DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Marianne

MARIANNE
A Deusa Encantada Francesa com virtudes abstratas
 
01 ■ MARIANNE, é uma explanação sucinta da matéria: 50 motivos para evitar que Marianne te alicie, que se integram com as matérias: 
02 ■ 50 razões para se rejeitar a Bandeira Golpista da Seita Positivista que acabou com o Brasil
03 ■ Símbolos Nacionais
04 ■ Ordem e Progresso; 
05 ■ Reino do Terror Republicano
 Permanentemente estas Matérias estão se subdividindo com novos conteúdos... São simples arquivos utilizados para guardar algumas das minhas palavras, imagens, ou algo do meu interesse. A maioria das publicações são inter-relacionadas, tendo como função primordial, a criação de textos, símbolos ou manifestos elucidativos, com o propósito de contribuir para a conscientização da população brasileira, no que concerne às origens do Estado Brasileiro, suas Raízes, Tradições e Identidade Histórica Nacional; familiarizando-a com o genuíno processo de Restauração da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa Imperial Brasileira. A intenção é resgatar o destino de Grandeza do Brasil interrompido pelo crime de traição, quando arbitrariamente o Brasil foi usurpado dos brasileiros, com o Golpe Militar Republicano da Seita Positivista de 15 de novembro de 1889, quando foi inaugurado o primeiro Estado Totalitário da História do Brasil Independente, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro, numa sucessão de Regimes Ditatoriais civis e militares, que arruinaram com o Brasil. 
República no Brasil é uma Aberração do Positivismo, imposta arbitrariamente por meia dúzia de traidores da pátria devotos da Seita Positivista (Religião da Humanidade), todos sem exceção, maçons. Religião parida pelo Francês ateu Auguste Comte junto com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux (considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade), que devorou a Identidade, Independência, Liberdade e Soberania do Estado Brasileiro, alcançadas após o Grito do Ipiranga de 7 de setembro de 1822. Chega de novas aventuras salvadoras da pátria nesse cadáver republicano abortado como o primeiro Estado Totalitário. Chega de novas experiências nessa República que sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional. 
Marianne 

Alegoria feminina de virtudes abstratas, nascida a partir da Revolução Francesa, que também é o Símbolo da cultura contemporânea do país por encarnar o lema: Liberdade, Igualdade, Fraternidade (LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ) do regime político republicano francês – e de todos os países que a imitaram; incluindo os traidores promotores do GOLPE positivista de 15 de novembro de 1889, que acabou com o Brasil. 
A Liberdade Guiando o Povo - por Eugène Delacroix (1830) que celebra a Revolução Francesa de Julho 1789 (Museu do Louvre)
Les symboles de Marianne sont souvent empruntés à l’Antiquité gréco-romaine ou à la franc-maçonnerie
- Introdução -
O Simbolismo de Marianne: A Senhora da Maçonaria Republicana. 

Esta Publicação se complementa com as Matérias: 
Para completar a Grande Lambança da TRAIÇÃO de 15 de novembro de 1889, a República Golpista Brasileira adotou Marianne, a figura alegórica que simboliza a liberdade da República Francesa, inspirada na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delacroix. Portanto sua Efígie é uma Personificação Nacional Francesa. Usando um Barrete Frígio (Carapuça Vermelha), Marianne encarna a República Francesa e representa a permanência dos Valores da República e dos cidadãos franceses. 

Com o tempo os prostíbulos da França adotaram a imagem de Marianne e estamparam seu busto nas portas dessas casas de prazer. Hoje os pais franceses evitam colocar o nome Marianne em suas filhas. Esta Efígie que passou a ser usada como ícone da República Francesa se tornou também um dos símbolos da República Brasileira. A Efígie e/ou seu Barrete Frígio estão estampados em vários Brasões e Bandeiras de Cidades, Municípios e Estados. Este símbolo alienígena às coisas do Brasil também continua sendo impresso em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhado na moeda de R$1,00. 

A expressão é o lema político do Positivismo, da Seita Positivista, forma abreviada do lema de autoria do positivista francês Auguste Comte: "O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim" (em francês L'amour pour principe et l'ordre pour base; le progrès pour but.), importado por meia dúzia de discípulos traidores da pátria para promoverem a tragédia da lambança de 1889, que interrompeu o destino de grandeza do Brasil... Todos maçons devotos da Religião da Humanidade. 

"Estado Laico" com a deusa de barro de virtudes abstratas da Religião da Humanidade.

Efígie da deusa encantada francesa Marianne, sempre presente nas moedas e cédulas do dinheiro da República Brasileira desde 1889, responsável pela inauguração da nossa inflação. Esta moeda da imagem perdeu 40% do seu valor logo nos primeiros anos de república; já no império praticamente não havia inflação, e a sua moeda valia tanto quanto a Libra Esterlina
 
"Estado Laico" com a deusa de barro de virtudes abstratas da Religião da Humanidade.
Marianne 01 - 02  URL 01 - 02
- I -
A Senhora da Liberdade. A Senhora da Maçonaria Republicana 
(Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Ou a Morte)... A Democracia Direta Republicana do Poder Popular. Poder para o Povo, o Poder é do Povo até quando interessa.
Marianne é uma alegoria francesa, uma espécie de Deusa Encantada com virtudes abstratas que representa os valores da República Francesa. Foi adotada e levada a sério por maçons discípulos da Seita Positivista da Igreja Positivista inventada por Auguste Comte, junto com sua Musa Inspiradora Clotilde de Vaux – considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade ― Imposta arbitrariamente goela abaixo do povo brasileiro, quando inventaram sem honra e grandeza com um Golpe de Traição a tal República dos Estados Unidos do Brazil, em 15 de novembro de 1889.

Marianne, a Senhora da Liberdade e/ou a Senhora da Maçonaria foi germinada à partir de 1789, regada com o sangue da Revolução Francesa, das execuções em massa, sendo que a maioria das pessoas foram literalmente abatidas, também por meio da “genial” invenção da Guilhotina (Máquina de execução “racional e limpa”)... Floresceu. Seu nome nada mais é do que a fusão de Marie e Anne, dois nomes muito comuns entre as mulheres francesas do século XVIII. 


Marianne é teorizada como possuidora de virtudes abstratas positivistas; simbolicamente encarna os ideais da Revolução Francesa: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, jamais alcançados. Marianne é a Alegoria da República Francesa, criada com a intenção de travestir o Terror, sublimando-o com algo bonito do imaginário do povo francês, para fácil assimilação. Ela é imitada pelas Repúblicas mundo afora... Inclusive pela do Brasil. 
Seu Busto contendo o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” são encontrados em praticamente todas as prefeituras e principais edifícios públicos da França, assim como é peça obrigatória em todos os Templos Maçônicos de lá e da maioria deles em outros países. Há várias versões de Marianne portando objetos diversos, entre o famoso Barrete Frígio (uma tal ridícula carapuça vermelha), feixes, coroa, triângulo, estrela flamígera, ou mesmo segurando uma colméia. Em uma de suas versões mais populares, Marianne veste uma faixa maçônica contendo Esquadro, Compasso, abelhas (veja “Colméia”), Nível e Prumo; ou simplesmente uma Túnica com estes apetrechos à seus pés. 
Quando a França resolveu presentear os EUA em comemoração aos seus 100 anos da declaração da sua independência, fez isso através da Estátua da Liberdade, a maior versão de Marianne do mundo, feita pelo maçom Frederic Auguste. Os raios da Estrela Flamígera utilizada pela Maçonaria, estão estilizados sobre a cabeça da Estátua em forma de coroa pontiaguda. Nos Estados Unidos da América do Norte, a Maçonaria além de explicitada nesta Estátua, é também encontrada impressa na nota de um dólar, através do “Olho que tudo vê”. Substituindo a Coroa Flamígera da Estátua por um Barrete Frígio (Gorro de Frígia), é a versão de Marianne (Efígie da República criada pela França), que a partir de 1994 passou a ser estampada nas cédulas, e cunhada nas moedas de 1 Real (Unidade Monetária Nacional Brasileira).

Marianne trata-se de um símbolo fictício de virtudes abstratas sem identidade, uma espécie de Ídolo de Barro da Seita Positivista (Apostolado Positivista do Brasil), Maçonaria & República, que não pertence e nem representa às Origens das Raízes Seculares do Estado Brasileiro, fundado como Nação Independente e Soberana, orientada por suas Tradições Históricas em 1822, mantendo colossal Território Continental herdado do Brasil Colônia e Reino do Brasil; indivisível, unido, afirmando a Legítima Identidade Nacional, alicerce do comprometimento e da cumplicidade de um povo, na construção do respeitado internacionalmente Império do Brasil. Democracia Coroada Parlamentar, considerada a mais liberal do seu tempo. 
No Brasil essa Marianne sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional.
Os raios da Estrela Flamígera utilizada pela Maçonaria, estão estilizados sobre a cabeça da Estátua da Liberdade em forma de coroa pontiaguda. Nos Estados Unidos da América do Norte, a Maçonaria além de explicitada nesta Estátua, é também encontrada impressa na nota de um dólar, através do “Olho que tudo vê”. 
Ao contrário dos EUA que é o único país do mundo que adotou a República de maneira mais correta, os brasileiros que são vítima dela, encontra a Maçonaria e/ou Marianne: a Efígie de República, impressa em todas as cédulas monetárias e cunhada na sua moeda de 1 Real, que é cópia da cabeça da Estátua da Liberdade – porém usando um Barrete Frígio (Carapuça originária da localidade de Frígia, região centro-oeste na antiga Ásia Menor [Anatólia], hoje Turquia – segundo os defensores do Ícone Marianne), que individualmente ou encarapuçando Marianne, é o ícone da Revolução Francesa encarnando os valores República Francesa. Esta simbologia alienígena às nossas raízes, também está estampada em bandeiras e brasões de cidades, municípios e estados por este Brasil afora. Este Ícone Fictício abstrato sem identidade e/ou personalidade, não pertence às Origens Históricas do Estado Brasileiro fundado como Nação Independente e Soberana em 1822, nem da sua Legítima Identidade Nacional.
“(...) A Estrela Flamígera não é Símbolo exclusivamente da Maçonaria. Ela veio à Maçonaria trazida pelo Barão de Tschoudy. Muitos anos antes de Tschoudy, o Cavaleiro Miguel Andrés Ramsay, nascido em 1696, acreditava que os maçons derivassem dos Templários e Cruzados. Acredita-se que Tschoudy foi buscá-la numa ordem antiga, chamada Ordem da Estrela Flamígera, ramo dos Templários, que se espalhou por toda a Europa. Todavia, hoje sabemos que a Maçonaria atual não derivara dos Templários ou Cruzados e que, também, Tschoudy não trouxe a Estrela Flamígera, baseada na Pentalfa de Pitágoras, e sim, nos trouxe um símbolo polêmico, que era o distintivo dos Comandantes das Cruzadas desde os tempos de Godofredo de Bulhões (1058 a 1100). Este distintivo era uma estrela de cinco pontas com a letra "G" no centro e seria apenas a inicial da palavra General. (...)” 
URL da Imagem
- II -
O símbolo do "Triunfo da República Francesa"
Segundo o Governo Francês, Marianne está presente em toda a França e ocupa um lugar de honra em prefeituras e tribunais. Ela simboliza o "Triunfo da República Francesa", Seu perfil se destaca sobre o selo oficial do país. Ele é gravado nas moedas e estampado em selos e notas da França. Marianne é considerada como a representação mais importante da República Francesa. É um nome curto e simples que convém a República, tanto como a si mesma: "Madame". O nome Marianne e seu Lema também parece estar relacionado com várias sociedades secretas republicanas, como o exemplo da Maçonaria. Ela nunca envelhece e está sempre se renovando. Hoje Marianne continua tão atraente como sempre. Quanto mais se eterniza, se apresenta cada vez mais formosa. Durante os últimos trinta anos, ela assumiu as características de Brigitte BardotCatherine Deneuve e, atualmente, as das famosas modelos de moda francesa, Inès de la Fressange e Laetitia Casta. Surgiu em 2002 uma nova Marianne; ela não tem as características de uma mulher francesa famosa, mas sim de uma "beurette" anônima (menina nascida na França de pais imigrantes do norte da África), que simboliza a multietnicidade da França Moderna. 
Logo do Governo da França. 
Neste desenho quase foi eliminado o 
ridículo Barrete Frígio, corrompendo 
mais uma vez a "autêntica simbologia" 
da Efígie da República, além do perfil 
sugerir uma figura feminina (menina) 
extremamente jovem, incompatível com 
o seu primitivo significado, ou a que se 
destina. Abaixo da supremacia do perfil 
da toda poderosa Marianne, o lema: 
"Liberté, Égalité, Fraternité", 
soberanamente acima do nome 
“República Francesa”. Assim, toda a 
tradição de uma nação fica subjugada a 
uma simples alegoria sem identidade de 
virtudes abstratas, utilizada para 
maquiar e justificar as ações ilícitas, da 
imposição outrora de um  Regime 
Político Republicano, que principiou na 
tragédia do Reino do Terror. 

Nesta versão, supostamente o tal 
ridículo Barrete Frígio propositalmente 
foi praticamente eliminado, quando se 
confunde com os cabelos de Marianne, 
descaracterizando toda uma simbologia 
original da Efígie da República Francesa, 
personificada pela figura feminina de 
Marianne, inventada à partir de certo 
romantismo germinado com o sangue da 
Revolução Francesa, com o propósito 
de travestir por sugestão o horror da 
insanidade humana, com a ficção da aura 
bela, para iludir ou justificar seus crimes.

Um novo logotipo azul-branco-vermelho. Esse poderoso símbolo representa a França e os seus valores; ele será um novo "identificador da França" criado pelo governo francês, para que Marianne apareça em todo o material oficial: brochuras, publicações internas e externas, campanhas publicitárias, nos cabeçalhos de carta, cartões de visita... E em tudo que emana do governo, começando com os vários ministérios e as prefeituras, serviços descentralizados do governo e nas Regiões Administrativas e Departamentos. 


O primeiro objetivo almejado por este projeto é unificar os departamentos públicos do governo. Mas também foi projetado para dar uma imagem mais acessível a um Estado atualmente visto como abstrato, remoto e arcaico; além de ser essencial para que os cidadãos franceses expressem suas elevadas expectativas em relação ao Sistema Republicano do Estado Francês. 


Este logotipo escolhido "aglutinador e mobilizador, transmite segurança, otimismo além de incentivar o orgulho patriótico". Verificou-se que os franceses estão profundamente comprometidos com os valores fundamentais da República e esperam um Estado imparcial e eficiente garantidor dos princípios de liberdade, igualdade e fraternidade. Assim!... Quanto mais o Estado Francês nacionaliza e valoriza esta simbologia, mostrando ao mundo que pertence à identidade da França mais do que nunca, mais alienígena Marianne se torna para países como o Brasil que a adotou e oficializou, que a cada instante se distancia das suas raízes históricas e de sua legítima identidade... Ridiculamente a República Brasileira passa a posar como uma simples Mariannete adoradora das originais Mariannes francesas. 

O povo Francês não se entende em relação às múltiplas versões de Marianne, muitas vezes motivo de piadas. Talvez por isso foi criado o tal logotipo padrão oficial (Azul-Branco-Vermelho) para ser utilizado pelo Governo Francês. Nesta versão praticamente foi eliminado o tal ridículo Barrete Frígio, quando se confunde com os cabelos da figura, corrompendo mais uma vez as características originais simbólicas da Efígie da República, personificada na Alegoria Feminina Marianne de virtudes abstratas, nascida à partir da Revolução Francesa, que também é o Símbolo da cultura contemporânea do país por encarnar o lema: Liberdade, Igualdade, Fraternidade (LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ) do regime político republicano francês.

O Presidente francês inaugura 
uma nova Marianne 

Quando o Presidente da França inaugura mais uma nova Marianne sem critério, compromete as "Virtudes Abstratas" da Efígie da República Francesa que ela incorpora. Este Símbolo cada vez mais vem se perdendo com estas sucessivas ações descaracterizadoras. Quando a imagem de Marianne se funde com figuras que enfatizam preferivelmente os encantos físico de meninas do imaginário francês, ou celebridades da beleza feminina, inclusive sexuais, sugerindo uma outra coisa, acaba perdendo o seu significado primordial. 

A maioria dos marmanjos, e muitas "marmanjas" também, acabam relacionando estas Marianninhas ao erotismo ou às delícias de um lindo sonho que se perdeu na bruma dos mundos das fantasias... Assim! Estas versões se distanciam da Efígie da República primitiva. Entretanto este apelo já era evidente na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, por Eugène Delacroix, de 1830; onde explicitamente é incluído pelo Artista um rapaz aos pés de Marianne, numa espécie de transe sublimar perante a personagem feminina dos seus sonhos; alimento das suas esperanças e fantasias... Quem vai saber o que se passava pela cabeça de Delacroix? 

O Símbolo Marianne
Alegoria feminina de virtudes abstratas, nascida à partir da Revolução Francesa, que também é o Símbolo da cultura contemporânea do país por encarnar o lema: Liberdade, Igualdade, Fraternidade (LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ) do regime político republicano francês. "Estado Laico" com a deusa de barro de virtudes abstratas da Religião da Humanidade ― Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República do Brasil é uma Aberração do Positivismo, imposta arbitrariamente por meia dúzia de traidores da pátria devotos da Seita Positivista (Religião da Humanidade), todos sem exceção, maçons. Religião parida pelo Francês ateu Auguste Comte junto com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux (considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade), que devorou a Identidade, Independência, Liberdade e Soberania do Estado Brasileiro, alcançadas após o Grito do Ipiranga de 7 de setembro de 1822. 

Esta SEITA que Pariu a República Brasileira nada tem de Cruz ou com a Tradição Judaico-Cristã. Portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, defenderem a principal causa da Desgraça Nacional: essa Alienígena República com sua Bandeira Positivista, que te induziram a amar desde tenra idade, indiferente às nossas Raízes Históricas, tradições e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira). Chega de novas aventuras salvadoras da pátria nesse já sexto cadáver republicano, arbitrariamente imposto como o primeiro Estado Totalitário da História do Brasil. Chega de novas experiências nessa República Defunta que sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional.
Repúblicas carecem de Identidade. Por isso a França inventou o Ícone que caricatura uma Deusa Encantada Encarapuçada com Virtudes Abstratas ainda não bem definidas, que se metamorfoseia providencialmente em diversas formas femininas para ser melhor assimilada e venerada por maior número possível de pessoas. Existe Marianne para todos os gostos: Virtuosa, Determinada, Sensual, Angelical, Santa, Recatada, Dedicada, Deliciosa, Bondosa Mãe da Pátria... Àquela Meretriz sempre pronta a fazer de tudo em qualquer lugar, de todas as maneiras, custe o que custar... Para enaltecer, defender e justificar os valores da República. 

Marianne and the Motto of the Republic 
Marianne is the embodiment of the French Republic. Marianne represents the permanent values that found her citizens' attachment to the Republic: "Liberty, Equality, Fraternity". Employed alternately by opponents of the republican system and by its defenders, the name Marianne (Marie-Anne), popular with the working classes, is the symbol of a Republic constructed by the gradual adherence of all of its citizens to one motto. Little by little, Marianne became the most widely shared representation of the motherland, at times fiery and warlike, at times pacific and nurturing.

 O governo da República Francesa tentando justificar a sua Marianne, agora diz que sua origem remonta o Império Romano... De tempos em tempos eles tentam violentar seu próprio ícone, para dar alguma identidade numa carcaça vazia sem personalidade. Antes dizia que o tal barrete frígio ou "barrete da liberdade", uma espécie de touca ou carapuça, era originariamente utilizada pelos moradores da Frígia (antiga região da Ásia Menor, onde hoje está situada a Turquia); obviamente que em todas as épocas se usaram alguma espécie de gorro, até pelos escravos do Antigo Egito. É essa simbologia que meia dúzia de idiotas republicanos da Seita Positivista importaram à revelia para o Brasil, com o Golpe de 1889. 
"(...) Origem Remota: 
A imagem de Marianne vem da Antiguidade. O Barrete frígio (Carapuça Vermelha) foi usado no Império Romano por ex-escravos que haviam sido emancipados por seus proprietários, e cujos descendentes foram, portanto, considerados cidadãos do Império. A democracia já era representada como tendo um rosto de mulher: aos seus pés um timão e um saco de trigo, caído no chão e transbordando – tendo pouco interesse pelo poder, ela se preocupa sobretudo com as aspirações do povo. (...)"

"(...) Distant origins 
The image of Marianne comes down from Antiquity. The Phrygian bonnet was worn under the Roman Empire by former slaves who had been emancipated by their master and whose descendants were therefore considered citizens of the Empire. Democracy was already represented as having a woman's face: at her feet a tiller and a sack of wheat, slumped on the ground and overflowing; having little regard for power, she is concerned above all with the aspirations of the people. (...)"

 Governo da França – Primeiro Ministro
http://web.archive.org/web/20000420233311/http:/www.premier-ministre.gouv.fr/GB/HIST/MARIANNE.HTM

Marianne é uma alegoria francesa, que intencionalmente ou não, de tempos em tempos, é ridicularizada pelo próprio Poder Constituído da França. Foi adotada e levada a sério por maçons que a impuseram arbitrariamente goela abaixo do povo brasileiro, que nem sabia ou sabe ainda quem é esta tal Marianne ou o seu significado.
O trabalho de Lobotomia continua: 
Liberté, Égalité, Fraternité ou la Mort 

A França foi a precursora do Terrorismo com requinte de crueldade, e da materialização por meandros tortuosos genocidas, do Modelo Republicano imitada por mais de 162 países, elevado ao extremo pelo Socialismo/Comunismo/Nazismo – Regime Político inclusive copiada por meia dúzia de traidores da pátria devotos da Seita Positivista, que sem honra ou grandeza, usurparam arbitrariamente o Brasil dos brasileiros em 15 de novembro de 1889, subtraindo suas Raízes Históricas e a legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira), impondo o lema do Reino do Terror Genocida da Revolução Francesa, quanto seus símbolos: Liberté, Égalité, Fraternité ou la Mort – hoje: Liberté, Égalité, Fraternité. 

Essa República para se sustentar nos seus 10 primeiros anos de fracassos, instaurou um regime totalitário genocida, dizimando comparativamente a atual população brasileira: 1.800.000 vidas; além de denegrir nossas raízes e os personagens que edificaram a Nação Brasileira Continental. Sem identidade nacional, os golpistas da Seita Positivista inventaram seus Heróis de Barro, para colorir uma história cheia de mentiras, objetivando aliciar desde tenra idade nossas crianças nos bancos das escolas, continuamente até a atualidade. A República Brasileira é uma predadora farsa – um Golpe na sua origem, que deve ser desconstruída e descartada o mais breve possível, para devolver o Brasil aos brasileiros — Não se iluda! Não existe outra saída mais legítima. 
URL
Na imagem à esquerda: assassinato, decapitação, evisceração e esfolamento de Maria Luísa, Princesa de Lamballe.
- III -
Marianne: o Símbolo da Farsa Republicana Brasileira

O quê esta Moralmente ilegítima República Brasileira vai fazer em relação a esta Alegoria Francesa Abstrata, que apenas interessa a alguns Maçons, que o povo daqui desconhece, nunca pediu, não sabe o que representa, nem para que serve; espalhada por todo o Território Nacional na forma de Efígie ou Barrete Frígio, estampada nas Bandeiras, Brasões, Moeda e Documentos Nacionais e Brasões de Cidades, Municípios e Estados; além de estar circulando de mão em mão cunhada em moedas e imprensa em todas as cédulas do Real?... Esta farsa deve ser o mais breve possível desconstruída, para que o Brasil resgate sua verdadeira identidade, e reencontre o seu Destino de Grandeza interrompido por uma traição.
URL 
A Jovem Formosa de Seios Generosos que os Republicanos Brasileiros Importaram da França para maquiar as Lambanças da República de Mentira que Inventaram na Ilegalidade em 1889 

Ícone Abstrato Alegórico e Símbolo da República da França, que encarna os princípios dos ideais de LiberdadeIgualdade Fraternidade do povo francês, impossível de serem alcançados nesta Ilegítima Caricatura desta Cópia de República, inventada para um Brasil Republicano de Mentira, que principiou arbitrariamente sem honra, grandeza e fora da lei, à custa da intriga, mentira, traição, assassinatos... 
Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República do Brasil é uma Aberração do Positivismo, imposta arbitrariamente por meia dúzia de traidores da pátria devotos da Seita Positivista (Religião da Humanidade), todos sem exceção, maçons. Religião parida pelo Francês ateu Auguste Comte junto com sua musa inspiradora Clotilde de Vaux (considerada a mãe espiritual da Igreja Positivista do Brasil e da Religião da Humanidade), que devorou a Identidade, Independência, Liberdade e Soberania do Estado Brasileiro, alcançadas após o Grito do Ipiranga de 7 de setembro de 1822.

Esta SEITA que pariu a República Brasileira nada tem de Cruz ou com a Tradição Judaico-Cristã. Portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, defenderem a principal causa da Desgraça Nacional: essa Alienígena República com sua Bandeira Positivista, que te induziram a amar desde tenra idade, indiferente às nossas Raízes Históricas, tradições e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira). Chega de novas aventuras salvadoras da pátria nesse já sexto cadáver republicano, arbitrariamente imposto como o primeiro Estado Totalitário da História do Brasil. Chega de novas experiências nessa República Defunta que sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional. 
“A Igreja Positivista do Brasil foi fundada no dia 11 de maio de 1881 por Miguel de Lemos na atual Rua Benjamin Constant, Nº. 74, no Bairro da Glória, na Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro. Sua sede é o Templo da Humanidade, onde ocorre a celebração da Religião da Humanidade, ou Positivismo, doutrina criada pelo filósofo francês Augusto Comte (1798 - 1857).”
URL da Imagem 
Marianne 
No Império do Brasil existia uma corrente de admiradores da Revolução Francesa formada de “Jacobinos”. "Eles defendiam a deposição de D. Pedro II por meio de revolta popular; e a execução da Família Imperial, se necessário. O líder dos “Jacobinos” era o Advogado Antônio da Silva Jardim, conhecido pelo radicalismo de suas posições. Deposto o Imperador pela força que viria das ruas... À Família Imperial seriam dadas duas opções: a primeira, o exílio, na Europa de preferência; a segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais (da República propriamente dita) – Silva Jardim gostava de lembrar que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XIV e a Rainha Maria Antonieta, atitude que também deveria guiar os brasileiros".

A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional, apelando pelo Golpe de Estado (Militar), quando foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam. 


A intervenção Militar de 1964 foi aclamada. O que ocorreu em 1889 foi Golpe de Traição e Lesa-Pátria, quando inauguraram o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil, que para se manter e “consolidar” a Ditadura Republicana recém inventada arbitrariamente, nos seus primeiros 7 anos de fracassos, assassinaram com a brutalidade repressiva 150.000 brasileiros, inclusive mulheres e crianças; três vezes mais mortes de brasileiros do que nos 7 anos que durou a Guerra do Paraguai. O Golpe de 64 foi apenas mais um golpe aplicado no golpe republicano deles mesmos, quando inventaram esta República de mentira, inspirada numa Marianne alienígena às nossas raízes históricas e a Legítima Indenidade Nacional. 


Ao contrário do LEMA (LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ) que Marianne prega providencialmente se esquecendo da Justiça embutida em Égalité... Custe o que custar, interromperam a Democracia Liberal Consolidada da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, substituindo-a por um Regime Tirânico de Exceção. Agora um Partido Político descaradamente criou uma tal de Comissão para apurar meias Verdades que interessa exclusivamente aos seus próprios interesses obscuros. A intenção é levantar os crimes de Agentes de Estado (da própria República) de até 85 anos atrás, com o nítido propósito de travestir Bandidos de outrora em heróis salvadores da pátria, para reescreverem uma história bonita da República que será estudada pelas crianças nas escolas. Para passar a República a limpo de fato, por que não estendem esta abrangência por mais 39 anos, até 1889, quando sem consultarem o povo, esta República foi antidemocraticamente, arbitrariamente, à margem da lei... Imposta? 
Os Massacres de Setembro de 1792 são na verdade o prelúdio a esta lógica do terrorismo como instrumento de controle do poder entre: (1793-1794). Constituem assim uma das primeiras "derrapadas" da Revolução Francesa. Este acontecimento permanece objeto de debates entre historiadores, alguns defendendo uma visão Leninista ou Stalinista da Revolução, outros se empenhando em mostrar os limites do Poder Popular e os perigos, atualmente, de uma exemplaridade do terrorismo.”
- IV -
Reino do Terror Republicano
A Revolução "Iluminada"

Caricatura do Terror dos Massacres da Revolução Francesa. (Liberdade, Igualdade, Fraternidade)... A falácia do poder para o povo. O poder é do povo. 
“Uma família de Sans Culotts, recuperando suas energias após as fadigas do dia...”
“James Gillray un petit souper a la parisienne"
A Simbologia Sinistra que alguns Traidores da Pátria importaram para o Brasil 

LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ ou LA MORT. 
Todos os Países Socialistas & Comunistas são Regimes Totalitaristas Republicanos(Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Ou a Morte)... A Revolta PopularDemocracia Direta Republicana do Poder PopularPoder do PovoA Nova "Democracia", Comitê de Salvação Pública, Tribunal Comunitário... O Poder é do Povo até quando Interessa. Esta história já tem mais de dois séculos; 224 anos após a Revolução Francesa isso ainda não se concretizou. Destruiu, exterminou, e nada de útil, virtuoso e verdadeiro acrescentou; igualzinho aqui. «Liberté, Égalité, Fraternité, ou la Mort», texto exibido em um cartaz anunciando a venda de biens nationaux (1793). logo após a revolução este lema foi escrito em algum momento como "Liberdade, Igualdade, Fraternidade, ou Morte", a parte "Morte" foi posteriormente suprimida, por ser muito fortemente associada com o Reino do Terror

Durante a Ocupação Alemã da França na Segunda Guerra Mundial, este lema reacionário foi substituído pela frase "Travail, Famille, Patrie" (Trabalho, Família, Pátria). Após a Libertação, o Governo Provisório da República Francesa (GPRF) restabeleceu o lema republicano: Liberté, Égalité, Fraternité, reincorporando-o na Constituição Francesa.
Martyrs Chouans et vendéens 
• Esta Carapuça Vermelha (Barrete Frígio) usada pelo Povo & Carrascos no vídeo, acabou sendo considerada um Símbolo da Revolução Francesa. A República carecendo de Identidade, a associou posteriormente a figura feminina de seios generosos da obra: “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delacroix, incorporando a Alegoria fictícia da Efígie da República Francesa, travestindo assim! o Terror numa caricatura bonita, venerada por alguns republicanos brasileiros durante as articulações conspiratórias contra o Império do Brasil

• Contrariando a Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, estes traidores sem honra ou grandeza, consumaram o Crime de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, inaugurando a Primeira Ditadura Militar da História do Brasil - Estado de Exceção Republicano batizado de Estados Unidos do Brasil. Prontamente adotam e levam a sério esta simbologia francesa alienígena às Tradições Nacionais Brasileiras, hoje estampada em vários Brasões e Bandeiras de Cidades, Municípios e Estados pelo Brasil afora, indiferente às opiniões de suas populações. Em 1994, a Efígie de Marianne, ícone que incorpora os ideais da República Francesa (Liberdade, Igualdade, Fraternidade), passou a ser impressa em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhada na moeda de R$1,00. 

• Marianne trata-se de um símbolo fictício de virtudes abstratas sem identidade, uma espécie de Ídolo de Barro da Seita Positivista (Apostolado Positivista do Brasil), Maçonaria & República, que não pertence e nem representa às Origens das Raízes Seculares do Estado Brasileiro, fundado como Nação Independente e Soberana, orientada por suas Tradições Históricas em 1822, mantendo colossal Território Continental herdado do Brasil Colônia e Reino do Brasil; indivisível, unido, afirmando a Legítima Identidade Nacional, alicerce do comprometimento e da cumplicidade de um povo, na construção do internacionalmente Respeitado Império do Brasil. Democracia Coroada Parlamentar, considerada a mais liberal do seu tempo.
• Na Matéria Marianne: Marianne (01) - Marianne (02) - Marianne (03), são versões oficiais que enaltecem o Símbolo Marianne da República da França, inspirado numa cena imaginária iconográfica de uma carnificina, materializada numa pintura. Ícone levado a sério, descaracterizado, adotado e caricaturado como uma espécie de Deusa da República, talvez até involuntariamente pela mediocridade dos republicanos brasileiros, indiferentes a Legítima Identidade Histórica Nacional Brasileira, ou então pelo próprio Governo da França, para justificar ao seu povo a República em si. O horror da demência é intencionalmente maquiado pelo Artista, concebendo na Obra como destaque, uma saudável bela jovem determinada e corajosa com seios generosos à mostra, como apelo visual psicológico, criando a ilusão de aura heróica encantada feminina, que induz à fantasia da recompensa como fim. O próprio Governo Francês também faz menção a esta versão em "Marianne (01)"... E o Brasil que se exploda com estas coisas inventadas pela França, para a França. 
Reino do Terror
• Depois é instituída uma casta supostamente intelectualizada, teoricamente superior, que a mesma massa que executou até com o sacrifício das suas próprias vidas o Trabalho Sujo, já cansada e debilitada, aceita a Elite como a salvação das suas mazelas. Primeiro é promovido o caos para depois prometerem a felicidade à massa moldável ingênua útil, usada para atingirem seus propósitos... Os Fins Justificam os MeiosA ambição do poder custe o que custar. Qualquer semelhança com a Desconjuntura Institucionalizada Republicana Brasileira atual é mera coincidência.
• Foi um período de violência que ocorreram após o início da Revolução Francesa, o Reino do Terror foi um período compreendido entre agosto de 1792 (queda dos Girondinos) e 27/28 de julho de 1794 (prisão de Maximilien de Robespierre, ex-líder dos Jacobinos), também conhecido simplesmente como The Terror (francês: la Terreur), foi incitada pelo conflito entre rival facções políticas, os Girondinos e os Jacobinos, e marcada por execuções em massa de "inimigos da revolução".
• O que inicialmente era uma perseguição velada aos Girondinos tornou-se uma perseguição geral a todos os "Inimigos da Revolução”, inclusive à alguns elementos Jacobinos que sempre haviam apoiado a mesma, como Danton. O Comitê de Salvação Pública era o órgão que conduzia a Política do Terror; sua figura de maior destaque foi Robespierre (que posteriormente depois de guilhotinar milhares, foi guilhotinado também). O número de mortos varia, mas foram dezenas de milhares. Apenas os condenados executados pela Guilhotina foram 19.200, sendo 2.639 em Paris, e outras 25.000 execuções sumárias em toda a França. Durante todas as etapas da "Evolução" da Revolução Francesa, 650.000 pessoas foram mortas.
• O Terror terminou com o golpe do 9 de Termidor (27/28 de julho de 1794), que desalojou Robespierre do cargo de Presidente do Comitê de Salvação Pública e no dia seguinte, Robespierre e Saint-Just e mais de uma centena de Jacobinos foram executados na Guilhotina. Após o fim do período do terror, a Revolução Francesa assumiu definitivamente um Caráter Burguês, com o poder nas mãos do Diretório (Alta Burguesia).
• Após a instituição da Convenção, o governo, precisando do apoio das massas populares (os sans-culottes) promulgou diversas leis de assistência e garantia dos direitos humanos estabelecidos pela revolução (liberdade, igualdade, fraternidade). Houve certa resistência contra essas leis, que se somava à pressão externa contra a França.
10 • Os Girondinos, republicanos moderados, principalmente da Alta Burguesia e nobres liberais, sentavam-se à Direita na Assembléia Legislativa. Tinham por objetivos instituir medidas que controlassem a agitação popular e devolvessem a estabilidade política e social à França.
11 • Os Jacobinos, formado por membros da Pequena Burguesia, sentavam-se à Esquerda na Assembléia Legislativa e defendiam o ideal de uma sociedade igualitária. Porém, foi durante o período que estiveram à frente da Revolução que aconteceu a maioria das execuções. Entre eles destacavam-se Marat, Robespierre e Danton.

12 • A Guilhotina (o chamado "National Razor") tornou-se o símbolo da causa revolucionária, reforçada por uma série de execuções: o Rei Luís XVI, Maria Antonieta, o Girondino, Philippe Egalité (Luís Filipe II, Duque de Orléans), e Madame Roland e outros, como o químico pioneiro Antoine Lavoisier, perderam suas vidas sob sua lâmina. Durante 1794, a França revolucionária foi cheia de conspirações por inimigos internos e externos. Esta "genial" invenção continuou sendo usada até 1970, quando foi abolida a pena de morte na França.
13 • A França revolucionária foi cheia de conspirações por inimigos internos e externos. Dentro de França, a revolução foi a oposição da nobreza francesa, que havia perdido seus privilégios herdados. A Igreja Católica Romana foi, em geral contra a Revolução, que tinha virado o clero em funcionários do Estado e exigiu que eles fizessem um juramento de lealdade para com a nação (por meio da Constituição Civil do Clero). Além disso, a primeira República Francesa estava envolvida em uma série de guerras com as potências vizinhas com a intenção de esmagar a revolução para evitar a sua propagação. 
Decapitação das Religiosas Carmelitas.
14 • As Carmelitas “Antes de serem executadas ajoelharam-se e cantaram o hino Veni Creator, após o que todas renovaram em voz alta os seus compromissos do batismo e os votos religiosos. A execução teve início com a noviça e por último foi executada a Madre Superiora 'Madeleine-Claudine Ledoine (Madre Teresa de Santo Agostinho) (Paris, 22 de setembro de 1752), professa em 16 ou 17 de maio de 1775. Durante as execuções reinou absoluto silêncio. Seus corpos foram sepultados num profundo poço de areia em um cemitério em Picpus. Como neste areal foram enterrados 1298 vítimas da Revolução, é pouco provável a recuperação de suas relíquias. Foram solenemente beatificadas em 27 de maio de 1906 pelo Papa São Pio X.” 
Porque não comemorar 15 de novembro de 1889 
Porque não celebrar a República no Brasil

(Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Ou a Morte)... A Democracia Direta Republicana do Poder Popular. Poder para o Povo, o Poder é do Povo até quando Interessa.
 Esta é a origem desta tua moralmente ilegítima República de Mentira Brasileira da Seita Positivista, importada à revelia por meia dúzia de Traidores da Pátriaalienígena aos Valores Históricos das Raízes da Terra de Santa Cruz, a Legítima Identidade Nacional Monárquica, a legalidade do Estado Imperial Brasileiro - usurpando o Brasil do povo brasileiro: suas tradições, sua dignidade, honra, auto-estima... Subtraindo sua nacionalidade, seu conceito de pátria e o futuro da nação. Não existe Identidade Nacional Republicana Brasileira fundamentada nos massacres da Revolução Francesa e nos seus ícones alegóricos de virtudes abstratas, criados para travestir o Terror numa coisa bonita de simples assimilação, com o propósito de iludir as gerações futuras, com uma velada síntese macabra de ideais impossíveis de serem alcançados, na ilegítima caricatura republicana brasileira; que principiou sem honra, grandeza, à custa da intriga, mentira, traição... Assassinando nos 10 primeiros anos da sua violenta imposição 200.000 brasileiros, quando a população brasileira era 11 vezes menor que a atual (incluindo militares monarquistas, anciões, ex-escravos, mulheres e crianças - o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.200.000 brasileiros), que se opuseram ao novo regime imposto arbitrariamente e fora da lei, fazendo com que a 1ª República se perdesse num trágico vazio de retrocessos; cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro, numa sucessão de regimes totalitários civis e militares... Rebaixando o outrora poderoso respeitado Império do Brasil à nação de terceira categoria. 

“A Monarquia é um sistema político que produziu, entre outros, a Civilização Egípcia, a Cultura Persa, a Grécia Antiga, o Império Romano (mantido por mais mil anos como Bizâncio), inspirado por Israel do Antigo Testamento, Incas, Chinês, Turco, Japonês, fundada Rússia e França, fertilizando as Artes e as Letras, concebeu os mais belos monumentos em todas as latitudes e longitudes."
Vladimir Volkoff

Os Senhores já se perguntaram o porquê do conceito (termo), “Realizar”. Tornar Real ou Efetivo... Então!... Só não vê quem não quer. 
É por isso que nós não vamos desistir!...

 A França não participou da Fundação, Consolidação e nem da Construção do Estado Independente Soberano Brasileiro; tampouco o Brasil nunca foi um Apêndice francês, para depois de ter formado com muito sacrifício e orgulho a sua Forte Nacionalidade, se tornar uma Marionete refém dos excrementos das revoluções dos outros, alheias aos reais interesses nacionais. Os que inventaram a Republicana Brasileira, se espelhando nos maus-exemplos dos regimes de fora, seguem aliciando de várias formas... Até afirmam com orgulho, suas participações na lambança do Golpe de traição e Lesa-Pátria que Inaugurou o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil, como se a tragédia fosse algum motivo de júbilo. A Nação Brasileira estagnada sucumbe no colossal esgoto moral da Farsa Republicana, concebida pelos Traidores em 1889, que nada acrescentou de útil e virtuoso ao Brasil nestes 125 anos de fracassos. Hoje corremos grande risco de perder nossa identidade, independência, soberania e liberdade, conquistadas em 1822 com o Grito do Ipiranga. 

Porque não celebrar 1789 
Porque não celebrar a República na França
Porque não celebrar 1889 
Porque não celebrar a República no Brasil
“As Imagens explicam por que não celebrar o 14 de julho, e a glória do nascimento da república, em memória de nossos antepassados, Chouans, que fizeram abate em nome da liberdade em 1789, e porque a sua única culpa foi amar o Senhor e defender o seu bom Rei Luís XVII.”
"Vídeo baseado no poema Pierre Angles feito em janeiro de 1989, para expressar sua recusa em celebrar o bicentenário da revolução de 1789. Nós também prestamos homenagem às todas vítimas da barbárie revolucionária através deste vídeo. Eles têm todo o direito a nossa veneração!"
Liberté, égalité, fraternité ou la Mort.
Marianne, a Senhora da Liberdade. A Senhora da Maçonaria Republicana
(Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Ou a Morte)... A Democracia Direta Republicana do Poder Popular. Poder para o Povo, o Poder é do Povo até quando interessa. 

Não é ensinado nas escolas, mas existiu um plano dos republicanos radicais para assassinar todos os membros da Família Imperial Brasileira. Execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano.
No Capítulo - VII desta Matéria: Marianne – Divergências entre os Republicanos.
O trabalho de Lobotomia continua:
Não será com Idéias alienígenas às nossas raízes, Fórmulas Mágicas “Salvadoras da Pátria, Ícones, Efígies, Barretes Frígios, Símbolos, Bandeiras, Partidos, Regimes... Inclusive Repúblicas dos outros; que o Brasil reencontrará o seu Destino de Grandeza interrompido por uma traição. Não importa qual seja a bruxaria aplicada. É exatamente este o drama desta Ciranda que tem se perpetuado nestes 124 anos de retrocessos... Conduzindo a nação a um Grande Nada. 

Nesta foto são Moças travestidas de Marianne, a Figura Alegórica Feminina da República Francesa, inspirada na imagem da Liberdade na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delacroix. Elas estão numa manifestação de 2013 em Paris, e ostentam Barretes Frígios (Gorro Frígio). Este Barrete Frígio ou Barrete da Liberdade (de Frigia), fazendo parte integrante da Figura Feminina é a Efígie da República, que personificada como Marianne, encarna os Princípios que fundamentam a República Francesa, e representa a permanência dos Valores da República e dos cidadãos franceses. Marianne é um símbolo da França, a Guardiã das raízes e dos valores nascidos na Revolução Francesa, portanto da Identidade da República Francesa implantada a partir de 1789.
Os Senhores já se perguntaram o porquê do conceito (termo), “Realizar”. Tornar Real ou Efetivo... Então!... Só não vê quem não quer.
 Porque ser Monarquista!...
“A Monarquia é um sistema político que produziu, entre outros, a Civilização Egípcia, a Cultura Persa, a Grécia Antiga, o Império Romano (mantido por mais mil anos como Bizâncio), inspirado por Israel do Antigo Testamento, Incas, Chinês, Turco, Japonês, fundada Rússia e França, fertilizando as Artes e as Letras, concebeu os mais belos monumentos em todas as latitudes e longitudes."
Vladimir Volkoff
- VI -

República no Brasil sempre foi sinônimo de Desgraça Nacional 
Nesta imagem ao lado, aparece uma versão alada etérea aparentemente transloucada de Marianne, a Figura Alegórica Feminina da República Francesa inspirada na imagem da Liberdade na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delavcoix. No primeiro plano, os Traidores da Pátria saúdam orgulhosos a primeira bandeira dos Estados Unidos do Brasil, desenhada por Ruy Barbosa. A figura alada feminina encarapuçada pelo Barrete Frígio (Gorro Frígio) ou Barrete da Liberdade (de Frigia), geralmente usado na cor vermelha, incorpora a Efígie da República, que é personificada como Marianne. Este Ícone de virtudes abstratas encarna os Princípios que fundamentam a República Francesa, e representa a permanência desses Valores nos cidadãos republicanos franceses. Marianne é um símbolo da França Republicana, a Guardiã das raízes e dos valores nascidos na Revolução Francesa, e,  portanto da Identidade da República Francesa implantada a partir de 1789. 

A Efígie da República ou simplesmente o Barrete Frígio isolado, foram utilizados pelos republicanos durante as articulações conspiratórias contra o Império do Brasil. Após a traição e Crime de Lesa-Pátria do Golpe de Estado (Militar), esta simbologia da República Francesa foi prontamente adotada e levada a sério pela primeira Ditadura da História do Brasil, assim como pelos seus governos subsequentes, e está estampada em vários Brasões e Bandeiras de Cidades, Municípios e Estados brasileiros. Este Ícone Fictício não pertence às Origens Históricas do Estado Brasileiro, fundado como Nação Independente e Soberana em 1822. A Efígie da República com aspecto de escultura, a partir de 1994, passou a ser impressa em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhada na moeda de R$1,00. 
Com o tempo os prostíbulos da França adotaram a imagem de Marianne e estamparam seu busto nas portas dessas casas de prazer. Hoje os pais franceses evitam colocar o nome Marianne em suas filhas. Esta Efígie que passou a ser usada como ícone da República Francesa se tornou também um dos símbolos da República Brasileira. A Efígie e/ou seu Barrete Frígio estão estampados em vários Brasões e Bandeiras de Cidades, Municípios e Estados. Este símbolo alienígena às coisas do Brasil também continua sendo impresso em todas as cédulas do Real (unidade monetária nacional), e cunhado na moeda de R$1,00.
A fundação da República Brasileira foi uma estranha lucubração de alguns brasileiros cegos para as virtudes da legítima Monarquia Brasileira, que admiravam o Regime Republicano da França, e pretendiam copiar o modelo republicano estadunidense que invejavam. Contrariando a Democracia da Monarquia Parlamentarista (Constitucional) do Império do Brasil; sem honra ou grandeza articularam um Golpe de Estado consumado em 15 de novembro de 1889, pondo fim a soberania do Imperador D. Pedro II; inaugurando pela imposição arbitrária a primeira Ditadura Republicana da História do Brasil, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro. República no Brasil tem sido sinônimo de DESGRAÇA NACIONAL. 
Meia dúzia de traidores republicanos discípulos da Seita Positivista da Igreja de August Comte, em detrimento da nação, relegaram toda uma tradição edificada sobre a Cruz da Ordem de Cristo, para impor sobre a sociedade uma deusa de barro alienígena às nossas raízes históricas e a legítima identidade nacional - nunca existiu identidade nacional na fraude republicana brasileira.
Versões Oficiais: 

Marianne (01) - Marianne (02) - Marianne (03), são versões oficiais que enaltecem o Símbolo Marianne da República da França, inspirado numa cena imaginária iconográfica de uma carnificina, materializada numa pintura. Ícone levado a sério, descaracterizado, adotado e caricaturado como uma espécie de Deusa da República, talvez até involuntariamente pela mediocridade dos republicanos brasileiros, indiferentes a Legítima Identidade Histórica Nacional Brasileira, ou então pelo próprio Governo da França, para justificar ao seu povo a República em si. O horror da demência é intencionalmente maquiado pelo Artista, concebendo na Obra como destaque, uma saudável bela jovem determinada e corajosa com seios generosos à mostra, como apelo visual psicológico, criando a ilusão de aura heróica encantada feminina, que induz à fantasia da recompensa como fim.

O próprio Governo Francês também faz menção a esta versão em "Marianne (01)"... E o Brasil que se exploda com estas coisas inventadas pela França, para a França. 
PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA: O BRASIL COMEÇOU A MORRER
O Brasil não foi inventado pela República em 1889. E sim fundado como nação soberana independente em 1822, respeitando as Raízes da nossa História e a Legítima Identidade Nacional. Originalmente, naturalmente surgiu o então Império do Brasil, cujo seu Sistema de Governo já naquela época foi uma Monarquia Parlamentar Constitucional. Como parâmetro, os Estados Unidos da América do Norte, diferentemente do Brasil, para serem uma nação independente e soberana declarando a sua independência, desvinculando-se do Jugo da Coroa Inglesa, tiveram que vencer os britânicos na Revolução Americana, com bastante ajuda dos franceses e à custa de muito derramamento de sangue. Não tiveram alternativa melhor senão se tornarem uma República Presidencialista. 
6ª República Francesa
 6ª República Francesa!... O que houve com as outras 5 nesses 225 anos?... No Brasil a tragédia é bem pior; já são 6 Repúblicas fracassadas em apenas 125 anos. Mas já tem Político Republicando demagogo por aí, repetindo os mesmos erros históricos, querendo uma Nova 7ª República, desconsiderando o nosso passado de glórias, que se perde na bruma da memória. Justificando o injustificável, fingem acreditar que desta vez vai ser diferente. 

 A França como o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas Malfadadas: 1ª República, 2ª República... 6ª República. Nesse Travestido Brasil Republicano, ainda não satisfeitos com a tragédia dos sucessivos fracassos que foram essas Seis Repúblicas que acabaram com o Brasil, estes Políticos Idiotas priorizando suas ambições pessoais e coalizões, pretendem continuar insistindo nos mesmos erros, colando os cacos desse moralmente Ilegítimo Fracassado Decadente Regime Republicano, com o lodo das suas lambanças, iludindo os brasileiros que desta vez os resultados finalmente serão diferentes, REFUNDANDO a desgraça que foram estas Seis Repúblicas no Brasil com as suas burrices, uma tal de 7ª República Salvadora da Pátria.
PASSEATA REPUBLICANA 
Na bandeira se lê:
"ABAIXO A MONARQUIA ABOLICIONISTA!
VIVA A REPÚBLICA COM INDENIZAÇÃO!"
Desenho de Ângelo Agostini.
A Pátria Repele os Escravocratas
(Revista Ilustrada, c. 1880-1888)
Considerando-se que o desenho é anterior a 1889, e A Revista Ilustrada foi um veículo de propaganda republicana durante o Império, especulo: o que está em manuscrito talvez tenha sido adicionado posteriormente Pela Ditadura Republicana, para limpar a barra de Marianne. Como você interpretaria a gravura sem o texto?... 
“Um desenho vale mais que mil palavras”. (Confúcio)
Na borda inferior se lê: 
“Não vos aproximeis de mim! Vossas mãos ainda tintas do sangue dos escravos manchariam as minhas vestes! Retirai-vos, eu não vos quero...”
- VII -
NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO
O destino de grandeza do Brasil foi interrompido pela traição do Golpe Militar Republicano sem honra, que rompeu com a liberdade alcançada pela Monarquia Constitucional de um Governo próspero e consolidado, harmônico com a Legítima Identidade Nacional, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Monarquias e Democracias do seu tempo. Em 1889, a Armada Imperial Brasileira com os navios mais poderosos do hemisfério Ocidental, somada à Marinha Mercante, foi a 2ª marinha da terra. Como farol havia a Soberania do Imperador D. Pedro II; homem que foi eleito numa ocasião, a segunda autoridade do mundo, ficando abaixo apenas da do Papa.
89 anos (1776 – 1865) após a independência da República Estadunidense, 23 anos a mais do que os 66 anos no Império do Brasil (1822 – 1888); os USA para libertar seus escravos desencadeou uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país, que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas, 3% da população entre civis e militares, que representaria hoje proporcionalmente a população atual a 9.000.000 de vidas.
“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto... Essa foi a obra da República nos últimos anos.”
Ruy Barbosa
Frase de um dos Traidores da Pátria que após a tragédia do Golpe de estado de 15 de novembro de 1889, vendo a grande lambança na primeira Ditadura Republicana da História do Brasil que ingenuamente ajudou que se consumasse... Arrependido, percebeu tardiamente as virtudes da Democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil que desprezou, quando se deu conta que haviam substituído e reduzido o Respeitado Império que ombreava com as outras três potências do planeta, à um país ditatorial de terceira categoria. Pelas suas discordâncias em relação ao Regime Militar que de certa forma participou da sua construção... Se exilou na Inglaterra (País Monárquico até hoje). 

Bandeira dos Estados
Unidos do Brasil, idealizada 

por Ruy Barbosa
A pequena Quadrilha de Conspiradores & Golpistas, logo descartou a Bandeira Imperial, substituindo-a por uma caricatura (Bandeira Provisória) da Bandeira dos Estados Unidos da América do Norte desenhada por Ruy Barbosa. Simplesmente foram adulteradas as cores das 13 listras horizontais, para correspondentes verdes e amarelas, e a quantidade de estrelas referente aos Estados. Esta réplica republicana da bandeira dos E.U.A. foi hasteada ao Mastro do Navio Alagoas, que conduziu a Família Imperial banida do solo brasileiro rumo ao exílio. O nome Estados Unidos do Brasil só foi alterado em 1968 durante o último Regime Militar. 

A trajetória histórica dos USA em nada corrobora para que surja como Nação Monárquica Independente, por nunca terem tido tradições monárquicas como o Brasil, pois são histórias distintas. Portanto lá diferentemente da imposição arbitrária da implantação do Sistema Republicano no Brasil, o Sistema de Governo Republicano é LEGÍTIMO. Em 1889 o Império do Brasil há muito já era uma NAÇÃO MONÁRQUICA PARLAMENTAR CONSTITUCIONAL INDEPENDENTECONSOLIDADA E SOBERANA; a forma arbitrária e ilegal sem uma consulta popular, a partir de um Golpe de Estado, Traição e Lesa Pátria ao Estado Brasileiro, sem honra ou grandeza que a República foi implantada, a torna MORALMENTE ILEGÍTIMA e ILEGAL. 
OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO QUE SE TORNOU REPÚBLICA DA MANEIRA MAIS CIVILIZADA PARA A ÉPOCA. PORÉM MAIS TARDE MERGULHOU O PAÍS NUMA GUERRA CIVIL, CUJAS PERDAS HUMANAS FORAM SEM PRECEDENTES EM TODA A SUA HISTÓRIA. 
Dentre todas as Repúblicas do planeta da atualidade, apenas a dos Estados Unidos da América do Norte foi adotada de maneira menos traumática para a época, não se utilizando de Ditaduras, Golpes de Estado, assassinando ou exilando Monarcas, como ocorreu com as outras Repúblicas, inclusive como foi o caso do ilegal Golpe Militar (Golpe de Estado) Republicano Brasileiro, que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil. Isso explica a grande diferença hoje entre os Estados Unidos da América do Norte e o Brasil; não está simplesmente nos países que os colonizaram. Por isso que os USA são o que são, tal qual representávamos outrora, e esta moralmente ilegal e ilegítima República, fez com que deixássemos de ser. 

A República Inútil Brasileira que nada acrescenta... Só subtrai 
D. Pedro II conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país, que detinha a maior população de escravos negros no mundo. Nos Estados Unidos, o mesmo processo levou a um período de guerra civil triste e difícil, em que 60% da população branca masculina na faixa etária adequada ao serviço militar morreu. 

D. Pedro II promoveu a diversidade de etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. Ele estava interessado em expandir as fronteiras agrícolas do nosso país, e também fazer do Brasil um grande produtor de algodão com a derrota dos Estados Confederados durante a Guerra Civil dos EUA. O Imperador convidou com sucesso plantadores de algodão confederados para se instalarem no Brasil. Entre 1867 e 1871, pelo menos três mil famílias confederadas passaram pelo porto do Rio de Janeiro, a maioria se instalaram no interior de São Paulo e fundaram a Cidade de Americana. 

No cartaz se lê:
República dos Estados Unidos do Brasil
Liberdade, Igualdade, Fraternidade
Marianne a Figura Alegórica Feminina da República Francesa, levada a sério pela República Brasileira. 

A República da França não teria muita coisa para mostrar se não fosse o seu rico passado Monárquico... Sua herança artística. Mesmo representando apenas o que sobrou dos atos de vandalismos (muitas destruições parciais e integrais) promovidas pela Revolução Francesa. "Quem visita a França, só o faz por seu passado Real e Imperial: suas catedrais, seus castelos e palácios em Paris ou no Vale de La Loire, etc... O que há para ver e se maravilhar por seu presente republicano?"... Talvez as múltiplas versões da Marianne abstrata, e o que elas significam para o seu povo. 

No caso da Torre Eiffel que foi construída para a Exposição Universal de 1889, houve uma campanha para que a torre fosse demolida após o término do evento. Uma parcela significativa da população de Paris pedia a demolição da torre; alegavam que era uma estrutura horrorosa e agredia a paisagem urbana de Paris. “Quando o contrato de vinte anos do terreno da Exposição Mundial (de 1889) expirou, em 1909, a Torre Eiffel quase foi demolida, mas o seu valor como uma antena de transmissão de rádio a salvou”. Resta para a República Francesa mostrar além da Torre Eiffel o tal conjunto de Pirâmides que descaracterizou Louvre, e que mesmo assim, se perdem na grandiosidade do Palácio, e algumas outras construções modernosas de gosto duvidoso. Apesar de não existir parâmetros justos comparativos igualitários sem respeitarmos as obras nas suas devidas épocas na escala do tempo, e o gosto de cada um ser indiscutível... A França não tem realmente muita coisa para mostrar além dos seus períodos Monárquicos.
A Bandeira Republicana do então Estados Unidos do Brasil, enfrentou resistência até ser aceita depois de muita imposição arbitrária dos discípulos golpistas da Seita Positivista.
O quadro Pátria, pintado por Pedro Bruno em 1919, mostra mulheres costurando a Bandeira Republicana do então Estados Unidos do Brasil 
Definitivamente esta não pode continuar sendo a Bandeira Nacional...
Nada justifica a manutenção do Golpe Republicano que descaracterizou e mutilou este país. O Brasil perdeu seu status de nação respeitada quando ombreava com as três potências globais, fazendo com que perdesse sua identidade, seu rumo, a autonomia e a auto-estima. A República não cumpriu à que veio, se perdeu em si mesma nas suas mediocridades... Fazendo com que deixássemos de ser...
 Definitivamente esta não pode continuar sendo a Bandeira Nacional ● "(...) — Na bandeira se encontra um atentado contra as nossas tradições. Criminosamente lançaram nela um dístico que não quadra com as nossas ideias, que pertence a uma seita absurda ● "(...) — Badaró se referia aos dizeres “Ordem e progresso”. Trata-se da máxima do positivismo, mistura francesa de religião com filosofia bastante em voga entre os militares que destronaram dom Pedro II. Para o deputado, era inadmissível a menção à “seita”: (...)" 
- IX -
Ingênuos Analfabetos Marionetes Republicanos Brasileiros...
A República Francesa inventou um monte de Mariannes Encantadas para mostrar e iludir os Idiotas Inocentes Úteis e/ou Analfabetos Funcionais de lá, os daqui e dos outros povos espalhados pelo mundo. Inclusive a República Brasileira importou algumas delas – são tão importantes que estão por todo o território nacional espalhadas em símbolos municipais e estaduais; inclusive passando de mão em mão estampada em todas a cédulas do nosso dinheiro, e cunhada na moeda de 1 Real, embora a maioria dos brasileiros desconheçam seu significado. 

A França como o Brasil que a imitou, possuem históricos de Repúblicas malfadadas: 1ª República, 2ª República, 3ª República, 4ª República, 5ª República e a 6ª República Brasileira... Que no caso do Brasil, travestido de República há 125 anos, não satisfeitos com os sucessivos fracassos, alguns Idiotas Políticos Republicanos pretendem insistir nos mesmos erros mais uma vez, REFUNDANDO a desgraça que foi e está sendo esta 6ª República, reinventando uma tal de 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que a 6ª República também não tem funcionado.
01 • Cinismo absoluto é ver o Presidente da República ironicamente comemorando o 7 de Setembro junto com o seu Exército, na data que representa a Fundação do Independente e Soberano Império do Brasil, que meia dúzia de conspiradores republicanos, sem honra ou grandeza, se utilizando de métodos obscuros e do próprio Exército como ferramenta de execução do trabalho sujo, derrubaram com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria em 1889.
02 • Se os Senhores republicanos essencialmente os da Classe Política são pessoas íntegras e consideram o 7 de Setembro tão importante!... Admitam logo a Lambança de 15 de novembro de 1889, data brasileira da infâmia, e desproclamem para o bem da nação, esta farsa de República fracassada inventada antidemocraticamente, na ilegalidade, sem uma consulta ou participação popular, principiada às avessas dos próprios “ideais republicanos”, esbravejados aos quatro ventos pelos traidores da pátria, e que só tem servido para desgraçar a nação.

03 • Qualquer pessoa de bom senso que conheça um pouco de História do Brasil, percebe o disparate que foi a imposição arbitrária do Sistema de Governo Presidencialista Totalitarista Republicano no Brasil (Regime Ditatorial onde foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil). Se o feriado de 15 de Novembro deixar realmente de existir, será finalmente o reconhecimento pela República (de mentira) da sua própria ilegitimidade. Difícil é acreditar que reconhecerão este fato abolindo esta data fatídica da lista dos feriados nacionais.
04 • "Totalmente coerente o projeto que acaba com o feriado de 15 de novembro, já que é a data de um Golpe Militar, o de 1889. Manter essa data como feriado abre um precedente para que qualquer pessoa proponha que 31 de março também seja feriado, já que é a data do Golpe Militar de 1964". (Cesar Nero). 

Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma nas ações dos políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem ou engrandeçam.
“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente pensa nas próximas eleições”
Os militares antes do Golpe 31 março de 1964, tentaram devolver a Monarquia Parlamentarista para os brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
URL (1)  URL (2) 

(Dite "Mademoiselle de Carignan" ou "Madame de Lamballe"), née à Turin le 8 septembre 1749, et morte lynchée à Paris le 3 septembre 1792, par des "sans-culottes".

https://www.youtube.com/watch?v=oQsqVnpKuTU
 
- X -
Napoléon Ier
Enérgico, ambicioso e inescrupuloso, o General Republicano Napoleão Bonaparte em 1799, contrariando todos os princípios e valores da Revolução Francesa, com um golpe militar se apossa do poder na França; logo em seguida como Ditador instituiu um Consulado e se torna primeiro-cônsul. Em 1802 se proclama cônsul vitalício, colocando um pouco de ordem na casa – dois anos após se auto-proclama Imperador da República Francesa, coroando a si próprio no Travestido Império que inventou. Participou da destruição sumária de toda uma tradição aristocrática... Depois ressuscita das trevas outra Nobreza de Barro, para ele mesmo sair disseminando a destruição e a morte por todo o Continente Europeu; fazendo do tão enaltecido banho de sangue da Revolução Francesa um mero insignificante Movimento Marginal. "República” copiada pela maioria dos países do mundo, mais por suas mazelas que pelas virtudes; inclusive por alguns traidores da pátria do outrora Império do Brasil. Exceção foi os Estados Unidos da América do Norte: único país do mundo que adotou a República de maneira menos traumática, não recorrendo aos característicos métodos genocidas da República Francesa. 

"Realizou-se uma festa em 2 de dezembro de 1804 para se formalizar a coroação do agora Napoleão I na catedral de Notre-Dame. Um dos momentos mais notórios da História ocorreu nesta noite, onde, com um ato surpreendente, Napoleão I retirou a coroa das mãos do Papa Pio VII, que viajara especialmente para a cerimônia, e ele mesmo se coroou, numa postura para deixar claro que não toleraria autoridade alguma superior à dele. Logo após também coroou sua esposa, a imperatriz Josefina". Ele mesmo concedeu títulos nobiliárquicos aos seus familiares, colocando-os em altos cargos públicos. Formou-se uma nova corte com membros da elite militar, da alta burguesia e da antiga nobreza. Napoleão conquistou e governou a maior parte da Europa continental, fora a Inglaterra e Escandinávia, além de colocar membros de sua grande família nos tronos de vários reinos.
Entre 1805 e 1810, o General que se reinventou como Imperador do próprio Império que criou, contrariando todos os valores primordiais da Revolução Francesa, ironicamente utiliza-se do Lema dos Ideais desta República que havia sido uma tragédia até então, para colocar em prática suas ambições... Sem honra ou grandeza, Napoleão desrespeitou Acordos e Tratados, disseminou o terror e conquistou praticamente toda a Europa Continental, além de colocar membros de sua grande família nos tronos de vários reinos. Não venceu a Inglaterra e a Escandinávia ficou de fora. O Gênio Militar parece que acreditava mesmo que o fim (o "bem superior" que proporcionaria) justificava qualquer método (estratégia) do seu imaginário: de que "certos" fins podem e devem, ser alcançados através de métodos não convencionais, antiéticos, violentos... Genocidas. Esta Doutrina do Silogismo deste Suposto Bem Superior imposto por alguns que se julgam acima do bem e do mal, é diretamente contrária aos Princípios Religiosos que pregam a justiça e o respeito mútuo, que dizem exatamente o contrário: O fim não justifica os meios.
 
- XI -
O Exército e a Restauração
Os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram devolver a Monarquia aos brasileiros - Aos 05:30 do vídeo. ► Monarquia - 3ª parte.


Monarquia - 3ª parte 
https://www.youtube.com/watch?v=Q_i-REiwuGk

"(...) • Apenas a Restauração da Monarquia poderá garantir a democracia e a prosperidade no Brasil, pois o Imperador permanecerá acima das querelas partidárias e das paixões ideológicas, guiando todos os brasileiros na construção de um País que liderará o Concerto das Nações e brilhará em meio à Cristandade. — Com Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Marechal Humberto Castelo Branco, Marechal Artur da Costa e Silva, General Emílio Garrastazu Médici, General Ernesto Beckmann Geisel e General João Baptista de Oliveira Figueiredo em Vassouras. (...)"
 ● Cada vez mais acredito que o resultado de um novo Plebiscito nesta atual desconjuntura será pior ao da Grande Fraude do Plebiscito de 1993. Se é ruim com a ajuda das Forças Armadas... Pior sem elas. Afinal foi o Exército (hoje dito do Monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro) o executor do Golpe de 1889.
Antes da Intervenção Militar de 1964

Causa Imperial
Um ótimo Livro - Recomendo para os Idiotas Úteis. 
Divergências entre republicanos:
Não é ensinado nas escolas, mas existiu um plano dos republicanos radicais para assassinar todos os membros da Família Imperial Brasileira. Execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano. 
"Uma dessas correntes republicanas, formada de 'Jacobinos', eram admiradores da Revolução Francesa. Eles defendiam A deposição de D. Pedro II por meio de revolta popular; e a execução da Família Imperial, se necessário. O líder dos 'Jacobinos' era o Advogado Antônio da Silva Jardim, conhecido pelo radicalismo de suas posições. Deposto o Imperador pela força que viria das ruas... À Família Imperial seriam dadas duas opções: a primeira, o exílio, na Europa de preferência; a segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais (da República propriamente dita) – Silva Jardim gostava de lembrar que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XIV e a Rainha Maria Antonieta, atitude que também deveria guiar os brasileiros.". Entre parênteses anotação minha. 
Concluo: 
Para quem achou a fantástica idéia do Advogado Antônio da Silva Jardim um absurdo, estas suas elucubrações macabras tornaram-se realidade em 1918, quando os Golpistas Comunistas Republicanos executaram sumariamente a Família Imperial Russa. Mesmo que a Monarquia do Império Russo nunca tenha sido tão democrática e liberal quanto a Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil... Não se justificou tamanha atrocidade. Inclusive a russa era considerada uma Monarquia Absolutista até o Golpe de Estado Comunista de 1917, quando foi inaugurada a primeira Ditadura da História da Rússia, que além de assassinar a Família Imperial, calcula-se que, de 1917 a 1953, ano da morte de Stalin, os expurgos, a fome, as deportações em massa, o trabalho forçado no Gulag e os fuzilamentos mataram algo em torno de 20 milhões de pessoas na antiga URSS... Já aqui no Brasil, quando os republicanos para consolidar a Ditadura que inventaram em 1889, assassinaram nos 7 primeiros anos de fracasso 150.000 de brasileiros; inclusive mulheres crianças e anciãos (três vezes mais mortes entre militares e civis brasileiros que na Guerra do Paraguai). O que corresponderia em 2013, a um genocídio de 1.700.000 mortes.
No Capítulo: 7. OS REPUBLICANOS (1889 - Laurentino Gomes)  
(...) O orador acabara de chegar de Santos, onde morava, e trazia uma mensagem radical a platéia ali reunida: a execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano. Na opinião de Silva Jardim, os republicanos deveriam aproveitar o ano seguinte, primeiro centenário da Revolução Francesa, para instalar o novo regime. À Família Imperial seriam dadas duas opções. A primeira, o exílio, na Europa de preferência. A segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais. Lembrava que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XVI e a Rainha Maria Antonieta, entre outros nobres franceses. A atitude segundo ele, deveria guiar os brasileiros nas difíceis decisões a serem tomadas nos meses seguintes.
― Execução? Sim, execução! ― Afirmou Silva naquela noite, o olhar fixo na platéia – matar sim, sim, se tanto for preciso; matar!
Estes conspiradores republicanos brasileiros podem ser equiparados aos remanescentes da Revolução Francesa, pelos "republicanos" comunistas que assassinaram a Família Imperial Russa em 1918, após o Golpe de 1917; ou poderiam igualitariamente serem comparados aos heróis sanguinários de papel (como Che e Fidel, por ex.) destes últimos DesGovernos desta Decadente República Brasileira que inventaram. Não assassinaram fisicamente a nossa querida Família Imperial, entretanto a Imperatriz chegou à Europa praticamente morta, vindo a falecer poucos dias depois, e o Imperador dois anos após, triste e com saudades do Brasil que tanto amava.
Aos 30 anos de idade este republicano Silva Jardim, visitou Pompéia, na Itália, e, curioso por conhecer o Vulcão Vesúvio, mesmo tendo sido avisado de que ele poderia entrar em erupção a qualquer momento, foi tragado (literalmente para os Abismos das Trevas) por uma fenda que se abriu na cratera da montanha - não se sabendo se foi um acidente ou um ato voluntário.
De acordo com reportagem do jornal "A Pátria Mineira", de 30 de julho de 1891, da Cidade de São João del Rei, acessível por meio do sítio do Arquivo Público Mineiro, a morte de Silva Jardim teria sido um acidente, testemunhado por um guia e seu amigo Joaquim Carneiro de Mendonça. Segundo o relato, o jornalista teria sido engolido por uma fenda junto ao Vesúvio, do que se salvou, ferindo-se, Carneiro de Mendonça, que fora auxiliado pelo guia local. O jornal menciona a fonte das informações como a "Carta Parisiense", de Xavier de Carvalho, dirigida ao "Paiz".
- XIII -
A Viúva Adelaide

(...) Há uma versão um tanto idealizada da chamada “proclamação” da República (que nunca ocorreu). Esta versão, embora fantasiosa, tem sido incentivada pela propaganda oficial. Abaixo, a descrição correta de uma das mais negras páginas de nossa História.

A verdadeira causa da pseudo proclamação da república chama-se Adelaide… Deodoro estava no Comando Militar do Rio Grande do Sul. O influente político Silveira Martins ocupava a Presidência da Província. Ambos disputavam os encantos e favores de uma viúva, cujo nome era Adelaide. Parece que ela preferia o Silveira Martins, deixando Deodoro em segundo plano. Por conseqüência, tornaram-se inimigos ferrenhos… Daí, anos mais tarde, a conduta tresloucada do Marechal que não proclamou a República… De fato, as chamadas “causas” da proclamação (que nunca ocorreu) desta República (que não é, e nunca foi) não passam de eventos maquiados pela propaganda golpista (que não menciona a Viúva Adelaide). São poucos, muito poucos, os que já ouviram falar na Viúva Adelaide. É natural. A historiografia oficial, por motivos óbvios, faz o possível para que seja esquecida.

Portanto, a chamada Proclamação da República no Brasil é uma fábula. Nunca aconteceu. Contudo, resta a pergunta: Se não houve uma proclamação, como foi implantada a República no País? Após ter gritado “Viva o Imperador”, (que a propaganda oficial mudou para “Viva a República), Deodoro voltou para casa. Volta ao leito e, na cama, recebeu a visita de alguns militares republicanos. Tentaram fazer com que Deodoro assinasse o documento que viria a ser o decreto Nº 1 da república. O velho militar se recusou: havia jurado fidelidade ao Imperador.

Deodoro não era republicano. Havia mesmo escrito, poucos dias antes, a um de seus sobrinhos, o General Clodoaldo que: “República no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa”. De má fé, os militares golpistas disseram ao Marechal que o Visconde de Ouro Preto seria substituído por Silveira Martins. Sabiam da inimizade entre os dois. Deodoro não havia perdoado seu antigo rival na disputa pelos favores da Viúva Adelaide.
Tresloucado, como sempre ficava quando se lembrava de sua antiga paixão, Deodoro disse textualmente: “Deixe-me assinar esta porcaria”. A “porcaria” era o primeiro decreto do “governo provisório” documento este que efetivamente implantou o regime republicano no Brasil. (...)
O Escritor e Pesquisador Laurentino Gomes tenta explicar em:
- XIV -
República & Comunismo
Da Matéria: Comunismo 
• Todos os Países Socialistas & Comunistas são Regimes Totalitaristas Republicanos(Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Ou a Morte)... A Revolta PopularDemocracia Direta Republicana do Poder PopularPoder do PovoA Nova "Democracia", Comitê de Salvação Pública, Tribunal Comunitário... O Poder é do Povo até quando Interessa. Esta história já tem mais de dois séculos; 224 anos após a Revolução Francesa isso ainda não se concretizou. Destruiu, exterminou, e nada de útil, virtuoso e verdadeiro acrescentou; igualzinho aqui. «Liberté, Égalité, Fraternité, ou la Mort», texto exibido em um cartaz anunciando a venda de biens nationaux (1793). logo após a revolução este lema foi escrito em algum momento como "Liberdade, Igualdade, Fraternidade, ou Morte", a parte "Morte" foi posteriormente suprimida, por ser muito fortemente associada com o Reino do TerrorDurante a Ocupação Alemã da França na Segunda Guerra Mundial, este lema reacionário foi substituído pela frase "Travail, Famille, Patrie" (Trabalho, Família, Pátria). Após a Libertação, o Governo Provisório da República Francesa (GPRF) restabeleceu o lema republicano: Liberté, Égalité, Fraternité, reincorporando-o na Constituição Francesa.

• Interessante que os Inocentes Analfabetos Funcionais, Políticos e afins republicanos: Direitistas, Esquerdistas, Centristas de qualquer coisa... Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o Império do Brasil que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de nação de terceira categoria pertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo da imundice do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso desse Violentado Estado que deveria ser Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído Central da República Federativa do Brasil. Até parece que por alguma razão estranha, estes Senhores nas suas fúteis utopias republicanas, acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil. 
• “O Comunismo (do latim communis - comum, universal) é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum e no controle dos meios de produção e da propriedade em geral. Parte da convicção que a causa dos problemas sociais está na propriedade privada e na sua acumulação. Para a sua instalação, numa primeira fase, a propriedade privada seria estatizada, sendo o Estado gerido por um Partido político que se encarregaria de distribuir de forma igualitária a riqueza gerada por todos. Numa segunda fase, o Estado seria abolido, sendo o poder entregue ao povo.” 

• “Tanto o Partido (Único) Nacional Socialista (Nazista) dos Trabalhadores Alemães (da República Alemã), quanto o Partido (Único) Comunista (Socialista) da União das Repúblicas Soviéticas, buscaram inspiração nas idéias de Karl Marx. Costuma-se dizer que Comunismo é a Ditadura da Esquerda, enquanto o Nazismo seria a Ditadura da Direita. Nada mais falso, tanto o Nazismo quanto o Comunismo têm inspiração marxista. Ambos compartilham do ódio contra a burguesia, desrespeitam a propriedade privada (basta ver os confiscos realizados por ambos Regimes Totalitários Republicanos), do desprezo pelas liberdades individuais, da glorificação do Estado como centro das atenções, e da respectiva diminuição da importância do papel do indivíduo. Além disso, estes Regimes Republicanos pregam a planificação da economia, isto é, defendem o planejamento central da atividade econômica." Na História, todos estes regimes totalitários socialistas/comunistas, foram impostos se utilizando de métodos genocidas. 
• Depois é instituída uma casta supostamente intelectualizada, teoricamente superior, que a mesma massa que executou até com o sacrifício das suas próprias vidas o Trabalho Sujo, já cansada e debilitada, aceita a Elite como a salvação das suas mazelas. Primeiro é promovido o caos para depois prometerem a felicidade à massa moldável ingênua útil, usada para atingirem seus propósitos... Os Fins Justificam os MeiosA ambição do poder custe o que custar. Qualquer semelhança com a Desconjuntura Institucionalizada Republicana Brasileira atual é mera coincidência. (...) Os Massacres de Setembro de 1792 são na verdade o prelúdio a esta lógica do terrorismo como instrumento de controle do poder entre 1793-1794. Constituem assim uma das primeiras "derrapadas" da Revolução Francesa. Este acontecimento permanece objeto de debates entre historiadores, alguns defendendo uma visão Leninista ou Stalinista da Revolução, outros se empenhando em mostrar os limites do Poder Popular e os perigos, atualmente, de uma exemplaridade do terrorismo.” (Imagens) 
Os militares antes do Golpe 31 março de 1964, tentaram devolver a Monarquia Parlamentarista para os brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
Karl Marx
Karl Heinrich Marx (Tréveris, 5 de maio de 1818 — Londres, 14 de março de 1883) foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista. 
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Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.
(...) "À medida em que o povo foi tomando conhecimento do acontecido, movimentos pela volta da Família Imperial começaram a eclodir por todo o Brasil. O governo republicano os destroçou com punho de ferro. (...)"
Enquanto isso a Presidenta na República do Brasil:
Dilma proibiu os Militares Brasileiros de comemorarem o Dia 31 de março (Contra-Golpe de 64). Entretanto ela prefere comemorar a Revolução Cubana que já assassinou mais de 85.000 cubanos naquela ilha prisão cuja população equivale apenas a da Grande São Paulo.
Vejam o que Dilma fala aos 3:20 minutos deste vídeo com uma gigantesca Bandeira Cubana ao fundo.
Outrora a Terrorista Dilma nunca lutou pela Democracia. 
O Brasil não possui melhor opção neste degradado ambiente de inconstitucionalidades desta fracassada República. O Momento Político é oportuno para o reencontro dos brasileiros com a sua História, com as suas tradições, com o seu destino de grandeza interrompido por uma traição; redirecionando a Nação Brasileira a sua original Vocação de Grandeza Imperial, onde cargo político é missão. Basta lembrar ao povo que já estivemos bem na História, e aos militares do Exército que seu Patrono é o Duque de Caxias..
A Árvore Boa
 CUBA • Fidel Castro • Ernesto "Che" Guevara • Comunismo 
- XVI -
01 • A MUDANÇA
53 • Comunismo
54 • Marianne