DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

CRUZ DA ORDEM DE CRISTO

Cruz da Ordem de Cristo

Observações sobre o Significado Histórico do Símbolo da Ordem de Cristo para o Brasil 

INTRODUÇÃO

Cruz da Ordem de Cristo tem sido desde a época dos descobrimentos um dos mais importantes símbolos nacionais, embora a sua origem seja ainda mais remota. A cruz vermelha de hastes simétricas, com uma cruz branca sobreposta, era o símbolo da Ordem Militar de Cristo, fundada por D. Dinis em 1317, na sequência da extinção da Ordem dos Templários. 
"(...) A Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo originalmente era uma ordem religiosa e militar, criada a 14 de março de 1319 pela bula pontifícia Ad ea ex-quibus do Papa João XXII, que, deste modo, acedia ao pedidos do Rei Dom Dinis. Recebeu o nome de Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo e foi herdeira das propriedades e privilégios da Ordem do Templo. Em Maio desse mesmo ano, numa cerimônia solene que contou com a participação do Arcebispo de Évora, do Alferes-Mor do Reino D. Afonso de Albuquerque e de outros membros da cúria régia, o Rei Dom Dinis ratificou, em Santarém, a criação da nova Ordem. Foi-lhe concedida como sede o castelo de Castro Marim; mas em 1357 já a sede tinha sido instalada em Tomar, anterior sede templária. (...)"

Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários, foi fundado e povoado em 1160 pelo Grão-Mestre dos Templários D. Gualdim Pais, um dos bravos das tropas de D. Afonso Henriques que a seu lado combateu contra os mouros, vindo a ser ordenado Cavaleiro pelo soberano em 1139 na batalha gloriosa e épica de Ourique, com apenas 21 anos de idade.

A Cruz da Ordem de Cristo tem sido desde a época dos descobrimentos um dos mais importantes símbolos nacionais, embora a sua origem seja ainda mais remota. A cruz vermelha de hastes simétricas, com uma cruz branca sobreposta, era o símbolo da Ordem Militar de Cristo, fundada por D. Dinis em 1317, na sequência da extinção da Ordem dos Templários.

- I -

A Força do Símbolo

Um Símbolo milenar
A Cruz é um dos símbolos mais antigos da humanidade. Surgiu em variadas versões bem antes da Era Comum, e foi adotada por várias religiões. 
Cruz Copta
Coptic Orthodox Cross Reads: Jesus Christ, the Son of God (Jesus Cristo, o Filho de Deus) 

Os Cruzados adotaram como emblema uma das cruzes mais antigas da humanidade, a Cruz copta

No século II, uma dissidência cristã, chamada copta, adotou uma versão desta cruz

01 ● As Cruzes de Cristo têm um misticismo muito próprio e talvez por isso sejam adotadas para símbolos de Organizações onde se espera que elas sirvam como incentivo à coragem e esforço pela vitória. A Cruz da Ordem de Cristo, não é uma, mas sim duas cruzesA Cruz de Cristo é uma derivação da Cruz da Ordem dos Templários, ou Ordem do Templo. A cruz da referida ordem era uma cruz vermelha de braços abertos.

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Cruz da Ordem dos Templários, ou Ordem do Templo

02 ● Quando a Ordem do Templo foi perseguida em toda a Europa, o Rei em Portugal mandou que se verificasse se havia algo a apontar à ordem, e foi determinado que os Cavaleiros da Ordem do Templo em Portugal estavam inocentes. Posteriormente, a Ordem dos Templários foi extinta, mas em sua substituição foi criada em Portugal a Ordem de Cristo. O símbolo da Ordem de Cristo é a mesma cruz vermelha de braços abertos, sobre a qual foi colocada uma Cruz Grega.

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Cruz Grega

A Cruz Grega é uma cruz branca, e é na Cristandade sinal de inocência ou pureza. O Rei mandou colocar esta cruz branca em cima da Cruz da Ordem dos Templários, ou Ordem do Templo.

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Cruz da Ordem de Cristo 

A Primeira Bandeira do Brasil 

 
03 ● A Cruz da Ordem de Cristo ou Cruz de Portugal (Cruz dos Cavaleiros de Cristo). A Cruz de Cristo dos Cavaleiros Templários de Portugal, a Cruz das velas dos navios dos Grandes Descobrimentos (rica e poderosa, patrocinou as grandes navegações lusitanas e exerceu grande influência nos dois primeiros séculos da vida brasileira), a da Primeira Bandeira hasteada em solo Brasileiro (Ilha de Vera Cruz, depois Terra de Santa Cruz), a primeira Bandeira do Brasil (1332 à 1651). A Cruz da Bandeira do Reino do Brasil, e a da Bandeira Nacional Imperial Brasileira

04 ● A Bandeira da Ordem de Cristo foi também o primeiro símbolo do Brasil e hoje existem muitos municípios brasileiros que possuem a imagem da Cruz na sua Bandeira ou no seu Brasão. Algumas vezes a imagem é estilizada e modificada, não correspondendo ao formato original da Cruz da Ordem de Cristo. Também a Seleção Portuguesa de Futebol, Seleção Brasileira, o Club de Regatas Vasco da Gama e o Clube de Futebol "Os Belenenses" possuem a imagem estilizada da Cruz da Ordem de Cristo em seus Brasões. (...) Elas indicavam a grandeza e o poderio que Portugal naquela altura (época) tinha, e mesmo que hoje já não seja assim, não deixam de impressionar, pois os ventos da História ainda não se extinguiram e continuam a soprar nas velas do Sagres.

05 ● Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República de Mentira, imposta arbitrariamente por meia dúzia de Traidores da Pátria, devotos da Seita Positivista do francês Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (August Comte) nada têm de Cruz; portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, lutarem para perpetuar a principal causa da Desgraça Nacional: essa República com sua Bandeira Positivista, indiferente às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira). 

06 ● Foi em Tomar que o Infante D. Henrique concebeu e amadureceu a idéia das Explorações Marítimas. Aí teve início a gesta náutica que levou as caravelas portuguesas “por mares nunca dantes navegados”, ostentando nas suas velas o símbolo da Ordem de CristoTomar foi Sede das Ordens do Templo e de Cristo e teve no Infante D. Henrique, um dos responsáveis pelo seu crescimento sendo um dos Grão-Mestres mais famosos da Ordem que usou boa parte dos recursos financeiros da Ordem para custear as suas explorações no século XV, assegurando à Ordem o seu lugar nos livros de história.

07 ● Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários, foi fundado e povoado em 1160 pelo Grão-Mestre dos Templários D. Gualdim Pais, um dos bravos das tropas de D. Afonso Henriques que a seu lado combateu contra os mouros, vindo a ser ordenado cavaleiro pelo soberano em 1139 na batalha gloriosa e épica de Ourique, com apenas 21 anos de idade. A fortaleza foi escolhida como sede dos Cavaleiros Templários, desempenhando um papel importante não só na Reconquista como na vanguarda dos descobrimentos, e também no seu consequente reagrupamento como Cavaleiros da Ordem de Cristo, que graças a um golpe de gênio de D. Dinis conservou a obra e os bens da Ordem dos Templários mudando-lhe o nome. Como a Ordem substituta continuava com os mesmos propósitos Religiosos, o Papa Clemente V, deve ter compreendido e aceite.
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08 ● Independentemente da fé religiosa da população de muitas nações, a Cruz da Ordem de Cristo tem sido desde a época dos descobrimentos um dos mais importantes símbolos nacionais, embora a sua origem seja ainda mais remota. A cruz vermelha de hastes simétricas, com uma cruz branca sobreposta, era o símbolo da Ordem Militar de Cristo, fundada por D. Dinis em 1317, na sequência da extinção da Ordem dos Templários.
09 ● Com efeito a Cruz de Cristo, adornava as velas das caravelas que exploravam os mares desconhecidos e durante o reinado de D. Manuel, devido à intensa atividade marítima, a Bandeira da Ordem de Cristo foi frequentemente usada como pavilhão naval português, pois esta era a Grande Ordem ligada às viagens de expansão. Esse símbolo foi usado pela primeira vez nas caravelas da Armada de Pedro Álvares Cabral, e daí em diante todas as velas das naus e caravelas portuguesas dos descobrimentos as ostentaram. 
A imponente Esquadra de Cabral
10 ● Não importa quem seja ateu ou siga qualquer religião, goste ou não, esta sempre será as origens do Estado Brasileiro Livre, Soberano e Independente, fundado a partir do 7 de setembro de 1822 (não há como mudar fatos históricos), usurpado dos brasileiros pela imposição do golpe de alta traição sem honra ou grandeza, por meia dúzia de maçons discípulos da Seita Positivista do francês Auguste Comte que acabou com o Brasil. Sinto muito se te fizeram um ótimo trabalho de lobotomia desde tenra idade nos bancos das escolas, nesse Inútil Fracassado Alienígena Regime Republicano Oportunista Presidencialista Golpista Brasileiro. Defender a manutenção dessa ilegítima República, além da conivência com seus crimes do passado e do presente, é insistir por ingenuidade, interesses obscuros ou por burrice induzida, nos mesmos erros com a ilusão de ser obter depois desses 125 anos de retrocessos... Finalmente resultados diferentes... 

11 ● No Esgoto a Céu Aberto do Oceano de Imundícies dessa Fracassada já 6ª Versão Ressuscitatória Republicana, que nada de virtuoso, proveitoso adicionou a nação... Só subtraiu, cuja sua constituição se transformou num lixo que deveria ser incinerado o mais breve possível, para a garantia da sobrevivência do próprio Estado Brasileiro. Ainda têm muito idiota nas suas burrices culpando a vítima, o povo brasileiro, por não saber votar; como se adiantasse alguma coisa SABER VOTAR na Tragédia Política Republicana Nacional que conduziu o Brasil mais uma vez a este Grande Nada. No Desastre Político Republicano Brasileiro, não existe opções oferecidas pelo Circo de Horrores dos Inúteis 40 Partidos, que estejam à altura do Destino de Grandeza do Brasil, interrompido pela traição de 1889... 
A imposição arbitrária do Regime Alienígena da Seita Positivista no Brasil através da sua simbologia:

Vídeo sobre as cruzadas que ajudaram o Rei Dom Afonso Henriques a conquistar Portugal dos Mouros:
12 ● Essa República de Mentira nunca proclamada de fato, inventada por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, que nada tem a ver com a Cruz ou do Cristianismo das origens históricas da fundação do Estado Brasileiro livre e independente, jamais cumpriu à que veio; só os Senhores que ainda não perceberam isso. A cada geração criada, educada, influenciada dentro deste ineficiente omisso Sistema Corrompido Viciado, ingenuamente passa a acreditar na recuperação destas estruturas corroídas. É natural este apego e o impulso de tentar juntar os cacos. Afinal foi o mundo herdaram, são seus universos. É compreensível não pensarem em opções melhores... Mesmo que tenhamos o exemplo do Império de Brasil como país independente, soberano e respeitado entre o universo das nações no seu tempo, e o do desastre desta Inútil Decadente Ilegítima Moralmente Ilegal República Fora da Lei que acabou com o Brasil... Pensam pequeno. Preferem por sugestão ou burrice induzida, continuarem presos ao corpo deste Estado em decomposição que rasteja em direção ao abismo.

13 ● A Região Autônoma da Madeira tem a Cruz da Ordem de Cristo na sua bandeira, aludindo ao fato de ter sido descoberta por dois Cavaleiros dessa Ordem Militar, pertencentes à Casa do Infante D. Henrique: João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, sendo o Símbolo de ligação à República Portuguesa.
14 ● Navio Sagres, que é considerado um dos mais belos veleiros do mundo, são as cruzes das velas que o distinguem como único e inconfundível entre todos os navios que cruzam os mares utilizando o vento para se deslocarem. Possivelmente, durante a epopéia dos Descobrimentos, as imponentes cruzes desenhadas nas velas dos navios impressionavam os inimigos e os navegantes de outros países. Elas indicavam a grandeza e o poderio que Portugal naquela altura tinha e mesmo que hoje já não seja assim, não deixam de impressionar, pois os ventos da História ainda não se extinguiram e continuam a soprar nas velas da Sagres.

15 ● As Cruzes de Cristo têm um misticismo muito próprio e talvez por isso sejam adotadas para símbolos de Organizações onde se espera que elas sirvam como incentivo à coragem e esforço pela vitória. A Cruz da Ordem de Cristo, não é uma, mas sim duas cruzes. A Cruz de Cristo é uma derivação da Cruz da Ordem dos Templários, ou Ordem do Templo. A cruz da referida ordem era uma cruz vermelha de braços abertos. Quando a Ordem do Templo foi perseguida em toda a Europa, o Rei em Portugal mandou que se verificasse se havia algo a apontar à ordem, e foi determinado que os Cavaleiros da Ordem do Templo em Portugal estavam inocentes. 
16 ● Posteriormente a Ordem dos Templários foi extinta, mas em sua substituição foi criada em Portugal a Ordem de Cristo. O símbolo da Ordem de Cristo é a mesma cruz vermelha de braços abertos, sobre a qual foi colocada uma Cruz Grega. A Cruz Grega é uma cruz branca, e é na Cristandade sinal de inocência ou pureza. O Rei mandou colocar esta cruz branca em cima da Cruz da Ordem de Cristo. A mensagem era simples: Estes são os Cavaleiros do Templo (cruz vermelha de braços abertos) que estão inocentes (Cruz Grega colocada em cima da vermelha). É daí que nasce a Cruz da Ordem de Cristo que conhecemos.
17 ● Lisboa, 08 de Março de 1500, um domingo. Terminada a missa campal, o Rei D. Manuel I sobe ao altar, montado no cais da Torre de Belém, toma a Bandeira da Ordem de Cristo e entrega-a a Pedro Álvares Cabral. O capitão vai içá-la na principal nave da frota que partirá daí a pouco para a Índia.
Desembarque de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500
18 ● Era uma esquadra respeitável, a maior já montada em Portugal, com treze navios e 1500 homens. Além do tamanho, tinha outro detalhe incomum. O comandante não possuía a menor experiência como navegador. Cabral só estava no comando da esquadra porque era Cavaleiro da Ordem de Cristo e, como tal, tinha duas missões: criar uma feitoria na Índia e, no caminho, tomar posse de uma terra já conhecida, o Brasil. Em 22 de Abril de 1500, naus com a Cruz da Ordem de Cristo chegaram onde hoje é a Bahia. Foi o espírito dos Cruzados que guiou a aventura das Grandes Navegações PortuguesasA chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil foi parte de uma Cruzada conduzida pela Ordem de Cristo, que herdou a mística dos Templários.
Pedro Álvares Cabral
19 ● A Presença de Cabral à frente do empreendimento era indispensável, porque só a Ordem de Cristo, uma companhia religiosa-militar autônoma do Estado e herdeira da misteriosa Ordem dos Templários, tinha autorização papal para ocupar - tal como nas cruzadas - os territórios tomados aos infiéis (no caso brasileiro, os índios). No dia 26 de Abril de 1500, quatro dias depois de avistar a costa brasileira, o cavaleiro Pedro Álvares Cabral cumpriu a primeira parte da sua tarefa. Levantou onde hoje é Porto Seguro a bandeira da Ordem e mandou rezar a primeira missa no novo território. 
20 ● O futuro país era formalmente incorporado nas propriedades da organização. O Escrivão Pero Vaz de Caminha, que reparava em tudo, escreveu ao Rei sobre a solenidade: «Ali estava com o Capitão a Bandeira da Ordem de Cristo, com a qual saíra de Belém, e que sempre esteve alta». Para o Monarca português, a primazia da Ordem era conveniente. É que atrás das descobertas dos novos cruzados vinham as riquezas que faziam a grandeza e a glória do Reino. A seguir perceberá como a Ordem de Cristo transformou a pequena nação ibérica num Império espalhado pelos quatro cantos do planeta. 
- II -
A questão da Cruz da Ordem de Cristo
na atualização da Bandeira Imperial Brasileira
Algumas pessoas, talvez por falta de conhecimento, têm questionado a utilidade de se manter a Cruz da Ordem de Cristo Templária estampada numa futura atualização da Bandeira Imperial Brasileira. Pois bem, a bandeira da República Brasileira foi inventada por meia dúzia de membros da Seita Positivista (Igreja Positivista do Brasil) à revelia da opinião da população, portanto trata-se de uma bandeira de uma Crença, Religião, Seita... Quando estas mesmas pessoas inauguraram em 1889 o primeiro Estado de exceção da História do Brasil. Esta bandeira diferentemente da nossa Bandeira Imperial, nada tem a ver com as Origens Históricas do Estado Brasileiro (aproveitaram alguma coisa da nossa Bandeira Imperial, violentando o seu significado histórico), e até agora ninguém reclamava, nem os Ateus.

Bandeira Republicana Brasileira não Representa nossas Raízes Histórica e tradições, tampouco a Legítima Identidade Nacional. Não existe identidade nacional nessa República de mentira inventada por membros da Seita Positivista, com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria, sem honra ou grandeza, por meio da intriga e mentira, quando foi fundado na ilegalidade o Primeiro Estado de Exceção da História do Brasil, que dizimou nos seus 10 primeiros anos de fracasso 200.000 brasileiros (inclusive ex-escravos, mulheres e crianças) numa época em que a população era 11 vezes menor, o que representaria hoje a um genocídio de 2.000.000 de pessoas.
Bandeiras da República do Brasil
Não Representam nossas Raízes Histórica e tradições, tampouco a Legítima Identidade Nacional. Não existe identidade nacional nessa República de mentira inventada por membros da Seita Positivista. A primeira foi uma ridícula caricatura da Bandeira dos Estados Unidos tingida de verde e amarelo, a segunda versão é um violentamento do significado histórico da Bandeira Imperial Brasileira, na qual é incluído parte do lema da Seita Positivista: "O lema Ordem e Progresso ("Ordem e Progresso") na bandeira do Brasil é inspirado pelo lema do positivismo de Auguste Comte: L'amour et l'despeje principe ordre despeje base; Progrès le derramar mas ("Love como princípio e fim, como base; Progress como a meta"). Vários dos envolvidos no golpe militar que depôs a monarquia e proclamaram Brasil uma república eram seguidores das idéias de Comte". 
Bandeira Nacional do Império do Brasil 
Ambas representam as Origens das nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional. A primeira contém a última atualização (20 estrelas), e simbolizou o Estado Imperial Independente Brasileiro, Indivisível e Soberano, até 15 de novembro de 1889. A segunda é versão atual da mesma.
Império do Brasil67 anos de Monarquia Constitucional Parlamentarista Representativa Imperial, considerada a mais Liberal e Democrática do seu Tempo - mais até do que a da República do Estados Unidos da América do Norte, até o Golpe de Alta-Traição de 15 de novembro de 1889, Dia da Infâmia Nacional.
Brasão de Armas do Império do Brasil - Atualizado com 27 estrelas

Monarquias Parlamentares tal qual a Imperial Brasileira foi, respeitam suas Histórias. Como exemplo, a Bandeira da Monarquia do Estado Laico Inglês, consiste numa Cruz Vermelha sobre fundo Branco, fazendo referência à Cruz de São Jorge, o Santo Patrono do país, que, segundo a lenda, salvou uma Princesa de um dragão, e com o seu sangue fez um Sinal da Cruz no seu Escudo Branco. Interessante ressaltar que a Rússia mesmo sendo uma República, nesse aspecto está mais evoluída que o Brasil: restaurou seus Símbolos Monárquicos os tornando Oficiais, abrangendo inclusive Bandeiras e Brasões de cidades e capitais, e do próprio Estado Russo, por entenderem que independente da explicitada Simbologia Cristã, acima de tudo, representa a sua História. 
Diversas bandeiras nacionais apresentam cruzes, inclusive as de todas as nações escandinavas. Vários países do Hemisfério Sul têm o Cruzeiro do Sul representado em suas bandeiras.

Bandeira da Austrália ("Union Jack" e o Cruzeiro do Sul)
Bandeira do Brasil (Cruzeiro do Sul)
Bandeira do Burundi
Bandeira da Dominica
Bandeira da Dinamarca (a Danebrogen)
Bandeira da Escócia
Bandeira da Finlândia
Bandeira da Grécia
Bandeira da Geórgia
Bandeira da Inglaterra
Bandeira da Islândia
Bandeira da Jamaica
Bandeira de Malta
Bandeira da Noruega
Bandeira da Nova Zelândia ("Union Jack" e o Cruzeiro do Sul)
Bandeira da Papua Nova Guiné (Cruzeiro do Sul)
Bandeira de Portugal
Bandeira do Reino Unido (a Union Jack)
Bandeira da República Dominicana
Bandeira de Samoa (Cruzeiro do Sul)
Bandeira da Sérvia (na brasão sobre a bandeira)
Bandeira da Suécia
Bandeira da Suíça
Bandeira de Tonga
Bandeira de Wallis e Futuna (bandeira da França)

- III -

Os Templários e o Brasil
01 ● Não são poucos os pesquisadores a afirmar que os Reis Templários, responsáveis pelas Grandes Navegações Portuguesas, desde o século XII já tinham conhecimentos precisos sobre essas imensas terras a ocidente da África, obtidos da Biblioteca do Templo de Salomão, possuindo apas-Múndi bem delineados, além de conhecimentos sobre as correntes marítimas e navegação. (...) 
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02 ● Rainer Daenhardt, reconhecido historiador alemão, em seu livro "A Missão Templária nos Descobrimentos”, discorre longamente sobre a forma como os Reis Portugueses teriam adquirido conhecimentos que propiciaram as descobertas marítimas. Segundo ele, os Monarcas de Portugal devem ter tido acesso a parte da Biblioteca de Alexandria, salva do fogo que a consumiu em 48 a.C., pois seus bibliotecários tentaram salvar pelo menos alguns dos rolos mais preciosos (os rolos eram 700 mil ao todo). A Ordem de Cristo também possuía cópias do famoso Claudius Ptolomeus, o cartógrafo de Alexandria do 2° século da Era Cristã. O Infante D. Henrique recebeu também de venezianos documentos das famosas viagens de Marco Pólo. Mas o principal, para Rainer, é a possibilidade de os Templários terem tido acesso a parte mais valiosa da Biblioteca do Rei Salomão, que estava acomodada em seus subterrâneos, e que foram necessários mais de 2.000 cavalos para os Cavaleiros Templários transportá-la. 
03 ● Em 1296 os Templários – é fato histórico – trataram de transferir sua biblioteca para a Ilha de Chipre, a fim de defendê-la dos muçulmanos. Que biblioteca era essa, pergunta Rainer, se não havia gráfica em Jerusalém e se entre os cavaleiros não havia copiadores, nem tempo para elaboração de cópias, devido às guerras?
04 ● Vídeo sobre as cruzadas que ajudaram o Rei Dom Afonso Henriques a conquistar Portugal dos Mouros. São apenas retalhos editados dos originais, portanto os seus significados aqui são meramente ilustrativos. Estes Cavaleiros Templários usam a Cruz da Ordem de Cristo Templária Portuguesa. Nestes Vídeos, pela Bandeira azul com a coroa amarela (dourada), é da Suécia Medieval. Esta Cruz vermelha com o núcleo branco, (...) É usada também no Brasão de Tomar, juntamente com a Cruz Templária, cidade que foi Sede da Ordem dos Templários no Reino de Portugal e da Ordem de Cristo, sucessora da anterior. Esta Cruz foi usada nas velas dos navios na época das Grandes Navegações, e inclusive na Bandeira e no Brasão de Armas do Império do Brasil. (...)


As Primeiras expedições no Atlântico
05 ● "A conquista de Ceuta em 1415 é geralmente referida como o início dos Descobrimentos Portugueses. Nela participaram todos os Infantes de Portugal, e entre eles vemos o Infante D. Henrique a partir de então a ser dirigido para impulsionar as primeiras expedições no Atlântico, como investimento do Reino de Portugal através da Templária Ordem de Cristo e do seu próprio patrimônio pessoal."
06 ● “As primeiras navegações estão associadas à sua figura a partir da base que, saindo do porto de Castro Marim que tinha sido a primeira sede da referida Ordem Militar e da qual ele era o Grão-Mestre, estabeleceu em Lagos e na Sagres, onde foi acompanhado por um grupo de cartógrafos, astrônomos e pilotos. Além dos interesses materiais, o Príncipe ambicionava ao estabelecer uma aliança com o Preste João, um Príncipe cristão que governava as terras da Etiópia.”
Vasco da Gama - URL da Imagem
07 ● “Graças a essa aliança, pensava-se recomeçar as Cruzadas, mas numa escala planetária, alcançar o Paraíso (o Éden) do qual esse Rei africano era o guardião, e expulsar os muçulmanos da Terra Santa para alcançar a Idade do Ouro e Jerusalém Celeste. Por trás deste movimento, como dirigente governativo, estava o seu irmão Infante D. Pedro, 1.° Duque de Coimbra assim como um grupo vasto de religiosos cristão e judeus, mercadores e armadores profissionais, interessados e participantes nas navegações, responsáveis por uma série importante de iniciativas a que o navegador aderiu. Entre eles o seu aventureiro sobrinho navegador, Infante D. Fernando, Duque de Beja, pai de D. Manuel I, que deu toda a continuidade a esses intentos.”

- IV -
Não é sensato para o Movimento Monárquico Brasileiro Discutir Religião... É burrice
Independentemente se sou Cristão, Ateu ou Religioso... Não estou aqui para discutir este assunto inerente a individualidade e limitação de cada um sobre os seus conceitos de Deus, ou das suas capacidades intelectuais de entender parte do que seja.
Pelo que sei o Brasil Imperial respeitava as diversas Religiões e Religiosidades. D. Pedro II foi um grande mecenas das artes e da ciência... Falava diversos idiomas. Discursava em grego e latim. Além do francês, italiano, provençal, alemão, tupi, guarani, sânscrito, árabe; ainda falava fluentemente o hebraico, e se interessava pela religiosidade alheia. A Fé é indiscutível. São os fanáticos que acham que a sua “Fé” é melhor do que a dos outros. Os verdadeiros Religiosos e Sábios estudam todas as religiões; principalmente àquelas que respeitam o próximo, essencialmente a Vida. As Igrejas Católicas, Evangélicas... Ou qualquer uma que seja; não possuem o monopólio da salvação. Somos o templo de Deus. Nós somos a Igreja. Ele habita em nossos corações. Não importando onde estejamos. Seja aqui na terra ou entre as estrelas dos muitos céus do Cosmos multidimensional. Todas as Religiões seguem essencialmente os ensinamentos dos seus Líderes, Entidades, ou da Força Cósmica que rege todas as coisas no Universo. Tudo que foi dito anteriormente ou posteriormente a sua materialização ou da sua percepção. Àquilo que entra em sintonia com que se tem de mais íntimo. Não seguir as ditas Religiões... Não necessariamente representa inexistir a religiosidade íntima, ou que a pessoa não seja um Sábio. Se somos meios Judaístas, Cristãos, Budistas, Islâmicos, Hinduístas... Espíritas. Podemos até seguir parte destes ensinamentos ou falar que somos... Mas não plenamente.
A Liberdade Religiosa no Império

A Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, no seu processo evolutivo à frente do seu tempo, culminou em transformar o Império numa das nações mais liberais e democráticas. (na época, mais até do que a República dos Estados Unidos da América do Norte). Agiu como Estado Laico, sem necessariamente ter que aviltar os símbolos das diversas igrejas dos povos, ou da Religião da maioria dos brasileiros como hoje se pretende e estão fazendo: ateus contra religiosos, homossexuais contra heterossexuais, pobres contra ricos... Renomear o Norte Astronômico de Sul. A Monarquia Imperial Brasileira é Católica nas suas origens, e no século XIX já havia proporcionado total liberdade religiosa, obviamente que esta liberdade além de atualizada ao século XXI, será ainda mais aprimorada. Na Monarquia Brasileira apesar do Chefe de Estado ser Católico (seja Imperador ou Imperatriz), terá um Governo Constitucionalmente Laico. Não tem como fugir disso, seria um retrocesso à Idade Média.
A Casa Imperial do Brasil deve com certeza tratar com sabedoria a questão da Religiosidade Brasileira. Essa evolução ocorreu com todas as Monarquias Parlamentaristas do planeta. A Monarquia Brasileira não será exceção... Inclusive o Império Brasileiro nesse sentido, já havia saído na frente em seu tempo. Nossa Monarquia da atualidade será harmônica às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional, será uma Forma de Governo similar aos das maiores Democracias do planeta; como as da Suécia, Dinamarca, Noruega, Holanda, Japão... Reino Unido (Canadá, Austrália, Nova Zelândia...). Cada qual com suas devidas personalidades. 

The last Emperor of Brazil, 1876 

Uma Monarquia Imperial moderna adaptada ao século XXI. Ninguém pretende retroceder ao século XIX, ou à Idade Média. Difícil saber como seria a evolução dessa questão religiosa no Brasil, se não fosse o fatídico Golpe de Traição de 1889, articulado por meio da intriga e mentira pela Seita Positivista... Sobre o que já li sobre o Imperador D. Pedro II, quanto a relação do Estado Imperial Brasileiro com a Religião, já não estava mais em consonância com a integridade do texto da Constituição de 1824. Inclusive entendo que a Constituição de 1824 deva ser adaptada ao século XXI, essencialmente nessa questão, como muitas Monarquias fizeram naturalmente, cada qual no seu tempo.

- V -
Raízes do Estado Brasileiro

Uma breve explanação das origens do Estado Brasileiro, e dos símbolos utilizados no Brasil que têm sintonia com nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional.
Em 22 de Abril de 1500, naus com a cruz da Ordem de Cristo chegaram onde hoje é a Bahia. Foi o espírito dos cruzados que guiou a aventura das grandes navegações portuguesas. A chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil foi parte de uma cruzada conduzida pela Ordem de Cristo, que herdou a mística dos templários.

Lisboa, 08 de Março de 1500, um domingo. Terminada a missa campal, o rei D. Manuel I sobe ao altar, montado no cais da Torre de Belém, toma a bandeira da Ordem de Cristo e entrega-a a Pedro Álvares Cabral. O capitão vai içá-la na principal nave da frota que partirá daí a pouco para a Índia. Era uma esquadra respeitável, a maior já montada em Portugal, com treze navios e 1500 homens. Além do tamanho, tinha outro detalhe incomum. O comandante não possuía a menor experiência como navegador. Cabral só estava no comando da esquadra porque era cavaleiro da Ordem de Cristo e, como tal, tinha duas missões: criar uma feitoria na Índia e, no caminho, tomar posse de uma terra já conhecida, o Brasil.

A Presença de Cabral à frente do empreendimento era indispensável, porque só a Ordem de Cristo, uma companhia religiosa-militar autônoma do Estado e herdeira da misteriosa Ordem dos Templários, tinha autorização papal para ocupar - tal como nas cruzadas - os territórios tomados aos infiéis (no caso brasileiro, os índios). No dia 26 de Abril de 1500, quatro dias depois de avistar a costa brasileira, o cavaleiro Pedro Álvares Cabral cumpriu a primeira parte da sua tarefa. Levantou onde hoje é Porto Seguro a bandeira da Ordem e mandou rezar a primeira missa no novo território. 

O futuro país era formalmente incorporado nas propriedades da organização. O escrivão Pero Vaz de Caminha, que reparava em tudo, escreveu ao rei sobre a solenidade: «Ali estava com o capitão a bandeira da Ordem de Cristo, com a qual saíra de Belém, e que sempre esteve alta». Para o monarca português, a primazia da Ordem era conveniente. É que atrás das descobertas dos novos cruzados vinham as riquezas que faziam a grandeza e a glória do reino. A seguir perceberá como a Ordem de Cristo transformou a pequena nação ibérica num império espalhado pelos quatro cantos do planeta.

No início do século XV, Portugal era um reino pobre. A riqueza estava em Itália, na Alemanha e na Flandres (hoje parte da Bélgica e da Holanda). Nesse caso, porque é que foram os portugueses a encabeçar a expansão européia? A rica Ordem de Cristo foi o seu trunfo decisivo. Fundada por franceses em Jerusalém em 1119, com o nome de Ordem dos Templários, acabou por se transferir para Portugal em 1307, época em que o rei de França desencadeou contra ela uma das mais sanguinárias perseguições da História. Quando o Infante D. Henrique, terceiro filho de D. João I, se tornou grão mestre da Ordem, em 1416, a organização encontrou o apoio para colocar em prática um antigo e ousado projeto: circum-navegar a África e chegar à Índia, ligando o Ocidente ao Oriente sem a intermediação dos muçulmanos, que então controlavam os caminhos por terra entre esses dois cantos do mundo.

No momento em que o Infante, à frente da Ordem de Cristo, resolveu dar a volta ao continente africano, a idéia parecia uma loucura. Havia pouca tecnologia para navegar em oceano aberto (o Mediterrâneo, o mar até então mais navegado, é fechado) e nenhum conhecimento sobre como se orientar no Hemisfério Sul, porque só o céu do Norte estava cartografado. Mais ainda: acreditava-se que, ao sul, os mares estavam cheios de monstros terríveis. De onde teria vindo então a informação de que era possível encontrar um novo caminho para o Oriente?... Possivelmente, dos templários, que durante as cruzadas, além de se especializarem no transporte marítimo de peregrinos para a Terra Santa, mantiveram intensos contatos com viajantes oriundos de toda a Ásia.

A proposta visionária recebeu o aval do papa Martinho V, em 1418, na bula Sane Charissimus, que deu caracter de cruzada ao empreendimento. As terras tomadas aos infiéis passariam para a Ordem de Cristo, que teria sobre elas tanto o poder temporal, de administração civil, como espiritual, isto é, o controlo religioso e a cobrança de impostos eclesiásticos. Entre o lançamento oficial da empreitada e a conquista do objetivo final decorreria muito tempo, precisamente oitenta anos. Só em 1498 o cavaleiro Vasco da Gama conseguiria chegar à Índia. Morto em 1460, o Infante D. Henrique não assistiu ao triunfo da sua cruzada. Mas chegou a ver como, no seu rasto, Portugal se iria tornar a maior potência marítima da Terra.

Pedro Álvares Cabral não tinha experiência náutica antes de partir na sua viagem, mas era um cruzado de grande valor militar. Quando chegou à Índia, bombardeou o porto de Calecute durante quinze dias.

O castelo medieval e o convento de Cristo, em Tomar, ainda se mantêm de pé. Ali funcionou a sede da Ordem de Cristo, entre 1307 e 1550, e foi ali que foram guardados os segredos das grandes navegações.

O Infante D. Henrique sagrou-se cavaleiro em 1415, na batalha de Ceuta, em Marrocos, em que os portugueses expulsaram os muçulmanos da cidade. No ano seguinte, o príncipe tornou-se comandante da Ordem. Como a sucessão do trono caberia ao seu irmão mais velho, D. Duarte, Henrique assumiu o cargo de governador do Algarve. Solteiro e casto, dividia o seu tempo entre o convento de Cristo, a sede da Ordem, e a vila de Lagos, no Algarve. Em Tomar, cuidava das finanças, da diplomacia e da carreira dos pilotos iniciados nos segredos do empreendimento cruzado. O convento era um cofre de recursos e informações secretas. Lagos era a base naval e uma corte aberta. 

Vinham viajantes de todo o mundo, de «desvairadas nações de gentes tão afastadas de nosso uso», como escreveu o cronista Gomes Eanes de Zurara na crónica da Tomada da Guiné. As personagens desse livro revelam um pouco do cosmopolitanismo do porto de Lagos: havia gente das Canárias, caravaneiros do Saara, mercadores de Timbuctu (hoje Mali), monges de Jerusalém, navegadores venezianos, alemães e dinamarqueses, cartógrafos italianos, e astrônomos judeus. Uma das regras de ouro da diplomacia era dar presentes. assim, o príncipe juntou uma biblioteca preciosa. Entre os mapas, plantas e tabelas, havia um exemplar manuscrito das Viagens de Marco Polo. Não por acaso, a primeira edição impressa dessa obra foi feita não em latim ou em italiano, mas em português, em 1534.

A escola de Sagres foi uma lenda criada pelos poetas românticos portugueses do século XIX. Na verdade, foi do porto de Lagos que a Ordem de Cristo, liderada pelo Infante D. Henrique, comandou a expansão marítima do século XV.

O Infante D. Henrique (1394-1460) era um articulador discreto. Raramente ia à corte, em Lisboa. O seu tempo era passado entre o convento de Tomar, sede da Ordem, e a base naval de Lagos. Águas fervilhantes, ares envenenados, animais fantásticos e canibais monstruosos povoavam a imaginação dos que desciam o Atlântico em direção ao Sul.

Quando o navegador da Ordem de Cristo Gil Eanes passou o Cabo Bojador, um pouco ao sul das Canárias, em 1434, mais do que realizar um avanço náutico, estava a desmontar uma mitologia milenar. Acreditava-se que depois do cabo, localizado no que é hoje o Saara Ocidental, começava o Mar Tenebroso, onde a água fumegaria sob o sol, imensas serpentes comeriam os desgraçados que caíssem ao oceano, o ar seria envenenado, os brancos ficariam pretos, haveria cobras com rostos humanos, gigantes, dragões e canibais com a cabeça embutida no ventre. O estrondo das ondas nos penhascos do litoral, que poderia ser ouvido a quilômetros de distância, as correntes fortíssimas e as névoas de areia reforçavam o pânico dos pilotos. Quando finalmente reuniu coragem e viu que do outro lado não haveria nada de especial, Eanes abriu o caminho para Sul.

O rei de França, Filipe IV, o Belo, devia dinheiro à Ordem dos Templários. Os templários franceses eram os mais poderosos da Europa. Controlavam feudos e construções no interior e em Paris. Entre eles, o Templo, um conjunto de igrejas e oficinas que foi reformado em 1319 e se tornou a prisão da Bastilha, mais tarde destruída, durante a Revolução Francesa. As derrotas no Médio Oriente alimentaram uma onda de calúnias segundo as quais os cavaleiros teriam feito acordos com os muçulmanos, fugindo de campos de batalha e traído os cristãos. Aproveitando o clima favorável, em 13 de Outubro (Sexta-feira) de 1307, Filipe invadiu, de surpresa, as sedes templárias em toda a França. Só em Paris foram detidos 500 cavaleiros, e muitos deles degolados.

Dois processos foram abertos: um dirigido pelo rei contra os presos, o outro conduzido pelo papa Clemente V contra a Ordem. O papa era francês, vivia em Avignon e era aliado do rei. Torturas brutais e confissões arrancadas pela Inquisição tornaram-se peças difamatórias escandalosas. O sigilo da Ordem foi usado contra ela e as etapas dos rituais de iniciação foram convertidas em monstruosidades. Os santos guerreiros foram acusados de cuspir na cruz, adorarem o diabo, render culto a Maomé, manter práticas homossexuais e queimar crianças. Todos os seus bens foram confiscados. Esperava-se uma fortuna, mas, como pouco foi efetivamente recolhido, criou-se a lenda de os tesouros teriam sido transferidos em segurança para outro país.

Para muitos investigadores, esse país teria sido Portugal. O rei D. Dinis (1261-1325) decidiu garantir a permanência da Ordem em terras portuguesas: sugeriu uma doação formal dos seus bens à Coroa, mas nomeou um administrador templário para cuidar deles. Nem o processo papal nem a execução do grão-mestre Jacques de Molay, em 1314, o intimidaram. em 1317, reiterando que os templários não tinham cometido crimes em Portugal, D. Dinis transferiu todo o patrimônio dos cruzados para uma nova organização recém-fundada: a Ordem de Cristo. Assim Portugal tornou-se um refúgio para perseguidos de toda a Europa. De vários países chegavam fugitivos, trazendo o que podiam. O convento de Tomar transformou-se na caixa-forte dos segredos que a Inquisição não conseguiu arrancar. Dois anos depois, em 1319, um novo papa, João XXII, reconheceu a Ordem de Cristo. Começava para os cavaleiros uma nova era, com uma nova missão .

Nas primeiras décadas da existência Ordem de Cristo, os ex-templários estabeleceram estaleiros em Lisboa, fizeram contratos de manutenção de navios e dedicaram-se à tecnologia náutica, aproveitando o conhecimento adquirido no transporte de peregrinos entre a Europa e o Médio Oriente durante as cruzadas. Ao mesmo tempo, preparavam planos para voltar à ação, contornando a África por mar e, aliando-se a cristãos orientais, expulsar os mouros do comércio de especiarias.

Em 1416, quando assumiu o cargo de grão-mestre, o infante D. Henrique lançou-se à diplomacia. Tinham passado cem anos sobre a condenação dos templários nos processos de Paris, e o Vaticano estava preocupado com a pressão muçulmana sobre a Europa, que aumentara muito no século XIV. Com isso, em 1418, o infante consegue do papa um aval ao projeto expansionista. Daí em diante, cada avanço para o Sul e Oeste será seguido da negociação de novos direitos. Num século, os papas emitiram onze bulas privilegiando a Ordem com monopólios da navegação para África, posse de terras, isenção de impostos eclesiásticos e autonomia para organizar a ação da igreja nos locais a descobrir.

Até meados do século XV, os cavaleiros tomavam a iniciativa, sem esperar pelo Estado português. Uma vez iniciada a colonização, eventualmente doavam à família real o domínio material dos territórios, mantendo o controlo espiritual. À corte, interessada em promover o desenvolvimento da produção de riquezas e do comércio, cabia então consolidar a posse do que tinha sido descoberto.

Em Marrocos, os novos cruzados atacaram Tânger, em 1437, e Alcácer-Ceguer, em 1458. O ímpeto guerreiro preponderou sobre o mercantilismo real até 1461, ano em que o cavaleiro Pedro Sintra encontrou ouro na Guiné. Aí, a pressão comercial da monarquia começou a aumentar. Mesmo assim, ainda houve expedições contra os mouros marroquinos em Asilah e Tânger, de novo, em 1471. Mas à medida que foi sendo consolidado o comércio na rota das Índias, a partir da sua descoberta em 1498, a coroa foi absorvendo gradualmente os poderes da Ordem. Até que em 1550 o rei D. João III fez o papa Júlio III fundir as duas instituições. Com isso, o grão-mestre passava a ser sempre o rei de Portugal, e o seu filho tinha o direito de lhe suceder também no comando dos cruzados.

O rei D. João II, que governou entre 1481 e 1495, estimulou a atividade mercantil e a colonização dos territórios africanos, contendo o ímpeto guerreiro dos cruzados da Ordem de Cristo.
Um Símbolo milenar 
Os cruzados adotaram como emblema uma das cruzes mais antigas da cristandade*
Cruz copta 
No século II, uma dissidência cristã, chamada copta, adotou esta cruz. 
Cruz Copta 
Observo: A Cruz é um dos símbolos mais antigos da humanidade. Surgiu em variados desenhos bem 
antes da Era Comum, e foi adotada por várias religiões. 
Cruz templária

URL

Cruz da Ordem dos Templários, ou Ordem do Templo

Em 1119, a Ordem dos Templários criou um distintivo derivado da cruz copta.
Com a idéia de reconquistar Jerusalém, os portugueses passaram décadas à procura do lendário reino do Preste João, que seria um núcleo cristão remanescente em terras orientais. Por fim, em 1492, encontraram, na Etiópia, uma monarquia cristã.

Em 1541, os cristãos etíopes pediram ajuda a Portugal contra os Turcos. O rei português mandou uma expedição de 400 soldados, liderada por Cristóvão Gama. Gama morreu, mas os cristãos venceram. Os portugueses foram recompensados e muitos deles ficaram na Etiópia. Em 1544, o rei etíope, Galawdewos, escreveu a D. João III a carta ao lado, agradecendo a ajuda.

A Ordem de Cristo controlou o conhecimento das rotas e o acesso às tecnologias de navegação enquanto pôde. Mas com o ouro descoberto na Guiné, em 1461, o monopólio da pilotagem passou a ser cada vez mais desafiado. A partir de então, multiplicaram-se os contratos com comerciantes e as cessões de domínio ao rei para exploração das regiões descobertas. Aos poucos, a sabedoria secreta guardada em Tomar foi sendo passada para mercadores de Lisboa, da Flandres e de Espanha. Naquela época, Portugal fervilhava de espiões, especialmente espanhóis e italianos, que procuravam os preciosos mapas ocultados pelos cruzados.

Enquanto o tesouro de dados marítimos esteve sob a sua guarda, a estrutura secreta da Ordem garantiu a exclusividade dos portugueses. Em Tomar e em Lagos, os navegadores só progrediam na hierarquia depois de a sua lealdade ter sido comprovada, se possível em batalha. Só então podiam ler os relatórios reservados de pilotos que já tinham percorrido regiões desconhecidas e ver preciosidades como as tábuas de declinação magnética, que permitiam calcular a diferença entre o Pólo Norte verdadeiro e o magnético que aparecia nas bússolas. E, à medida que as conquistas avançavam no Atlântico, eram feitos novos mapas de navegação astronômica, que forneciam orientação pelas estrelas do Hemisfério Sul, a que também só os iniciados tinham acesso.

Mas o sucesso atraía a competição. A Espanha, tradicional adversária, também fazia política no Vaticano para minar os monopólios da Ordem, numa ação combinada com o seu crescente poderio militar. Em 1480, depois de vencer Portugal numa guerra de fronteira que durou dois anos, os reis Fernando, de Leão, e Isabel, de Castela, começaram-se a interessar-se pelas terras de além-mar. Com a viagem vitoriosa de Colombo à América, em 1492, o papa Alexandre VI, um espanhol de Valência, reconheceu em duas bulas, as inter Caetera, o direito de posse dos espanhóis sobre o que o navegante genovês tinha descoberto, e rejeitou as reclamações de D. João II de que as novas terras pertenciam a Portugal. O rei não se conformou e ameaçou com outra guerra. A controvérsia induziu os dois países a negociarem, frente a frente, em Espanha, no ano de 1494, um tratado para dividir o vasto Novo Mundo que todos pressentiam: O Tratado de Tordesilhas.

No regresso da viagem à América, em 1493, Cristóvão Colombo fez uma escala em Lisboa para visitar o rei de Portugal, D. João II. Um gesto corajoso. O soberano estava dividido entre dois conselhos: prender o genovês ou reclamar ao papa direitos sobre as terras descobertas. Para sorte de Colombo, decidiu-se pela segunda alternativa. Como a reivindicação não foi atendida, acabou por ser obrigado a enviar os melhores cartógrafos e navegadores da Ordem de Cristo, liderados pelo experiente Duarte Pacheco Pereira, a Tordesilhas, em Espanha, para tentar um tratado definitivo, mediado pelo Vaticano, com os espanhóis. Apesar de toda a contestação, a Santa Sé ainda era o único poder transnacional na Europa do século XV. Só ela podia mediar e legitimar negociações entre países.

O cronista espanhol das negociações, frei Bartolomeu de las Casas, invejou a competência da missão portuguesa. No livro História de las Indias, escreveu: «Ao que julguei, tinham os portugueses mais perícia e mais experiência daquelas artes, ao menos das coisas do mar, que as nossas gentes». Sem a menor dúvida. Era a vantagem dada pela estrutura secreta da Ordem de Cristo.

Não havia outra hipótese. Portugal saiu-se bem no acordo. Pelas bulas Inter Caetera, os espanhóis tinham direito às terras situadas mais de 100 léguas a Oeste e a Sul das ilhas dos Açores e de Cabo Verde.

Pelo acordo de Tordesilhas, a linha divisória imaginária, que ia do Pólo Norte ao Pólo Sul, foi esticada para 370 léguas, reservando tudo o que estivesse a Leste desse limite para os portugueses, incluindo o Brasil.
 
Trabalhando em silêncio

Graças à Ordem e à sua política de sigilo, os portugueses sabiam da existência das terras onde hoje está o Brasil sete anos antes da viagem de Pedro Álvares Cabral. E, trinta anos antes da viagem de Colombo, todos os mapas nacionais mostravam ilhas com o nome de «Antílias», a Oeste de Cabo Verde. O mais famoso cartógrafo italiano da época, Paolo Toscanelli, escreveu a um amigo português, em 1474, falando da «Ilha de Antília, que vós conheceis». Nesse ano, também há notícia de que o navegador cruzado João Vaz da Corte Real explorou as Caraíbas e foi até à Terra Nova (Canadá). Mas os documentos comprovatórios da viagem, como quase tudo da Ordem, nunca foram encontrados.

A linha do Tratado de Tordesilhas ia do Pólo Norte ao Pólo Sul, passando 370 léguas a Oeste das ilhas de Cabo Verde. Para a sua esquerda, era tudo de Espanha; para a direita, de Portugal.
Em 1494, Portugal e Espanha, com a mediação do Vaticano, assinaram o Tratado de Tordesilhas. Duarte Pacheco Pereira foi o principal negociador português.

Diz a tradição que o nome «Brasil» vem do pau-brasil, madeira cor-de-rosa. Mas a tradição é insuficiente quando se sabe que desde 1339 que o nome «Brasil» aparece em mapas. No século XIV, os planisférios dos cartógrafos Mediceu, Solleri, Pinelli e Branco mostravam uma ilha Brasil, sempre a Oeste dos Açores. O historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda acreditava que a origem do nome é uma lenda céltica que fala de uma «terra de delícias», vista entre as nuvens.

A primeira carta geográfica onde aparecem referências seguras ao Brasil real é o mapa de Cantino. Nele podem ver-se papagaios, florestas e o contorno do litoral a Norte e a Sueste. O trabalho foi encomendado pelo espião italiano Alberto Cantino, em 1502, a um cartógrafo de Lisboa e enviado ao seu senhor, o duque de Ferrara. A forma como foi feito é um mistério. Afinal, as únicas viagens oficiais de espanhóis e portugueses ao Brasil até 1502 foram as de Vicente Pinzón, ao estuário do Amazonas, e de Pedro Álvares Cabral, até onde hoje é a Bahia. Como explicar, então, a presença, na carta, do desenho do litoral?

Fruto provável de um suborno do cartógrafo, a avaliar pela conta choruda apresentada por Cantino ao duque, o mapa torna claro que já havia conhecimento profundo das terras a Oeste do Atlântico. Além de 4000 quilômetros de litoral brasileiro, aparecem no mapa a Florida, a Terra Nova (hoje Canadá) e a Groenlândia. Historiadores portugueses modernos, como Jorge Couto e Luciano Pereira da Silva, acham que Duarte Pacheco Pereira, o navegador que negociou Tordesilhas e autor do livro Esmeraldo de Situ Orbius, sobre as navegações portuguesas, escrito em 1505, deixou indicações de que esteve no Brasil. Teria visitado a costa do Maranhão e a Foz do Amazonas, em 1498, quatro anos depois de Tordesilhas. Mesmo assim, há questões não respondidas a respeito do mapa de Cantino. A única certeza é que entre a versão oficial e os fatos reais agiam em sigilo os cavaleiros da Ordem de Cristo, cuja documentação nunca foi encontrada.

Desde 1339 que o nome do Brasil aparece em mapas e planisférios. Os portugueses sabiam muito mais sobre as terras situadas a Oeste do que reconheciam publicamente. O continente sul-americano não foi descoberto por acaso. Os navegadores da Ordem de Cristo já lá tinham estado antes de 1500. Mapa de 1482, feito pelo cartógrafo Gracioso Benincasa, em Ancona, em Itália, indicando: 1-costa portuguesa; 2-costa africana; 3-«Isola de Bracill»; 4-«Antília».

Referências: A Missão Templária nos Descobrimentos. Rainer Daehnhardt, Nova Acrópole, Lisboa, 1993. Colombo, a Cabala e o Delírio. Luiz de Lencastre e Távora, Quentzal Editores, Lisboa, 1999.

(*) Jair Duarte, M.: I.:
A Fundação do Estado Brasileiro começou aqui:

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01 ● Knights Templar - Ordem dos Templários
02 ● House of Hasbsburg - Casa de Habsburgo
03 ● House of Bourbon - Casa de Bourbon
04 ● House of Orleans - Casa de de Orléans
06 ● Order of Christ Cross - Cruz da Ordem de Cristo
07 ● History of the Order of Christ - Ordem de Cristo
08 ● Order of Christ (Portugal) - Ordem de Cristo
09 ● Name of Brazil -Terra de Santa Cruz
10 ● Ilha de Vera Cruz - Ilha de Vera Cruz
11 ● História pré-cabralina do Brasil
12 ● Período pré-colonial do Brasil
13 ● Colonial Brazil - Brasil Colônia ou Brasil Colonial (1530 – 1815)
14 ● Captaincies of Brazil - Capitanias do Brasil (1534–1549)
15 ● Governorate General of Brazil - Governo-Geral do Brasil
16 ● State of Brazil - Estado do Brasil (1621-1815)
17 ● Kingdom of Brazil - Reino do Brasil (1815-1825)
18 ● Empire of Brazil - Império do Brasil (1822-1889)
19 ● Brazilian Imperial Family - Família Imperial Brasileira

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01 • A MUDANÇA
52 • Comunismo
53 • Marianne