer a um filho segundo ou a quem de direito na linha sucessória. O fato primordial é que a Monarquia protege a nação, ao ponto de não permitir um incompetente na chefia do Estado.

K► Sendo o reinado de um Monarca, cargo vitalício, se ele, após ser coroado, adoecesse ou enlouquecesse, teria a nação de suportá-lo até o fim? Já vimos casos assim na História...
 Idênticas providências seriam aplicadas no caso da pergunta acima formulada, relativa ao príncipe herdeiro. Idênticas providências são tomadas nos casos havidos com chefes de Estado eleitos. Insiste-se na tecla de que a Monarquia é a forma de governo mais atual, por ser a que mais evolui, adaptando-se às exigências da vida hodierna. O que se viu de loucura de monarcas reinantes na História pertence a um passado muito remoto e nunca em monarquias hereditárias, como foi o caso de alguns Césares de Roma. Com a institucionalização de hereditariedade monárquica, os raros casos constatados de loucura entre reis e rainhas foram satisfatoriamente resolvidos com as providências citadas.

L► E se o monarca torna-se um déspota, imoral e corrupto, sem atingir as raias da loucura?
 Desconhecemos o exemplo citado, mas se tal viesse a ocorrer, o que é improvável, mas não é impossível, a própria organização monárquica assegura a solução. O Conselho de Estado, o Tribunal de Garantias e o Parlamento dispõem de meios que vão desde a suspensão das regalias reais, passando pela instituição de uma Regência, chegando até os extremos da deposição.

M► Pode-se afirmar a existência de uma analogia entre a Monarquia e a Família?
 Três são os elementos constitutivos de um lar: o pai, a mãe e os filhos. Cabe ao pai ser o repositário da autoridade maior; à mãe, o equilíbrio entre o pátrio poder e as aspirações dos filhos; aos filhos, que representam os anseios da família, uma esperança de um futuro promissor. Na Monarquia Nacional, o monarca representa o pátrio poder. A mãe está simbolizada pelos partidos políticos, que devem ser os verdadeiros transmissores da vontade popular e, finalmente, o povo, verdadeira razão da preocupação em se cogitar de formas de governo. Governar a quem e para quem, se não exclusiva e primordialmente o povo? Sem a menor sombra de dúvida que o interesse monárquico e o interesse popular se confundem.

N► Mas não é a Monarquia uma forma de governo na qual somente conta a vontade pessoal do monarca?
 A função do monarca, já foi dito, é apenas de autoridade protetora do seu povo. Não cabe a ele a execução do governo. Se ele governasse sozinho a seu bel-prazer, isto seria ditadura, cesarismo ou tirania.

O► A quem compete, então, o poder monárquico?
 O poder monárquico caracteriza-se por ser perpétuo e hereditário, assim como a nação. Ora, a nação se perpetua através da hereditariedade das famílias. Assim também o poder monárquico se perpetua através da Família Monárquica.

P► Mas, ao realizar suas atuações, não visa o monarca o seu interesse pessoal?
 Na felicidade do povo reside o interesse pessoal do monarca.

Q► E se o monarca apresenta características de uma personalidade não louca, mas medíocre?
 Muitas vezes constatamos personalidades medíocres que se notabilizam por uma aptidão específica; o mesmo se dá em casos contrários. A História nos mostra que sempre que surgirem monarcas medíocres ou fracos, eles se assessoraram em ministros fortes. Ora, o monarca é treinado desde sempre para o exercício de seu dever. Assim, mesmo medíocre, ele será melhor do que um improvisado de mais alto nível de cultura.

R► Não representa a Monarquia algo de obsoleto, ou romântico, ou infantil, mais próximos às práticas da Idade Média?
 A Monarquia se embasa em princípios imutáveis, mas o mesmo se dá com os costumes, os métodos e as necessidades da vida, sempre dinâmicos. Assim, ocorre uma adaptação constante entre o Estado monárquico e a instituição política, visando a harmonia entre Monarquia e povo.

S► Pode-se então afirmar que a Monarquia é progressista?
 Sem sombra de dúvida. A adaptação de um monarca a outro, em linha sucessória e hereditária, marcha, passo a passo, com a evolução dos tempos, num processo constante, paulatino, sem promover agitações sociais.

T► Isto significa que a Monarquia é popular?
 Por ser o próprio povo representado no Estado, a Monarquia é, em si, a essência do povo e, portanto, seu auto-protetor.

U► E se o monarca apresentar má índole, caracterizando-se por ser um homem mau, não será por isto mesmo, má a Monarquia?
 Em princípio filosófico, perguntaríamos o que é ser mau. Mas, em termos mais práticos, pode-se afirmar que um órgão humano doente não torna o corpo todo doente. O monarca representa uma peça, a mais importante, na engrenagem da Monarquia, mas não o seu todo. Já foi exposta a existência de meios fiscalizadores de atuação do monarca, a fim de que a razão fale mais alto.

V► E se monarca, por qualquer motivo, implantar uma forma absoluta de governo, à semelhança de seus predecessores na Idade Moderna?
 Além de tal tentativa ser completamente improvável nos dias atuais, o mesmo pode vir a acontecer em uma República, como vemos em diversas ditaduras republicanas espalhadas pelo mundo. Existem mecanismos, na Monarquia, mais eficazes que nas Repúblicas, para evitar tal fato, como já ficou demonstrado.

W► O rei, então, é sujeito às leis e à Constituição?
 Evidentemente, como qualquer outro cidadão. Ele é apenas o primeiro dos cidadãos, mas não está acima da lei, nem mesmo é o seu elaborador. Isto era característica das monarquias absolutistas.

X► Caso o monarca morra ou abdique, deixando o herdeiro do trono em idade inábil para governar, o que seria feito?
 Como tivemos o exemplo quando da abdicação do Imperador D. Pedro I, é constituída uma Regência até a maioridade do príncipe herdeiro. Em momento algum a nação ficaria acéfala.

Y► É verdade que o príncipe herdeiro é treinado para governar?
 Desde a infância. O que não acontece nas Repúblicas, quando corre-se o risco de aparecer algum aventureiro demagogo, inapto para o governo.

Z► E a Monarquia não cerceia a liberdade de escolha do povo? 
 Absolutamente. O parlamento, verdadeira sede do governo, continua a ser eleito diretamente pela nação, sem interferência do monarca. 
 IV 
República de Mentira
01 • Cinismo absoluto é ver o Presidente da República ironicamente comemorando o 7 de Setembro junto com o seu Exército, na data que representa a Fundação do Independente e Soberano Império do Brasil, que meia dúzia de conspiradores republicanos sem honra ou grandeza, se utilizando de métodos obscuros e do próprio Exército como ferramenta de execução do trabalho sujo, derrubaram com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria em 1889. 
02 • “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar; e hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.”
03 • Se os Senhores republicanos essencialmente os da Classe Política são pessoas íntegras e consideram o 7 de Setembro tão importante!... Admitam logo a Lambança de 15 de novembro de 1889, data brasileira da infâmia, e desproclamem para o bem da nação, esta farsa de República fracassada inventada antidemocraticamente, na ilegalidade, sem uma consulta ou participação popular, principiada às avessas dos próprios “ideais republicanos”, esbravejados aos quatro ventos pelos traidores da pátria, e que só tem servido para desgraçar a nação.
04 • Qualquer pessoa de bom senso que conheça um pouco de História do Brasil percebe o disparate que foi a imposição arbitrária do Sistema de Governo Presidencialista Totalitarista Republicano no Brasil (Regime Ditatorial onde foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil). Se o feriado de 15 de Novembro deixar realmente de existir, será finalmente o reconhecimento pela República (de mentira) da sua própria ilegitimidade. 
05 • Difícil é acreditar que reconhecerão este fato abolindo esta data fatídica da lista dos feriados nacionais. Cesar Nero disse: "Totalmente coerente o projeto que acaba com o feriado de 15 de novembro, já que é a data de um Golpe Militar, o de 1889. Manter essa data como feriado abre um precedente para que qualquer pessoa proponha que 31 de março também seja feriado, já que é a data do Golpe Militar de 1964"*. * Existe controvérsias quanto à caracterização de Golpe ou Intervenção Militar Institucional, no processo que desencadeou a tomada do poder pelos militares em 1964. 
06 • Ao contrário do 15 de novembro de 1889, antes de 31 de março de 1964, milhões foram às ruas para exigir uma atitude das FFAA contra a comunização do Brasil. Ao menos na sua fase inicial a intervenção legitimada pelo povo tinha caráter provisório, e por isso ainda não se configurava como um Regime Ditatorial Militar. Considerada posteriormente por muitos uma "Ditadura Necessária", para combater os Ataques Terroristas, Luta Armada (Guerrilha), que se intensificaram, contribuindo para que o Regime Militar se prolongasse por 20 anos. 
07 • Independentemente do que acreditam sobre este período, o que ocorreu em 1964, foi apenas um Contra-Golpe executado especialmente pelo Exército, em mais um dos lamentáveis episódios da República Golpista, inventada por ele mesmo em 1889. Existe um abismo quanto ao mesuramento em termos de importância dos desastres (prejuízos) para a nação, entre estes dois golpes, e os demais que sucederam a inauguração do primeiro Estado de Exceção Republicano Brasileiro; todos em função da lambança feita pelos traidores da pátria republicanos em 1889. Cenário fértil, propício para as facções republicanas, cada qual com suas ideologias, digladiarem-se entre si, em detrimento do desenvolvimento da nação... A República não cumpriu à que veio... Fracassou.
08 • Ohanes Kabderian aos 6:28 do Vídeo - 2ª Parte: O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (...)
09 • Aos 7:40 do Vídeo - 2ª Parte: Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (...) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (...). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (...) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil...   
10 • Aos 8:40 do Vídeo - 2ª Parte: Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres... Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª parte
Economista Ohanes Kabderian
11 • Aos 4:48 do Vídeo - Última Parte: Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos... O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (...). A falta de conhecimento do povo infelizmente... Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país... Isso é uma subtração de conhecimento. (...) 
12 • Aos 7:05 do Vídeo - Última ParteQueremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (...) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (...) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu... O que nos foi tomado. 
Ohanes Kabderian – Monarquia II – Última Parte
"Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil."
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma nas ações dos políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente nas próximas eleições”
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Bandeira Nacional do Império do Brasil 
A Bandeira do Exército de Caxias

Ambas representam as Origens das nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional. A primeira contém a última atualização (20 estrelas), e simbolizou o Estado Imperial Independente, Indivisível e Soberano Brasileiro, até 15 de novembro de 1889. A segunda é versão na proporção 10 X 16, atualizada com 27 estrelas.
Monarquias Parlamentares tal qual a Imperial Brasileira foi, respeitam suas Histórias. Como exemplo, a Bandeira da Monarquia do Estado Inglês, consiste numa Cruz Vermelha sobre fundo Branco, fazendo referência à Cruz de São Jorge, o Santo Patrono do país, que, segundo a lenda, salvou uma Princesa de um dragão, e com o seu sangue fez um Sinal da Cruz no seu Escudo Branco. Interessante ressaltar que a Rússia mesmo sendo hoje uma República, nesse aspecto está mais evoluída que o Brasil: restaurou seus Símbolos Monárquicos os tornando oficiais, por entenderem que independente da explicitada Simbologia Cristã, acima de tudo, representa a sua História. 

Império do Brasil67 anos de Monarquia Constitucional Parlamentarista Representativa Imperial, considerada a mais Liberal e Democrática do seu Tempo - mais até do que a da República do Estados Unidos da América do Norte, até o Golpe de Alta Traição de 15 de novembro de 1889, Dia da Infâmia Nacional.
Esta é a Legítima Bandeira Nacional Brasileira, que simboliza o Estado Brasileiro Livre, Independente e Soberano, fundado em 7 de setembro de 1822, que num curto espaço de 60 anos já havia transformado um país atrasado numa nação respeitada ombreando com a Inglaterra, França, Alemanha e EUA; cenário em que a Armada Nacional somada com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do planeta. A outra é apenas uma caricatura da bandeira Imperial Brasileira, que representa a interrupção do nosso destino de grandeza, pela traição sem honra ou grandeza, de meia dúzia de membros da Seita Positivista em 15 de novembro de 1889, quando foi inventada a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro, direcionando o Brasil a lugar algum.
República no Brasil sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional.
“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente pensa nas próximas eleições”
15 de novembro - Dia Nacional da Infâmia. 
Feriado Nacional do Golpe de Estado Republicano da Seita Positivista que acabou com o Brasil.
 V 
“Unânime Aclamação dos Povos”

Na época da Independência, as Cortes Revolucionárias de Lisboa, enviaram ao então Príncipe Dom Pedro um ultimato de seu regresso a Portugal, no entanto os Brasileiros lutaram até o último instante pela permanência do Príncipe, que culminou no Dia do Fico. Em sua coroação a 1 de Dezembro de 1822, recebe o título de “Defensor Pérpétuo”. Mas em sua aclamação recebeu o título “Unânime Acclamação dos Povos”.
Pouco antes da Intervenção Militar de 1964, um grupo de militares de alto escalão – supostamente, a mando do Marechal e futuro Presidente Castelo Branco (1897-1967) – foi até a Fazenda Santa Maria, no interior do Paraná, onde vivia, com sua esposa e doze filhos, o Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), na época, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para oferecer ao Príncipe a oportunidade de se tornar Imperador, por meio de um golpe de estado.

Sem hesitar, e demonstrando tremenda grandeza moral, o Príncipe Dom Pedro Henrique respondeu: “Não utilizarei de artimanhas republicanas para retornar ao poder. A Monarquia só volta pela vontade popular, pois, só assim, será legítima.”

O exemplo do príncipe foi e é seguido por todos os membros da Família Imperial, assim também como por todos chefes da Casa Imperial do Brasil, de D. Isabel (1891-1921) à D. Luiz Gastão (1981-hoje).

Em manifesto escrito em 1913, o príncipe D. Luiz Maria (1878-1920), herdeiro da Princesa Isabel (1846-1921), disse: "Nunca, nem meu venerado avô [Dom Pedro II], nem minha mãe [Dona Isabel], pensamos em deter a coroa contra a vontade da Nação, sempre lhes repugnou a ideia sequer da guerra civil, por mais nobre e desinteressantes que fossem os seus motivos."

D. Luiz Gastão, atual chefe da Casa Imperial desde 1981, repete o exemplo: "Uma verdadeira Monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente, da aspiração de conjunto da Nação [...] Quando esse anseio se tornar majoritário, a Monarquia, acabada expressão política da Civilização Cristã, poderá ser restabelecida no Brasil, de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista".
[Fonte: Causa Imperial]
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma nas ações dos representantes políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.
"(...) À medida em que o povo foi tomando conhecimento do acontecido, movimentos pela volta da Família Imperial começaram a eclodir por todo o Brasil. O governo republicano os destroçou com punho de ferro. (...)"
 VI 
PARE DE ACREDITAR NO REINO DO TERROR REPUBLICANO BRASILEIRO
1 ● Não confunda a Bandeira da Forma de Governo Vigente com o Brasil. A Bandeira da Seita Positivista é apenas um dos símbolos do Regime Político do Estado Brasileiro, que na ilegalidade se "reorganizou" para a desgraça do país como república, a partir da tragédia do Golpe de Traição de 15 de novembro de 1889, de maneira a impor o seu poder sobre a sociedade... E, desde criancinha, fizeram você acreditar e se acostumar a ela sem que te contassem a verdade. Ame o Brasil e seu Exército de Caxias sem venerar esse "Regime" da Seita Positivista que tem sido a Desgraça Nacional. Não se preocupe, as cores Nacionais Verde e Amarelo, serão as mesmas usadas desde a Fundação do Estado Brasileiro Livre, Independente e Soberano, em consequência do 7 de setembro de 1822. Entendeu?...
Bandeira Nacional Imperial Brasileira e Sugestão para a Bandeira da Casa Imperial do Brasil
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Ambas representam as Origens das nossas Raízes Históricas, nossas tradições e a Legítima Identidade Nacional, e simbolizam a Unidade do Estado Imperial Independente Brasileiro, Indivisível e Soberano, até 15 de novembro de 1889.
2 ● "Ordem e Progresso" é o lema nacional da moralmente ilegítima República Federativa do Brasil, imposta arbitrariamente sem uma consulta popular por meia dúzia de Devotos da Seita Positivista que usurparam o respeitado Brasil Monárquico Imperial dos brasileiros, numa época em que éramos a terceira potência econômica e bélica do planeta (a Armada Imperial somada à Marinha Mercante, foi a 2ª potência naval da terra).
Bandeira Nacional Brasileira do Exército de Caxias e do Almirante Tamandaré da Armada Imperial Brasileira.
3 ● A expressão é o lema político do positivismo, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Auguste Comte: "O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim" (em francês L'amour pour principe et l'ordre pour base; le progrès pour but.). Seu sentido é a realização dos ideais republicanos: a busca de condições sociais básicas (respeito aos seres humanos, salários dignos etc.) e o melhoramento do país (em termos materiais, intelectuais e, principalmente morais). 
A Bandeira Republicana do então Estados Unidos do Brasil, enfrentou resistência até ser aceita depois de muita imposição arbitrária dos discípulos golpistas da Seita Positivista.
4 ● Os cristãos brasileiros nas suas verdades, assim como a maioria da população, embora ainda não tenham consciência deste fato... Foram condicionados a gostarem e até amarem a principal causa da Desgraça Nacional: a Bandeira Positivista que simboliza a Republica Brasileira, imposta arbitrariamente por meia dúzia de discípulos da Seita Positivista que nada tem de Cruz ou Cristianismo. 
O trabalho de Lobotomia continua:
5 ● Inicialmente uma insignificante parcela do Exército Imperial Brasileiro, sem a participação da Armada Nacional (Marinha de Guerra), foi utilizada como ferramenta dos conspiradores positivistas, para sem honra ou grandeza, executar o trabalho sujo do Crime de Alta Traição de 15 de novembro de 1889. O Exército além de massacrar impiedosamente os Marinheiros da Armada Nacional, leal a Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, em seguida à consumação do "sucesso positivista", continuou a matança de todos contrários à imposição arbitraria do novo Regime Totalitário Republicano, cenário de terror onde nem as crianças foram poupadas... 
6 ● Hoje o Exército Positivista Republicano, paradoxalmente exalta o seu Patrono, o Monarquista Caxias do Outrora Glorioso Exército Imperial Brasileiro, que se vivo estivesse, jamais permitiria o Golpe de Alta Traição de 15 de novembro de 1889, quando foi inaugurada a lambança da primeira ditadura da História do Brasil, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares, que destroçou toda a construção do então Pujante Respeitado entre o universo das nações, do Estado Independente Soberano Brasileiro desde 07 de setembro de 1822.
7 ● Este Exército Republicano não faria nada mais que sua obrigação, em desproclamar a tragédia do Golpe Político Militar de 15 de novembro de 1889, pedir desculpas a Nação Brasileira, se livrando definidamente dessa nódoa negra que envergonha a instituição. A República Brasileira é o resultado do absurdo da legalização arbitrária de um Crime: a legitimação do ilegitimável.
O quadro Pátria, pintado por Pedro Bruno em 1919, mostra mulheres costurando a Bandeira Republicana do então Estados Unidos do Brasil 
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8 ● Definitivamente esta não pode continuar sendo a Bandeira Nacional... Nada justifica a manutenção do Golpe Republicano que descaracterizou e mutilou este país. O Brasil perdeu seu status de nação respeitada quando ombreava com as três potências globais, fazendo com que perdesse sua identidade, seu rumo, a autonomia e a auto-estima. A República não cumpriu à que veio, se perdeu em si mesma nas suas mediocridades... Fazendo com que deixássemos de ser...
A imposição arbitrária do Regime Alienígena da Seita Positivista no Brasil através da sua simbologia:
■ Bandeira Nacional enfrentou resistências até ser aceita.
9 ● Definitivamente esta não pode continuar sendo a Bandeira Nacional ● "(...) — Na bandeira se encontra um atentado contra as nossas tradições. Criminosamente lançaram nela um dístico que não quadra com as nossas ideias, que pertence a uma seita absurda ● "(...)  Badaró se referia aos dizeres “Ordem e progresso”. Trata-se da máxima do positivismo, mistura francesa de religião com filosofia bastante em voga entre os militares que destronaram dom Pedro II. Para o deputado, era inadmissível a menção à “seita”: (...)" 
10 ● "(...)  Desde então, apareceram vários projetos de lei querendo redesenhar a bandeira, quase todos apagando a legenda. Argumentava-se até que os embaixadores passavam vergonha, pois eram insistentemente questionados se o positivismo havia virado a religião do país — com a República, o Estado tornou-se laico e o catolicismo perdeu o status oficial  (...) — Tão antinacional divisa impopulariza a República. É uma provocação aos cristãos, à quase unanimidade da população do Brasil — criticou o senador Coelho Rodrigues (PI) em 1896, ao apresentar uma proposta que trocava “Ordem e progresso” por “Lei e liberdade”. (...)"
11 ● Quanto “(...) a divisa “Ordem e Progresso”, colocada no centro de esfera azul. O bispo do Rio de Janeiro se recusou a abençoar a nova bandeira alegando que ela continha apologia de uma seita divergente da religião católica. De fato, a expressão resumia a doutrina do filósofo francês August Comte e adotada como lema pelos fiéis da Igreja Positivista: “O amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim”. Apesar da forte oposição, a divisa foi mantida na bandeira graças ao apoio de Benjamin Constant, um admirador de Comte. Do lema original, no entanto, eliminou-se o amor, preferindo-se reforçar a ideia de ordem e progresso, conceitos que os republicanos julgavam mais urgentes naquela nova fase da vida nacional. Ao contrário do que sonhavam Benjamin Constant e seus positivas em 1889, a tumultuada história republicana brasileira, nesses quase 127 anos, foi marcada por pouca ordem, escasso progresso e, definitamente, nenhum amor. Como, aliás, os brasileiros de hoje podem testemunhar muito bem." – (Laurentino Gomes). 
12 ● Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República do Brasil é uma Aberração do Positivismo, imposta arbitrariamente por meia dúzia de traidores da pátria devotos da Seita Positivista (Religião da Humanidade), todos sem exceção, maçons. Religião parida pelo Francês ateu Auguste Comte junto com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux (considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade), que devorou a Identidade, Independência, Liberdade e Soberania do Estado Brasileiro, alcançadas após o Grito do Ipiranga de 7 de setembro de 1822.

13 ● Esta SEITA que abortou a República Brasileira nada tem de Cruz ou com a Tradição Judaico-Cristã. Portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, defenderem a principal causa da Desgraça Nacional: essa Alienígena República com sua Bandeira Positivista, que te induziram a amar desde tenra idade, indiferente às nossas Raízes Históricas, tradições e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira). Chega de novas aventuras salvadoras da pátria nesse já sexto cadáver republicano, arbitrariamente imposto como o primeiro Estado Totalitário da História do Brasil. Chega de novas experiências nessa República Defunta que sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional. 

14 ● “A Igreja Positivista do Brasil foi fundada no dia 11 de maio de 1881 por Miguel de Lemos na atual Rua Benjamin Constant, Nº. 74, no Bairro da Glória, na Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro. Sua sede é o Templo da Humanidade, onde ocorre a celebração da Religião da Humanidade, ou Positivismo, doutrina criada pelo filósofo francês Augusto Comte (1798 - 1857).”
Comparativamente ao que o Império do Brasil representava no seu tempo perante o cenário mundial, quando ombreava com as três nações mais respeitadas e desenvolvidas da época... Jamais houve progresso com a imposição arbitraria republicana em 15 de novembro de 1889, e sim retrocesso. República no Brasil virou sinônimo de Desgraça Nacional, que usurpou o futuro da nação. 

15 ● Hoje qualquer idiota republicano, mesmo essa gente alheia a História do Brasil, também os fanáticos da Seita Positivista Republicana Socialista & Comunista, maioria que ignora o que seja ser republicano nesse país, até os Inocentes Analfabetos Funcionais, Marionetes que nada acrescentam, Massa Útil adoradora dos heróis de barro internos e externos... Que venera símbolos e ícones das ideologias alienígenas às nossas Raízes Históricas e a legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira); gente limitada nas suas futilidades, fragmentada na escória inútil lobotomizada desde tenra idade, que representa apenas agregados miúdos maleáveis literalmente manobráveis pelas Coligações coesas às Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias Copartícipes dos Regimes-Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, que só subtraem, a serviço da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central - têm surpreendentemente reconhecido que a grande burrice dos militares na última e mais dócil Ditadura Militar, a princípio exigida e aclamada pela população como Intervenção Constitucional necessária transicional, estendida involuntariamente como Regime Militar (se preferir: Ditadura mesmo, isso não importa no contexto...) o tempo necessário para que os inimigos traidores da pátria (Terroristas & Guerrilheiros que pretendiam impor uma ditadura do proletariado, mesmo ao preço da morte de milhares ou milhões de opositores brasileiros à imposição arbitrária do Comunismo, que representava 90% da população) fossem derrotados... Foi perdoar, anistiar e indenizar essa gente que hoje é poder. 
(...) 
SEGUE NAS MATÉRIAS: 
07 ■ 50 Motivos para não se apoiar a Forma Republicana de Governo no Brasil.  
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Algumas Matérias deste Blog

01 • A MUDANÇA