DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

sábado, 29 de novembro de 2014

“Unânime Aclamação dos Povos”

“Unânime Aclamação dos Povos”
- Introdução -
• Na época da Independência, as Cortes Revolucionárias de Lisboa, enviaram ao então Príncipe Dom Pedro um ultimato de seu regresso a Portugal, no entanto os Brasileiros lutaram até o último instante pela permanência do Príncipe, que culminou no Dia do Fico. Em sua coroação a 1 de Dezembro de 1822, recebe o título de “Defensor Perpétuo”. Mas em sua aclamação recebeu o título “Unânime Acclamação dos Povos”.

"(...) • Apenas a Restauração da Monarquia poderá garantir a democracia e a prosperidade no Brasil, pois o Imperador permanecerá acima das querelas partidárias e das paixões ideológicas, guiando todos os brasileiros na construção de um País que liderará o Concerto das Nações e brilhará em meio à Cristandade. (...)"
 
• Cada vez mais acredito que o resultado de um novo Plebiscito nesta atual desconjuntura será pior ao da Grande Fraude do Plebiscito de 1993. Se é ruim com a ajuda das Forças Armadas... Pior sem elas. Afinal foi o Exército (hoje dito do Monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro) o executor do Golpe de 1889 ― Lembro que o emburrecimento induzido da população brasileira a partir dos bancos das escolas nos últimos 35 anos, foi devastador...
Causa imperial

NO CAPÍTULO – III – LEIA O MANIFESTO DE 1948 
PUBLICADO PELA PRÓ MONARQUIA, escrito por S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981, e intitulado “Mensagem aos meus Amigos”. 
- I -
D. Pedro Henrique 
• Dom Pedro Henrique Afonso Filipe Maria Gastão Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Bourbon (Boulogne-Billancourt, 13 de setembro de 1909 – Vassouras, 5 de julho de 1981), Príncipe de Orléans e Bragança de 1909 a 1921, Príncipe do Grão-Pará de 1909 a 1920, Príncipe Imperial do Brasil de 1920 a 1921 (após a morte do pai) e chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 em diante (após a morte da avó), então com 12 anos de idade, com apoio dos monarquistas e de seu tio, D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança. D. Pedro Henrique era neto de D. Isabel de Bragança, a última Princesa Imperial do Brasil, e do Príncipe imperial Consorte, D. Gastão de Orléans, Conde d'Eu, e bisneto do Imperador Dom Pedro II do Brasil e de D. Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, Imperatriz do Brasil.
Se fosse Imperador, teria reinado com o título de Sua Majestade Imperial, Dom Pedro III, Por Graça de Deus, e Unânime Aclamação dos Povos, Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil.
31 de março de 1964
• Pouco antes da Intervenção Militar de 1964, um grupo de militares de alto escalão – supostamente, a mando do Marechal e futuro Presidente Castelo Branco (1897-1967) – foi até a Fazenda Santa Maria, no interior do Paraná, onde vivia, com sua esposa e doze filhos, o Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), na época, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para oferecer ao Príncipe a oportunidade de se tornar Imperador, por meio de um Golpe de Estado.

• O exemplo do Príncipe foi e é seguido por todos os membros da Família Imperial, assim também como por todos chefes da Casa Imperial do Brasil, de D. Isabel (1891-1921) à D. Luiz Gastão (1981-hoje).

• Em manifesto escrito em 1913, o Príncipe D. Luiz Maria (1878-1920), herdeiro da Princesa Isabel (1846-1921), disse: "Nunca, nem meu venerado avô [Dom Pedro II], nem minha mãe [Dona Isabel], pensamos em deter a coroa contra a vontade da Nação, sempre lhes repugnou a ideia sequer da guerra civil, por mais nobre e desinteressantes que fossem os seus motivos."

• D. Luiz Gastão, atual Chefe da Casa Imperial desde 1981, repete o exemplo: "Uma verdadeira Monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente, da aspiração de conjunto da Nação [...] Quando esse anseio se tornar majoritário, a Monarquia, acabada expressão política da Civilização Cristã, poderá ser restabelecida no Brasil, de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista".

 “A MONARQUIA SÓ VOLTA PELA VONTADE POPULAR”
 Como todos sabem, às vésperas do Contragolpe de 1964, um grupo de militares de alto escalão se dirigiu ao Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), então Chefe da Casa Imperial do Brasil, para lhe oferecer a Restauração da Monarquia, por meio de um golpe de Estado. Sem hesitar, e demonstrando tremenda grandeza moral e espírito democrático, Sua Alteza Imperial e Real respondeu: “Não utilizarei de artimanhas republicanas para retornar ao poder. A Monarquia só volta pela vontade popular, pois, só assim, será legítima.”
URL
● Maria Elisabeth Franziska Theresia Josepha von Wittelsbach und Croy-Solre
http://dbpedia.org/page/Princess_Maria_Elisabeth_of_Bavaria

● Maria Isabel da Baviera
https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Isabel_da_Baviera

Luftaufnahme Schloss Nymphenburg, München
Casamento

Casou em Leutstetten 17 de agosto e religiosamente na capela do Castelo de Nymphenburg em Munique, em 19 de agosto de 1937 com Maria Isabel de Wittelsbach, batizada Marie Elisabeth Françoise Josèphe Thérèse de Wittelsbach (ali nascida em Nymphenburg em 9 de setembro de 1914), Princesa da Baviera, filha primogênita de Francisco de Wittelsbach, Príncipe Real da Baviera e de Isabel de CroÿPrincesa de Croÿ. Tiveram 12 filhos. Esse casamento serviu de pretexto ao duque da Baviera para confrontar o Governo Nazista, pois estavam convidados dois soberanos e vários Chefes de Casas Reais, entre eles a Grã-Duquesa Carlota de Luxemburgo e o Rei espanhol Alfonso XIII, exilado devido à Guerra Civil Espanhola; os altos comandantes do Partido Nazista não foram convidados.
D. Pedro Henrique e  Dona Maria Elizabeth da Baviera

O casal residiu primeiramente na França; durante várias vezes tentaram morar no Brasil, mas foram impedidos devido às dificuldades de locomoção geradas pela Segunda Guerra Mundial. 


● Princess Maria Elisabeth of Bavaria/Princess Maria Elisabeth of Orléans-Braganza

(...) D. Luiz filho de Princesa Isabel, que foi herói de guerra, chamado pelo Rei dos belgas de o Príncipe Perfeito. O Rei Leopoldo dos belgas disse: "era um homem como poucos e Príncipe como nenhum". E deu a ele o título de Príncipe Perfeito. Este filho da Princesa Isabel teve um filho, D. Pedro Henrique, que se casou com Dona Maria Elizabeth da Baviera, Princesa alemã do Reino da Baviera, da Casa Real de Wittelsbach, a mesma da famosa Imperatriz Sissi da Áustria (...)
● Casa Real de Wittelsbach
https://de.wikipedia.org/wiki/Wittelsbach

URL
Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, então Chefe da Casa Imperial do Brasil, sua esposa a Princesa Dona Maria Elisabeth da Baviera, com seus filhos: os Príncipes Dom Eudes, Dom Luiz (ao centro) e Dom Bertrand no colo da mãe. 
"O objetivo da Monarquia é criar na Nação o clima de uma grande família, estimulando as qualidades do povo e inibindo suas más tendências. Há uma grande diferença entre a moralidade pública dos tempos do Império e as dos dias atuais."
 (S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança).
- II -
2ª Postagem do Artigo:
A GRANDEZA DE UM VERDADEIRO IMPERADOR
• Há exatos cinquenta anos, ocorria a Intervenção Militar, quando a Forças Armadas, temendo a ameaça de uma sanguinária ditadura comunista, causada pelo inapto e mal-intencionado Presidente João Goulart (1919-1976), removeram o Presidente do poder, dando início ao Governo Militar, que duraria até o ano de 1985.

• O que poucos sabem é que, pouco antes da Intervenção, um grupo de militares de alto escalão – supostamente, a mando do Marechal e futuro Presidente Castello Branco (1897-1967) – foi até a Fazenda Santa Maria, no interior do Paraná, onde viva, com sua esposa e doze filhos, o Príncipe Dom Pedro Henrique (1909-1981), na época, Chefe da Casa Imperial do Brasil, para oferecer ao Príncipe a oportunidade de se tornar Imperador, por meio de um golpe de estado.
• Sem hesitar, e demonstrando tremenda grandeza moral, o Príncipe Dom Pedro Henrique respondeu: “Não utilizarei de artimanhas republicanas para retornar ao poder. A Monarquia só volta pela vontade popular, pois, só assim, será legítima.”

• Assim, o Príncipe evidenciou o quanto a Monarquia está intrinsecamente ligada à democracia. A Constituição de 1824 já dizia que o Imperador do Brasil reina “Por Graça de Deus e Unânime Aclamação dos Povos”.

• Mesmo sem ter ascendido ao Trono, o Príncipe Dom Pedro Henrique não deixou seu povo – seus filhos – desamparado. Em 1965, Sua Alteza Imperial e Real se mudou, com toda a sua família, para a cidade de Vassouras, no Rio de Janeiro, com a intenção de permanecer mais próximo dos grandes centros urbanos, onde poderia auxiliar os brasileiros, ao longo dos anos turbulentos do Governo Militar.

• Até o fim de sua vida, o Príncipe Dom Pedro Henrique lutou por um Brasil melhor. Sua Alteza Imperial e Real não viveu o suficiente para ver a redemocratização. O Príncipe faleceu em Vassouras, no dia 5 de julho de 1981, deixando, em seu testamento, nada mais do que um grande exemplo:

• “Meus filhos, as circunstâncias não me permitem que lhes deixe uma fortuna material considerável. Mas três coisas faço questão em lhes deixar: em primeiro lugar, a Fé Católica Apostólica Romana herdada dos nossos maiores; em segundo lugar, uma boa educação; e em terceiro lugar, a consciência da missão histórica da nossa Família.”

• Com suas ações, o Príncipe Dom Pedro Henrique demonstrou toda a grandeza de seu caráter, além de ter evidenciado o quão bem preparado estava para ser Imperador, e o quão superiores a Monarquia e seus Imperadores são à República e seus Presidentes, pois, do estúpido Marechal Deodoro da Fonseca à terrorista Dilma Rousseff, passando pelo genocida Marechal Floriano Peixoto e pelo bandido Lula da Silva, pelo fascista Getúlio Vargas e pelo ladrão Fernando Collor de Mello, nenhum dos Presidentes do Brasil, ao longo destes quase cento e vinte cinco anos de desastrosa República, teria deixado – ou deixou! – passar a oportunidade de dar um golpe.

Os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram devolver a Monarquia aos brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
• Para àqueles que acham que o Príncipe Dom Pedro Henrique deveria ter aceitado colaborar com um golpe de estado, deixamos três citações, de três de seus doze filhos:

• “Uma verdadeira Monarquia não pode ser implantada pelo golpe de força de um grupo, mas deve vir organicamente, da aspiração de conjunto da Nação. Aspirações dessas ocorrem na vida dos povos em diferentes circunstâncias, o mais das vezes, pela irremediável falência de uma situação anterior. No Brasil de hoje, há um profundo descontentamento, patenteado aqui nas recentes e surpreendentes manifestações de rua, um grande anseio por algo diferente, algo melhor, algo que já existiu e que perdemos... Quando esse anseio se tornar majoritário, a Monarquia — acabada expressão política da Civilização Cristã — poderá ser restabelecida no Brasil, de modo estável e benfazejo. Quando isso se dará, só Deus Nosso Senhor o sabe, mas, creio, bem antes do que poderia parecer à primeira vista.”
 (Sua Alteza Imperial e Real Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil.)

• “Será que, se papai aceitasse o golpe, não ficaria com uma dívida com os militares? Algo parecido com os financiadores de campanha na República?”
 (Sua Alteza Imperial e Real Príncipe Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil.)

• “A única maneira de o Imperador assumir o Trono é a Aclamação dos Povos.”
 (Sua Alteza Real Príncipe Dom Antonio do Brasil.)

• Com suas sábias palavras, os três Príncipes, que seguem um ao outro na Linha de Sucessão ao Trono Imperial Brasileiro, mostram o quão bem preparados foram, por seu pai, para servirem ao Brasil e ao povo brasileiro.
"Apenas a Restauração da Monarquia poderá garantir a democracia e a prosperidade no Brasil, pois o Imperador permanecerá acima das querelas partidárias e das paixões ideológicas, guiando todos os brasileiros na construção de um País que liderará o Concerto das Nações e brilhará em meio à Cristandade".
Segue na Matéria:
● A Magia de um Sonho
http://emanuelnunessilva.blogspot.com.br/2015/07/a-magia-de-um-sonho.html 

- III -
MANIFESTO DE 1948
PRÓ MONARQUIA
MANIFESTO DE 1948 [A PRÓ MONARQUIA publicou o “Manifesto de 1948”, escrito por S.A.I.R. o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1921 a 1981, e intitulado “Mensagem aos meus Amigos”. 
Ao contrário dos “Manifestos” de 1935 e 1936, escritos ainda no exílio na França, este foi elaborado três anos após o retorno definitivo da Família Imperial ao Brasil; o Chefe da Casa Imperial, que trazia da Europa planos de uma larga atuação pública em prol da restauração da Monarquia, logo viu tolhida sua ação, pois, mesmo após o fim da ditadura getulista, a República optou por manter, na Constituição de 1946, a Cláusula Pétrea, infame dispositivo que punha os monarquistas brasileiros fora da lei. Transcrevemos o “Manifesto” a partir da cópia publicada no livro “Dom Pedro Henrique, o Condestável das Saudades e da Esperança”, de autoria do Prof. Armando Alexandre dos Santos, extraído de opúsculo divulgado, em 1948, pela Cruzada Tradicionalista Brasileira, do Rio de Janeiro]. 
Mensagem aos meus Amigos 

A hora não é de palavras, mas de ação. Os interesses superiores da Nação exigem-no. Temos todos que nos unir no mesmo combate em prol de um objetivo em comum, que é a Causa do Brasil. O perigo ronda as nossas portas. É imperioso galvanizar as energias dos homens de boa vontade para conjurá-lo. O momento não comporta lutas partidárias. Temos, antes de tudo, que ser brasileiros. Nossa Fé e nossa Soberania estão em jogo. O lema que deve inspirar-nos é o dos nossos antepassados na hora da luta contra os infiéis: “Ao serviço de Deus, ao serviço da Pátria”. “Gesta, non verba!” Ensaiarei, portanto, estudar e apontar, com a possível concisão, as causas dos males que molestam o século em geral, tratando, a seguir, do caso particular do Brasil. E tentarei delinear rumos que me parecem suscetíveis de imprimir novo impulso ao progresso material e moral do País e da Nação. 

A causa eficiente é a própria razão humana divinizada pelos revolucionários de 1789 e emancipada, em nome da “liberdade”, do freio salutar da moral cristã. O efeito é a anarquia mental, que desnorteia e confunde o mundo contemporâneo. Joseph de Maistre dizia: “Plus la raison humaine se confie en elle même, plus elle cherche à tirier tous ses moyens d’elle même; ET plus elle est absurde, plus elle est impuissante” (quanto mais a razão humana confia em si própria, tanto mais ela procura tirar de si mesma todos os seus recursos; e quanto mais ela é absurda, tanto mais é impotente). Os acontecimentos vieram confirmar as previsões do grande pensador, pois a razão humana, reduzida às suas verdadeiras proporções, demonstrou ser nula e destrutiva, acarretando dissensões e criando problemas, quando o homem não precisa de problemas para orientar-se na vida, mas de crenças religiosas e esclarecimento político. 

O mundo moderno padece as conseqüências dos absurdos denunciados por de Maistre, absurdos que se acumularam nos últimos séculos e que podem ser resumidos na tibieza religiosa de um mundo que se diz cristão, mas que, transtornado por um falso racionalismo, supõe ser capaz de harmonizar os complexos movimentos da convivência humana sem o socorro do espiritual. A preocupação absorvente pela existência material aniquilou o idealismo de antanho, hipertrofiando o interesse particular em detrimento do coletivo. Tais são os efeitos do materialismo gerado pela revolução e nutrido pela concepção liberal do universo; as conseqüências são desastrosas, mas humanamente lógicas, de regimes que encerram em seu princípio e estrutura o erro fundamental de atribuir ao povo, soberano efêmero e impotente, a responsabilidade dos atos de seus representantes. 

Como não podia deixar de suceder, a preamar das idéias “novas” espraiou-se até o Brasil, produzindo em nosso meio as mesmas comoções que suscitou alhures. São múltiplas, a meu ver, as causas das dificuldades endêmicas que assoberbam a Nação. Saltam à vista as seguintes: 

1) A indiferença do capital, liberto de obrigações sociais específicas, pelos assuntos de interesse geral. Ao tempo do Império, a política era exercida e dirigida, nos dois grandes partidos de então, por homens que ingressavam na vida pública animados pela nobre e generosa intenção de servir à Pátria e que ofereciam, por sua independência financeira, tirocínio e qualidades de caráter, uma razoável garantia de eficácia na condução da res publica. A proliferação de partidos com débil consistência doutrinária, observada em nosso País, pode ser atribuída sem grande risco de erro à prevalência, no quadro da política atual, do interesse particular sobre o coletivo, fato que transforma a vida pública brasileira em uma luta perpétua pelas vantagens pessoais que a detenção do poder proporciona. 

2) O nacionalismo jacobino e hermético de alguns, cuja cega suscetibilidade representa um freio ao nosso desenvolvimento, que é tão inadmissível quanto a lamentável falta de confiança de outros na capacidade de realização e de autonomia da nacionalidade. 

3) A deficiência de educação do povo, o qual, pela falta de meios de instrução prática e objetiva, vive sem possibilidades de melhorar apreciavelmente seu nível de vida com a arma do trabalho profícuo. 

4) A nossa exígua densidade populacional dentro da imensidade do território pátrio ocasiona a formação de verdadeiros bolsões demográficos e econômicos, que, baldos de meios de transporte, de assistência financeira e de coordenação política, são uma das causas profundas do permanente desequilíbrio econômico e social em que nos debatemos. 

5) A complexidade da máquina administrativa do Estado, que, além de absorver uma proporção exorbitante das rendas públicas, pesa sobre o contribuinte e deixa bem pouco para investimentos em obras e equipamentos produtivos. 

6) A ausência de uma diretriz governamental prosseguida com continuidade através de períodos sucessivos impossibilita de atender às necessidades básicas da agricultura e da indústria, que são as alavancas mestras do progresso material de uma nação. 

Essas causas profundas exigem reformas profundas. É necessário, antes de mais nada, restaurar os alicerces naturais da ordem social e política, a organização familial-municipalista do Estado, sem o que tentaremos em vão suscitar elites independentes e imbuídas de espírito público, suscetíveis de se dedicarem ao estudo e solução dos assuntos coletivos sem demasiado apego ao interesses de classe e sem se prestarem aos jogos de fácil popularidade eleitoral. É no recesso do lar – célula vital da nacionalidade – que se temperam os caracteres. A educação, entendida como orientação espiritual, norma de vida e hábito de probidade, merece por conseguinte um lugar especial na preparação do porvir, completada por uma instrução sólida e prática. Os ensinos primários e profissional não devem ser apenas gratuitos, mas acessíveis à totalidade da infância brasileira em idade escolar. É urgente a formação de artífices operários imbuídos da noção da nobreza do trabalho, a fim de persuadir o operário de que a perfeição da mão de obra e a responsabilidade profissional são o mais sólido alicerce do seu próprio bem-estar. 

Nunca se deve esquecer que a agricultura é a principal fonte de riqueza e de prosperidade dos povos. Abrangendo a exploração do solo e do subsolo, a agricultura é a base indispensável a qualquer surto industrial. O êxodo rural em nosso País denuncia um desequilíbrio econômico e social que é preciso corrigir quanto antes, pelo encaminhamento de recursos do centro para periferia, a fim de restaurar a prosperidade da lavoura, da pecuária e da mineração, insistindo-se, nesta última, no aproveitamento dos combustíveis e dos minérios básicos da civilização moderna. Precisamos reflorestar, sem tardança, grandes tratos de território, adotar a adubação em larga escala e iniciar um plano de mecanização progressiva da agricultura. 

As exigências cada vez mais imperativas do crescimento nacional impõem não só a elevação do padrão de produtividade do elemento nativo, por meio de uma assistência adequada, como também a abertura das fronteiras a uma imigração selecionada, amparada e localizada, capaz de manter a curva ascensional do nosso desenvolvimento demográfico e de promover o aproveitamento das nossas glebas. O estudo da ciência nutricionista poderá, quiçá, contribuir para atenuar o rigor do clima, que até certo ponto determina o baixo padrão da nossa produtividade. A profilaxia e a higiene completarão as providências de valorização do elemento nativo. 

O Exército, a Marinha e a Aeronáutica devem ser cada vez mais fortalecidos e melhor emparelhados para desempenhar o papel de guardiães da integridade nacional, da soberania da Pátria, da independência do Brasil. É imperioso sistematizar e ampliar as vias nacionais de transportes e comunicações , visando fornecer escoamento fácil e barato à produção, estimulando e ativando a circulação de riqueza em todo o País, e aumentando o volume do nosso intercâmbio com o exterior. 

O interesse do País, no tocante à orientação superior do Estado, aconselha a centralização política, necessária à manutenção da unidade nacional. Mas, no que se refere à administração, os rumos a seguir devem inspirar-se na conveniência da descentralização, outorgando-se maior liberdade aos Estados e Municípios. Parece a única solução lógica em um País extenso como o nosso, para que os justos interesses regionais não sejam prejudicados por uma administração centrípeta. Assim se aliviaria e simplificaria a administração central, permitindo equipar a máquina do Estado com o mínimo de funcionários exigido por um rendimento eficaz e possibilitando a atribuição aos servidores públicos de uma remuneração condigna, que os situe a cavaleiro das necessidades diuturnas. 

Um Estado solidamente constituído, e consciente de sua própria força de realização, não terá motivos para temer a colaboração do capital estrangeiro, auxílio salutar ao desenvolvimento dos países jovens, oferecendo-lhes garantias reais e sólidas de investimento. 

Não desejo concluir esta mensagem dirigida a meus fieis amigos, sem lançar um apelo à coragem cívica e ao patriotismo de cada um deles. 

Seria iníquo pensar, como os inimigos da Pátria, em tirar proveito do pior para realizar o nosso ideal, visto que esse ideal é a grandeza e a prosperidade do Brasil e o bem-estar dos Brasileiros. Tal foi o pensamento de meu saudoso Pai, o Príncipe Dom Luiz. 

Somos um grande País e um nobre povo. E se hoje verificamos com pesar que ainda não constituímos uma Nação opulenta, isto não deve ser motivo para desânimo, uma vez que possuímos, na potencialidade da nossa terra e na coragem da nossa gente, reservas que nos prometem uma atuação decisiva no futuro da Humanidade. 

Que Deus nos guie e inspire para o bem do Brasil e para a felicidade dos Brasileiros. 

[Pedro Henrique de Bragança]
- IV -
URL
Isabel da Baviera (Elisabeth - Sissi)
Elisabeth von Österreich-Ungarn (Sisi)
[Transcrisção de retalhos da História de Sissi]
Elisabeth Amalie Eugenie, Herzogin in Bayern (auch Sisi oder Lisi genannt, seit den Ernst-Marischka-Filmen auch als Sissi bekannt; * 24. Dezember 1837 in München, Königreich Bayern; † 10. September 1898 in Genf) war eine Prinzessin aus der herzoglichen Nebenlinie Zweibrücken-Birkenfeld-Gelnhausen des Hauses Wittelsbach, durch ihre Heirat mit Franz Joseph I. ab 1854 Kaiserin von Österreich und ab 1867 Apostolische Königin von Ungarn. 

Isabel da Áustria ● Elisabeth da Baviera ● Sissi Iperatriz da Áustria ● Sissi da Áustria e Hungria. 

➤ Títulos: Rainha Apostólica da Hungria  Rainha da Boêmia ● da Dalmácia ● da Croácia ● da Eslovênia ● da Galícia e Lodoméria ● da Ilíria e de Jerusalém... 

Isabel da Baviera (em alemão Elisabeth von Bayern) (Munique, 24 de Dezembro de 1837 — Genebra, 10 de Setembro de 1898), depois Isabel da Áustria, foi a Imperatriz Consorte da Áustria e a Rainha Consorte da Hungria devido ao seu casamento com o Imperador Francisco José I. Era conhecida como Sissi da Áustria e Hungria. 
Elisabeth nasceu no Natal de 1837 em Munique, como a filha do Duque Maximiliano e Ludowika Maria, filha do rei da Baviera. Ela cresceu em Possenhofen Castelo longe da cerimônia da corte. Se desenvolveu (educou) como seus irmãos e irmãs em uma liberdade não convencional cercada de amor. Foi uma pessoa extremamente sensível. A lenda romântica de como Sissi e Francisco José se encontraram foi imortalizado maravilhosamente em romances e pelos filmes melodramático austríacos "Sissi", estrelados por Romy Schneider como a jovem Sissi. O musical "Elisabeth", que tem atraído turistas de todo o mundo a Viena por mais de cinco anos, é muito mais realista. No verão de 1853 no Ischl cênica Salzkammergut Cidade Bad ela conheceu o imperador Franz Joseph da Áustria, que na verdade deveria se casar com sua irmã Helene. 

https://www.youtube.com/watch?v=EhWhW20-A3c
No verão de 1853 no Ischl cênica Salzkammergut Cidade Bad ela conheceu o imperador Franz Joseph da Áustria, que na verdade deveria se casar com sua irmã Helene. No entanto, o Imperador desafiou os planos de casamento de sua mãe e se apaixonou pela irmã de Helen, Elisabeth, então com apenas 15 anos de idade, que havia acompanhado acidentalmente o seu partido. Um dia após seu primeiro encontro, Francisco José e Elisabeth comemoraram o noivado. (...) O compromisso de Sissi foi uma sensação. Todos queriam saber quem era ela. Ela rapidamente se tornou uma estrela em ascensão. Os Paparazzi do dia, os pintores da corte e os gravadores foram rapidamente produzir imagens desta bela jovem duquesa "Sissi". Eles se casaram em 24 de abril de 1854 na Igreja Santo Agostinho Viena. As festividades duraram mais de uma semana. 
• 
A Imperatriz, carinhosamente conhecida por milhões como "Sissi", era tão inteligente quanto extravagante, e estava décadas à frente de seu tempo. Embora as imediações dos Palácios Imperiais Schonbrunn e o brilhante Viena Hofburg serem a sua casa, a consorte do imperador austríaco estabeleceu um relacionamento especial com todas as classes de seus súditos. Não admira então que, após a trágica morte da princesa Diana, ela ter sido muitas vezes comparada nos obituários a Sissi: Ambas eram mulheres de extraordinária beleza e representou seu país com dignidade e elegância. Ambas conseguiram conquistar um lugar especial no coração das pessoas, mesmo no meio da cerimônia e protocolo de dinastias antigas. Ambas foram dedicadas às causas sociais... E ambas morreram tragicamente antes do tempo. 
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Casamento

Em Agosto de 1853, a tia materna de Sissi, a arquiduquesa Sofia, viúva do segundo filho do imperador Francisco I da Áustria, convidou a irmã, Ludovica, a visitá-la em companhia da sua filha Helena, a irmã mais velha de Sissi. O objetivo da arquiduquesa com esse encontro, ocorrido numa estância de Verão em Ichl, era casar o filho, o imperador Francisco José I, com a prima de dezessete anos. Contudo, Isabel, de quinze anos, foi também ao encontro e acabou conquistando o Imperador. Até hoje, acredita-se que foi amor à primeira vista.
O Imperador desafiou os planos de casamento de sua mãe e se apaixonou pela irmã de Helen, Elisabeth, então com apenas 15 anos de idade, que havia acompanhado acidentalmente o seu partido. Um dia após seu primeiro encontro, Francisco José e Elisabeth comemoraram o noivado. O compromisso de Sissi foi uma sensação. Todos queriam saber quem era ela. Ela rapidamente se tornou uma estrela em ascensão. Os Paparazzi do dia, os pintores da corte e os gravadores foram rapidamente produzir imagens desta bela jovem duquesa "Sissi". Eles se casaram em 24 de abril de 1854 na Igreja Santo Agostinho Viena. As festividades duraram mais de uma semana. 
Por ser o maior acontecimento social do século XIX, todas as famílias reais compareceram, com destaque para as famílias dos noivos, que compareceram em peso à cerimônia. 
No dia 24 de Abril de 1854, na Igreja de Santo Agostinho, em Viena, Sissi com dezesseis anos, desposou o seu primo Francisco José, então com quase vinte e quatro anos. Isabel teve dificuldades em se adaptar à estrita etiqueta da corte de Habsburgo. O casamento gerou quatro filhos.
■ Casamento de Francisco José I, Imperador da Áustria, e Isabel da Baviera.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Casamento_de_Francisco_Jos%C3%A9_I,_Imperador_da_%C3%81ustria,_e_Isabel_da_Baviera
ESTRELA DE DIAMANTES 
Franz Xaver Winterhalter - Elisabeth of Bavaria, Empress of Austria (1865). 
O Joalheiro Jakob Heinrich Köchert fabricou exclusivamente para ela cerca de 27 peças da jóia: Estrela de Diamantes. 

Sissi tinha o costume de enfeitar seus longos cabelos, que chegavam aos pés, com estrelas de ouro branco cravejadas de diamantes (como mostra o retrato da Imperatriz de autoria do pintor alemão Franz Xaver Winterhalter, de 1865). Das cerca de dez estrelas, restaram apenas três. Sissi presenteou suas damas de companhia com jóias desse tipo. Desenhadas pela própria imperatriz, as estrelas foram copiadas por várias mulheres de outras cortes européias.

Em 1998 o mundo lembrou de uma das mulheres mais fascinantes da história. Cem anos atrás, em 10 de setembro de 1898, a Imperatriz Elisabeth da Áustria morreu de ferimentos infligidos durante uma tentativa de assassinato. Exposições em toda a Áustria irá comemorar a Imperatriz amada do país. Eles vão documentar a história de vida intrigante de uma mulher que era uma "Imperatriz contra a sua vontade", e ao mesmo tempo um conto de fadas da princesa e mulher liberada, uma fanática por dieta e eqüestre especialista, uma poetisa e viajante inveterada. A imperatriz, carinhosamente conhecida por milhões como "Sissi", era tão inteligente quanto extravagante, e estava décadas à frente de seu tempo.

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Isabel da Baviera (Elisabeth - Sissi)
Elisabeth von Österreich-Ungarn (Sisi)
Elisabeth (Sissi) no dia da sua coroação como Rainha da Hungria, 08 de junho de 1867
Embora as imediações dos Palácios Imperiais Schonbrunn e o brilhante Viena Hofburg serem a sua casa, a consorte do imperador austríaco estabeleceu um relacionamento especial com todas as classes de seus súditos. Não admira então que, após a trágica morte da princesa Diana, ela ter sido muitas vezes comparada nos obituários a Sissi: Ambas eram mulheres de extraordinária beleza e representou seu país com dignidade e elegância. Ambas conseguiram conquistar um lugar especial no coração das pessoas, mesmo no meio da cerimônia e protocolo de dinastias antigas. Ambas foram dedicadas às causas sociais... E ambas morreram tragicamente antes do tempo.
Sissi foi assassinada por um anarquista em Genebra, numa tarde quente de Verão, no ano de 1898 ● Na década de 1950 o director Ernst Marischka realizou três filmes sobre Sissi: Sissi, Sissi Imperatriz e O Destino de Sissi (pt) / Sissi e seu Destino (br) (trilogia de Sissi), todos protagonizados por Romy Schneider, que contribuíram decisivamente para tornar a sua história conhecida, embora de uma forma não muito verdadeira. 
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- V -
A Comum Leviana Análise do Império do Brasil Desrespeitando a Cronologia do Tempo.

Quando o assunto é o Império do Brasil, existe um certo bloqueio que leva a maioria das pessoas a negligenciarem a cronologia do tempo na história. Não podemos fazer uma análise critica racional de um período em que andávamos de carroça, comparando-o igualitariamente com a atualidade, desrespeitando a escala do tempo, desprezando as devidas características de cada época. É leviandade criticar o Império do Brasil isoladamente sem compará-lo no mesmo contexto do mundo da época, ao universo das demais nações, no mesmo período que é feito a avaliação da sua História.

 O Primeiro Estado de Exceção da História do Brasil surgiu em 1889 com a inauguração da República dos Estados Unidos do Brasil, inventada por meia dúzia de traidores da pátria. Principiou pelos piores caminhos possíveis, nas sombras conspiratórias, por meio de intrigas, mentiras, sem honra ou grandeza, arbitrariamente sem uma consulta popular, na ilegalidade do Golpe Militar Republicano de Traição e Lesa-Pátria de 15 de novembro de 1889, nódoa negra do Exército Brasileiro que nada justifica ser homenageado pelo nome do outrora Duque de Caxias do Exército Imperial; dívida vergonhosa que jamais legitimará as ações dos Traidores inventores da Farsa Republicana que acabou com o Brasil... Que o teu Professor educado desde tenra idade neste degradado Estado que finge ser de Direito, te ensinou a história bonita que nunca existiu, de uma tal "Proclamação" da República dos Estados Unidos do Brasil. 

• A República alienígena às nossas Raízes Históricas e a Legítima Identidade Nacional (não existe identidade nacional republicana brasileira), foi arbitrariamente imposta por meia dúzia de traidores da pátria pertencentes a Seita Positivista, que usurpou o Brasil dos brasileiros, subtraiu a sua nacionalidade e seu conceito de pátria. Em vão no Brasil foram feitas seis tentativas para ressuscitar esta República que nasceu defunta; e já tem político pensado em reinventar uma Nova 7ª República Salvadora da Pátria, reescrevendo o Trapo que se transformou sua Constituição pela 7ª vez, fingindo acreditar que finalmente desta vez os resultados serão diferentes...
- VI -
Intervenção Federal Constitucional 
É parte integrante da matéria:
SE UTILIZAR LEGITIMAMENTE HOJE DE UMA INTERVENÇÃO MILITAR PREVISTA NA CONSTITUIÇÃO, SEM DERRUBAR A PRINCIPAL CAUSA DA DESGRAÇA NACIONAL, É SE LIMITAR NOVAMENTE A UM GRANDE NADA. NÃO PASSA DE UMA EMERGÊNCIA DO PRESENTE, PORÉM UM INVESTIMENTO CERTEIRO NUM NOVO FRACASSO.
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Quanto ao Impeachment de um Presidente nesse Estado Desconjuntoral de Coisas Aparelhadas já Institucionalizadas & Constitucionalizadas, apenas contribui para o prejuízo de todos, em função do prolongamento da agonia dessa Decadente República de Mentira, redirecionando mais uma vez o Brasil a um novo Nada Absoluto. Derrubar a Fracassada Forma Republicana de Governo é a Solução Definitiva contra os Corrosivos Políticos que não passam de Predadoras Hienas, juntamente com seus Partidos. Essa Desgraça Nacional Republicana é Responsabilidade do Exército dito de Caxias, e cabe a esse Exército o dever e a obrigação em desfazer seu malfeito sem que ninguém o autorize para que o faça... Devolvendo o Brasil para os brasileiros. Ninguém o autorizou quando inventou à revelia a Defunta República dos Estados Unidos do Brasil em 15 de novembro de 1889. Então que conserte a sua lambança.
Na época da Independência, as Cortes Revolucionárias de Lisboa, enviaram ao então Príncipe Dom Pedro um ultimato de seu regresso a Portugal, no entanto os Brasileiros lutaram até o último instante pela permanência do Príncipe, que culminou no Dia do Fico. Em sua coroação a 1 de Dezembro de 1822, recebe o título de “Defensor Perpétuo”. Mas em sua aclamação recebeu o título “Unânime Acclamação dos Povos”.
A imagem se refere a Direita e a Esquerda Republicanas do Brasil.
Interessante é que os Inocentes Analfabetos Funcionais, Políticos e afins republicano: Direitistas, Esquerdistas, Centristas de qualquer coisa... Nada falam do GOLPE DE ESTADO, que numa trágica mágica reduziu o Império do Brasil que ombreava com as três mais poderosas nações do planeta, à condição de nação de terceira categoria pertencente a um Terceiro-Mundismo que providencialmente inventaram, lambuzada no pegajoso lodo da imundice do submundo de um inimaginável Mar de Esgoto, Paraíso deste suposto Violentado Estado Democrático de Direito, dirigido por Organizações Criminosas Interpartidárias Aliadas e Coligadas ao Poder Constituído Central da República Federativa do Brasil. Até parece que por alguma razão estranha, estes Senhores nas suas fúteis utopias republicanas, acreditam mesmo que o Brasil foi inventado pela República em 15 de novembro de 1889, marco fundamental da inauguração do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil. 
Os Regimes de Exceção: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 15 de novembro de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como o primeiro regime ditatorial militar da História do Brasil. Tragédia que interrompeu o nosso destino de grandeza, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro...
Não se prostitua nessa promiscuidade política partidária republicana brasileira. Pare de defender ou idolatrar partidos e políticos. Políticos não passam de Funcionários Públicos muito bem pagos com as mais altas taxas tributárias do planeta, para servirem ao país e os anseios do povo. Quem paga seus altos salários é você, eles são teus empregados... Só que eles não querem que você saiba disso.
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- VII -
Brasil República & Desgraça Nacional

A Tragédia Nacional da Inútil Fracassada República de Mentira da Seita Positivista que Acabou com o Brasil 

Os Regimes de Exceção: Autoritários, Totalitários, Ditatoriais... Que suprimiram as liberdades alcançadas pela Democracia da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira, a partir de 15 de novembro de 1889, são invenções dessa República Golpista nunca proclamada de fato, imposta arbitrariamente como o primeiro regime ditatorial militar da História do Brasil. Tragédia que interrompeu nosso destino de grandeza, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro...

Em 7 de setembro de 1822 o Brasil se emancipa, culminando em seguida na Fundação do Império do Brasil Independente e Soberano. Constitui um Governo pela Forma Monárquica Parlamentar Constitucional Representativa, considerada a mais liberal e democrática entre o universo das nações em seu tempo. No Segundo Reinado, a Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do Planeta. Com status de 3ª Economia e Potência Global, ladeava com Inglaterra, França e Estados Unidos, como uma das nações mais respeitadas. O Destino de grandeza do Brasil foi interrompido em 15 de novembro de 1889, por um Crime de Alta Traição cometido por alguns membros da Seita Positivista.
Com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, que depôs Dom Pedro II, o Brasil deixa de ser um Império seis dias após o baile da Ilha Fiscal na Capital do Império, ocorrido no sábado de 9 novembro de 1889, em homenagem aos oficiais do navio chileno "Almirante Cochrane". À partir do ato simbólico da Proclamação da República do Brasil pelo Marechal Deodoro da Fonseca, formalizado em 15 de novembro de 1889, um novo regime é estabelecido e, assim, surge o período da história brasileira denominado Brasil República que perdura até os dias de hoje. Após a formação da república, o Brasil teve vários nomes posteriores, conforme as alterações no governo, incluindo "Estados Unidos do Brasil".

Com relação a fundamentação filosófica dos grupos militares e latifundiários (ruralistas), a filosofia de Augusto Comte, o Positivismo teve papel marcante e relevante, inclusive com a participação da Igreja Positivista do Brasil, fundada no dia 11 de maio de 1881 por Miguel de Lemos. De acordo com Valentim: "A Constituição Republicana, orquestrada no contexto da Proclamação da República, sinaliza à compreensão de como o ideário do Positivismo criado na França por Augusto Conte, enquanto corrente de pensamento norteadora, juntamente com a Constituição dos Estados Unidos, influenciaram no texto constitucional brasileiro promulgado em 1891."

"República Federativa do Brasil" é o nome oficial atual do Brasil, uma democracia (ainda considerada Imperfeita pelo Índice de Democracia avaliados pelos órgãos especializados internacionais) presidencialista, reestruturada em 1986 com o fim do último Regime Militar Ditatorial inserido e formalizado em 1 de abril de 1964 pelo Exército Brasileiro.
Em 7 de setembro de 1822 o Brasil se emancipa, culminando em seguida na Fundação do Império do Brasil Independente e Soberano. Constitui um Governo pela Forma Monárquica Parlamentar Constitucional Representativa, considerada a mais liberal e democrática entre o universo das nações em seu tempo. No Segundo Reinado, a Armada Imperial junto com a Marinha Mercante foi a 2ª Potência Naval do Planeta. Com status de 3ª Economia e Potência Global, ladeava com Inglaterra, França e Estados Unidos, como uma das nações mais respeitadas. O Destino de grandeza do Brasil foi interrompido em 15 de novembro de 1889, por um Crime de Alta Traição cometido por alguns membros da Seita Positivista.
A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando pelo Golpe de Estado (Militar), fundando o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil.

O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu em 1873. O PRP era um partido legalizado apesar de o Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembléia Geral de Deputados durante toda a sua existência no Império do Brasil (1822-1889), porém, conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a queda da Monarquia Parlamentar Constitucional Representativa Imperial Brasileira, conseguintemente do Imperador Dom Pedro II, para fundarem arbitrariamente a República dos Estados Unidos do Brasil.
O Golpe ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na Cidade do Rio de Janeiro, então Capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do Exército Brasileiro liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, destituiu arbitrariamente alheio a opinião pública o Imperador D. Pedro II, assumindo o poder no país. Foi instituído naquele mesmo dia 15 um governo provisório republicano. 

Faziam parte desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da República e Chefe do Governo Provisório; o Marechal Floriano Peixoto como Vice-Presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de MagalhãesQuintino BocaiuvaRuy BarbosaCampos SalesAristides LoboDemétrio Ribeiro e o Almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria Brasileira; todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo Professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe.
A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana Brasileira. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua fracassada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas desastrosas consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
As Crises Institucionais cada vez mais se agigantam nesta Decadente República, de fracasso em fracasso já somam: 12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários... Ao longo destes últimos 124 anos dos tortuosos meandros de falcatruas, fracassos... Ilusões. Não satisfeitos agora mais uma vez querem REFUNDAR a desgraça que foi e está sendo esta 6ª REPÚBLICA, reinventando uma tal 7ª República salvadora da pátria, porque finalmente descobrem que não tem funcionado. Quando vão descobrir que o problema está nessa moralmente ilegal República de Mentira?

● Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 125 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

● 12 Estados de Sítios,
● 17 Atos Institucionais,
● 6 Dissoluções do Congresso,
● 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
● 2 Renuncias Presidenciais,
● 3 Presidentes Impedidos,
● 4 Presidentes Depostos,
● 6 Constituições Diferentes,
● 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários...

● Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

● - República Velha - 1ª República (1890
1930): Ditadura
● - República da Espada (1894): Ditadura
● - República do Café-com-Leite
● - Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● - Era Vargas - (19301945): Ditadura - Regime Totalitário & Autoritário
● - Quarta República (19461964)
● - Governo Provisório (Brasil)
● - Governo Constitucionalista
● - Estado Novo
● - Último Regime Militar - 5ª República (1964–1985): Ditadura - Castelo BrancoCosta e SilvaMédiciGeisel e Figueiredo.

● Constituições do Brasil Independente:
● Constituição de 1824 - 1ª Constituição do Estado Brasileiro Independente e Soberano. Funcionou durante todo o período Monárquico Parlamentar Constitucional Representativo no Império do Brasil (18241889).
● Constituição de 1891 - 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 - 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 - 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 - 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 - 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 - 6ª Constituição da República
Máxima Monárquica:
"O Monarca pensa nas próximas Gerações... O Presidente pensa nas próximas Eleições."
- VIII -
Absurdo Cinismo Republicano
A • Cinismo absoluto é ver o Presidente da República ironicamente comemorando o 7 de Setembro junto com o seu Exército, na data que representa a Fundação do Independente e Soberano Império do Brasil, que meia dúzia de conspiradores republicanos, sem honra ou grandeza, se utilizando de métodos obscuros e do próprio Exército como ferramenta de execução do trabalho sujo, derrubaram com um Golpe de Traição e Lesa-Pátria em 1889. “Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em dia de GOLPE DE ESTADO.”
B • Se os Senhores republicanos essencialmente os da Classe Política são pessoas íntegras e consideram o 7 de Setembro tão importante!... Admitam logo a Lambança de 15 de novembro de 1889, data brasileira da infâmia, e desproclamem para o bem da nação, esta farsa de República fracassada inventada antidemocraticamente, na ilegalidade, sem uma consulta ou participação popular, principiada às avessas dos próprios “ideais republicanos”, esbravejados aos quatro ventos pelos traidores da pátria, e que só tem servido para desgraçar a nação.
C • Qualquer pessoa de bom senso que conheça um pouco de História do Brasil percebe o disparate que foi a imposição arbitrária do Sistema de Governo Presidencialista Totalitarista Republicano no Brasil (Regime Ditatorial onde foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil). Se o feriado de 15 de Novembro deixar realmente de existir, será finalmente o reconhecimento pela República (de mentira) da sua própria ilegitimidade. Difícil é acreditar que reconhecerão este fato abolindo esta data fatídica da lista dos feriados nacionais. Cesar Nero disse: "Totalmente coerente o projeto que acaba com o feriado de 15 de novembro, já que é a data de um Golpe Militar, o de 1889. Manter essa data como feriado abre um precedente para que qualquer pessoa proponha que 31 de março também seja feriado, já que é a data do Golpe Militar de 1964"*Existe controvérsias quanto à caracterização de Golpe ou Intervenção Militar Institucional, no processo que desencadeou a tomada do poder pelos militares em 1964. 
D • Ao contrário do 15 de novembro de 1889, antes de 31 de março de 1964, milhões foram às ruas para exigir uma atitude das FFAA contra a comunização do Brasil. Ao menos na sua fase inicial a intervenção legitimada pelo povo tinha caráter provisório, e por isso ainda não se configurava como um Regime Ditatorial Militar. Considerada posteriormente por muitos uma "Ditadura Necessária", para combater os Ataques Terroristas, Luta Armada (Guerrilha), que se intensificaram, contribuindo para que o Regime Militar se prolongasse por 20 anos. Independentemente do que acreditam sobre este período, o que ocorreu em 1964, foi apenas um Contra-Golpe executado especialmente pelo Exército, em mais um dos lamentáveis episódios da República Golpista, inventada por ele mesmo em 1889. Existe um abismo quanto ao mesuramento em termos de importância dos desastres (prejuízos) para a nação, entre estes dois golpes, e os demais que sucederam a inauguração do primeiro Estado de Exceção Republicano Brasileiro; todos em função da lambança feita pelos traidores da pátria republicanos em 1889. Cenário fértil, propício para as facções republicanas, cada qual com suas ideologias, digladiarem-se entre si, em detrimento do desenvolvimento da nação... A República não cumpriu à que veio... Fracassou.
Ohanes Kabderian
E • Ohanes Kabderian aos 6:28 do Vídeo - 2ª Parte: O Exército Brasileiro após a proclamação da República matou sob o comando de Floriano 150.000 pessoas, isso é muita gente para morrer sem guerra. Matar nacionais por serem monarquistas pobres, pobres, monarquistas pobres. Canudos todos sabem que não tinha ninguém rico ali. O Exército Brasileiro não tem que ter nenhum receio da Monarquia, absolutamente. No dia que o Exército Brasileiro tiver consciência e voltar a enxergar em Duque de Caxias o grande militar brasileiro, o próprio Exército não agirá e nem fará nada como um golpe ou coisa parecida (...)
F • Aos 7:40 do Vídeo - 2ª Parte: Outra grande ação deste “Herói Nacional” Floriano Peixoto, foi a compra daquela esquadra que se chamou de Esquadra de Papelão que ele trouxe dos Estados Unidos, exatamente para combater a Marinha de Guerra (em posse dos Oficiais Monarquistas) (...) E a nossa esquadra infelizmente estava em Santa Catarina, senão a gente teria destruído os americanos. Nós éramos mais poderosos que os americanos (...). Nós éramos a 2ª Marinha Mercante do Mundo e a 4ª Marinha de Guerra do Mundo (Muitos dizem que foi a 3ª). (...) Para mim o motivo da República foi destruir o Brasil...   
G • Aos 8:40 do Vídeo - 2ª Parte: Toda esta experiência republicana tem sido um desastre. Toda esta experiência republicana é uma experiência de desastres... Não acredito que haja um brasileiro que seja republicano. O Brasil está sem identidade, não há mais conceito de pátria, referência de pátria, nada. Não se tem mais orgulho de ser brasileiro. O que é uma situação bem diferente do nosso Período Imperial; isso é destruir uma nação. Quando você destrói a vontade destrói a nação. A grande crise brasileira não é econômica, não é uma crise de produção climática, a crise brasileira é moral.
Ohanes Kabderian – Monarquia II – 2ª parte
Economista Ohanes Kabderian
H • Aos 4:48 do Vídeo - Última Parte: Nós já fomos um grande país, e perdemos esta posição por causa dos desmandos que a República tem feito nestes seus 100 anos... O Brasil perdeu o seu Rumo. A diferença quando se fala de Império do Brasil, e a maneira como o mundo via o Império do Brasil, as grandes nações, não é mais a mesma maneira que vêem o Brasil hoje. O Imperador Pedro II foi Árbitro Internacional (...). A falta de conhecimento do povo infelizmente... Esta traição, o roubo da identidade do Brasil que a República cometeu, fez com que o brasileiro não saiba mais exatamente como é o seu país... Isso é uma subtração de conhecimento. (...) 
I • Aos 7:05 do Vídeo - Última ParteQueremos que o Brasil volte a ser o que era, o Império, um país respeitado, um país rico, (...) Gostaríamos de ter orgulho de quando saíssemos de nosso país, viajássemos, de ter orgulho quando mostrássemos nosso passaporte, dizer que somos filho de um Império importante. (...) Eu gostaria que o povo brasileiro se lembrasse da situação política brasileira atual e refletisse se não gostaria de voltar a ter um governante reto, honesto, amante do seu país, como foi Princesa Isabel, e como foi D. Pedro I que fundou o Império. Então nossa história nos leva a preferir o que a gente perdeu... O que nos foi tomado. 
Ohanes Kabderian – Monarquia II – última parte 
"Somos nós, do Exército Brasileiro, que temos na consciência o peso da participação na derrubada do Império e que conhecemos a responsabilidade que nos cabe na instauração desta República que, até os dias de hoje, envergonha a história política do Brasil."
“O Monarca pensa nas próximas gerações... O Presidente nas próximas eleições”
- IX -
(...) O comunismo procurou uma fundamentação teórica nas teorias do estado dos sofistas gregos e na obra "República" de Platão. No entanto, o comunismo encontrou bem cedo críticos severos, como Aristóteles. O comunitarismo cristão da Igreja Primitiva (descrita no livro de Atos dos Apóstolos da Bíblia), é por vezes comparada como uma forma de comunismo, por apresentar alguns dos mesmos princípios, como o desinteresse pelos bens materiais e um amor generalizado pelo próximo. (...) Entretanto parece que os Comunistas Contemporâneos procuram, procuram... E ainda não se encontraram em lugar algum.
 "Duma decidiu que é hora de "deleninizatsii" (desleninezar = desinfetar) cidades e vilas russas. A idéia foi apoiada pelo partido Rússia Unida.
O Vice-Presidente de Estado do Comitê do Duma, sob as sugestões de Alexander Kurdiumov (LDPR) tomou a iniciativa de mover os monumentos ao líder da revolução mundial Vladimir Lenin das cidades russas."
"- As autoridades locais serão capazes de realizar um referendo ou uma pesquisa de opinião entre todos os moradores das localidades, para descobrir qual é o melhor destino a ser dado para as estátuas. Se necessário, encontrar um local adequado e movê-las, e se não, então desmontar e enviar para o museu ou vender para colecionadores, e os fundos alocados utilizados para a restauração de áreas "Pridvorova", parques e parques paisagísticos, - disse o parlamentar."
Totalitarismo (ou Regime Totalitário) é um sistema político no qual o Estado, normalmente sob o controle de uma única pessoa, político, facção ou classe social, não reconhece limites à sua autoridade e se esforça para regulamentar todos os aspectos da vida pública e privada, sempre que possível. O totalitarismo é caracterizado pela coincidência do autoritarismo (onde os cidadãos comuns não têm participação significativa na tomada de decisão do Estado) e da ideologia (um esquema generalizado de valores promulgado por meios institucionais para orientar a maioria, senão todos os aspectos da vida pública e privada).

Os regimes ou movimentos totalitários mantêm o poder político através de uma propaganda abrangente divulgada pelos meios de comunicação controlados pelo Estado, um partido único que é muitas vezes marcado por culto de personalidade, o controle sobre a economia, a regulação e restrição da expressão, a vigilância em massa e o disseminado uso do Terrorismo de Estado.
(...) "Aqueles que cometeram esse bárbaro crime são tão culpados quanto os que o aprovaram por décadas. Somos todos culpados. É impossível mentir para nós mesmos, justificando crueldade sem sentido por motivos políticos. A execução sumária da Família Romanov é resultado de uma divisão intransigente na Rússia, entre "nós" e "eles" na sociedade. Os resultados desta divisão podem ser vistos até agora. (...) Qualquer tentativa de mudar a vida pela violência está condenada ao fracasso. Temos que acabar com o século, que tem sido uma época de sangue e violência na Rússia, com arrependimento e paz, independentemente de pontos de vista Políticos, Étnicos ou Religiosos que pertençam. Esta é a nossa oportunidade histórica. Na véspera do terceiro milênio, é preciso fazê-lo para o bem da nossa geração e as que virão." (...) 
Boris Yeltsin

Essa República de Mentira nada acrescentou de útil, virtuoso e verdadeiro ao Brasil. Por mais que me esforce, não consigo ver nobreza alguma em vossos representantes políticos republicanos... Tampouco algo em suas atitudes que os honrem e engrandeçam.
- X -
ALGUMAS MATÉRIAS DESTE BLOG
01 • A MUDANÇA
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