DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Império em menos de 60 anos converteu um país atrasado em Potência Global

– I –

O Império em menos de 60 anos converteu um país atrasado em Potência Global
• I - Quando o assunto é o Império do Brasil, existe um certo bloqueio que leva a maioria das pessoas a negligenciarem a cronologia do tempo na história. Não podemos fazer uma análise critica racional de um período em que andávamos de carroça, comparando-o igualitariamente com a atualidade, desrespeitando a escala do tempo, desprezando as devidas características de cada época. É leviandade criticar o Império do Brasil isoladamente sem compará-lo no mesmo contexto do mundo da época, ao universo das demais nações, no mesmo período que é feito a avaliação da sua História. Na progressão da História do Brasil, o Regime Republicano Brasileiro não cumpriu à que veio, falhou... Fracassou. Só não vê quem não quer, ou pelos que possuem algum interesse obscuro neste atual vergonhoso estado de coisas. 
• II - O destino de grandeza do Brasil foi interrompido pela traição do Golpe Militar Republicano sem honra, que rompeu com a liberdade alcançada pela Monarquia Constitucional de um Governo próspero e consolidado, harmônico com a Legítima Identidade Nacional, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Monarquias e Democracias do seu tempo. A Armada Imperial Brasileira com os navios mais poderosos do hemisfério Ocidental, somada à Marinha Mercante, foi a 2ª potência naval da terra. Como farol havia a Soberania do Imperador D. Pedro II; homem que foi eleito numa ocasião, a segunda autoridade do mundo, ficando abaixo apenas da do Papa. 
O Império do Brasil foi uma nação respeitada que se equiparava às mais desenvolvidas do planeta, ao lado do Reino Unido, Alemanha, e a França. 
• III - A Monarquia Parlamentar Brasileira foi derrubada em 15 de novembro de 1889 por um golpe de traição, interrompendo o seu destino de grandeza. Golpe Militar este (Golpe de Estado Político Militar), que substituiu o próspero Império do Brasil, que representava a 2º potência naval mundial junto com sua Marinha Mercante Imperial, e uma das nações mais respeitada no cenário mundial àquela época, por uma Ditadura Militar Republicana, que durante os seus 123 anos de retrocessos... Finge hoje ser um Estado Democrático de Direito. Nas mazelas das suas incompetências, inconsequências, inconstitucionalidades... Descaradamente tentam nos convencer que colar os cacos deste Regime em Decomposição mais uma vez, com o lodo das suas lambanças, é a solução. A República transformou um Brasil Imperial, potência mundial, numa rica nação em burrices de 3ª categoria – dependente cada vez mais das tecnologias dos outros. 
• IV - Quando um povo perde suas origens históricas – a sua identidade, ele perde a noção de patriotismo; é isso que ocorre nesta ilegítima degradada imoral República Brasileira, que nos foi imposta à força, à custa de mentiras, sem honra e sem grandeza. A identidade histórica do povo brasileiro é Monárquica — Só que depois de um longo processo doutrinador criminoso republicano de encapsulamento, hoje ela se encontra num estado letárgico latente... Pronta para ser despertada. Já passou da hora para que os militares, essencialmente os do Exército, nos devolvam democraticamente o que nos tomaram: nossa Legítima Monarquia Constitucional Parlamentarista Representativa Imperial Brasileira. 
• V - Agradeça aos portugueses pelo Território Continental Brasileiro. A expansão do território do Brasil Colônia além do Tratado de Tordesilhas foi financiada por Portugal – talvez até com o próprio ouro extraído das Minas Gerais (e qual nação da época não explorava economicamente suas colônias?). Foram os portugueses com muito sacrifício de vidas, que impediram a fragmentação do território brasileiro em várias Republiquetas, tal como ocorreu em toda a América Espanhola — Posteriormente quem herdou e assumiu esta responsabilidade, foi o Império do Brasil – também à custa de muitas guerras e perda de vidas. 
• VI - D. João VI, estrategicamente transferindo a Corte em 1808 para o Brasil “invadindo” a Colônia mais importante do Império Português, provoca uma "inversão metropolitana" e um choque cultural; assim, o Brasil deixa de ser Colônia, e a Cidade do Rio de Janeiro passa ao status de Capital do Império Ultramarino Português — Com isso, além de manter Portugal como nação: pouco depois à sua chegada declara guerra à França – como represália à Napoleão invade e ocupa a Guiana Francesa. Se a Corte optasse em permanecer na Europa, Portugal seria posse de Napoleão (França), além da Família Real ser presa, humilhada ou executada (como ocorreu em quase toda a Europa) – conseguintemente, provavelmente o Brasil se fragmentaria em republiquetas, e jamais existiria o soberano Império que conduziu o Brasil a prestigiada posição de 3ª potência global, cuja sua Armada Imperial (Marinha de Guerra) somada à Marinha Mercante, foi a 2ª Marinha do planeta. Época em que o Brasil Imperial era mais democrático e poderoso até do que a República dos Estados Unidos da América do Norte. 
• VII - Portanto se naquele momento D. João VI sabiamente não saísse provisoriamente de Portugal, e hoje ainda existisse um país na América do Sul chamado Brasil, este jamais possuiria esse invejável território continental. “O plano de Napoleão era o de aprisionar a Família Real Portuguesa, sucedendo ao Príncipe-Regente Dom João de Bragança (futuro Rei Dom João VI), o que veio a suceder a Fernando VII de Espanha e a Carlos IV de Espanha em Baiona - forçar uma abdicação. Teria Portugal um Bonaparte no trono e, paralelamente, a Inglaterra apossar-se-ia das colônias do império ultramarino português, sobretudo a Colônia do Brasil.” 
• VIII - Não será com idéias alienígenas às nossas raízes, Fórmulas Mágicas “Salvadoras da Pátria, Ícones, Seitas, Efígies, Barretes Frígios, Símbolos, Bandeiras, Partidos, Regimes... Inclusive Repúblicas dos outros; que o Brasil reencontrará o seu Destino de Grandeza interrompido por uma traição. Não importa qual seja a bruxaria aplicada. É exatamente este o drama desta Ciranda que tem se perpetuado nestes 124 anos de retrocessos... Conduzindo a nação a um Grande Nada.
• IX - Cada geração criada, educada, influenciada dentro deste ineficiente omisso Regime Presidencialista Republicano Corrompido Viciado, ingenuamente passa a acreditar na recuperação destas estruturas corroídas. É natural este apego e o impulso de tentar juntar os cacos. Afinal foi o mundo que herdaram, são seus universos. É compreensível que não pensem em opções melhores... Mesmo que tenhamos o exemplo do Império como país independente, soberano e respeitado no universo das nações no seu tempo, e o do desastre desta Moralmente Ilegal Decadente República. Pensam pequeno. Preferem por sugestão ou por burrice induzida, continuar presos ao corpo deste Estado em decomposição que rasteja em direção ao abismo.
• X - "O Império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O Império aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum (na época). Quais as faltas ou crimes de D. Pedro II, (...)? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio (...)? A República Brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniqüidade  A República se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!". (Visconde de Ouro Preto) 
• XI - 125 anos de experiência Republicana, já é quase o Dobro do período Imperial. A grande diferença é que desde a fundação da Nação Brasileira Independente e Soberana como Império em 1822... Até 1889 (76 anos), em menos de 60 anos, este Império já tinha transformado um país atrasado na 3ª potência da terra, respeitada entre o universo das nações do seu tempo. A Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do planeta. Já fomos o País do Futuro
• XII -Perdemos este status em nome de uma irresponsável experiência republicana que inaugurou o primeiro genocídio de fato do povo brasileiro e estagnou a nação. Ao passo que a República de 1889 a 2014 (125 anos), reduziu um Brasil que hoje chamam primeiro mundo, num país fracassado de terceira categoria pertencente a um Terceiro Mundismo que inventaram, cada vez mais dependente das tecnologias dos outros. Ironicamente os golpistas de 1889 pregavam que a República havia chegado para melhorar o Brasil em todos os sentidos (uma espécie de Libertação das Trevas)... Hoje muitos idiotas republicanos culpam a Colonização Portuguesa e o período Imperial por todas as mazelas do Brasil. A República não cumpriu a que veio, e agora quer responsabilizar a História do Brasil até 1889, por suas incompetências e fracassos. 
• XIII -A trajetória histórica dos USA em nada corrobora para que surja como Nação Monárquica Independente, por nunca terem tido tradições monárquicas como o Brasil, pois são histórias distintas. Portanto lá diferentemente da imposição arbitrária da implantação do Sistema Republicano no Brasil, o Sistema de Governo Republicano é LEGÍTIMO. Em 1889 o Império do Brasil há muito já era uma NAÇÃO MONÁRQUICA PARLAMENTAR CONSTITUCIONAL REPRESENTATIVA INDEPENDENTECONSOLIDADA E SOBERANA; a forma arbitrária e ilegal sem uma consulta popular, a partir de um Golpe de Estado, Traição e Lesa Pátria ao Estado Brasileiro, sem honra ou grandeza que a República foi implantada, a torna MORALMENTE ILEGÍTIMA. 
• XIV -Dentre todas as Repúblicas do planeta, apenas a dos Estados Unidos da América do Norte foi adotada de maneira menos traumática, não se utilizando de Ditaduras, Golpes de Estado, assassinando ou exilando Monarcas, como ocorreu com as outras Repúblicas; inclusive como foi o caso da instalação da primeira Ditadura da História do Brasil (Regime Totalitário). Isso explica o porquê da grande diferença hoje entre os Estados Unidos da América do Norte e o Brasil, não está simplesmente nos países que os colonizaram. Por isso que a República dos USA são o que são, em parte por ter absorvido o que a Monarquia Britânica tinha de bom, e representa hoje o que representávamos outrora, e esta moralmente ilegal e ilegítima República, fez com que deixássemos de ser (já fomos mais poderosos do que os EUA). 
• XV - A escravidão não foi um privilégio apenas do Brasil Colônia, Reino e Império; foi prática comum mundo afora. Como parâmetro, os EUA levaram 89 anos (1776 – 1865) após a sua independência, 23 anos a mais que no Império do Brasil 66 anos (1822 – 1888), para libertarem seus escravos. No Censo de 1860 nos EUA, a população escrava era de 3.953.761, enquanto que no Brasil esta população era de 1.584.600. Em 1887, no Brasil havia 600.000 escravos, e este número continuou caindo até 1888, ano em que a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea
• XVI -  Os EUA para libertarem seus escravos desencadearam uma sangrenta guerra entre o Norte e o Sul do país. Foi um período de guerra civil triste e difícil que dizimou cerca de 1.000.000 de pessoas entre civis e militares, onde 60% da população branca masculina na faixa etária adequada para o serviço militar morreu, o equivalente a 3% da população, que representaria hoje a 9.000.000 de vidas. “O conflito foi a guerra mais mortal na história dos Estados Unidos, resultando na morte de cerca de 750 mil soldados e um número indeterminado de vítimas civis (incluindo escravos)". 
• XVII - "O historiador John Huddleston estima o número de mortos em dez por cento de todos os homens do norte com idades entre os 20 e 45 anos e 30 por cento de todos os homens brancos do sul com idades entre 18 e 40 anos”. Cerca de um milhão de mortos apenas para antecipar em alguns anos a libertação de seus escravos que sobreviveram à guerra; enquanto que no Brasil "D. Pedro II conduziu com grande habilidade e sem traumas sociais a abolição pacífica da escravidão no país; promoveu a diversidade da etnia nacional e patrocinou a imigração em massa de europeus, principalmente italianos e alemães. 
• XVIII - D. Pedro II estava interessado em expandir as principais commodities agrícolas do nosso país, e para fazer do Brasil um grande produtor de algodão, após a derrota dos Estados Confederados durante a Guerra Civil dos EUA, o Imperador convidou com sucesso plantadores de algodão confederados para se instalarem no Brasil. Entre 1867 e 1871, pelo menos três mil famílias confederadas passaram pelo porto do Rio de Janeiro. A maioria deles se instalaram num povoado no Estado de São Paulo, fundando a Cidade de Americana." 
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• XIX - A tragédia da experiência republicana brasileira definitivamente acabou com o Brasil. Defender este moralmente ilegítimo Regime Republicano Brasileiro é o mesmo que defender o Bandido que enganou, traiu, roubou e assassinou. A República principiou na ilegalidade inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, que para se manter assassinou 150.000 brasileiros, apenas nos seus sete primeiros anos de fracassos; numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor; o que corresponderia na atualidade ao genocídio de 1.600.000 mortos (Miliares, Ex-Escravos, Anciões, Mulheres e Crianças - que se opuseram ao novo regime marginal republicano).
• XX - O tortuoso caminho de fracassos percorrido pela República nestes 124 anos, já enfrentou 12 estados de sítio, 17 atos institucionais, 6 dissoluções do Congresso, 19 revoluções ou intervenções militares, 2 renúncias presidenciais, 3 presidentes impedidos de tomar posse, 4 presidentes depostos, 7 Constituições diferentes, 4 ditaduras, 9 governos autoritários... Culminando neste esgoto de inconstitucionalidades desta já trágica 6ª República. Não se consegue ver nada de sensato na curiosa sucessão de desastres ocorridos após o Golpe republicano que descaracterizou e mutilou este país. O Brasil perdeu seu status de nação respeitada e potência global; perdeu seu rumo, a autonomia e a auto-estima, fazendo com que a população adotasse um permanente sentimento de inferioridade, e uma postura submissa perante os outros povos, passando a admirar e imitar suas culturas... 
Para reverter a farra da Ciranda de Inconstitucionalidades, só restaurando a nossa Monarquia Parlamentar Imperial.
– II –
MONARQUIA X REPÚBLICA – NO BRASIL  
Defesa da monarquia Constitucional Parlamentarista e análise do Plebiscito de 1993 
(Gulherme De Faria Nicastro)
“A queda da Monarquia Constitucional Parlamentar pelo Golpe de 15 de Novembro de 1889, aconteceu da forma mais antidemocrática e arbitrária possível. Os republicanos não tinham apoio das massas, ou seja, não tinham o poder popular ao seu lado, eram apoiados por uma minoria composta de burgueses, principalmente do Sudeste e Sul, insatisfeitos com a abolição da escravatura e por militares, desgostosos com o descaso pós Guerra do Paraguai. Assim que instituída a república, a Família Imperial foi expulsa do território nacional escondida pelo medo que os republicanos tinham de um levante popular em favor da Monarquia.”

“O governo republicano já se iniciou impondo a censura através de decretos, o que não existia no Império, onde todos tinham liberdade de imprensa e expressão. Toda a duração do governo republicano foi inconstante e em sua maioria antidemocrático, mesmo se excluindo a cláusula pétrea da questão. O Brasil teve uma constituição durante todo Império, ou seja, por 64 anos, já na República teve seis constituições diferentes e a reformulação de uma, em um período de pouco mais de cem anos e, de todos seus Presidentes, somente quatro foram eleitos democraticamente e terminaram seu mandato." 

"Essa mudança contínua de poder e governos que favorecem grupos específicos teve um papel devastador no desenvolvimento interno e na economia do país. Logo o Brasil que era um dos maiores, mais democráticos e respeitados países no período imperial, considerado de primeiro mundo, mesmo que tivesse sua economia baseada no setor rural, era um gigante, passou a ser considerado um país subdesenvolvido, de pouca expressividade econômica (até tempos recentes). Hoje em dia o Brasil se recuperou, porém se um Governo Monárquico tivesse continuado e garantido ordem e estabilidade política, talvez o Brasil estivesse em posição muito melhor do que hoje.” 

Formação do pensamento antimonarquista
2.1.1. [Páginas 17, 18, 19...]
(...)
Formação do pensamento antimonarquista

A • Logo após a proclamação da república houve uma política governamental de desconstrução dos ícones brasileiros da época Imperial. Já no dia do Golpe de 15 de Novembro a bandeira Imperial já havia sido descartada por uma provisória, desenhada pelo republicano ferrenho que passou a ser monarquista saudosista Rui Barbosa, quatro dias depois o quarto decreto oficial do Governo provisório definia a bandeira que até hoje em dia vigora, assim como as armas nacionais e sinetes. Um novo hino nacional foi composto, porém a população mais apegada ao antigo recusou o novo. O novo hino foi feito “Hino da Proclamação da República” e o antigo foi mantido, ou seja, mantinham-se como características herdadas do Império somente a base da bandeira nacional, as cores nacionais, o verde e o amarelo e a melodia do Hino Nacional Brasileiro, que era o oficial do Império desde 1831.

B • O governo republicano foi além com a desconstrução e aviltação dos heróis do Brasil Império, criando imagens caricatas de grandes personagens da história nacional, imagens que perduram até hoje através da fraca educação pública brasileira. Dom João VI ainda é visto como um Rei “obeso, porco, melancólico, indeciso, controlado por seus ministros”, e sua esposa, a Rainha Carlota Joaquina como uma mulher “adúltera, má e autoritária”. De Dom Pedro I criou-se a imagem de um “bon vivant, mulherengo, tirânico e traidor de sua pátria”, de Dom Pedro II a de um “preguiçoso, velho e cansado” e de sua filha, a Princesa Dona Isabel a imagem de uma “carola chata”. Acabando com os heróis do passado Imperial, o governo republicano precisava assim como fez com os outros símbolos nacionais, “criar” novos.

C • O “Proclamador da República” e seu primeiro presidente, o Marechal Deodoro da Fonseca não poderia ser feito o maior dos heróis, visto que em 1891, numa tentativa frustrada de Golpe de Estado, fechou o Congresso, o que gerou uma revolta fazendo que renunciasse, fato que hoje é praticamente esquecido e apagado por causa da formação de seu mito. O maior dos heróis, cuja imagem foi moldada pela propaganda republicana é a do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, que passou de membro minoritário na conspiração mal sucedida da Inconfidência Mineira para mártir nacional com uma mitificação tão forte que remete à própria estória de Jesus. Um herói mediano entre esses dois símbolos da república foi Zumbi dos Palmares, do qual pouco se sabia, pouco se sabe e muito se especula, mas é tido como o herói símbolo da luta contra a escravidão, mesmo que tenha mantido escravos no seu Quilombo. Os heróis republicanos foram os três primeiros a serem inseridos no “Livro de Aço”, e só após estes vem o nome de Dom Pedro I.

D • As novas representações dos heróis brasileiros tomam a dos antigos, pois representando a liberdade está Tiradentes ao invés de Dom Pedro I, a política, o Marechal Deodoro ao invés de Dom Pedro II e José Bonifácio e a luta negra, Zumbi dos Palmares ao invés de quem de fato deu a abolição aos escravos e foi uma abolicionista convicta por toda sua vida, a Princesa Isabel. Logo a República Brasileira foi tanto iconoclasta, pois tentou destruir os antigos heróis e símbolos nacionais quanto iconólatra e iconoblasta, pois criou heróis e símbolos substituindo os antigos e a imagem dos ícones. Apesar de tudo isso não se pôde negar o fato de que mesmo com a imagem depredada os heróis do Império foram heróis, tanto que durante os governos mais totalitários que o Brasil passou: a Era Vargas e a Ditadura Militar, houve um resgate, mesmo que maquiado pela propaganda republicana e colocado bem abaixo dos heróis republicanos, da imagem de Dom Pedro I principalmente.

E • A criação e manutenção do pensamento antimonarquista moldado através desse novo simbolismo e iconização foi feita através do meio mais fácil, da educação padronizada, garantindo que as futuras gerações “esquecessem” o passado e “adorassem” o futuro e foi justamente isso que foi feito durante os mais de cem anos em que a forma de governo republicana já vigorou no Brasil. A monarquia foi colocada como algo do “passado, velho e antiquado” além de ser considerada “totalitária e má”. Estuda-se com mais precisão e afinco nas escolas brasileiras, tanto da educação pública quanto na privada o caso das Monarquias Absolutas, modelo de monarquia que nunca existiu na história do Brasil independente, e que foi o causador das revoluções Francesa, Russa, entre outras diversas revoluções que colocaram abaixo tais tipos de forma monárquica e não as Monarquias Constitucionais cujo sistema vigorou no Brasil por mais de setenta anos, quase sem conflitos contrários. Em contraponto a república foi colocada como “salvadora da pátria, boa, democrática, um governo do povo para o povo”. Tanto que a imagem dos leigos brasileiros desde a idade infantil até a velhice de um monarca é a de um Rei da Baixa Idade Média, “todo-poderoso e cruel”.

F • O governo de 1993, republicano presidencialista, não foi imparcial na época do plebiscito e utilizou-se de toda essa simbologia e mentalidade antimonarquista criada na época da República Velha e já “enraizada” em parte do povo brasileiro para desqualificar tanto o parlamentarismo quanto a monarquia, dizendo que o parlamentarismo republicano vigente no breve período de 1961 a 1963 foi uma bagunça, causador indireto das mazelas que afligiam o povo brasileiro e que “tem sido sempre [No Brasil] a antessala do golpe”. Já sobre a monarquia atacava dizendo que o “presidencialismo é: o heroísmo da nossa história” utilizando-se do conto mitificado de Tiradentes e colocando ele como um sonhador de “um Brasil livre de Reis e de escravos” e de que era “um brasileiro que cansou de ver seu país grande e rico ser humilhado e roubado pela Monarquia”, o que hoje com um revisionismo histórico é considerado um embuste, visto que a Inconfidência Mineira era um movimento elitista que não previa a libertação de escravos, sequer de “um Brasil livre”, (...) (pois era um movimento separatista regional, que contribuiria para a fragmentação do invejável território continental brasileiro em várias republiquetas, como ocorreu em toda a América Espanhola.)* 

G • Mesmo assim, a data de votação do plebiscito, previsto para 7 de Setembro, Dia da Independência, data símbolo para os monarquistas foi alterada para 21 de Abril, data do feriado de Tiradentes pela Emenda Constitucional Nº 2, datada de 25 de agosto de 1992. Essa medida foi arbitrária e iníqua por dois motivos principais, favoreceu os republicanos e favoreceu ainda mais os presidencialistas que por causa do apoio do governo Federal já tinham a campanha montada e patrocinada antes das duas outras Frentes, a monarquista e a parlamentarista, que tiveram que fazer tudo às pressas. Porém apesar disso, diversos outros fatores possivelmente modificaram o resultado do plebiscito ao longo do processo.

– III –
A Grande Fraude do Plebiscito de 1993
Foi a partir de um Golpe de Traição ao Estado Brasileiro, caracterizado e executado como Golpe Militar, sem honra ou grandeza que esta República foi implantada à força por uma minoria, à revelia da vontade da maioria, portanto sem uma consulta prévia popular, em 15 de novembro de 1889; maculando a reputação do Exército de Caxias até que este Crime seja reparado ou ao menos reconhecido. Desta forma esta República continua sendo moralmente redundantemente ILEGÍTIMA & ILEGAL. Para justificar este crime inconstitucional, o Governo Militar Golpista anunciou que logo seria feito um Plebiscito para que o povo escolhesse democraticamente qual a forma de Sistema preferia: entre a Monarquia que acabavam de solapar e a República recém imposta arbitrariamente. 

Entretanto essa promessa só se realizou 104 anos mais tarde, e mesmo assim de uma forma desleal em 1993, quando todos àqueles que vivenciaram tanto a Monarquia quanto a transição para República, e portanto tinham algum parâmetro comparativo haviam morrido. Além do mais, a República teve tempo suficiente para reescrever a História de acordo com suas conveniências, que passou a ser a versão oficial ensinada nas escolas; pois não era interessante divulgar que haviam acabado com um Sistema de Governo que funcionou aqui melhor, em consonância com as Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional.  

Os republicanos conseguiram sabotar o Plebiscito de 1993 de várias formas. Uma delas foi incluindo o Sistema de Governo REPUBLICANO PARLAMENTARISTA. Assim a disputa foi entre: MONARQUIA PARLAMENTARISTA X REPÚBLICA PRESIDENCIALISTA X REPÚBLICA PARLAMENTARISTA. Pelo que sei a breve ridícula experiência como REPÚBLICA PARLAMENTAR não serviu para nada, nem conseguiu se manter entre 1961 e 1962, foi rejeitada em 1963, e deu no que deu... Mergulhou o Brasil no caos, antecedendo o Contra-Golpe de 1964. Este “astuto” artifício só confundiu o Eleitor. No próximo Plebiscito, a escolha deve ser entre a MONARQUIA PARLAMENTARISTA que já fomos de fato e a REPÚBLICA PRESIDENCIALISTA que é desde o Golpe de Estado de 1889, quando foi inaugurada a primeira Ditadura da História do Brasil.
O Plebiscito, assim como a campanha devem ser direcionados nesse sentido.
Escolha o sistema de governo para o Brasil:
(   ) Monarquia Parlamentarista
(   ) República Presidencialista
Simples assim!... Em ordem alfabética como tem que ser.
O Plebiscito de 1993 foi considerado sabotado pela República. "Apesar de sua validade jurídica é considerado por muitos especialistas inválido do ponto de vista moral, pois seria uma tentativa de legitimar um sistema de governo que nasceu de um golpe militar e que nunca foi efetivamente apoiado no Brasil. Apesar de sua validade jurídica, o Plebiscito de 1993 é um exemplo vivo de como as massas podem ser manipuladas e usadas para se legitimar o ilegítimo, e ainda assim, conseguir a simpatia internacional por passar a imagem de que promove a democracia.”

O Plebiscito que deveria ter sido realizado no dia 7 de setembro foi antecipado em mais de 4 meses, para 21 de abril (Dia de Tiradentes), reduzindo desse modo o tempo para a realização de uma campanha conscientizadora... O povo não tinha como escolher um Regime ao qual não conhecia direito, e sem o acesso ao conhecimento sobre o funcionamento do modelo proposto para a Monarquia Brasileira, acabaram escolhendo o Regime que lhes era mais familiar, o Presidencialismo Republicano, sistema mais conhecido e divulgado nas escolas, que em sua maioria ensinavam que a Monarquia é um Sistema de Governo ultrapassado.

“Até 1993 era pacífico que a família Orléans e Bragança na pessoa de Dom Luís de Orléans e Bragança era o legítimo herdeiro de Dom Pedro II como já reconhecido de longa data pelas Famílias Reais de várias outras nações. Entretanto, a Câmara dos Deputados do Brasil propôs, ao invés de Dom Luiz, Dom João Henrique como sucessor, violando o reconhecimento internacional e causando divisão dentro do Movimento Monárquico no Brasil. Em conseqüência, a divisão enfraqueceu o Movimento Monárquico nascente. Logicamente, os políticos sabiam disso e assim o fizeram propositalmente. Como se tivessem autoridade para tanto ou se isso fosse possível: a Câmara dos Deputados determinar quem seria o futuro Imperador do Brasil.”

“Além disto, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu os Príncipes de aparecerem na televisão. Os maiores conhecedores da Monarquia, os Príncipes, não puderam falar na TV por ordem do STF, o que, evidentemente, foi uma censura desleal contra a propaganda monárquica, pois o Imperador e os Príncipes são as personalidades mais importantes numa Monarquia.” 
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– IV –
Parlamentarismo no Brasil se não for Monárquico, é o mesmo que trocar Excremento por Fezes. No Brasil o único Parlamentarismo que funcionou foi o Monárquico. Como foi no Império do Brasil de 1824 a 1889, esse é o único que tem poder de demitir o Governo.
A primeira Constituição brasileira foi outorgada por D. Pedro I e solenemente jurada na Catedral do Império, no dia 25 de março de 1824, foi influenciada pelas Constituições Francesa de 1791 e Espanhola de 1812. Era um "belo documento de liberalismo do tipo francês", com um sistema representativo baseado na teoria da soberania nacional. A forma de governo era a Monárquica, Hereditária, Parlamentarista (Constitucional) e Representativa. Esta Constituição Imperial de 1824, foi a que teve maior vigência (65 anos), tendo sido revogada com a lambança do Golpe republicano, em 15 de novembro de 1889.
1• "(...) Apenas a Restauração da Monarquia poderá garantir a democracia e a prosperidade no Brasil, pois o Imperador permanecerá acima das querelas partidárias e das paixões ideológicas, guiando todos os brasileiros na construção de um País que liderará o Concerto das Nações e brilhará em meio à Cristandade.(...)". Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz, que os fundamentos dessa República de Mentira, imposta arbitrariamente por meia dúzia de Traidores da Pátria, membros da Seita Positivista do francês Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (August Comte) nada tem de Cruz; portanto nada justifica ao menos aos Senhores que se dizem cristãos, lutarem para perpetuar a principal causa da Desgraça Nacional: essa República com sua Bandeira Positivista, indiferente às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional (nunca existiu identidade nacional republicana brasileira). 
2• Essa Desgraça Nacional Republicana é responsabilidade do Exército dito de Caxias, e cabe a esse Exército o dever e a obrigação em desfazer seu malfeito sem que ninguém o autorize para que o faça... Devolvendo o Brasil para os brasileiros. Ninguém o autorizou quando inventou à revelia a Defunta República dos Estados Unidos do Brasil em 15 de novembro de 1889. Então que conserte a sua lambança. Nada mais coerente e justo os militares devolverem a Monarquia Parlamentar Representativa Imperial para os brasileiros, se é que ainda existe Forças Armadas para isso... Basta a vontade de se fazer um trabalho de transição bem feito desta vez... Cada vez mais acredito que o resultado de um novo Plebiscito nesta atual desconjuntura será pior ao da Grande Fraude do Plebiscito de 1993. Se é ruim com a ajuda das Forças Armadas... Pior sem elas. Afinal foi o Exército (hoje dito do Monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro) o executor do Golpe de 1889.
3• A Tragédia Republicana Brasileira é Coisa dos Militares... Subproduto de um Crime de Usurpação do Poder praticado pelo Exército, quando participou executando o trabalho sujo para alguns Traidores da Seita Positivista, inventando essa Ilegítima República de Mentira nunca proclamada de fato, inaugurada como a Primeira Ditadura Militar da História Brasil. Cabe exclusivamente ao Exército dito de Caxias auxiliado pelas demais forças, honrar o seu Patrono com uma ação enérgica efetiva para desinfetar o país da Praga que corrói a Nação. Basta reconhecer seu erro de 15 de novembro de 1889, desfazer o malfeito que acabou com o Brasil, e se livrar definitivamente dessa nódoa negra que mancha essa instituição. Doa a quem doer... Manter o Desastre Republicano Brasileiro, é o mesmo que apoiar GOLPES e DITADURAS impostos arbitrariamente. Qualquer coisa diferente disso é Politicagem Inútil que jamais conduzirá a Nação Brasileira a lugar algum.
URL
– V –
Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889
Em reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um Referendo Popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República. Porém esse tal Plebiscito prometido só ocorreu 104 anos depois em 1993, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988; de uma forma fraudulenta, com o propósito de justificar o injustificável Crime de Lesa-Pátria, legalizando as ilegalidades dos Traidores da Pátria, numa época em que todos que haviam vivenciado a transição da Monarquia parlamentar Imperial para a República, e, portanto possuíam algum parâmetro comparativo entre as duas formas de governo haviam morrido. Tempo mais do que suficiente para a República criminosamente desconstruir a aura democrática da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, perante as subsequentes quatro gerações, a partir dos aliciamentos nos bancos das escolas... Obviamente que a população induzida e mal informada votou naquilo que foi doutrinada a aceitar sem questionar: na República Presidencialista. 
Sobre o Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889

Transcrevo:
Em seu Art. 1º, o decreto nos informa que a proclamação da república não foi um ato acabado, inicialmente, mas sim uma medida provisória. No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: "aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo sufrágio popular."
Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas:
1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória.
2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993.
Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos brasileiros... Tampouco algo em suas ações que os honrem ou engrandeçam.
O destino de grandeza do Brasil foi interrompido pela traição do Golpe Militar Republicano sem honra, que rompeu com a liberdade alcançada pela Monarquia Constitucional de um Governo próspero e consolidado, harmônico com a Legítima Identidade Nacional, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Monarquias e Democracias do seu tempo. Em 1889, a Armada Imperial Brasileira com os navios mais poderosos do hemisfério Ocidental, somada à Marinha Mercante, foi a 2ª marinha da terra. Como farol havia a Soberania do Imperador D. Pedro II; homem que foi eleito numa ocasião, a segunda autoridade do mundo, ficando abaixo apenas da do Papa.
 
Emanuel Nunes Silva 
26 de abril de 2013 
http://emanuelnunessilva.blogspot.com.br/2014/08/o-primeiro-estado-de-excecao-da.html
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Principiou pelos piores caminhos possíveis, nas sombras conspiratórias, por meio de intrigas, mentiras, sem honra ou grandeza, arbitrariamente sem uma consulta popular, na ilegalidade do Golpe Militar Republicano de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, nódoa negra do Exército Brasileiro que nada justifica ser homenageado pelo nome do outrora Duque de Caxias do Exército Imperial; dívida vergonhosa que jamais legitimará as ações dos Traidores inventores da Farsa Republicana que acabou com o Brasil... Que o teu Professor educado desde tenra idade neste degradado Estado que finge ser de Direito, te ensinou a história bonita que nunca existiu, de uma tal "Proclamação" da República dos Estados Unidos do Brasil. Obviamente que uma coisa dessa sempre estará fadada ao fracasso enquanto perdurar.
Interessante que ninguém questiona como a Lambança Política Republicana principiou. Lembro aos Senhores Analfabetos Funcionais que foi em 1889, com um Golpe Militar de Traição e Lesa-Pátria à revelia. Essa primeira Ditadura para se manter, massacrou impiedosamente 150.000 brasileiros (aos 6:28 do Vídeo:) apenas nos seus 7 primeiros anos de violenta repressão (mulheres, crianças, anciões, ex-escravos e militares opositores à arbitrariedade do primeiro Estado de Exceção Republicano da História do Brasil), numa época em que a população brasileira era de apenas 17.000.000 (12 vezes menor que a atual), que representaria hoje ao genocídio de 1.800.000 pessoas.
– VI –

Ohanes Kabderian 
Entrevista
01 • Ohanes Kabderian aos 6:28 do Vídeo - 2ª Parte: O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (...)
02 • Aos 7:40 do Vídeo - 2ª Parte: Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (...) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (...). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (...) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil...   
03 • Aos 8:40 do Vídeo - 2ª Parte: Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres... Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª parte
Economista Ohanes Kabderian
04 • Aos 4:48 do Vídeo - Última Parte: Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos... O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (...). A falta de conhecimento do povo infelizmente... Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país... Isso é uma subtração de conhecimento. (...) 
05 • Aos 7:05 do Vídeo - Última ParteQueremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (...) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (...) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu... O que nos foi tomado. 

Ohanes Kabderian – Monarquia II – última parte
"Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil."
“O Monarca pensa nas próximas gerações... Enquanto o Presidente pensa nas próximas eleições”

– VII –

Bandeiras do Estado Livre & Independente do Brasil 
(1822 - 2014)

Bandeiras da República do Brasil 

Não Representam nossas Raízes Histórica e tradições, tampouco a Legítima Identidade Nacional. Não existe identidade nacional nessa República de mentira inventada por membros da Seita Positivista. A primeira foi uma ridícula caricatura da Bandeira dos Estados Unidos tingida de verde, amarelo e azul (cores do Império do Brasil), a segunda versão é um violentamento do significado histórico da Bandeira Nacional Imperial Brasileira, na qual é incluído parte do lema da Seita Positivista.
Estas duas bandeiras simbolizam a Primeira Ditadura Militar da História do Brasil: a segunda, é a Bandeira Nacional Republicana, criada por meia dúzia de Traidores da Pátria que representa a Seita Positivista, 4 dias após o Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, em substituição da Primeira Bandeira Nacional Republicana dos Estados Unidos do Brasil, caricatura da Bandeira Nacional dos EUA, tingida de verde, amarelo e azul (cores do Império do Brasil, do Laço Nacional do Brasil, oficializadas por decreto em 18/09/1822).
“Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO." 
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Bandeira Nacional do Império do Brasil 
A Bandeira do Exército de Caxias

Ambas representam as Origens das nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional. A primeira contém a última atualização (20 estrelas), e simbolizou o Estado Imperial Independente Brasileiro, Indivisível e Soberano, até 15 de novembro de 1889. A segunda é versão atual da mesma.
Monarquias Parlamentares tal qual a Imperial Brasileira foi, respeitam suas Histórias. Como exemplo, a Bandeira da Monarquia do Estado Inglês, consiste numa Cruz Vermelha sobre fundo Branco, fazendo referência à Cruz de São Jorge, o Santo Patrono do país, que, segundo a lenda, salvou uma Princesa de um dragão, e com o seu sangue fez um Sinal da Cruz no seu Escudo Branco. Interessante ressaltar que a Rússia mesmo sendo hoje uma República, nesse aspecto está mais evoluída que o Brasil: restaurou seus Símbolos Monárquicos os tornando oficiais, por entenderem que independente da explicitada Simbologia Cristã, acima de tudo, representa a sua História. 

Império do Brasil67 anos de Monarquia Constitucional Parlamentarista Representativa Imperial, considerada a mais Liberal e Democrática do seu Tempo - mais até do que a da República do Estados Unidos da América do Norte, até o Golpe de Alta Traição de 15 de novembro de 1889, Dia da Infâmia Nacional.
Esta é a Legítima Bandeira Nacional Brasileira, que simboliza o Estado Brasileiro Livre, Independente e Soberano, fundado em 7 de setembro de 1822, que num curto espaço de 60 anos já havia transformado um país atrasado numa nação respeitada ombreando com a Inglaterra, França, Alemanha e EUA; cenário em que a Armada Nacional somada com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do planeta. A outra é apenas uma caricatura da bandeira Imperial Brasileira, que representa a interrupção do nosso destino de grandeza, pela traição sem honra ou grandeza, de meia dúzia de membros da Seita Positivista em 15 de novembro de 1889, quando foi inventada a primeira Ditadura Militar da História do Brasil, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro, direcionando o Brasil a lugar algum.

– VIII –

“Unânime Aclamação dos Povos”

Na época da Independência, as Cortes Revolucionárias de Lisboa, enviaram ao então Príncipe Dom Pedro um ultimato de seu regresso a Portugal, no entanto os Brasileiros lutaram até o último instante pela permanência do Príncipe, que culminou no Dia do Fico. Em sua coroação a 1 de Dezembro de 1822, recebe o título de “Defensor Pérpétuo”. Mas em sua aclamação recebeu o título “Unânime Acclamação dos Povos”.
 Pouco antes da Intervenção Militar de 1964, um grupo de militares de alto escalão – supostamente, a mando do Marechal e futuro Presidente Castelo Branco (1897-1967) – foi até a Fazenda Santa Maria, no interior do Paraná, onde vivia, com sua esposa e doze filhos, o Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), na época, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para oferecer ao Príncipe a oportunidade de se tornar Imperador, por meio de um golpe de estado.

 Sem hesitar, e demonstrando tremenda grandeza moral, o Príncipe Dom Pedro Henrique respondeu: “Não utilizarei de artimanhas republicanas para retornar ao poder. A Monarquia só volta pela vontade popular, pois, só assim, será legítima.”

 O exemplo do príncipe foi e é seguido por todos os membros da Família Imperial, assim também como por todos chefes da Casa Imperial do Brasil, de D. Isabel (1891-1921) à D. Luiz Gastão (1981-hoje).

 Em manifesto escrito em 1913, o príncipe D. Luiz Maria (1878-1920), herdeiro da Princesa Isabel (1846-1921), disse: "Nunca, nem meu venerado avô [Dom Pedro II], nem minha mãe [Dona Isabel], pensamos em deter a coroa contra a vontade da Nação, sempre lhes repugnou a ideia sequer da guerra civil, por mais nobre e desinteressantes que fossem os seus motivos."

 D. Luiz Gastão, atual chefe da Casa Imperial desde 1981, repete o exemplo: "Uma verdadeira Monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente, da aspiração de conjunto da Nação [...] Quando esse anseio se tornar majoritário, a Monarquia, acabada expressão política da Civilização Cristã, poderá ser restabelecida no Brasil, de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista".
[Fonte: Causa Imperial]

http://emanuelnunessilva.blogspot.com.br/2014/09/cruz-da-ordem-de-cristo.html
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– IX – 

ENDEREÇOS 

Algumas Matérias deste Blog
01 • A MUDANÇA